b)
O motorista está sendo descortês, porque...
A pessoa precisa de um tempinho para entrar no táxi. Não adianta ele buzinar.
c)
A cliente está sendo descortês porque...
Não cumprimentou nem pediu por favor.
código da ÁREA / Matéria Língua portuguesa • 3o ANO 301
d)
O vendedor está sendo descortês porque...
Não olhou para a cliente nem respondeu a seu cumprimento.
2 Que gesto de gentileza poderia ser feito nestas situações?
a)
A pessoa que está com o carrinho cheio poderia deixar a outra que está com poucos volumes passar na frente.
302 Língua portuguesa • 3o ANO código da ÁREA / Matéria
b)
A pessoa que está atravessando a rua poderia ajudar a recolher as compras caídas no chão.
Consulte o Manual do educador para
obter orientações sobre esta seção.
Artigo de opinião
Gentileza gera gentileza
Vivo num prédio em que boa parte das pessoas não dá bom-dia. Nem
mesmo um grunhido. Nada. Fora o resto. Na semana passada abrimos o por-
ta-malas do carro para retirar a compra de supermercado, bem ao lado do
elevador. Duas mulheres puxaram a porta antes que conseguíssemos alcançá-
-la, para não ter de dividir o elevador. Puxaram a porta, porque se ela tivesse
fechado naturalmente teria dado tempo de entrarmos. Dá para acreditar? Claro
que dá. Volta e meia cruzo no pátio, indo ou vindo, com gente que vai ou vem
– e abaixa rapidamente a cabeça para não cruzar os olhos e, então, ser obrigada
a me cumprimentar. Essas pessoas não me conhecem, nem sabem se sou
bacana ou chata, logo, não é pessoal. Até o zelador, cujas atribuições
incluem dar bom-dia, só cumprimenta quando está de bom humor.
código da ÁREA / Matéria Língua portuguesa • 3o ANO 303
Então, aconteceu.
Aquele vizinho, em especial, me irritava muito, porque ignorava solene-
mente meus sonoros bom-dia e boa-noite. Ele simplesmente passava por mim –
e por todo mundo – numa marcha militar, olhos fixos em alguma movimentação
de tropas no campo adversário. Eu voltava da minha aula de pilates, na manhã de
quarta-feira, toda alongada e saltitante, quando o vi avançando em passadas lar-
gas na minha direção. “Bom-dia!”, eu disse. Nada. Grilos. Cri, cri, cri.
Aquilo me irritou muito. Mas muito mesmo. Não pensei. Simplesmen-
te me virei, marchei mais rápido do que ele, postei-me na sua frente e gritei:
“Bom-dia! É importante dar bom-dia para as pessoas!”. Ele ficou totalmente
desconcertado. E o resto eu não vi, porque marchei direto para o elevador,
num passo tão marcial como o dele.
Foi uma cena totalmente absurda. Eu fui absurda. Até é possível rei-
vindicar boa educação – embora seja cada vez mais difícil. Mas é impossível
exigir gentileza. E não é nada gentil obrigar alguém a ser gentil. Eu fui o opos-
to de gentil gritando diante do homem que deveria ser gentil.
[...]
É sério. Parece pouco. É muito. Faz uma enorme diferença. Quando
somos maltratados em algum lugar por alguém, isso já envenena o nosso dia.
E desencadeia reações desencontradas em cadeia. Por outro lado, às vezes
nem percebemos, mas a beleza de outro dia, nosso suspeito bom humor num
dia comum, começou lá atrás, quando alguém teve um gesto gentil, nos aco-
lheu com simpatia, nos tratou bem. Seja o nosso chefe, o motorista do ônibus,
o balconista da padaria. Faz bem para a vida ser tratado com gentileza. [...]
Se cada um de nós fizer uma reconstituição mental do nosso dia, hoje
mesmo, vai perceber que o pior dele foi causado porque não foram gentis co-
nosco nem fomos gentis com os outros. Desde o bom-dia que faltou, o por
favor que não foi dito, a buzina desnecessária no trânsito, a cara fechada, o
sorriso que economizamos, a ajuda que poderíamos ter dado e não demos, ou,
ainda, a que não recebemos, o elogio que não veio, a crítica que deveria ter sido
feita para somar, mas foi programada para massacrar, o veneno que escorreu
da nossa boca e da dos outros. Uma soma de pequenos e desnecessários gastos
de energia que só serviram para nos intoxicar.
304 Língua portuguesa • 3o ANO código da ÁREA / Matéria
Gentileza é o exercício cotidiano de vestir a pele do outro. É cuidar
não de alguém, mas de qualquer um. Mesmo que ele não seja nosso parente,
mesmo que seja um estranho. Cuidar por nada. Sem precisar de motivo. Cui-
dar por cuidar.
[...]
BRUM, Eliane. Época. Disponível em: <http://glo.bo/1HjXonw>. Acesso em: 8 jun. 2015. (Fragmento).
Existem textos escritos para que o autor mostre o que pensa sobre
algum tema atual e de interesse de muitos. São chamados artigo de opinião.
Jornais e revistas geralmente trazem artigos de opinião, e muitos leitores,
que gostam da forma de pensar e de escrever de um autor, seguem seus
textos, porque desejam saber suas ideias.
Artigo de opinião
1 Diga em quais parágrafos está cada passo do raciocínio da autora.
PARÁGRAFO 1 Ela fala da gentileza de um modo geral.
PARÁGRAFO 2 Prepara o leitor para um fato que ela
quer contar.
PARÁGRAFO 3a5 Conta o caso em que ela foi grosseira
com um morador.
PARÁGRAFO 6a8 Reflete sobre o modo como ela agiu e
sobre a importância da gentileza.
2 No primeiro parágrafo, a autora dá um exemplo de como os moradores são
mal-educados. O que ela conta?
Como duas moradoras fecharam a porta do elevador para que não desse tempo de ela entrar nele.
O mais importante na atividade é ver como os alunos reportam esse trecho. Coloque as respostas
na lousa. Discuta se estão claras para quem não leu o texto. Se for o caso, ajude a reconstruí-la.
código da ÁREA / Matéria Língua portuguesa • 3o ANO 305
3 A autora procura mostrar que grosseria gera grosseria. Como ela faz isso?
Ela conta como foi agressiva com o morador que não respondeu ao seu cumprimento.
4 Quando defendemos uma ideia, precisamos ter o que dizer sobre ela. Com-
plete a frase com as justificativas dadas pela autora no parágrafo 6.
a) Ser maltratado faz mal para a gente porque...
envenena o nosso dia.
b) Ser maltratado causa uma reação em cadeia, porque...
quem recebe a agressão retruca um tom acima.
5 No sétimo parágrafo, a autora fala de vários gestos que não são gentis e
fazem mal. Leia, reflita e responda: Que tipo de gesto faz mal para você?
Resposta pessoal.
306 Língua portuguesa • 3o ANO código da ÁREA / Matéria
6 A autora diz:
“se cada um de nós fizer uma reconstituição mental do nosso dia, hoje
mesmo, vai perceber que o pior dele foi causado porque não foram gentis
conosco nem fomos gentis com os outros.”
• Faça uma reconstituição do seu dia e diga se essa ideia é verdadeira.
Justifique sua resposta.
Resposta pessoal.
Produção de texto Consulte o Manual do educador para obter orientações sobre esta seção. Divulgação
Junto com seus colegas, você vai escrever um artigo de opinião, a partir da
placa abaixo, contando:
• que efeitos a regra traduzida por ela causa
no cotidiano das crianças.
• de que maneira as crianças expuseram
aos adultos sua necessidade de ter um
espaço de brincadeiras e como os adultos
se solidarizaram com a questão.
• qual foi a solução encontrada pelo prédio
para levar em consideração as necessida-
des das crianças.
código da ÁREA / Matéria Língua portuguesa • 3o ANO 307
Consulte o Manual do educador para
obter orientações sobre esta seção.
Biografia
Conheça mais sobre o Profeta Gentileza.
A voz da Gentileza
José Datrino nasceu em 1917, na cidade de Cafelândia, interior de São Pau-
lo. De família humilde, ele passou a infância trabalhando nas terras locais,
cuidando dos animais ou mesmo puxando carroças para vender lenha. Era
assim que ele ajudava a família.
Quando fez 20 anos, José resolveu tentar a sorte na cidade do Rio de Janei-
ro, onde casou-se com Emi Câmara, com quem teve três filhas e dois filhos.
José Datrino sustentava a família fazendo fretes. Aos poucos, o negócio foi
crescendo e ele se estabeleceu com uma transportadora de cargas no centro da
cidade. Estava muito bem. Tinha sua família, era um empresário com três ca-
minhões, três terrenos e uma casa. Sua vida tinha mudado muito. Mas ele
ainda ia passar por outra grande transformação.
Em 1961, aconteceu um fato que mudou completamente a vida de José.
Dois dias antes do Natal, um grande incêndio destruiu completamente o Gran
Circus Norte-Americano, em Niterói (RJ). Mais de 500 pessoas morreram, a
maioria crianças. Ao saber da tragédia, Datrino saiu com um dos seus cami-
nhões e foi até o circo carbonizado.
No lugar das cinzas e da tristeza provocada pelo incêndio, Datrino plantou
um jardim e uma horta. O lugar foi batizado como “Paraíso Gentileza”. Ali ele
morou por quatro anos. Depois foi para o Rio de Janeiro levar sua mensagem
em trens, ônibus e praças públicas. A partir de 1980, Gentileza começou a
fazer os murais no viaduto do Caju.
A partir de 1993, sua saúde ficou frágil. Depois de quebrar uma perna,
perdeu aquela disposição que antes o levava a todos os lugares. No início de
1996, decidiu retornar a Mirandópolis, próximo a sua cidade natal, onde veio
a falecer aos 79 anos.
Fonte: Planeta Sustentável. Disponível em: <http://abr.ai/1JAbtPm>. Acesso em: 8 jun. 2015.
308 Língua portuguesa • 3o ANO Frete: aluguel que se paga a alguém
para transportar uma carga.
código da ÁREA / Matéria
Biografia é o relato escrito que traz os principais fatos da vida de uma
pessoa. O biografado é, em geral, alguém cuja vida e obra são, de alguma
forma, interessantes.
As biografias também podem ser registradas em filmes ou documentários.
Biografia
1 Uma biografia geralmente começa com as informações abaixo. Copiem-nas
do texto.
a) Nome completo de nascença do biografado: José Datrino .
b) Nome adotado pelo biografado: Profeta Gentileza .
c) Local de nascimento: Cafelândia .
d) Ano de nascimento: 1917 .
2 Para construir a biografia de uma pessoa, é preciso escrever sobre os prin-
cipais acontecimentos de sua vida. Retirem do texto esses acontecimentos e
Conteúdo: Localização de informações no texto.
registrem como este primeiro. Identificação dos elementos marcantes da
estrutura básica dos gêneros trabalhados.
1917-1937 Trabalha em Cafelândia criando animais e vendendo lenha
para ajudar a família.
1937
Vai para o Rio de Janeiro, casa-se e tem filhos. Prospera no negócio de fretes.
1961
Vai para Niterói onde o incêndio destruiu o Gran Circus Norte-Americano. Constrói o Paraíso Gentileza.
1965
Vai para o Rio de Janeiro, levar sua mensagem.
1980
Começou a fazer os murais no viaduto.
código da ÁREA / Matéria Língua portuguesa • 3o ANO 309
1996
Falece em Mirandópolis.
3 O texto está dividido em parágrafos. Podemos dizer que cada parágrafo tra-
ta de uma parte do assunto? Conteúdo
Localização de informações no texto.
( X ) Sim Identificação dos elementos marcantes da
( ) Não estrutura básica dos gêneros trabalhados.
4 Esta é uma pequena biografia de uma menina muito especial. Os parágra-
fos não foram colocados. Reescrevam este trecho e decidam onde eles
devem ficar. Conteúdo
Localização de informações no texto.
Identificação dos elementos marcantes da estrutura básica dos gêneros trabalhados.
Malala Yousafzai nasceu em 1997, no JStone/Shutterstock.com
Paquistão. Quando os talibãs invadiram a
região, ela começou a escreveu um blog
para a BBC, contando como era viver sob
o domínio desses radicais que não dei-
xam, por exemplo, as meninas frequenta-
rem a escola. Em 2012, um talibã atirou
no rosto de Malala. Levaram-na para um
hospital na Inglaterra. Começou um mo-
vimento de apoio nacional e interna-
cional à causa da menina. Malala recebeu
o Nobel da Paz por lutar para que todas
as crianças tenham acesso à educação.
Fonte: Diário do Vale. Disponível em: <http://bit.ly/1KXXIuf>. Acesso em: 8 jun. 2015.
Malala Yousafzai nasceu em 1997, no Paquistão.
Quando os talibãs invadiram a região, ela começou a escrever um blog para a BBC, contando como era
viver sob o domínio desses radicais que não deixam, por exemplo, as meninas frequentarem a escola.
Em 2012, um talibã atirou no rosto de Malala. Levaram-na para um hospital na Inglaterra.
Começou um movimento de apoio nacional e internacional à causa da menina.
Malala recebeu o Nobel da Paz por lutar para que todas as crianças tenham acesso à educação.
310 Língua portuguesa • 3o ANO código da ÁREA / Matéria
A seguir, consulte o Manual do educador para obter
orientações sobre a Seção aberta (“Você é gentil?”).
Projeto Gentileza na Escola Consulte o Manual do educador para
obter orientações sobre esta seção.
Vamos criar um projeto com o objetivo de promover a gentileza no am-
biente escolar.
Conversando, a turma deve:
• Escolher o nome do projeto.
• Decidir quanto tempo ele vai durar.
• Definir a amplitude do projeto (sua sala, algumas salas, os profissionais da
escola, toda escola).
• Identificar quais serão as ações da turma para chegar ao objetivo e como serão
divididas entre os integrantes do grupo.
• Combinar como será feita a avaliação, para saber se os objetivos foram
alcançados.
Com o tempo, os murais criados pelo Profeta Gentileza foram danificados
pela chuva, pelo Sol e por pichadores. Nos anos 1990, a prefeitura mandou
cobri-los com tinta cinza.
A cantora e compositora Marisa Monte compôs esta canção sobre
o fato.
Gentileza
Apagaram tudo
Pintaram tudo de cinza
A palavra no muro
Ficou coberta de tinta
Apagaram tudo
Pintaram tudo de cinza
Só ficou no muro
Tristeza e tinta fresca
código da ÁREA / Matéria Língua portuguesa • 3o ANO 311
Nós que passamos apressados
Pelas ruas da cidade
Merecemos ler as letras
E as palavras de gentileza
Por isso eu pergunto
A você no mundo
Se é mais inteligente
O livro ou a sabedoria
O mundo é uma escola
A vida é o circo
“Amor: palavra que liberta”
Já dizia o profeta
Composição e interpretação de Marisa Monte. CD Memórias,
crônicas e declarações de amor, 2000.
Mas a história não acabou triste assim. Veja esta notícia.
Projeto recupera os 56 painéis de Gentileza
pintados em pilares de viadutos da cidade
Divulgação
RIO − No dia de seu aniversário, em 1o de março, o Rio ganhará um presen-
te que ficará à vista de todos: os 56 murais do Profeta Gentileza totalmente
restaurados. A iniciativa é do movimento Rio com Gentileza, que nasceu em
1999, dentro da Universidade Federal Fluminense (UFF), mas acabou ultra-
passando os muros da instituição. [...]
A restauração dos murais será entregue à cidade, com festa, no dia 1o. A
partir das 10h30min, haverá desfile dos blocos Céu na Terra e Mamãe Gentil.
312 Língua portuguesa • 3o ANO código da ÁREA / Matéria
A recuperação dos escritos, feita através da Lei do ISS, da Secretaria Munici-
pal de Cultura, teve o apoio do consórcio Novo Rio/Socicam, que administra
a rodoviária do Rio, vizinha aos murais, e da Subsecretaria de Patrimônio do
município.
− É importante lembrar que o livro urbano do Gentileza está no limite da
área portuária do Rio de Janeiro, onde acontecerá a maior transformação
da cidade. Então a recuperação dessa obra do Gentileza se conjuga com esse
movimento de valorização do Rio − diz Leonardo.
Gentileza, ou José Datrino, nasceu em Cafelândia, São Paulo, em 11 de
abril de 1917, e morreu em Mirandópolis (SP), em 28 de maio de 1996.
Trabalhava como pequeno empresário de transporte de cargas, mas depois
do incêndio no Gran-Circus Norte Americano, em dezembro de 1961 − tra-
gédia que matou cerca de 500 pessoas − decidiu abandonar o mundo material
para se dedicar ao espiritual. Datrino, que mais tarde passaria a ser conhe-
cido como Profeta Gentileza, passou a peregrinar pelas ruas do Rio com
uma bata branca.
Os 56 murais do viaduto do Caju, que consagraram a frase “Gentileza gera
gentileza”, foram pintados na década de 1980, ao longo de 1,5 quilômetro.
Nos anos 1990, chegaram a ser apagados, fato que originou a canção “Genti-
leza”, de Marisa Monte. Hoje, a obra é tombada pela prefeitura.
Fotos de todos os murais de Gentileza podem ser vistas no site do movi-
mento Rio com Gentileza (www.riocomgentileza.com.br).
MARQUEIRO, Paulo. Disponível em: <http://glo.bo/1JEFGeC>. Acesso em: 8 jun. 2015. (Fragmento).
Peça para as crianças que discriminem, oralmente, a diferença
entre narrar e discutir uma ideia. Leve um jornal para a sala e
distribua os cadernos entre as crianças, divididas em trios. Peça
para que elas identifiquem textos que narram e que
argumentam.
Ofereça alguns trechos de textos e peça para que identifiquem
qual das duas modalidades é usada.
código da ÁREA / Matéria Língua portuguesa • 3o ANO 313
1 Oriente-se pelas datas e descubra a ordem correta dos parágrafos.
2 Em 1997, uma rede de televisão brasileira exibiu a versão brasileira
da novela, com atores brasileiros.
1 A telenovela argentina Chiquititas, criada em 1995 por Cris More-
na Telefe, fez sucesso junto às crianças do Brasil, do México, de Portugal
e da Romênia,
4 Em 2001, foi feita a sétima temporada argentina e as Chiquititas
despediram-se do púbico.
3 Já em 1998, foi a vez do México realizar a sua versão, mas, curio-
samente não agradou ao público e acabou encerrando ainda na pri-
meira temporada.
Fonte: <http://bit.ly/1dYNaxB>. Acesso em: 8 jun. 2015.
2 Leia a mensagem na camiseta e responda às perguntas.
Divulgação
a) A quem se dirige a mensagem da camiseta? código da ÁREA / Matéria
Aos torcedores, provavelmente de futebol.
314 Língua portuguesa • 3o ANO
b) A camiseta incentiva as pessoas a mudarem um comportamento.
Que comportamento é esse?
O comportameto de brigar no campo ou fora dele.
3 Responda às questões com base nas informações do texto.
Preocupados com os seguidos casos de violência no futebol, os joga-
dores vão protestar entrando em campo uniformizados com faixas e
uma camisa com os dizeres “Seja torcedor, nunca agressor”. A ação,
idealizada pelos próprios jogadores [...], está programada para ocorrer
simultaneamente em todos os estádios de São Paulo e representa uma
das principais manifestações recentes dos jogadores de futebol.
Disponível em: <http://bit.ly/1T86XdY>. Acesso em: 8 jun. 2015. (Fragmento).
a) Quem usará a camiseta?
Os jogadores que participarem dos jogos nos estádios de São Paulo.
b) Onde ela será usada?
No campo de futebol.
c) Quem pensou nesse modo de diminuir a violência nos estádios de futebol?
Os próprios jogadores.
d) Dê sua opinião: O que você achou da iniciativa dos jogadores? Justifique
sua resposta.
Resposta pessoal.
código da ÁREA / Matéria Língua portuguesa • 3o ANO 315
infográfico
ASSUNTO CAPÍTULO CARACTERÍSTICAS
Biografia Relato escrito que traz os principais fatos da vida de uma pessoa.
3
Artigo de Existem textos escritos para que o autor mostre o que
opinião pensa sobre algum tema atual e de interesse de muitos.
Receita 3
culinária
Conto Ensina a fazer novos pratos. O texto apresenta três
partes: o título, a lista de ingredientes e o modo de fazer.
1
Nos contos, há certas situações que se repetem; por exemplo, a escolha
de uma pretendente para um príncipe. O bonito é que, em cada
narrativa, a mesma situação acontece de um modo diferente.
2
Texto de O objetivo deste texto é dar informações sobre a importância da
informação cordialidade e o sentido de algumas expressões de cortesia.
É escrito para ensinar, esclarecer ou abordar um assunto.
Letra 1
cursiva
Plural das Letra escrita à mão.
palavras 1
O plural indica mais de um ser ou mais de um grupo de seres.
1
316 Língua portuguesa • 3o ANO código da ÁREA / Matéria
ed. paulinas banca do pesquisador
para ler ed. publifolha
ARRABAL, José. Da Vinci das crianças.
São Paulo: Paulinas, 2009.
José Arrabal narra a vida do gênio em uma mescla de ficção e realidade, em
que o autor, através de meticulosa pesquisa histórica, faz de Leonardo o
próprio narrador de sua história. O autor não mede esforços para recriar o
ambiente renascentista na Itália. Prêmio: FNLIJ – Categoria: Reconto (2010).
BURKE, Lisa. Pequenos cientistas na cozinha: experiências divertidas
para crianças curiosas. São Paulo: Publifolha, 2012.
A autora transforma a cozinha em um laboratório e as receitas em
experiências divertidas que explicam o funcionamento das coisas. As
explicações passo a passo são acompanhadas de ilustrações.
ed. cia das letrinhas MACHADO, Regina. O violino cigano e outros contos de mulheres
sábias. São Paulo: Companhia das Letrinhas, 2011.
O livro é uma coletânea de dezesseis histórias da tradição oral de
diversos povos e países. E o mais interessante: ao invés de protagonizar
a figura frágil e desprotegida, as mulheres são verdadeiras heroínas,
sábias e valentes.
RANDO, Lizette Geny; SILVA, Sonia Aparecida. Assim se aprende ed. ática
caligrafia. São Paulo: Ática, 2006.
Essa coleção não só contribui para o desenvolvimento motor, que permite a
uniformidade do traçado das letras, como trabalha a fixação da ortografia.
As atividades seguem cuidadosa progressão, partindo dos traços mais
simples para a escrita de palavras, frases e textos.
código da ÁREA / Matéria Língua portuguesa • 3o ANO 317
edições de janeiro SEIXAS, Heloisa; ROMEU, Julia. Carmen, a Grande Pequena Notável.
Rio de Janeiro: Edições de Janeiro, 2015.
A história de Carmen Miranda, um dos maiores símbolos do Brasil, que ed. pequena zahar
conquistou os quatro cantos do mundo com a sua forma alegre e
ed. globo irreverente de cantar e dançar, e que é imitada por muita gente até os
dias de hoje.
SERRES, Alain. Mandela, o africano de todas as cores.
Rio de Janeiro: Pequena Zahar, 2013.
Catalogado como Altamente Recomendável/FNLIJ 2014, o livro conta
a vida do homem que liderou a resistência contra décadas de
apartheid na África e, depois de 27 anos na prisão, reconquistou enfim
a liberdade. Com texto emocionante de Alain Serres, a história desse
grande homem inspira a união dos povos de todas as cores.
ZIRALDO. Almanaque Maluquinho: Julieta no Mundo
da Culinária. São Paulo: Globo, 2012.
Julieta leva toda a turma do Menino Maluquinho e os leitores à
cozinha. Suas aulas de culinária ensinam a fazer seis receitas
fáceis e práticas, de dar água na boca.
ANOTAÇÕES
318 Língua portuguesa • 3o ANO código da ÁREA / Matéria
Português – 3o ano – 3o bimestre
Unidade 3 – Textos para aprender
LÍNGUA PORTUGUESA 3o ANO – 3o BIMESTRE – Textos para aprender
CAPÍTULO CONTEÚDOS tópicos
Situações de intercâmbio oral: escuta atenta, formula-
ção de perguntas e respeito aos turnos de fala durante
explicações ou discussões.
Reconhecimento de diferentes representações do
alfabeto: letra cursiva e de imprensa, maiúscula e
minúscula.
Leitura utilizando diferentes estratégias e com
diferentes propósitos.
Comparação entre textos com o mesmo conteúdo,
mas suportes diferentes.
Localização de informações no texto.
Interpretação com base no texto.
1 Língua oral. Identificação da função do título na receita.
Prática de leitura. Identificação da finalidade dos diferentes gêneros
Produção de texto. textuais.
Análise e reflexão sobre a Identificação do gênero, da situação comunicativa e do
língua. suporte a ele relacionados.
Relação entre fotos e corpo do texto.
Produção de textos diversos, utilizando o sistema
alfabético de escrita, ainda que com erros ortográficos.
Produção de textos diversos, tendo como base o
repertório trabalhado em prática de leitura.
Produção de textos, obedecendo à ordem das instruções.
Produção de textos, considerando o gênero e o
contexto de produção.
Utilização de linguagem adequada nas produções.
Segmentação de textos em parágrafos.
Identificação dos elementos marcantes da estrutura
básica dos gêneros trabalhados.
Desenvolvimento da letra cursiva com apoio de imagens.
Leitura utilizando diferentes estratégias e com
2 Língua oral. diferentes propósitos.
Prática de leitura. Comparação entre textos visuais.
Produção de texto. Noção de repertório.
Análise e reflexão sobre a Identificação do gênero, da situação comunicativa e
língua. do suporte a ele relacionados.
Identificação dos elementos marcantes da estrutura
básica dos gêneros trabalhados.
PARTE ESPECÍFICA MANUAL DO EDUCADOR • 3o ANO • B3 319
LÍNGUA PORTUGUESA 3o ANO – 3o BIMESTRE – Textos variados
CAPÍTULO CONTEÚDOS tópicos
Escuta atenta de textos lidos ou citados, utilizando-os
como modelo para contação de histórias.
Produção de contos, tendo como base o repertório
trabalhado em prática de leitura.
Produção de contos, utilizando uma sequência
temporal e causal.
2 Língua oral. Produção de contos pela adequação da estrutura
Prática de leitura. narrativa do conto tradicional.
Produção de texto. Organização do pensamento para comunicação a
Análise e reflexão sobre a partir do registro das ideias principais.
língua. Comparação de textos literários em prosa.
Interpretação com base no texto.
Antecipação da sequência narrativa.
Localização de informações no texto.
Inferência do sentido de palavras ou expressões a
partir dos textos.
Observação dos marcadores temporais e espaciais.
Apreciação de textos literários em prosa ou verso.
Emissão de opinião sobre assuntos em pauta.
Leitura autônoma de palavras de maior complexidade
grafofonêmica, formadas por sílabas não canônicas.
Interpretação com base no texto.
Relato de vivências em sequência temporal ou
lógico-causal.
Segmentação de textos em parágrafos em razão das
restrições impostas pelos gêneros.
Leitura focalizada de textos, com ênfase nas sílabas
não canônicas.
Língua oral. Produção de textos diversos tendo como base o
Prática de leitura. repertório trabalhado em prática de leitura.
3 Produção de texto. Produção de textos utilizando argumentos.
Análise e reflexão sobre a Observação dos marcadores temporais e espaciais
língua. (verbos, advérbios e suas locuções) utilizados na
estrutura dos diferentes gêneros trabalhados na leitura.
Leitura utilizando diferentes estratégias e com
diferentes propósitos.
Identificação do gênero, da situação comunicativa e
do suporte a ele relacionados.
Relação entre os assuntos abordados pelos textos e os
conhecimentos prévios, vivências, crenças e valores.
Localização de informações no texto.
Identificação dos elementos marcantes da estrutura
básica dos gêneros trabalhados.
320 MANUAL DO EDUCADOR • 3o ANO • B3 PARTE ESPECÍFICA
Abertura
Conteúdo
Situações de intercâmbio oral: escuta atenta, formulação de perguntas e respeito aos turnos de fala
durante explicações ou discussões.
Reconhecimento de diferentes representações do alfabeto: letra cursiva e de imprensa, maiús-
cula e minúscula.
Condução
Comparem os dois textos, a fim de que percebam tratar-se da mesma receita.
Converse com a turma: Os textos precisam estar escritos em algum lugar. Onde eles foram escritos?
Quais as diferenças entre um suporte e outro?
O caderno foi o suporte, a caneta e o caderno, os instrumentos, e a letra cursiva, a letra escolhi-
da. O caderno é particular, pertence a alguém que seleciona as receitas desejadas.
A internet exige um computador e uma conta, oferecida por um servidor. A receita encontra-se
em um site que se chama Panelinha. É um registro público.
Capítulo 1 – Receitas Identificação dos elementos marcantes da
estrutura básica dos gêneros trabalhados.
Conteúdo
Leitura utilizando diferentes estratégias e Condução
Pergunte às crianças se elas entenderam
com diferentes propósitos.
Comparação entre textos com o mesmo todas as etapas do “Modo de fazer”.
conteúdo, mas suportes diferentes. Deixe que elas interpretem coletivamente.
Condução Relacione com elas os ingredientes ao
A cada prato, pergunte às crianças: modo de preparo.
• Quais ingredientes foram usados na cria- Pesquise que informações o título dá ao
leitor: trata-se de um lanche, e não de uma re-
ção desses pratos? feição, é bom para quem não está com muito
tempo para preparar.
• Qual foi a ordem dos ingredientes colocados?
• Que nomes você daria a esses pratos? Converse com as crianças sobre a exis-
tência de produtos orgânicos e a vantagem
que trazem para a saúde das pessoas.
Receita culinária Letra difícil de entender
Conteúdo Conteúdo
Localização de informações no texto. Identificação da finalidade dos diferentes
Interpretação com base no texto.
Identificação da função do título na receita. gêneros textuais.
Identificação da finalidade dos diferentes Comparação entre textos que tratem do
gêneros textuais. mesmo tema.
Identificação do gênero, da situação comu- Identificação do gênero, da situação comu-
nicativa e do suporte a ele relacionados. nicativa e do suporte a ele relacionados.
Segmentação de textos em parágrafos.
PARTE ESPECÍFICA Identificação dos elementos marcantes da
estrutura básica dos gêneros trabalhados.
MANUAL DO EDUCADOR • 3o ANO • B3 321
Condução As letras
Defina com as crianças o tema tratado no
Atividade 4
texto.
Retome com elas qual a função do texto in- Condução
O ditado demanda ritmo entre quem dita e
formativo.
O texto foi propositalmente estruturado quem escreve e entre o grupo. Explique que
esse ritmo será trabalhado na atividade e peça
com pequenos parágrafos. Pergunte se o nú- a cooperação de todos para atingirem um an-
mero de parágrafos poderia ser menor, ou damento comum e aceitarem o ritmo de quem
seja, se dois parágrafos poderiam ser agluti- vai mais devagar.
nados em um só.
Aproveite para trabalhar o parágrafo e o
Localize com elas a causa provável de a le- uso correto da linha.
tra do médico ser ilegível.
Qualquer texto serve para o exercício. Você
Pergunte se a situação também acontece pode escolher um parágrafo de um livro que as
com elas, ou seja, se na tentativa de seguir a crianças estejam lendo, por exemplo. Porém,
aula, elas também acabam descuidando da le- se for construído um texto contendo as pala-
tra. Em caso positivo, discuta com elas o que vras mais difíceis para o grupo, haverá tam-
pode ser feito para remediar a situaçao. bém um trabalho de ortografia.
Converse com elas se gostam da própria Seção aberta
letra, se sentem dificuldade para fazer uma
boa letra, se acham que isto não tem muita im- Receita culinária
portância, enfim, perguntas de ordem afetiva
sobre o ato de escrever e de apresentar-se Peça às crianças que tragam de casa uma
por escrito. receita culinária oferecida por um adulto que
conheçam.
Dicas para ter uma
boa letra Peça para que escrevam em letra cursiva e
caprichada.
Se possível, providencie vários tipos de
lápis e grafites para que as crianças possam A tarefa implica dividir conhecimentos dos
fazer essa experiência. diferentes lares, mas também registrar a re-
ceita conforme a estrutura do gênero.
Como segurar um lápis
Quando as crianças trouxerem as receitas,
Conteúdo leia e veja se estão compreensíveis, principal-
Desenvolvimento da letra cursiva. mente no “Modo de fazer”.
Leitura utilizando diferentes estratégias e
Se houver condições de reproduzir o mate-
com diferentes propósitos. rial, cada criança pode levar para casa o “Ca-
Leitura com apoio de imagens. derno de Receitas” da turma contendo todas
as receitas trazidas. Cada pessoa responsável
Condução pela criança ganha um desses cadernos.
Reúna a turma em duplas e peça que façam
Habilidades desenvolvidas
os movimentos indicados nas instruções. Ob-
serve se elas conseguem reproduzir os movi- • Reconhecer a situação de comunicação.
mentos indicados nas instruções. • Registrar uma receita conforme a estrutu-
Ofereça papel de rascunho para que as ra deste gênero.
crianças possam experimentar fartamente as
posições. • Escrever com letra legível.
• Traçar a letra cursiva, obedecendo aos mo-
Pergunte a cada uma qual posição mos-
trou-se a melhor. vimentos convencionais.
322 MANUAL DO EDUCADOR • 3o ANO • B3 PARTE ESPECÍFICA
Programa de receitas Incentive as crianças a se lembrarem de
cenas e situações comuns nesses filmes. Am-
Prepare com a turma um programa de plie para os gêneros textuais.
culinária como os que aparecem na televisão.
Os contos
Se houver possibilidade, assista com as
crianças a alguns desses programas, obser- Condução
vando como o mestre-cuca se comunica com Escuta atenta de textos lidos, utilizando-os
o público.
como modelo para contação de histórias.
Você será o primeiro a apresentar sua re- Apreciação de textos literários em prosa.
ceita. Como fica difícil trazer os utensílios para Identificação do gênero, da situação comu-
a sala, pode-se “fazer de conta”. O importante
é seguir a sequência da receita: apresentar os nicativa e do suporte a ele relacionados.
ingredientes e fazer os gestos enquanto se ex- Identificação dos elementos marcantes da
plica a receita.
estrutura básica do gênero trabalhado.
A atividade pode ser feita em trios. Alguém
apresenta a receita, outro mostra os ingre- Condução
dientes, e o terceiro, o modo de fazer. No primeiro parágrafo, identifique com as
Habilidades desenvolvidas crianças os três personagens que aparecem: o
príncipe, a senhora, a jovem. Identifique entre
• Reconhecer a situação de comunicação. eles os personagens principais e o motivo
• Manter o fluxo da fala durante a apresen- comum dos contos tradicionais, fórmula ainda
presente em muitos filmes românticos: o prín-
tação. cipe vai escolher uma esposa.
• Comunicar com clareza o conteúdo a ser Localize com a turma outra situação
comum em contos tradicionais: a prova.
apresentado.
Junto com as crianças, trace o prognósti-
Capítulo 2 – Igual, co final. Obviamente quem ganhará a prova
mas diferente será a jovem humilde. A originalidade do
conto é identificar qual será a prova e como
Conteúdo se dará a vitória.
Leitura utilizando diferentes estratégias e
Leia com as crianças os parágrafos refe-
com diferentes propósitos. rentes à prova. Levante novas possibilidades
Comparação entre textos visuais. de condução da narrativa. A resposta mais
Noção de repertório. provável é a de que a jovem cultivará a flor
mais bela, pois essa é a condição do príncipe.
Condução
Incentive as crianças a encontrarem outras Siga a leitura até o momento em que a
jovem não consegue cultivar nada. E agora,
semelhanças além das apontadas no texto que como o autor vai sair dessa enrascada? Ele
acompanha os cartazes. No primeiro, os ho- precisa ter uma carta na manga, um final im-
mens são todos charmosos, as mulheres têm previsível. Tendo aguçado a curiosidade das
uma silhueta de modelo. Ambos sorriem, a crianças, deixe que leiam o final da trama
maioria olha para o leitor. No segundo, o rosto individualmente.
do personagem principal está tenso, há armas,
as roupas são escuras. Você pode, a cada uma dessas etapas, pe-
dir às crianças que registrem suas conclusões
PARTE ESPECÍFICA no “Fazer”.
MANUAL DO EDUCADOR • 3o ANO • B3 323
Os contos sando-o. Embora triste, ele continua ajudando
o homem até que esse esteja em segurança.
Produção de texto
Desfecho: o jovem descobre que o acidente
Conteúdo era uma farsa criada pela princesa para saber
Escuta atenta de textos lidos ou citados, o caráter do homem com que vai se casar.
utilizando-os como modelo para contação de As crianças contam oralmente a história,
histórias. utilizando-se dos seus registros para organi-
zarem sua fala.
Produção de contos, tendo como base o re-
pertório trabalhado em prática de leitura. Uma história antiga
Produção de contos, utilizando uma se- Conteúdo
quência temporal e causal. Leitura utilizando diferentes estratégias e
Produção de contos pela adequação da es- com diferentes propósitos.
trutura narrativa do conto tradicional. Apreciação de textos literários em prosa.
Interpretação com base no texto.
Organização do pensamento para comuni- Antecipação da sequência narrativa.
cação a partir do registro das ideias principais.
Condução
Condução Peça às crianças que antecipem o que vai
Parta, com as crianças, da mesma situação
acontecer em seguida e como a história
do conto lido, mas de forma contrária: Uma vai acabar. Pondere com o grupo que, se Pieri-
princesa precisa escolher um marido que será no se arrepender, pedir desculpas e não fizer
o rei. Um jovem humilde ama a princesa e ten- mais essa bobagem, a história vai acabar sem
tará vencer a prova. grandes emoções. Por isso é importante frisar
que o garoto não se importou com o aborreci-
O final deve ser a vitória desse jovem. mento dos outros. Essa observação vai levar ao
raciocínio de que o personagem tornará a re-
Conforme as crianças forem estabelecen- petir sua ação. Quantas vezes e de que manei-
do as partes da narrativa, elas devem registrar ra isso pode ser escrito?
no esquema.
Repetir mais de uma vez parece um bom ca-
Situação inicial: quem são os personagens, minho para aumentar a irritação dos moradores.
onde vivem; qual o trabalho do jovem; even- Mais de três vezes pode deixar o leitor cansado.
tualmente, qual o motivo de a princesa preci- O narrador pode contar o episódio, repetindo a
sar casar-se. cena ou simplesmente dizendo que o menino
continuou fazendo a brincadeira de mau gosto.
A prova: o desafio que será lançado aos
pretendentes. Depois que as crianças tiverem escrito,
pergunte pelo desfecho. O que pode aconte-
As crianças darão o título conforme o cer? Deixe que levantem suas hipóteses.
desenrolar que desejarem dar ao conto.
Conte o final da história.
Um exemplo:
Pois um dia aconteceu de Pierino estar pasto-
Situação Inicial: o rei faleceu e a princesa reando e aparecer um enorme lobo. Enquanto o ani-
precisa subir ao trono com um novo rei. Por mal circulava em torno do rebanho escolhendo sua
isso, precisa escolher um marido. O jovem hu- presa, Pierino berrava a todos os pulmões:
milde é um pastor de ovelhas.
— Olha o lobo! Olha o lobo!
Prova: a princesa dará sua mão a quem Os pastores pensaram com seus botões:
primeiro trouxer uma flor rara que nasce no — Imagina se eu vou ser bobo de cair de novo
alto de uma montanha. nesta brincadeira.
Problema: o jovem está à frente dos outros PARTE ESPECÍFICA
pretendentes, mas encontra alguém em peri-
go. Ele interrompe a corrida para socorrer o
estranho e vê os outros pretendentes ultrapas-
324 MANUAL DO EDUCADOR • 3o ANO • B3
O pessoal da cidade fez cara de pouco-caso e O texto
continuou trabalhando.
Conteúdo
Resultado. Uma boa parte do rebanho foi parar Leitura utilizando diferentes estratégias e
na barriga do lobo e Pierino só escapou porque teve
uma sorte danada. com diferentes propósitos.
Apreciação de textos literários em prosa.
Peça para que as crianças escrevam, com
suas palavras, o final da história. Condução
Obedecendo ao ritmo de leitura da turma,
Textos e tema
identifique o momento de interromper a leitura
O cartaz e resumir o trecho, selecionando apenas as in-
formações mais relevantes. Peça para que as
Conteúdo crianças sublinhem no texto essas informações.
Leitura utilizando diferentes estratégias e
Textos e tema
com diferentes propósitos.
Apreciação de textos literários em prosa ou Atividade 1
verso. Conteúdo
Localização de informações no texto. Comparação entre textos que tratem do
Interpretação com base no texto.
mesmo tema.
Condução Identificação da unidade temática.
Deixe que as crianças explorem livremente Interpretação com base no texto.
Diferenciação entre título e tema.
o texto visual.
Depois, pergunte: Seção aberta
• Que texto é esse? (Um cartaz, um anúncio.) Vamos pensar...
• A quem ele se dirige? (À população, ao
Assim como é importante desenvolver va-
público.) lores, é importante não reforçar pensamentos
maniqueístas, do tipo: falar a verdade é sem-
• Qual mensagem ele pretende passar? pre o correto, falar mentiras é sempre errado.
A maioria das questões éticas que enfrenta-
(Que haverá uma peça teatral que tem dois mos no dia a dia exige a capacidade de avaliar
nomes.) a melhor solução em cada caso.
• Quais informações práticas são dadas para Vamos pensar em uma situação extrema.
Um médico, por exemplo, precisa procurar en-
o público? (O nome do teatro, o endereço, o tender se o melhor para um paciente terminal
horário da apresentação, o telefone e o blog é contar sua real situação ou ocultá-la. No pri-
para mais informações.) meiro caso, dizer a verdade é respeitar o direi-
to do paciente sobre sua condição. No segun-
• A respeito da peça, que informações o car- do, ocultar a verdade é respeitar o que o outro
pode assimilar.
taz oferece? (Que alguma coisa desagradá-
vel acontecerá, pela expressão do rei.) Comece essa discussão por um assunto pró-
ximo à realidade das crianças: o Papai Noel.
• Há o desenho de uma linha que costura as Quando os adultos incentivam a crença de que as
crianças devem esperá-lo no Natal ou mesmo
palavras. O que isso significa? (Que a rou- quando se fantasiam desse personagem, eles
pa não virá pronta, mas será costurada,
pois no cabeçalho há vários desenhos re- MANUAL DO EDUCADOR • 3o ANO • B3 325
lacionados com essa arte: carretel, dedal,
máquina, etc.)
Avalie com as crianças até que ponto a ilus-
tração do cartaz permite antecipar a história.
PARTE ESPECÍFICA
estão mentindo, já que o Papai Noel não existe. • O casal de enamorados que deve realizar
Essa mentira é desejável porque estimula a ima-
ginação da criança, ou condenável, já que as leva uma missão.
a acreditar em um ser que não existe? Outro aspecto que pode ampliar a elabora-
ção do texto consiste em dizer um pouco quem
Deixe claro que o importante não é exata- eles são: Um príncipe e uma princesa? Uma
mente a resposta, mas o gostoso de pensar so- princesa e um poeta? Um príncipe e uma feiti-
bre a questão. ceira? Dois jovens da mesma aldeia? Um
samurai e uma aldeã?
Anote os argumentos levantados pela tur- O mesmo deve ser feito em relação ao ti-
ma e devolva-os, por escrito, para que pos- gre. É um antagonista ou um ajudante? É al-
sam acompanhar os raciocínios levantados guém que foi transformado em tigre e precisa
pelo grupo. ser salvo, ou uma divindade que salva o casal?
Peça às crianças que levantem exemplos 2. Escolher um caminho
da própria vida para discutir a questão. É claro que muitas ideias terão surgido a
Levante com o grupo a questão: “Quando respeito dos personagens. Chegou o momento
falar a verdade é bom?”. de considerar quais possibilidades são mais
produtivas, ou seja, facilitam a criação de uma
Quando não está fundamentado na própria história.
necessidade de desabafar, de jogar para fora o
que está nos incomodando. Quando evita pre- A parte mais delicada da construção da
judicar alguém. Quando significa não assumir narrativa é, sem dúvida, o conflito e sua reso-
a responsabilidade por nossos atos. lução. Sugira começar por ele. Se este ponto
estiver claro, a estruturação acontece com
Habilidades desenvolvidas mais coesão entre as partes.
• Comunicar com clareza uma posição sobre Desenhado esse roteiro, comece pela apre-
sentação das personagens. Registre o texto e
o tema. deixe passar alguns dias. Reapresente-o para
a turma, colocando-o novamente na lousa.
• Relatar fatos pessoais ligados ao tema dis-
Juntos, retrabalhem a linguagem, de modo
cutido. que as crianças possam experimentar o prazer
de burilar o texto, de vê-lo ficar mais bonito,
• Colocar sua posição respeitando a posição mais completo, mais coeso.
de outras pessoas. Habilidades desenvolvidas
• Refletir sobre os argumentos apresenta- • Elaborar um texto com clareza e coesão.
• Colaborar com ideias na elaboração do texto.
dos pelos colegas. • Respeitar os argumentos dos colegas de
Produção coletiva de equipe.
um conto
Capítulo 3 –
Condução Gentileza gera
gentileza
1. Explore a imagem
Os enamorados: olhando para o casal de Conteúdo
Relato de vivências em sequência temporal
mãos dadas, que tipo de situação comum nas
narrativas a imagem lembra? A resposta de- ou lógico-causal.
penderá do repertório das crianças, que pode
incluir pelo menos duas situações: PARTE ESPECÍFICA
• O casal enamorado que, por algum motivo,
se separa, para unir-se novamente no final
da narrativa.
• O casal de enamorados que luta contra
uma adversidade.
326 MANUAL DO EDUCADOR • 3o ANO • B3
Emissão de opinião sobre assuntos em Explore cada um dos itens separadamente.
pauta. Estimule-as a dizer quais informações do
texto elas acharam mais inusitadas e interes-
Condução santes, quais informações elas já sabiam.
Antes que as crianças abram o livro, inicie a Estimule as crianças a estabelecer rela-
ções entre o texto e a realidade: se elas usam
aula com um gesto de gentileza. O Profeta frases de cortesia, se entendem sua importân-
Gentileza ofertava flores. Veja o que pode ser cia e função, se os adultos com os quais convi-
uma surpresa agradável para as crianças, a vem usam essas formulações, etc.
fim de que elas tenham a experiência do gesto,
antes de ler sobre ele. Artigo de opinião
Trabalhe a circularidade do slogan “Genti- Conteúdo
leza gera gentileza”, de modo que as crianças Segmentação de textos em parágrafos em
percebam a relação de causa e consequência.
razão das restrições impostas pelos gêneros.
Discuta com as crianças, em primeiro pla- Leitura focalizada de textos, com ênfase
no, a compreensão da frase e, em segundo, a
opinião a respeito dela. nas sílabas não canônicas.
Incentive as crianças a recordarem expe- Condução
riências em que fizeram e receberam gestos Peça para que as crianças numerem os pa-
de gentileza, comentando a sensação provoca-
da por essas experiências. rágrafos no espaço destinado a isto.
Peça que leiam o texto individualmente, as-
Passe para a figura do Profeta Gentileza. Ins-
tigue as crianças a descreverem a foto e a inferi- sinalando as palavras que não compreenderem.
rem qual seria o lugar social dessa figura que Faça a leitura apenas dessas palavras. In-
anda de camisolão branco, cabelos longos, segu-
rando uma tábua com dizeres. A aparência suge- centive as crianças a localizarem a partir da
re que não é uma pessoa encaixada nos moldes nomenclatura parágrafo/linha (3a linha do se-
sociais correntes. Explique o significado da pala- gundo parágrafo).
vra andarilho. Conte também que o profeta che-
gou a ser internado em casas de saúde mental, Coloque a palavra na lousa, de modo que seja
mas foi liberado. É importante explorar a figura possível, primeiro, ler em voz alta, percebendo
do Profeta Gentileza como uma forma de rebater suas irregularidades, e depois procurar seu sig-
os preconceitos. O fato de ele ser um andarilho, nificado no dicionário, caso seja desconhecido.
de vestir-se de modo não convencional, não tirou
em nada a verdade do que ele pregava nem o re-
conhecimento que recebeu de muitos.
Palavras gentis Artigo de opinião
Conteúdo Produção de texto
Leitura autônoma de palavras de maior
Conteúdo
complexidade grafofonêmica, formadas por sí- Produção de textos diversos utilizando o
labas não canônicas.
sistema alfabético de escrita, ainda que com
Interpretação com base no texto. erros ortográficos.
Relato de vivências em sequência temporal
ou lógico-causal. Produção de textos diversos, tendo como
base o repertório trabalhado em prática de
Condução leitura.
Deixe as crianças lerem o texto individual-
Produção de textos utilizando argumentos.
mente.
MANUAL DO EDUCADOR • 3o ANO • B3 327
PARTE ESPECÍFICA
Produção de textos considerando o gênero Leitura utilizando diferentes estratégias e
e o contexto de produção. com diferentes propósitos.
Condução Identificação do gênero, da situação comu-
Primeiro parágrafo: nicativa e do suporte a ele relacionados.
Interprete a placa com as crianças.
Ajude a turma a criar o primeiro parágrafo Relação entre os assuntos abordados pelos
textos e os conhecimentos prévios, vivências,
do texto explicando qual é a regra. crenças e valores.
Oriente o grupo a fazer como a jornalista e
Condução
escrever como se a turma fosse morador do Leia, em primeiro lugar, o boxe conceito
prédio: “Vivo num prédio em que...”.
Biografia, para que as crianças saibam que o
Segundo parágrafo: texto é uma biografia rápida do Profeta Gentileza.
Analise com as crianças como as interdi-
ções da placa prejudicam o cotidiano das Explique que elas vão acompanhar, juntas,
crianças que não têm outro lugar para brincar. cada parágrafo, anotando os fatos importantes
Ajude a turma a levantar argumentos que mos- que compõem a sequência cronológica, e pas-
trem por que as regras do prédio não devem sarão pelos principais acontecimentos da vida
levar em conta apenas o grupo dos adultos. do biografado. O registro no Fazer tem um lo-
cal especial para a data, que, neste gênero, é
Terceiro parágrafo: fundamental para localizar o leitor.
Levante com as crianças como a realidade
pode ficar mais agradável, como o ambiente pode Peça para que as crianças peguem dois lá-
ficar mais feliz, quando as necessidades de todos pis com cores diferentes e, junto com elas,
são contempladas. marquem as orações e expressões com valor
Trabalhe as questões de revisão durante a de tempo e de espaço.
formulação do texto.
Seção aberta
Segundo parágrafo:
Conte que as crianças pediram para parti- Você é gentil?
cipar da reunião de condomínio e, junto com a
ajuda do síndico, explicaram aos moradores A atividade não tem, é claro, nenhuma pre-
por que a regra é muito ruim para as crianças tensão de traçar um perfil dos alunos, mas
que moram ali. apenas levá-los a avaliar sua propensão para
gestos gentis, de uma maneira privada, sem
Terceiro parágrafo: exposições. Nesse tipo de questionário, o co-
Conte que os moradores se colocaram no mum é a pessoa criar uma imagem idealizada
lugar das crianças e que todos pensaram em de si mesma, o que não representa um proble-
um modo de satisfazer às duas partes. Conte ma, uma vez que essa idealização é já, em si,
que modo foi esse. uma predisposição para o melhor.
Para realizar o texto coletivo, siga os passos:
Avise as crianças que cada alternativa tem
• Incentive as crianças a interpretarem a três possibilidades. Se nenhuma delas corres-
ponder ao que a criança faria, ela deve esco-
placa. lher a que mais agradá-la.
• Levante as possíveis causas da interdição. Entregue a cada criança uma folha nume-
rada de 1 a 9, assim disposta:
Biografia
1. Alternativa ( ) Pontos ( )
Conteúdos
Observação dos marcadores temporais e Leia a proposição e cada uma das alterna-
tivas. A criança marca aquela que desejar. Ter-
espaciais (verbos, advérbios e suas locuções) minada essa parte, você diz quantos pontos
utilizados na estrutura dos diferentes gêneros vale cada resposta. A criança anota, nos pa-
trabalhados na leitura. rênteses, o valor da letra que ela marcou. Ao
328 MANUAL DO EDUCADOR • 3o ANO • B3 PARTE ESPECÍFICA
fim, você diz qual é a pontuação máxima, e 6. Você está em férias do seu trabalho e seu co-
cada uma soma sua própria pontuação. lega profissional telefona mais de uma vez
para seu celular pedindo informações sobre
Você é gentil? suas tarefas. Você:
Responda às questões abaixo e some os pontos a) Atende os telefonemas e responde às dúvi-
das opções escolhidas. Quanto maior a soma, mais das. (5 pontos)
agradável você é.
b) Atende os telefonemas, mas responde com
1. Você está atrasado(a) para a aula e encontra rispidez. (3 pontos)
um grupo de alunos barrando a entrada da
escola. Você: c) Não atende. (0 ponto)
a) Empurra quem está na sua frente, afinal 7. Você está saindo da garagem atrasado(a)
você já está atrasado. (0 ponto) para o trabalho e uma idosa está prestes a
atravessar na frente do seu carro. Você:
b) Passa calmamente pelas pessoas, sempre
pedindo licença. (5 pontos) a) Espera pacientemente ela atravessar. (5 pon-
tos)
c) Reclama em voz alta para que as pessoas
saiam do caminho. (3 pontos) b) Espera, mas vai acelerando e sai arrancando
assim que possível. (3 pontos)
2. Você está em um ônibus lotado quando entra
um idoso. Você: c) Sai rapidamente antes que ela comece a
atravessar. (0 ponto)
a) Levanta-se imediatamente e oferece o lugar.
(5 pontos) 8. O elevador chega e você percebe que um vizi-
nho está saindo do carro carregado de saco-
b) Finge que está dormindo ou não viu o idoso. las. Você:
(0 ponto)
a) Chama o outro elevador para que chegue a
c) Antes de ceder o lugar, aguarda para ver se tempo de “pegar” o vizinho chegando à porta,
outra pessoa irá se levantar. (3 pontos) e toma seu elevador. (3 pontos)
3. Aguardando para atravessar em uma exten- b) Sobe rapidamente. (0 ponto)
sa faixa de pedestre, há uma pessoa com de- c) Aguarda-o e segura a porta para que ele en-
ficiência visual. Você:
tre com mais facilidade. (5 pontos)
a) Coloca-se à disposição para auxiliar na tra-
vessia. (5 pontos) 9. Você toma um táxi e o taxista começa a pro-
vocá-lo sobre política, com opiniões contrá-
b) Fica por perto para checar se ela precisa de rias às suas. Você:
ajuda. (3 pontos)
a) Começa a responder hostilmente e acaba
c) Ignora a situação. (0 ponto) descendo irritado. (0 ponto)
4. Você está atarefado(a) no trabalho e um cole- b) Corta o assunto. (3 pontos)
ga telefona para “jogar conversa fora”. Você: c) Procura ouvi-lo e eventualmente argumenta
a) Ao perceber que não é nenhum assunto rele- com calma e sutileza. (5 pontos)
vante, diz que está um pouco ocupado e con-
vida-o para um lanche na saída do trabalho. Fonte: Associação Brasileira de Qualidade de Vida (ABQV). Com
(5 pontos) informações do Estado de Minas. Diário de Pernambuco, 14 nov. 2011.
b) Responde laconicamente, mostrando desin- Seção aberta
teresse. (3 pontos)
Habilidades desenvolvidas
c) Diz que não tem tempo para falar e desliga
bruscamente. (0 ponto) • Compreender formulações feitas oralmente.
• Reter informações orais.
5. Um pesquisador na rua solicita que você res- • Avaliar o próprio comportamento.
ponda a algumas questões, mas você está
sem tempo. Você: Projeto Gentileza na Escola
a) Diz, friamente, que não pode parar. (3 pontos) Convide e estimule as crianças para este
b) Passa direto, sem nem olhar para o pesqui- projeto.
sador. (0 ponto) MANUAL DO EDUCADOR • 3o ANO • B3 329
c) Pede desculpas e diz ao pesquisador que no
momento você está sem tempo. (5 pontos)
PARTE ESPECÍFICA
Habilidades desenvolvidas MARTINELLI, Marilu. Aulas de transformação. O
Programa de Educação em Valores Huma-
• Projetar uma ação a partir de um objetivo. nos. São Paulo: Peirópolis, 1996.
• Cumprir metas de um projeto.
• Trabalhar em grupo. MIGLIORI, Regina; D’AMBROSIO, Ubiratan;
• Avaliar o processo de um projeto. INOUE, Ana Amélia. Temas transversais e
educação em valores humanos. São Paulo:
Referências Peirópolis, 1999.
bibliográficas
MUSEU VIRTUAL GENTILEZA. O Impressionista.
BARTHES, Roland. Análise estrutural da narrativa. Disponível em: <http://bit.ly/1Go9Em9>.
São Paulo: Vozes, 1976. Acesso em: 9 jun. 2015.
FARRAH, Adriane Gomes. Projeto Caligrafia na RODRIGUES, Marcelo. Pedagogia vivencionista.
escola. Rio de Janeiro: Rovelle, 2009. São Paulo: Marcelo Alatzatianou, 2010.
GUELMAN, Leonardo; AMARAL, Dado; KUTASSY, SOLE, Isabel. Estratégias de leitura. Porto Ale-
Marianna. Livro Urbano do Profeta Gentileza. gre: Artmed, 1998.
Rio de Janeiro: Mundo das Ideias, 2011.
TODOROV, Tzan. As estruturas narrativas.
HEITLINGER, Paulo. Tipografia: origem, forma e São Paulo: Perspectiva. 2008. (Coleção
uso das letras. São Paulo: Dinalivros, 2006 Debate - 14).
__________. Morfologia do conto maravilhoso.
São Paulo: Perspectiva. 2008.
ANOTAÇÕES
330 MANUAL DO EDUCADOR • 3o ANO • B3 PARTE ESPECÍFICA
Asaf Eliason/shutterstock.com matemática
UNIDADE 1
Contar e medir ........................................ 2
Capítulo 1
Contagem e números .................................. 4
Capítulo 2
Números e medidas .................................... 36
MATEMÁTICA • 2o ANO
1unidade contar e medir
Capítulo 1 – contagem e núMEROS
Capítulo 2 – números e medidas
início Siga pelo 79 aqui não
caminho que 120 tem saída,
tem o maior volte para
56
número. o início.
sem vá pelo
saída caminho com
o número que
completa a
sequência: 5,
30 10, 15, 20, ____.
25
pegue o
caminho da
esquerda.
natalie-art/shutterstock.com
332 MATEMÁTICA • 2o ANO 11BB11EE1155
51 48 23 4 conte as
pedras
preciosas
43 39
23 48
14 + 23 = 37 48 – 26 = 22
tesouro
11 15 19
12 15 18 11 16 19
7 + 4 8 + 7 10 + 9 sem
saída
Siga pelo
caminho que
tem o código
correto.
CAÇA AO TESOURO Consulte o Manual do educador para obter
mais orientações sobre esta atividade.
GANHA QUEM ACHAR O TESOURO.
PARA SABER QUAL É O CAMINHO CERTO, É PRECISO
ESCOLHER A RESPOSTA CERTA. FORMEM DUPLAS OU TRIOS,
ALTERNEM AS JOGADAS com os outros jogadores.
CADA VEZ QUE UM JOGADOR PEGA O CAMINHO ERRADO,
PERDE A VEZ.
CADA JOGADOR TErá UM MARCADOR DE
POSIÇÃO. Pode ser TAMPINHA,
BORRACHA, PEÃO, ETC.
11BB11EE1155 MATEMÁTICA • 2o ANO 333
1capítulo CONTAGEM E NÚMEROS
pintura rupestre Pergunte ao grupo: Por que precisamos contar? Ouça as hipóteses que as
crianças trazem, estimule a apresentação das ideias e a discussão sobre o tema.
HÁ MUITO, MUITO TEMPO, O ser humano JÁ SENTIA A NECESSIDADE
DE REPRESENTAR QUANTIDADES.
Os seres humanos DE ANTIGAMENTE VIVIAm EM CAVERNAS E
REPRESENTAVAm CENAS DO DIA A DIA COM PINTURAS NAS PAREDES.
DESENHAVAM PESSOAS E ANIMAIS. ÀS VEZES, FAZIAM MARCAÇÕES
COM TRACINHOS E RISCOS EM PEDAÇOS DE OSSOS E DE MADEIRA.
REGISTRAvam QUANTIDADES, CONTANDO DO JEITO DELES.
Observe a figura a seguir.
reprodução
Pintura rupestre da gruta de Lascaux, França.
Esta pintura nos conta uma história que tem números.
Explore oralmente com as crianças os elementos que aparecem na pintura. O que eles estão fazendo? Quantos são?
334 MATEMÁTICA • 2o ANO 1B1E15
VAMOS CONTAR COMO OS PASTORES!
COM O TEMPO, o ser humano PASSOU A CRIAR ANIMAIS.
PELA MANHÃ, SOLTAVA-OS NO CAMPO PARA PASTAREM, E à TARDE
RECOLHIA SEU REBANHO.
O pastor PRECISAVA TER CERTEZA de QUE TODOS OS ANIMAIS
TINHAM VOLTADO.
MAS, COMO FAZER ISSO?
ELE TeVE A IDEIA DE COLOCAr, EM UM SAQUINHO DE COURO, UMA
PEDRINHA PARA CADA ANIMAL QUE SAíA. à NOITE, AO RECOLHER O
REBANHO, ELE FAZIA O CONTRáRIO: PARA CADA ANIMAL QUE VOLTAVA,
ELE TIRAVA UMA PEDRINHA DO SACO. SE SOBRASSE PEDRINHA, ERA
SINAL DE QUE ALGUM ANIMAL NÃO TINHA VOLTADO. ASSIM, ELE SABIA
QUE DEVERIA PROCURÁ-LO.
12
34
OBSERVE A sequência E CONTE O QUE ACONTECEU.
1B1E15 MATEMÁTICA • 2o ANO 335
Para fazer esta atividade, use duas caixas ou saquinhos
com etiquetas meninos e meninas e palitos (pedrinhas
ou tampinhas), dando um para cada criança.
VAMOS CONTAR COMO OS PASTORES!
CADA UM DE VOCÊS RECEBEU Do
PROFESSOR. NA SUA VEZ, VÁ ATÉ A FRENTE DA turma E COLOQUE seu
objeto NA CAIXA CERTA.
VAMOS CONTAR:
Conte junto com as crianças.
NÚMERO DE MENINAS:
NÚMERO DE MENINOS:
AGORA, ENCONTRE UMA MANEIRA DE DESCOBRIR quantas
crianças há HOJE NA sala de aula. USE O ESPAÇO a seguir PARA
RESOLVER.
COMPARE SEU RESULTADO COM O DE SEUS COLEGAS. APARECERAM
RESULTADOS DIFERENTES? QUAIS? COMO SABER QUAL ESTÁ CERTO?
Considere as respostas e deixe as crianças explicarem como chegaram ao resultado.
336 MATEMÁTICA • 2o ANO 1B1E15
Consulte o Manual do educador para obter
mais orientações sobre esta atividade.
QUANTOS SOMOS?
TEMOS 17 MENINAS nós, os meninos, então, somos
NA TURMA. somos 18. 25 crianças.
carla jorge ricardo
CARLA E JORGE ESTÃO FALANDO A VERDADE!
DECIDA SE O QUE RICARDO ESTÁ FALANDO é VERDADE TAMBéM.
MOSTRE a seguir COMO VOCê FEZ PARA DESCOBRIR.
Ricardo não está falando a verdade; são 35 crianças no total.
Agora COMPLETE USANDO NÚMEROS:
+ =17 18 35
MENINAS MENINOS CRIANçAS
1B1E15 MATEMÁTICA • 2o ANO 337
As perguntas seguintes são para investigar a inclusão hierárquica.
A) HÁ MAIS MENINOS OU MENINAS? Meninos.
B) HÁ MAIS MENINOS OU CRIANÇAS? Crianças.
C) HÁ MAIS MENINAS OU CRIANÇAS? Crianças.
EXPLIQUE para seus colegas COMO PENSOU PARA RESPONDER
às perguntas anteriores.
Você poderá solicitar que as crianças utilizem as fichas
coloridas dispostas no Material de Apoio.
CONTANDO DE 2 EM 2
FORMAR AGRUPAMENTOS NOS AJUDA A CONTAR QUANTIDADES
GRANDES.
AGORA, ANTES DE começar a CONTAR, FORME GRUPOS DE 2. O
PRIMEIRO JÁ FOI FEITO. CONTINUE:
• • •••• • • • • • ••••
• • •••• • • • • • ••••
• • •••• • • • • • ••••
• • •••• • • • • • ••••
CONTE OS PONTINHOS, SABENDO QUE CADA GRUPO TEM 2, e
registre a sequÊncia aqui:
2, 4, 6, 8, 10, 12, 14, 16, 18, 20, 22, 24, 26, 28, 30, 32, 34, 36, 38, 40, 42, 44, 46, 48, 50, 52, 54, 56, 58, 60.
338 MATEMÁTICA • 2o ANO 1B1E15
A) QUANTOS PONTINHOS VOCÊ CONTOU?
B) QUANTOS GRUPOS DE 2 VOCê FORMOU?
C) QUANTOS PONTINHOS SOBRARAM?
COMPARE SUA RESPOSTA COM As De SEUS COLEGAS. ESCREVA
aqui O QUE ACONTECEU.
CONTANDO DE 2 EM 2
1 A SECRETÁRIA DA ESCOLA RECEBEU UMA CAIXA CHEIA DE MEIAS
DE FUTEBOL, MAS ELAS NÃO ESTAVAM ARRUMADAS AOS PARES.
a) ELA PEDIU AJUDA ÀS CRIANÇAS DO SEGUNDO ANO PARA
DESCOBRIR QUANTOS PéS DE MEIAS havia na caixa. AS
CRIANÇAS DESCOBRIRAM QUE HAVIA EXATAMENTE O SUFICIENTE
PARA O TIME DE FUTEBOL DA ESCOLA, QUE É FORMADO POR
11 JOGADORES.
1B1E15 MATEMÁTICA • 2o ANO 339
Converse sobre o número de jogadores de um time de futebol.
b) Você sabe QUANTOS PÉS DE MEIAS AS crianças CONTARAM?
termine de PREENCHEr A TABELA PARA DESCOBRIR!
número de jogadores pés de meia
1 2
2 4
3
4 6
5 8
6 10
7 12
8 14
9 16
10 18
11 20
22
PARA 11 JOGADORES SÃO NECESSÁRIOS 11 PARES
DE MEIAS E 22 PÉS.
2 PARA FAZER UMA ATIVIDADE EM GRUPO, CADA CRIANÇA USARÁ
DUAS FOLHAS DE PAPEL. O GRUPO TEM 8 PARTICIPANTES.
A) DE QUANTAS FOLHAS O GRUPO PRECISARÁ? 16
B) REGISTRE aqui COMO VOCÊ PENSOU.
340 MATEMÁTICA • 2o ANO 1B1E15
CONTANDO DE 3 EM 3
AGORA, VOCÊ VAI AGRUPAR OS PONTINHOS DE 3 EM 3. O PRIMEIRO
GRUPO JÁ ESTá FEITO, CONTINUE.
• • •••• • • • • • ••••
• • •••• • • • • • ••••
• • •••• • • • • • ••••
• • •••• • • • • • ••••
Conte de 3 em 3:
3, 6, 9, 12, 15, 18, 21, 24, 27, 30, 33, 36, 39, 42, 45, 48, 51, 54, 57, 60.
A) QUANTOS PONTinhos VOCÊ CONTOU? 60
B) QUANTOS GRUPOS DE 3 VOCÊ FORMOU? 19
C) SOBRARAM PONTINHOS? Não . QUANTOS?
COMPARE SUA RESPOSTA COM A De SEUS COLEGAS. ESCREVA aqui
O QUE ACONTECEU.
1B1E15 MATEMÁTICA • 2o ANO 341
CONTANDO DE 3 EM 3
Vinte e um AMIGOS QUEREM BRINCAR DE
PULAR CORDA. ENQUANTO 2 BATEM A CORDA,
UM PULA. ASSIM, CADA 3 CRIANÇAS FORMAM UM GRUPINHO PARA
BRINCAR.
a) DESENHE AS CRIANÇAS BRINCANDO. LEMBRE-SE de QUE
SÃO 21.
b) DESCUBRA SE VAI SOBRAR ALGUMA CRIANÇA.
c) COMPLETE A TABELA:
crianças 3 6 9 12 15 18 21
7
grupo 1 2 3 4 5 6
1B1E15
D) ALGUMA CRIANÇA FICOU DE FORA DA BRINCADEIRA?
Não
342 MATEMÁTICA • 2o ANO
CONTANDO DE 4 EM 4
AGORA, VAMOS FORMAR GRUPOS DE 4. O PRIMEIRO JÁ FOI FEITO.
CONTINUE:
• • •••• • • • • • ••••
• • •••• • • • • • ••••
• • •••• • • • • • ••••
• • •••• • • • • • ••••
CONTE OS PONTINHOS, SABENDO QUE CADA GRUPINHO TEM 4.
4, 8, 12, 16, 20, 24, 28, 32, 36, 40, 44, 48, 52, 56, 60.
A) QUANTOS PONTINHOS VOCÊ CONTOU? 60
B) QUANTOS GRUPOS DE 4 VOCÊ FORMOU? 12
C) QUANTOS PONTINHOS SOBRARAM? 12
COMPARE SUA RESPOSTA COM A De SEUS COLEGAS. ESCREVA O
QUE ACONTECEU.
1B1E15 MATEMÁTICA • 2o ANO 343
1 CONTE DE 4 EM 4:
A) QUANTOS GRUPOS DE 4 você formou? 7
B) SOBRARAM PALITOS? Sim . QUANTOS? 2
c) DESCUBRA QUANTOS PALITOS há AO TODO: 30
2 UMA MESA TEM 4 PÉS. COM 20 PÉS, QUANTAS MESAS PODEM SER
FABRICADAS? 5
• REGISTRE COMO VOCÊ PENSOU.
Contando de 5 em 5 e de 10 em 10
AGORA VOCÊ VAI CONTAR OS PONTINHOS DE 5 EM 5. O PRIMEIRO
GRUPO JÁ ESTÁ FEITO. CONTINUE:
•••••••••••••••
•••••••••••••••
•••••••••••••••
•••••••••••••••
344 MATEMÁTICA • 2o ANO 1B1E15
CONTE DE 5 EM 5:
5, 10, 15, 20, 25, 30, 35, 40, 45, 50, 55, 60.
A) QUANTOS PONTOS VOCÊ CONTOU? 60
B) QUANTOS GRUPOS DE 5 VOCÊ FORMOU? 12
C) SOBRARAM PONTINHOS? Não . QUANTOS?
COMPARE SUA RESPOSTA COM A De SEUS COLEGAS. ESCREVA O
QUE ACONTECEU.
desta vez VOCÊ VAI AGRUPAR OS PONTINHOS DE 10 EM 10. O
PRIMEIRO GRUPO JÁ ESTÁ FEITO. CONTINUE:
•••••••••••••••
•••••••••••••••
•••••••••••••••
•••••••••••••••
CONTE DE 10 EM 10:
10, 20, 30, 40, 50, 60.
A) QUANTOS PONTinhoS VOCÊ CONTOU? 60
B) QUANTOS GRUPOS DE 10 VOCÊ FORMOU? 6
C) SOBRARAM PONTINHOS? Não . QUANTOS?
1B1E15 MATEMÁTICA • 2o ANO 345
COMPARE SUA RESPOSTA COM A De SEUS COLEGAS DE GRUPO.
ESCREVA O QUE ACONTECEU.
CHAMAMOS OS GRUPOS DE 10 DE DEZENAS, E OS pontinhos
QUE FICAM SOLTOS, quE CONTAMOS DE UM EM UM, DE UNIDADES.
ASSIM, VOCÊ OBTEVE: 6 GRUPOS DE 10 OU 6 DEZENAS.
e SOBRARAM: 0 SOLTOS OU 0 UNIDADES.
COMPLETE:
dezenas unidades
60
AGRUPE DE 10 EM 10:
a) QUANTOS GRUPOS DE 10 palitos VOCÊ FORMOU? 3
b) VOCÊ FORMOU 3 DEZENAS.
c) QUANTOS palitos SOBRARAM? 8
d) VOCÊ CONTOU 8 UNIDADES.
e) QUAL é O TOTAL DE PALITOS? 38
f) ESCREVA por extenso ESsE NÚMERO: Trinta e oito.
346 MATEMÁTICA • 2o ANO 1B1E15
Consulte o Manual do educador para obter
mais orientações sobre esta atividade.
CONTAGEM
VAMOS SABER A IDADE DOS colegas!
COLOQUE UM X NA LINHA QUE CORRESPONDE à SUA IDADE.
AGORA, ACOMPANHANDO o PROFESSOR, MARQUE UM x PARA
CADA colega da turma, INDICANDO SUA IDADE.
FAçA UM X PARA CADA colega DE SUA turma QUE TEM:
idade marcação quantos “x”
você contou?
5 anos
6 anos
7 anos
8 anos
9 anos
10 anos
NA NOSSA TURMA TEMOS:
CRIANÇAS COM 5 ANOS.
CRIANÇAS COM 6 ANOS. CRIANÇAS COM 7 ANOS.
CRIANÇAS COM 8 ANOS CRIANÇAS COM 9 ANOS.
CRIANÇAS COM 10 ANOS.
Compare o número de elementos de cada grupo: Há mais crianças de quantos anos? Que grupo tem menos?
MOSTRE QUANTOS SOMOS.
REGISTRE NO ESPAÇO ABAIXO COMO VOCÊ FEZ.
Investigue os procedimentos de contagem utilizados e socialize. Se as respostas forem diferentes, peça para as crianças conferirem.
Faça matemática com o grupo e não dê a resposta. Deixe que descubram por que obtiveram resultados diferentes. Oriente as crianças
para mostrarem na lousa a estratégia usada.
1B1E15 MATEMÁTICA • 2o ANO 347
agora REGISTRE USANDO NÚMEROS!
QUANTAS CRIANÇAS DE:
ANOS ANOS ANOS ANOS ANOS ANOS
TOTAL
++++ + =
CONTAGEM
VEJA O QUADRO QUE as crianças DO TERCEIRO ANO FIZERAM.
FAÇA SUA CONTAGEM E COLOQUE-A NA ÚLTIMA COLUNA.
IDADE marcação CONTAGEM
DaS crianças MINHA
7 ANOS X X X X X X X X X X X X X DO TERCEIRO CONTAGEM
ANO
12
8 ANOS X X X X X X X X X X X X X X 16
9 ANOS X X X X X X X X X 9
10 ANOS X X 2
11 ANOS 0
VOCÊ CONCORDA COM As QUANTIDADEs QUE as crianças do
terceiro ano regisTRARAM PARA CADA IDADE? SIM OU NÃO? POR QUÊ?
USANDO SUA CONTAGEM, RESPONDA: Consulte o Manual do educador para obter
mais orientações sobre esta atividade.
a) QUANTas crianças SÃO AO TODO?
B) CONTE COMO VOCê CHEGOU AO RESULTADO:
348 MATEMÁTICA • 2o ANO 1B1E15
C) agora registre USANDO NÚMEROS.
QUANTas crianças há COM:
7 ANOS 8 ANOS 9 ANOS 10 ANOS 11 ANOS TOTAL DE criançaS
13 + 14 + 9 + 2 + 0 = 38
OS NÚMEROS SERVEM PARA ORGANIZAR
QUEM VEM ANTES? QUEM VEM DEPOIS?
VEMOS NÚMEROS AO NOSSO REDOR O TEMPO TODO.
NOSSO LIVRO, POR EXEMPLO, TEM AS PÁGINAS CHEIAS DE
NÚMEROS, MAS NA PARTE DE BAIXO APARECE UM NÚMERO ESPECIAL.
É O NÚMERO DA PáGINA!
QUAL é O NÚMERO DA PÁGINA QUE VOCÊ ESTá LENDO AGORA?
ENCONTRE O NÚMERO DA PÁGINA SEGUINTE!
O NÚMERO DA PÁGINA SEGUINTE É , E DA QUE VEM ANTES É
.
NOSSO LIVRO TEM AS PÁGINAS NUMERADAS.
1B1E15 MATEMÁTICA • 2o ANO 349
OS NÚMEROS SERVEM PARA ORGANIZAR
1 VAMOS COMPLETAR COM OS NÚMEROS.
SE PRECISAR, CONSULTE AS PÁGINAS De sEU LIVRO.
número
desta página
PÁGINA QUE PÁGINA QUE
VEM ANTES VEM DEPOIS
2 QUAL PÁGINA VEM ANTES DA 34? QUAL VEM DEPOIS?
SE TIVER DÚVIDA, OLHE AS PÁGINAS DO SEU LIVRO.
34
33 35
ANTECESSOR E SUCESSOR
O NÚMERO QUE VEM ANTES DE outro NÚMERO, OU SEJA, que TEM
1 A MENOS QUE ELE, é CHAMADO DE ANTECESSOR.
O NúMERO QUE VEM DEPOIS DE outro NÚMERO, OU SEJA, que TEM
1 A MAIS QUE ELE, É CHAMADO DE SUCESSOR.
PARA OBTER O ANTECESSOR, DEVEMOS Tirar 1 (–1) .
PARA OBTER O SUCESSOR, DEVEMOS Acrescentar 1 (+1) .
350 MATEMÁTICA • 2o ANO 1B1E15