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Published by Paula Rocha Nogueira Diário do Entorno, 2026-02-17 18:51:42

REVISTA CECS_ed1 (3)

REVISTA CECS_ed1 (3)

Amédica ilustrou como sintomascomo depressão, pensamentossuicidas e Transtorno de Déficit deAtenção e Hiperatividade (Tdah)podem estar ligados a contextossistêmicos não resolvidos.“Um sintoma nunca é isolado. Ele fazparte de uma rede que inclui a famíliabiológica, adotiva, o meio social e atétraumas transgeracionais”, explicouDagmar. Amédica citou o caso de ummenino de 7 anos diagnosticado comTdah, cujo comportamento agitadofoi associado a dinâmicas familiaresdurante uma Constelação.“Na sessão,a mãe (representada por umaassistente) mostrava-se ausente, o paiparecia excluído, e a criança buscavaatenção de forma caótica. A cenarevelou um padrão que se repetia hágerações”, relatou. Dagmar abordou amedicalização excessiva napsiquiatria moderna.“Vivemos umaepidemia de diagnósticos como‘espectro bipolar’ou‘espectro autista’,muitas vezes influenciados pelaindústria farmacêutica. É precisoquestionar se o sintoma é realmenteuma doença ou um reflexo decontextos não resolvidos”, disse. Amédica reconheceu avanços naciência, mas alertou:“A epigenéticaprova que genes são influenciadospor experiências, mas isso nãojustifica enquadrar tudo em rótulos”.Amédica citou a epigenética — áreaque estuda como fatores externosinfluenciam a expressão genética —para ilustrar como experiências devida modificam nossa biologia.“Nãosomos apenas herança genética.Conexões (ou a falta delas) desde onascimento — ou mesmo antes —alteram nosso desenvolvimento.”Durante a palestra, Dagmardemonstrou como as Constelaçõesfuncionam na prática.“Posicionamoso cliente estrategicamente, muitasvezes com assistentes que representamelementos de seu sistema. O objetivo écriar um espaço seguro para que eleobserve, de fora, dinâmicas que oaprisionam”, explicou. A abordagem,segundo ela, ajuda a identificarpadrões como lealdades familiaresinvisíveis ou repetição de traumasentre gerações.Amédica relacionou o tema do evento— focado em saúde integral — aosdesafios modernos de ansiedade edesconexão.“A dificuldade de estarpresente, de silenciar a mente, é umaepidemia. As Constelações e outrasterapias sistêmicas são ferramentaspara resgatar essa conexão”, disse.Conexão entretranstornos mentais edinâmicasfamiliares“Nadaéisolado.Nossojeitodeser, sintomaseatégenescarregammemóriasancestraisevivências quemoldamquemsomos”(DagmarRamos)


A psiquiatra Dagmar Ramoscompartilhou detalhes profundos dahistória familiar, marcada por umatragédia que impactou gerações. Amorte violenta do avô maternoobrigou a família a enfrentardificuldades extremas.“Minha mãeprecisou abandonar os estudos paratrabalhar e sustentar a casa. Só pôderetomar anos depois, já casada,formando-se em sociologia pelaUniversidade Federal de Goiás”,relatou.Amãe de Dagmar, descrita como“inteligente e determinada”, enfrentoua pobreza e a dor para conquistar seuespaço acadêmico.“Ela sempre quisestudar, mas a vida a obrigou a adiaresse sonho. Mesmo assim, tornou-sesocióloga e dirigiu o Hospital Espíritade Goiás como voluntária”, contou amédica. Apesar da força, a figuramaterna carregava uma tristezaprofunda, reflexo de perdas eresponsabilidades precoces.Ao descrever as ConstelaçõesFamiliares, Dagmar destacou seu papelna identificação de padrões ocultos.Traumasfamiliares econexão entre depressãoe história sistêmica“Posicionamos representantesparamembrosdosistemadopaciente.Emminutos,surgemcenasquerevelamlealdades invisíveis, comouma criança arepetirocomportamentodeumavôexcluídoouumamãeareproduzir traumasde suainfância” (DagmarRamos)Para a médica, o primeiro passo éreconhecer as conexões.“Depois,trabalhamos para integrar essasmemórias de forma saudável. Não setrata de apagar o passado, mas deressignificá-lo”, afirmou. Ela citoucasos em que a técnica ajudoupacientes a entenderem dores crônicasou transtornos de ansiedade como“mensagens” de conflitos familiaresnão resolvidos.


Dagmar destacou pesquisasacadêmicas que validam aabordagem.\"A Universidade deHeidelberg, na Alemanha,desenvolveu protocolos rigorosossobre Constelações. Estudoscontrolados mostram sua eficácia nãosó no diagnóstico, mas na resoluçãode conflitos\", afirmou. Ela participoude um estudo multicêntrico queassociou sintomas físicos a dinâmicasfamiliares, publicado em revistasinternacionais.\"Ao revelar que doenças psiquiátricasem crianças podem estar ligadas ahistórias não curadas dos pais, asConstelações revolucionam aabordagem terapêutica\", explicou.Dagmar revelou que casos dedepressão permeiam sua família. Aos13 anos, viveu seu primeiro episódiodepressivo, com choro frequente eisolamento.“Eu era uma criançaalegre, líder natural, mas de repenteme vi enclausurada no quarto, sementender o motivo”, disse. Anos depois,em uma sessão de ConstelaçãoFamiliar, descobriu uma coincidênciaperturbadora: a mesma idade em queela enfrentou a tristeza era a que suamãe tinha quando perdeu o pai.“Fizum diálogo interno com ela:‘Queridamãe, imagino o quanto sofreu’. Aquelaconexão me trouxe paz”, explicou.Amédica relacionou os transtornosmentais da família a traumas nãoresolvidos.“Padrões depressivos,ansiedade e até Tdah em criançasmuitas vezes refletem históriassistêmicas. São mensagens de umpassado que precisa ser acolhido, nãomedicado”, afirmou. O relato reforçoua tese central de sua palestra: doençasfísicas e emocionais estão ligadas adinâmicas familiares e sociais. Apesardas adversidades, a família de Dagmarconstruiu uma trajetória de resistência.Seus tios prosperaram no agronegócioe em outras áreas, mas“às custas demuita luta e sofrimento”.AmédicaDagmarRamosfezapelo:“Precisamosolharparatráscomcompaixão.Sóassimquebramosciclosdedoreescrevemosnovashistórias”


Dagmar Ramos narrou detalhes deuma viagem traumática à Alemanhaque expôs a dualidade entre o caos e abondade humana. O relato, extraídode seu livro‘As ConstelaçõesFamiliares na Medicina’, descreve umasequência de eventos adversos queculminaram em um desfechoemocionante.A jornada começou com umpressentimento incomum.“Souotimista, mas tive pensamentosnegativos:‘E se roubam meupassaporte?’”, contou Dagmar. Otemor se materializou em Roma, ondefoi vítima de furto. Sem documentos ecom a bagagem extraviada, enfrentouburocracias na embaixada brasileira eperdeu conexões de voo.“Foi umanovela. Consegui um novo passaporte,mas precisei pagar caro por um últimovoo para Munique”, relatou.Uma viagemmarcadapor imprevistosExperiênciavividaporDagmarRamosnaAlemanha reforçouacrençanadualidadehumana.“Viviasombradanegatividade,mas tambémaluzdadelicadeza.EssaspolaridadesmoldamnossotrabalhonasConstelaçõesFamiliares,quebuscamequilibrarhistóriasocultas”, refletiuJá em solo alemão, Dagmar enfrentounovos desafios. Na espera de tremrumo a uma cidade no interior, umhomem embriagado sentou-se ao seulado, o que aumentou o desconforto.“Estava exausta, sem comer, e temia opior”, disse. Ao descer na estaçãocentral de Munique, próximo à meianoite, deparou-se com um grupo deskinheads.“Pensei:‘Só falta seratacada’. Mas a polícia apareceu e metranquilizou”, relembrou. O episódio,segundo ela, ilustra como crisespodem revelar resiliência e conexõesinesperadas.


Ao reencontrar o mentor GunthardWeber após a série de percalços naAlemanha, a psiquiatra DagmarRamos se quebrou em lágrimas. Oalemão, conhecedor de sua históriafamiliar, abraçou-a forte e apontouuma conexão sistêmica crucial:Dagmar tinha a mesma idade que suamãe ao morrer — 55 anos — einconscientemente reproduzia umpadrão de autossabotagem.“Ele medisse:‘Olhe nos olhos de sua mãe ediga: Mother, it’s enough [Chega,mãe].’ Foi quando entendi que minhaangústia era uma lealdade à dor dela”,relatou durante o evento ConexãoMulheres em Goiânia.Amãe de Dagmar morreu após cincoanos de uma doença neurológicadegenerativa, que a deixou em estadovegetativo.“Era como se eu nãopermitisse ser feliz ou desfrutarconquistas, pois minha mãe sofreutanto. Como ousaria ter uma vidaplena se ela não pôde?”, questionou. Aviagem à Alemanha, revelou-se umgatilho:“Eu me sabotei porque, nofundo, acreditava que não mereciaaquela oportunidade”.A lealdade invisível àmãee encontro emocionanteA advogada criminalista e mediadorasistêmica Laudelina Inácio revelou,durante o evento Conexão Mulheres,que um diagnóstico de gamopatiamonoclonal (presença de célulascancerígenas no sangue) a levou abuscar respostas em obras como\"ADoença como Caminho\"e\"A Doençacomo Linguagem da Alma\", dosautores Thorwald Dethlefsen eRüdiger Dahlke.Ao receber o diagnóstico, a advogadaassociou a condição às teorias dosautores, que interpretam doençascomo manifestações de desarmoniasinternas.“Segundo Dahlke, célulascancerígenas surgem quando há umdesequilíbrio emocional profundo. Aquimioterapia ou radioterapiapodem combater as células, mas nãoresolvem a causa original”, explicou.Laudelina defendeu a necessidade de“trabalhar o emocional”pararestaurar a harmonia fisiológica.Advogada Laudelina Ináciorelaciona diagnóstico decâncer a desequilíbrioemocional


Amediadora relacionou a abordagemdos livros ao método das ConstelaçõesFamiliares, tema central do evento.“Assim como nas Constelações, a curaexige olhar para além do sintoma. Épreciso identificar qual desarmonia dosistema familiar ou individual estágerando a doença”, afirmou. Ela citouexemplos de casos em que conflitosnão resolvidos se manifestaram comoenfermidades crônicas.Sobre como conciliar tratamentosconvencionais e abordagens holísticas,Laudelina foi enfática:“Não se trata desubstituir a medicina, mas decomplementá-la. A cura física dependedo equilíbrio mental e espiritual”. Aadvogada, que segue emacompanhamento médico, reforçouque está focada em“entender asmensagens”que seu corpo envia.Dagmar Ramos reforçou atese de que doençasfísicasestão ligadas a estresse econflitos emocionaisAmédica relacionou o tema àmedicina tradicional chinesa, que hámais de 5 mil anos associa órgãos aemoções — como pulmões à tristezae fígado à raiva.“Poetas do séculoXIX, consumidos pela melancolia,morriam de tuberculose. Não écoincidência”, exemplificou.Dagmar questionou o excesso deespecialização na medicina moderna.“Médicos focados em uma única áreapodem perder a visão do todo.Doenças são sistêmicas: uma tosse,um tumor não existem isolados”,disse. Ela defendeu abordagensintegrativas, como homeopatia eConstelações Familiares, que tratam opaciente como um conjunto desintomas físicos, emocionais ehistóricos.Amédica, que também é homeopata,explicou como a prática difere daalopatia.“Não tratamos apenas umdiagnóstico, mas a pessoa em suatotalidade. O remédio homeopáticodeve cobrir tanto a tosse quanto oestado emocional do paciente”,afirmou. Para ela, métodos queintegram corpo e mente sãoessenciais.“O estresse, seja por relaçõesconflituosas ou mágoas nãoresolvidas, desencadeia doençasfísicas, imunológicas e psíquicas.Células cancerígenas, por exemplo,podem surgir de uma desarmoniainterna”, afirmou Dagmar.


Dagmar Ramos narrou, durante oevento Conexão Mulheres emGoiânia, o caso emocionante de umapaciente terminal que encontrouserenidade diante da morte após umasessão de Constelação Familiar. Orelato, extraído de seu livro‘AsConstelações Familiares na Medicina’,ilustrou como abordagens sistêmicaspodem transformar o enfrentamentode doenças graves.A paciente, uma mulher de BeloHorizonte com câncer em estágioavançado, recusava-se a aceitar odiagnóstico. Com posses e acostumadaao controle, ela evitava resolverquestões práticas como o testamento emantinha-se em negação.\"Ela estavacheia de raiva e dor, física eemocionalmente. Os medicamentosnão aliviavam seu sofrimento\", contouDagmar. A situação mudou quando amulher aceitou participar de umaConstelação Familiar conduzidaGunthardWeber.O caso de paciente terminalque encontroupaz em sessãode Constelação FamiliarWeber montou uma dinâmica comrepresentantes simbólicos: umapessoa para encarnar a paciente, outrapara a\"vida\", uma para a\"morte\"eoutra para o\"destino\". Dagmar, queatuou como representante dodestino, descreveu a cena comohipnótica.\"Senti uma paz profunda,como nunca experimentei emmeditações. Era como se tudoestivesse certo, mesmo na iminênciada morte\", relatou. Durante a sessão, apaciente, inicialmente resistente,começou a demonstrar aceitação.ApósaConstelação,amulhersurpreendeufamiliaresemédicos.\"Elaparoude sentirdor,dormiupelaprimeiravezsemmorfinae chamouumadvogadoparaorganizarotestamento\",disseDagmar.Emmenosdeumasemana, faleceudeformaserena,emseuquarto, semsofrimento.\"Ninguémesperavareverteradoença,masaConstelaçãotrouxeapazqueelaprecisavaparapartir\",destacouamédica


O caso reforça a aplicação de métodosintegrativos em situações-limite.\"Adoença terminal não é só um fracassoda medicina. É uma etapa que exigecuidado multidimensional\", explicouDagmar, ao citar o livro‘A Doençacomo Caminho’, de Rüdiger Dahlke.Para ela, a Constelação atua como\"ponte\"entre a resistência e aaceitação, permite que pacientesenfrentem a morte com dignidade. Orelato reacendeu discussões sobre aintegração de terapias holísticas àmedicina convencional.\"Não se tratade substituir tratamentos, mas deoferecer alívio emocional onde aciência tradicional esbarra\", defendeu apsiquiatra.“Expliquei a ela que, após um ano, écrucial priorizar o descanso. Aamamentação noturna já não énecessária, e a transição paraalimentos sólidos, como papinhasreforçadas, ajudará a bebê a dormirmelhor”, detalhou Dagmar,referindo-se a orientações baseadasem métodos como os do pediatraamericano Benjamin Spock, quedefendem limites claros para odesmame.“Avise ao marido: eleprecisa assumir parte das noites. Acriança sente o cheiro do leite e vaichorar, mas com apoio, em dois diaso ciclo se ajusta”, acrescentou.O caso, segundo a médica, reflete umpadrão sistêmico: mãessobrecarregadas, que internalizam aculpa por não corresponder aexpectativas de“dedicação total”, eparceiros excluídos dos cuidados.“Éuma relação simbiótica e doentia. Acriança pode adoecer, e o casal seafasta”, alertou. A paciente relatouresistência do marido em participardos cuidados, um cenário queDagmar atribui a normas culturaisarraigadas.“Feminismos avançaram,mas muitos homens ainda não seveem como cuidadores. É precisoromper isso”, disse.Amédica citou ainda o livro O CorpoFala — clássico da psicossomática —para reforçar que sintomas físicos,como a depressão, muitas vezessinalizam desequilíbrios familiares.Mãe em quadro depressivoexpõe desafios na relaçãofamiliar e cuidadosnoturnos com bebêEm um relato emocionante, a médicaDagmar Ramos compartilhou umcaso que ilustra a complexidade dadepressão pós-parto e os impactos dedinâmicas familiares desequilibradas.A paciente, uma jovem mãe de umabebê de um ano, chegou aoconsultório em prantos, ao revelarexaustão física e emocional. A criança,ainda dependente do aleitamentonoturno, despertava duas vezes pornoite, perpetuando um ciclo deprivação de sono que agravava oestado depressivo da mãe.


Doenças são mensageiras. Ninguém étotalmente vítima ou culpado, mastodos são responsáveis por ajustar osistema”, enfatizou, ao defender umaabordagem terapêutica que incluaconstelação familiar e redistribuiçãode papéis. Enquanto a pacienterecebeu orientações práticas — comocardápios noturnos com cereaisintegrais —, a lição mais urgente,segundo Dagmar, foi sobreautopreservação:“Ser‘boa mãe’nãosignifica anular-se. Cuidar de si écuidar dos que ama”. O desfecho docaso ainda é incerto, mas a médicaressalta:“A cura começa quandopermitimos que outros nos ajudem acarregar o peso”.A surpresa veio quando orepresentante do homem tentou\"esconder\"o símbolo da fertilidade daesposa, gerando questionamentos.Aoinvestigar a cena, Dagmar descobriuque o homem carregava um traumaherdado: sua mãe, grávida dele, foidiagnosticada com câncer e recebeuprognósticos de que não sobreviveriapara criá-lo. Apesar de ela ter serecuperado após o parto, o pacienteinternalizou o medo de que suaesposa morreria ao engravidar.\"Elenunca havia percebido essa conexãoaté a constelação trazer à tona aimagem do'esconderijo'\", explicou amédica.A abordagem busca identificarpadrões familiares inconscientes queimpactam a vida atual. No caso, arevelação do medo não resultou emgravidez, mas trouxe clareza ao casal.\"Eles entenderam que a infertilidadeestava ligada a uma crença limitante,não a uma falha biológica\", destacouDagmar. O casal optou por nãoinsistir na maternidade biológica ehoje dedica-se a projetos sociais comcrianças.Constelação Familiar revelamedos ocultos em caso deinfertilidade sem causaorgânicaEm relato, Dagmar Ramos detalhouum caso intrigante de infertilidadesem causa orgânica. Durante umasessão de Constelação Familiar umcasal escolheu, sem saber, pessoas quetambém enfrentavam desafiosreprodutivos.


Terapeuta e fundador do InVidaInstituto, Christiano Rocha Ferreirafoi outro convidado especial do‘Conexão Mulheres’. Ele informouque reuniu conhecimentos detradições milenares e tecnologiasmodernas para criar um espaço únicoem Goiânia. Com formação emEducação Física e especializações emmedicina tradicional chinesa (China),biofísica (Alemanha) e medicinajaponesa (Japão), desenvolveu ummétodo que integra equipamentos deúltima geração a abordagensholísticas.\"Rastreamos desequilíbriosfísicos, emocionais e espirituais pararestabelecer a saúde\", explica.O instituto utiliza dispositivos comocâmeras térmicas e scanners deressonância de origem russa, capazesde identificar padrões de desarmoniano organismo antes mesmo dosurgimento de sintomas.\"Detectamosdesde alterações térmicas até padrõesde pensamento que influenciam asaúde\", afirma Christiano. Em umcaso relatado, o terapeuta identificoutendências suicidas em uma pacienteapenas a observar sua postura eexpressões faciais.InVida Instituto: terapiasorientais e tecnologia deponta revolucionamtratamentos em GoiâniaO desfecho, segundo Dagmar, mostraque a cura não está necessariamentena resolução do sintoma inicial, masna compreensão das dinâmicasocultas.\"Eles encontraram paz aoacolher seu medo e redirecionar opropósito. A felicidade não dependede um modelo único de família\",pontuou.DagmarRamos reforçouaimportânciadaneutralidadedoconstelador:\"Nãopodemosimpor respostas.Opapeléfacilitar,nãoditarcaminhos\".Ela criticouposturasautoritáriasnaáreaelembrouqueaferramentadeveserusadacom\"frionabarriga\",expressãocunhadaporHellingerparaenfatizar cautelaemcasos sensíveisChristiano RochaFerreira,terapeuta e fundadordoInVida Instituto, compartilhoutécnicasque unemterapiasorientais e tecnologiadeponta, aoladodasorganizadorasBruna Drummonde Laudelina Inácio, edamédica DagmarRamos


A advogada criminalista e mediadorasistêmica Laudelina Inácio fez umagradecimento emocionado a todosos envolvidos na realização doConexão Mulheres, durante oencerramento do evento sobre saúde.\"Cada palestrante, jornalista,voluntário e participante enriquecenossa caminhada e nos fortalece paraque possamos, por sua vez, fortalecerquem está ao nosso lado\", declarou, aoreforçar o propósito de construirredes de apoio multidisciplinares.A consteladora familiar BrunaDrummond agradeceu a colegas,amigos e familiares durante oencerramento da programação.\"Éuma honra dividir este momentocom quem transformou minhatrajetória\".Bruna destacou que o evento, emborafocado em mulheres, contou comparticipação masculina significativa:\"Homens maravilhosos estiveramaqui, e reforçaram que atransformação é coletiva\".O carro-chefe do espaço é o JardimMultissensorial, projetado para\"reverberar vibrações curativas\".Segundo Christiano, o local jáauxiliou na recuperação de pacientescom câncer, síndrome do pânico einsônia.\"É um ambiente vivo, queinterage com as energias doindivíduo\", descreve. O jardimtambém seria sensível a fenômenoscósmicos, como tempestades solares,que alterariam o comportamento decrianças autistas atendidas no local.A abordagem do InVida enfrentadesafios para ser reconhecida pelamedicina tradicional. Christianoressalta que as técnicas sãocomplementares:\"Não curamosdoenças, restauramos padrões deharmonia\". O terapeuta afirma já teracompanhado casos de remissão decâncer, mas evita generalizações:\"Cada processo é único. Somosmediadores, não milagreiros\".Para o terapeuta, o sucesso doinstituto reflete uma demandacrescente por tratamentos que unamcorpo e mente.\"Vivemos a era daconsciência energética.Equipamentos que leem camposvibracionais serão comuns em breve\",prevê. Enquanto isso, o InVida seprepara para expandir serviços,incluindo atendimento a bebês eidosos.Conexão Mulheres encerraedição com celebração delaços


\"São essas conexões que fazem a vida seguir adiante, mesmo em momentosdensos\", refletiu. Ao final, a consteladora reforçou o propósito do encontro:\"Não setrata só de networking, mas de criar laços que sustentam desafios profissionais eexistenciais\". A plateia respondeu com aplausos. (Texto publicado em 07 de marçode 2025 e atualizado em 05 de janeiro de 2026)Imagemdoevento‘ConexãoMulheres’voltadopara saúde noInstitutoLis, emGoiânia: Comumpúblicoformadomajoritariamentepormulheres,oeventodestacou a importânciade equilibrarocuidadocomosoutros e consigomesma, alémde apresentar ferramentaspráticaspara lidarcomdesafiosprofissionais epessoais


ConstelaçõesFamiliareseavançoscientíficos:DanCohenaponta conexões entre traumageracional, epigenéticaebiologiamolecularCECS promove live especial com pesquisador norteamericano PhD em Psicologia pela Saybrook University eMBA pela Boston University. Evento aborda tema\"Constelações Familiares Sistêmicas: Conexões eDescobertas emArtigos de Pesquisa\"e discute integraçãoentre ciência, espiritualidade e práticas terapêuticas.Diretora Científica Roseny Flávia Martins apontaavanços científicos da instituição, como a catalogação de650 referências bibliográficas relacionadas à abordagem.Ela também destaca a publicação do Mapa de EvidênciasCientíficas: Efetividade Clínica da Constelação Familiare Sistêmica, em dezembro de 2024. Tradução consecutivaficou a cargo da convidada especial Susana Germano


Além disso, o CECS promoveencontros on-line para análisecomentada de artigos científicos, comdiscussões sobre resultados e leiturascríticas de materiais relevantes.Dan Cohen, primeiro convidado dasérie de lives exclusivas do CECS, éautor do livro“I CarryYour Heart inMy Heart: Family Constellations inPrison”. Residente nos EstadosUnidos, realiza workshops e cursos detreinamento em 18 países. A iniciativafortalece a conexão entreconsteladores brasileiros einternacionais. A live contou comtradução consecutiva da convidadaespecial Susana Germano.A relação entre as ConstelaçõesFamiliares e os avanços científicosganham cada vez mais espaço nodebate acadêmico e terapêutico. Noevento promovido pelo Centro deExcelência em ConstelaçõesSistêmicas (CECS), o pesquisadornorte-americano Dan Cohen, PhDem Psicologia pela SaybrookUniversity e MBA pela BostonUniversity, trouxe reflexõesprofundas sobre a interseção entretrauma geracional, epigenética ebiologia molecular.Em uma discussão enriquecedora,Cohen explorou como os princípiosdas Constelações se conectam com aconsciência não local e comfenômenos quânticos, e reforçou arelevância da abordagem no cenáriocientífico contemporâneo. A liveespecial, realizada via Zoom no dia 17de março de 2025, abordou o tema\"Constelações Familiares Sistêmicas:Conexões e Descobertas emArtigosde Pesquisa\"e reforçou a missão doCECS de promover a difusão doconhecimento científico. Desde oinício de 2024, o Grupo de Trabalho(GT) Científico do CECS dedica-se àcatalogação de 650 referênciasbibliográficas relacionadas àsConstelações Sistêmicas. O acervo,disponível no site da instituição(cecsbrasil.org.br) para associados, éresultado de uma colaboração entreespecialistas.Umpresente para acomunidade deconsteladoresSegunda dirigente a ocupar apresidência do Centro de Excelênciaem Constelações Sistêmicas (CECS), amédica psiquiatra Dagmar Ramosabriu o evento com uma saudaçãoespecial.\"Conheci o livro de DanCohen logo após o lançamento nosEstados Unidos. Ele foi fundamentalpara nossas Constelações no âmbitodo Judiciário no Brasil. É um prazertê-lo aqui conosco\", afirmou.


A diretora Científica do CECS, Roseny Flávia Martins, durante saudação destacouas atividades realizadas ao longo de 2024. Ela ressaltou o orgulho pelo corpo deassociados que sustenta o projeto e pelo acervo bibliográfico disponibilizado nosite da instituição. A iniciativa já conta com 650 referências. Inclui artigoscientíficos, livros, teses, dissertações, vídeos e links de formadores de constelaçõesao redor do mundo.Ela também destacou o aniversário do CECS, que completou um ano de fundaçãoem 22 de fevereiro de 2025, e fez convite a consteladores para que sejamassociados da instituição.\"Este é um presente que recebemos de Dan Cohen e que oferecemos a todos vocês.Convidamos aqueles que ainda não são associados a conhecer nossa plataforma e aconstruir conosco este Centro de Excelência\", disse Dagmar Ramos. O eventocontou com 125 inscritos.Participantesdurante liveorganizadapelo CECSparadiscutirotema\"ConstelaçõesFamiliaresSistêmicas: Conexões e Descobertas emArtigosdePesquisa\": Pesquisadornorte-americanoDan Cohen aborda temas comotrauma geracional, epigenética e físicaquântica, commaisde 125 inscritosAcervo bibliográfico com 650 referências


Roseny Flávia Martins destacou outroevento de relevância: a publicação doMapa de Evidências Científicas:Efetividade Clínica da ConstelaçãoFamiliar e Sistêmica.AAssociação Brasileira deConsteladores (ABC), o InstitutoBrasileiro de ConsteladoresFamiliares (IBCF) e o ConsórcioAcadêmico Brasileiro de SaúdeIntegrativa (Cabsin) realizaram umalive no dia 17 de março de 2025 emque apresentaram ao vivo osresultados do Mapa de EvidênciasCientíficas da Constelação Familiar,com uma análise detalhada dosestudos incluídos.Ameta é expandir ainda mais esseacervo, com a inclusão de novosdados e a tradução de materiais parao português.\"Quem deseja iniciar umestudo, um trabalho ou escrever umlivro terá essa ferramenta àdisposição\", afirmou Roseny.Ela expressou gratidão pela presençade Dan Cohen na live, ao pontuar suarelevância como pesquisador efacilitador de ConstelaçõesFamiliares.\"Seu trabalho estápresente em muitas das referênciasdo nosso acervo, e esperamos quepossa contribuir ainda mais com seuconhecimento, especialmente pormeio de artigos científicos\", disse.Aplanilhadereferências, organizadapeloGrupodeTrabalho(GT)Científico,temcomoobjetivoinspirarefacilitaroacessoainformaçõesparapesquisadoresinteressadosemtemasrelacionadosàsConstelaçõesSistêmicasRosenyFláviaMartinsdestacapublicaçãodeestudoinédito:OMapadeEvidênciasCientíficas:EfetividadeClínicadaConstelaçãoFamiliareSistêmica,publicadoemdezembrode2024peloConsórcioAcadêmicoBrasileirodeSaúdeIntegrativa(Cabsin), emparceriacomCentroLatino-AmericanoedoCaribede InformaçãoemCiênciasdaSaúde (Bireme)/OrganizaçãoPan-AmericanadaSaúde(Opas)/OrganizaçãoMundialdaSaúde (OMS)


\"Estou muito feliz de estar aqui.Como Dagmar Ramos mencionou,ela foi uma das primeiras pessoas aconhecer meu livro no Brasil, emantivemos contato ao longo dosanos. É um prazer reconhecer o belotrabalho que continua a ser realizadono País\", afirmou Cohen.Roseny Flávia Martins celebrou olançamento do mapa.\"Ele traz umaanálise da efetividade e da eficácia dasConstelações em diversos aspectos, oque reforça a validação científica e osestudos padrão de relevância que jáestão sendo realizados ao redor domundo\", afirmou.A diretora destacou que o CECScolabora com o estímulo à pesquisa eà divulgação da abordagem, por meiode um acervo bibliográfico que reúneartigos científicos, teses, dissertações,livros e links relevantes. Essa atitudeinspira a difusão das Constelaçõesnão só no âmbito acadêmico, mas emtodas as suas interfaces.Mapa de Evidências Científicas:Efetividade Clínica da ConstelaçãoFamiliar e Sistêmica está disponívelno site do CECS (cecsbrasil.org.br).“Trabalhedesuaprópriaforma\", aconselhouBertHellingerAgradecimentos ereconhecimento aotrabalho realizadono BrasilDan Cohen é reconhecidointernacionalmente comopesquisador, cientista e facilitador deConstelações Familiares. Autor delivros e artigos científicos, ele realizaworkshops em diversos países.Dan Cohen, PhD emPsicologiapelaSaybrookUniversityeMBApelaBostonUniversity:\"As ConstelaçõesFamiliaresajudamos indivíduos a liberar-sedosimpactosdotrauma relacionalqueinfluencia comportamentos atuais erelacionamentos\"


Ele destacou a importância deconectar teoria e prática, além decompartilhar insights sobre como asConstelações podem ser aplicadas emdiferentes contextos, o que incluiprisões e comunidades carentes.O pesquisador destacou a evolução deseu trabalho e destacou a forma únicacomo as Constelações Familiares sedesenvolveram ao longo do tempo.Cohen relembrou seu primeirocontato com Bert Hellinger, no ano2.000, e os anos de treinamento ecolaboração com o fundador daabordagem.Ao concluir seu treinamento comHellinger, Cohen recebeu umconselho que marcou sua trajetória:\"Não trabalhe da forma que você meviu trabalhando, trabalhe de suaprópria forma\".Hellingerenfatizouaimportânciadenãobuscarrespostasprontas,mas simcompreenderdeondeasrespostas surgem.EsseensinamentoinfluenciouaabordagemdeCohen,quebuscaintegrarteoriaepráticademaneiraautênticaeinovadoraDurante a live, Cohen discutiu seumais recente artigo, publicado em2024, que oferece recursos teóricospara compreender fenômenos nocampo das Constelações Sistêmicas.Resolução de padrõese emaranhamentosancestraisDan Cohen pontuou o papel dasConstelações Familiares nodesvelamento e resolução de padrõese emaranhamentos ancestrais. Eleexplicou que esse processo ocorre pormeio do acesso à consciência nãolocal dentro de um ambienteterapêutico.\"AsConstelaçõesFamiliaresajudamos indivíduosaliberar-sedosimpactosdotraumarelacionalqueinfluenciamcomportamentosatuaise relacionamentos\"(Dan Cohen)


Conexões com biologiaevolutiva e molecularCohen estabeleceu uma ponte entreas Constelações Familiares e asciências biológicas, em particular abiologia evolutiva e molecular.O pesquisador ressaltou que abiologia evolutiva estuda como asformas de vida se adaptam e mudamao longo do tempo, enquanto abiologia molecular investiga osprocessos biológicos que incluemDNA e expressão gênica.O pesquisador ressaltou que abiologia evolutiva estuda como asformas de vida se adaptam e mudamao longo do tempo, enquanto abiologia molecular investiga osprocessos biológicos que incluemDNA e expressão gênica.\"Cientistas têm descoberto umaconexão entre biologia e consciênciano nível quântico\", acrescentou.O papel dos representantesnas ConstelaçõesO pesquisador abordou o fenômenodos representantes nas ConstelaçõesFamiliares, indivíduos desconhecidosque, de alguma forma, acessaminformações relevantes para osistema em questão.\"Por mais de 20 anos, investiguei deonde vêm essas informações. Àmedida que essa pergunta foirespondida, as ConstelaçõesFamiliares se tornaram cada vez maisextraordinárias\", explicou Cohen.CohenmencionouseuartigopublicadonoJournalofProgressinBiophysicsandMolecularBiology,uma revistadealtoimpactonocampodas ciênciasduras.OtrabalhoexploracomoasConstelaçõesFamiliaresoperamcomaconsciêncianãolocal,umconceitoqueeledescreveucomofundamentalparacompreenderaeficáciadaabordagem


Células vivas possuempropriedades quânticasO pesquisador destacou que as célulasvivas possuem propriedadesquânticas, conforme descobertasrecentes da ciência.\"As células vivas funcionam tanto nonível físico quanto no cósmico, comopequenas máquinas quânticas\",afirmou. Essa perspectiva integra asConstelações Familiares a uma visãomais ampla da biologia e da físicaquântica, e amplia seu potencialterapêutico.Pesquisador explora conexãoentre trauma geracional eConstelações FamiliaresDan Cohen explicou que osorganismos vivos interagemconstantemente com o campoquântico, recebem e devolveminformações. Ele destacou que essecampo, conhecido por diversosnomes em diferentes tradições, édenominado de\"campo quântico\"nocontexto científico.\"O campo quântico é a base para atroca de informações que ocorre emnível molecular e celular\", afirmou. Opesquisador abordou o impacto dotrauma geracional, ao citardescobertas da genética dos últimos25 anos.\"Otraumageracionalpodedeixarmarcasepigenéticas,quealteramaexpressãodosgenessemmodificaroDNA.Essasmarcas sãoherdadaseafetamasaúdeeocomportamentodasgerações futuras\"(Dan Cohen)Ele mencionou exemplos como otrauma da imigração, a escravidãoafricana e a história dos povosindígenas no Brasil. Ressaltou queesses traumas afetam praticamentetodos os indivíduos. Os EUA têmorigem idêntica.Constelaçõesfamiliares eliberação de traumasCohen descreveu como asConstelações Familiares podemalterar as marcas epigenéticas eliberar traumas do corpo.\"As Constelações parecem mudar aepigenética, liberam não apenas ostraumas do cliente, mas também dosancestrais com os quais o trauma seoriginou\", disse.


Ele ilustrou o processo com umexemplo em que um cliente e orepresentante de uma tataravó seabraçam ao final da Constelação, oque resulta na sensação de um grandepeso liberado.Conexão entre biologia eConstelações FamiliaresO pesquisador estabeleceu umaconexão entre as ConstelaçõesFamiliares e a biologia quântica.\"As Constelações utilizam os mesmoscaminhos que a consciência quânticaemprega. Quando nos sintonizamosem uma Constelação, usamos nossoscorpos para receber e transmitirinformações no campo quântico,assim como as células fazem\",explicou. Cohen detalhou o processode cura nas Constelações, quecomeça com a intenção doindivíduo.\"Perguntamos o que impede ocliente de realizar sua intenção eadicionamos um representante parapersonificar esse obstáculo. Orepresentante percebe como osentimento existe no cliente e, ao darum passo atrás, assume o papel deum ancestral, como a mãe, porexemplo. Isso permite que o clientelibere o trauma e avance\", pontuou.Ao dar passos atrás, os representantesacessam sentimentos cada vez maisintensos até que o trauma se libere.\"O representante volta para a avó,onde o sentimento é mais intenso, edepois para a tataravó. Essemovimento permite que o traumaseja liberado tanto para o clientequanto para os ancestrais\", afirmou.Alívio quântico eefeito do observadorCohen introduziu o conceito de\"alívio quântico\", que ocorre quandoo emaranhamento entre vivos emortos se desfaz. Ele comparou esseprocesso ao efeito do observador nafísica quântica, quando talobservação altera o estado dosistema.\"Bert Hellinger chamava isso deamor iluminado. Quando a tataravóe a tataraneta se observam, o traumaé liberado, e a energia do corpo docliente se transforma\", explicou.O pesquisador destacou que seuestudo sobre Constelações e biologiaquântica foi publicado em umarevista científica de alto impacto.\"Isso não significa que é uma verdadeabsoluta, mas que o trabalho é válidoo suficiente para ser discutidoacademicamente\", disse.Ele incentivou os participantes aacessarem o artigo, disponível emopen access, e a traduzir para oportuguês, se necessário.


Dan Cohenpropõeintegração entre ciênciae espiritualidadeDan Cohen questionou a visãopredominante nas ciênciasneurológicas, que limita aconsciência ao cérebro. Ele destacouque, nas Constelações Familiares, osrepresentantes sentem algo que nãose origina em suas mentes.\"Isso sugere que a consciência vaialém do cérebro e pode ser acessadade forma concreta\", afirmou. Opesquisador ressaltou que tentarenquadrar as Constelações apenas naneurociência pode sabotar oprocesso terapêutico.Cohen defendeu a teoria quânticacomo uma resposta às limitações daneurociência tradicional.\"Biologistas e geneticistas já utilizamconceitos de consciência quântica.Acredito em uma terceira via, queintegra ciência e espiritualidade\",explicou.Ele propôs que essa abordagemhíbrida pode ampliar a compreensãodos fenômenos observados nasConstelações Familiares.Meditação coletiva econexão com as avósDurante a meditação, Cohendescreveu imagens simbólicas, comoavós que formam um círculo emeninas pequenas cercadas porflores.\"As avós não são apenas velhassenhoras. Elas são mães, meninas ebebês, todas cheias de amor. Amensagem delas é simples:'A avó teama, e você é a avó do futuro'\",concluiu.Ele encerrou a meditação aoconvidar os participantes apermanecerem com essa conexãoaté estarem prontos para retornar.Cohenconduziuumameditaçãoguiada.Elepediuqueosparticipantes fechassemosolhoseseconectassemcomsuas avós.\"Elasvêmcheiasdeamor,mesmoquetenhamtidovidas trágicasoudifíceis.Asamarrasdeseusofrimentocaíramaoverquevocêviveapós tudooqueelaspassaram\",disse


Agradecimento deDagmar RamosSegunda dirigente a ocupar apresidência do CECS, DagmarRamos expressou gratidão pelaparticipação de Cohen e manifestouinteresse em futuras colaborações.\"Espero que em outra ocasiãopossamos conversar mais sobre asConstelações nos Estados Unidos,especialmente em relação às críticase à respeitabilidade do método.Também queremos saber mais sobreseu trabalho com Constelações empresídios\", afirmou. Ela ressaltou oprazer de ter Cohen no Brasil, sejapresencialmente ou on-line, eagradeceu à equipe da OCA Editorial,de Portugal, pela divulgação do livro.Dagmar Ramos encerrou o eventocom um convite para que maisconsteladores se associem ao CECS.\"Insistimos que todos conheçammais do nosso trabalho, visitem o sitee se somem aos associados que játemos no Brasil. Queremos crescer efortalecer a sustentação e aqualificação das Constelações noBrasil e no mundo\", concluiu. (Textopublicado em 10 de março de 2025e atualizado em 05 de janeiro de2026)Asegundadirigente aocuparapresidênciado CECS,médicapsiquiatra DagmarRamos:\"Este eventoé umpresentepara acomunidadede consteladores.Convidamos todos a conhecernossaplataforma e construirconoscoesteCentrode Excelência\"Adiretora científicado CECS, RosenyFláviaMartins:\"Nossoacervojá reúne650referências.Queremos expandiressematerial e facilitaroacessoparaquemdeseja aprofundaros estudos evalidarcientificamente as Constelações\"Alive realizadapelo Centrode ExcelênciaemConstelaçõesSistêmicas contou comtraduçãoconsecutivada convidadaespecialSusana GermanoReferências bibliográficas: COHEN, D. Family Constellation therapy: A nascent approach for working with non-localconsciousness in a therapeutic container. Progress in biophysics and molecular biology, V. 186, P. 33-38. 2024 Jan. 2024.Livro: Cohen DB. Levo seu coração no meu coração - As Constelações Familiares e o sistema penitenciário. Oca. 2019. 230phttps://www.familiasistemica.com/produtos/levo-seu-coracao-no-meu-coracao-livros-para-constelacao-familiar/


JakobSchneiderencerra cicloformativono CECScomreflexãosobrevínculosentreagressorevítimaDurante seis encontros realizados em 2024 e 2025,terapeuta alemão compartilha expertise com profissionaisbrasileiros, aborda traumas transgeracionais, limitesterapêuticos e destaca importância do trabalho em grupopara dinâmicas sociais profundas. Médica epsicoterapeuta Dagmar Ramos celebra parceria.“Encerramos com chave de ouro”, destaca.“Agradecemospor nos oferecer experiências tão ricas”, pontua atriz eescritora Ingra Lyberato. Tradução consecutiva fica acargo da consteladora e psicanalista Susanne Dinger


O Centro de Excelência em Constelações Sistêmicas (CECS) concluiu no dia 05 deabril de 2025 a série de seis encontros virtuais com o mestre Jakob Schneider,terapeuta alemão, um dos pioneiros da abordagem sistêmica. O tema foi “OVínculo Entre Agressor e Vítima\". O upgrade teve início em 2024 e se estendeucom dois módulos extra em 2025. A tradução consecutiva ficou a cargo daconsteladora e psicanalista Susanne Dinger.Segunda dirigente a ocupar a presidência do Centro de Excelência emConstelações Sistêmicas (CECS), médica Dagmar Ramos reforçou a importânciada participação do terapeuta alemão Jakob Schneider no ciclo de seis encontrospromovidos pela instituição. Ela destacou o privilégio de contar com a expertisedo mestre no início das atividades da instituição.\"É um privilégio muito grande termos essa qualidade de presença em nossajornada\", afirmou Dagmar Ramos.\"Agradecemos pelos dois módulos extras, queforam além dos quatro inicialmente planejados, com temas tão relevantes\",completou.Centrode Excelência emConstelaçõesSistêmicas concluiu sériede seis encontrosvirtuais comorenomadomestre JakobSchneider,terapeuta alemão, umdospioneirosda abordagemsistêmica:Otema foi “OVínculo EntreAgressoreVítima\"


“Espero queeste seja oprimeiro demuitos outrosupgrades”Ela ressaltou a simbologia doencerramento com um temadesafiador:\"Terminar com a questãodo agressor e da vítima é fechar estecurso, como dizemos aqui, comchave de ouro\". Para Dagmar Ramos,essa é uma das temáticas em que\"asConstelações Sistêmicas oferecemsua maior contribuição para ahumanidade\".\"Ter o mestre Jakob Schneiderconosco neste início de jornada abriuas portas do Centro de Excelênciapara seu verdadeiro propósito\",declarou Dagmar Ramos.Ela lembrou que muitos dospresentes já foram alunos deSchneider e de sua esposa, SieglindeSchneider, enquanto outros tiveramseu primeiro contato com o mestrepor meio desses encontros.\"Esteprivilégio é imenso, e nós oreconhecemos\", pontuou.Ingra Lyberato, JakobSchneider,SusanneDingere DagmarRamos: Comtemasquevãodesdeos fundamentos clássicos até ascomplexidadesdos traumas familiares,osencontros consolidamo CECScomoreferência na área e inspira novoscaminhospara a terapia sistêmica nopaís


A atriz, escritora, consteladora ediretora de comunicação do Centrode Excelência em ConstelaçõesSistêmicas (CECS), Ingra Lyberato,abriu o encontro com palavras degratidão e reconhecimento.Ela destacou a importância dosmódulos para o aprimoramentoprofissional dos participantes eagradeceu a Schneider pelagenerosidade em compartilhar seuconhecimento acumulado emdécadas de prática.\"Agradecemosprofundamente por suadisponibilidade em conduzir estesseis encontros ao nos oferecerexperiências tão ricas\", afirmou.Lyberato também enalteceu otrabalho da tradutora SusanneDinger, que atuou de formavoluntária.\"Seu trabalho foi essencialpara que pudéssemos acessar todoesse conhecimento\", disse.A diretora ainda reconheceu a equipedo CECS pela dedicação naorganização dos eventos e osparticipantes que acompanharam osencontros ao vivo ou gravados:\"Agradecemos a cada profissional einteressado que reconheceu o valordeste processo e se dedicou a ele. Eàqueles que, por algum motivo, nãopuderam estar aqui hoje, masassistirão depois\".Em nome do CECS, Ingra Lyberatoencerrou a saudação ao projetar ofuturo.\"Destaco pessoalmente ovalor desta jornada e espero que esteseja o primeiro de muitos outrosupgrades para nosso aprimoramentonesse caminho\".Jakob Schneider abordalimites e cuidados aotrabalhar comvítimasem ConstelaçõesJakob Schneider iniciou a exposiçãocom uma reflexão pessoal.\"Ontemfui ao cinema com minha esposaSieglinde assistir a uma produçãobrasileira sobre a ditadura militar\",contou, referindo-se ao vencedor doOscar de melhor filme internacional,“Ainda Estou Aqui”, deWalter Salles.


O constelador alertou para os cuidadosnecessários ao trabalhar com traumaspessoais:\"Quando alguém chega comum histórico de abuso, por exemplo, écrucial primeiro fazer um trabalhoterapêutico individual antes de abordaro contexto sistêmico\".Ele ressaltou que muitas vezes osparticipantes não revelam traumaspessoais antecipadamente, o que exigepreparo do profissional para lidar comsituações que emergem durante asConstelações.Schneider destacou a dualidade de abordagens possíveisquando se trabalha com dinâmicas de agressor e vítima nasConstelações Sistêmicas:\"Podemos observar tanto daperspectiva social quanto da individual, quando alguémbusca ajuda pormeio da Constelação para questõespessoais de vitimização\"Com base na vasta experiência,Schneider compartilhou um casomarcante de sua prática: um homemde origem sul-asiática adotado porum casal suíço que, durante umaConstelação, teve uma reação intensaao ser aproximado de representantesde seus pais biológicos.Quando o passado emerge:os desafios de lidar comtraumas ocultosOterapeuta alemãoe referênciamundial emConstelaçõesSistêmicas, JakobSchneider:“Avida sempre trazpossibilidadesde renovação”


\"Ele era um acadêmico brilhante, mas abusca pelas origens biológicas levou auma crise durante a Constelação\",relatou Schneider. O episódio ocorreuquando o terapeuta tentou conectar ohomem a representantes dos paisbiológicos - pessoas sobre quem nãohavia qualquer informação.\"Foinecessário um grande esforço paraacalmá-lo e trazê-lo de volta aopresente\", admitiu o especialista.O mestre alemão enfatizou aimportância de contextos ampliadospara trabalhar com essas dinâmicascomplexas:\"Percebi que meuconsultório era pequeno demais paraas grandes questões de agressão evitimização. É necessário um trabalhoem público, com grupos maiores, paraabordar adequadamente esses temassociais profundos\".Schneider concluiu esta parte de suaexposição ao destacar que raramenteos clientes chegam explicitamente comquestões de agressor-vítima emconsultórios, mas que essas dinâmicasfrequentemente emergem durante oprocesso constelar, o que exigeextrema cautela por parte dosprofissionais.O mestre alemão demonstrou comoessas dinâmicas familiares ocultaspodem manifestar-se em dificuldadesatuais, o que exige dos terapeutas tantotécnica quanto sensibilidade extrema.Constelações revelampadrões transgeracionaisde trauma e violênciaSchneider enfatizou a necessidade dediscernimento:\"Nem sempre a Constelação deveser o primeiro passo. Em casos de trauma severo,o trabalho individual é essencial antes de abordaro contexto sistêmico\"Constelações Sistêmicas (CECS), JakobSchneider apresentou casos clínicosque ilustram como dinâmicas deagressor e vítima se repetem porintermédio das gerações. O experienteterapeuta alemão demonstrou comotraumas familiares não resolvidospodem manifestar-se emcomportamentos atuais.Jakob Schneider abordou o fenômenoda\"compulsão à repetição\". Segundoexplicou,\"Muitas vezes, a pessoaassume inconscientemente o papel devítima para equilibrar injustiçasanteriores na família\". Ele descreveucomo uma cliente assumiu osofrimento de mulheres croatasviolentadas na guerra, apesar de nãoter relação direta com os eventos.\"Elase igualava às vítimas para não sentirculpa pela agressão cometida por seuavô\", analisou.


O terapeuta abordou também um casoalemão pós-Segunda Guerra Mundial.Uma psicoterapeuta procurouSchneider porque a filha desenvolverapsicose após o nascimento do neto. AConstelação Familiar revelou que oepisódio crítico ocorreu quandomédicos levaram o bebê para cirurgia.\"A jovem mãe surtou, acusando-os dequerer matar a criança\", relatouSchneider. A crise levou à internaçãopsiquiátrica.\"O avô paterno organizava transportesde crianças judias para campos deconcentração\", relatou Schneider sobreo caso.\"Sua psicose manifestava omedo de que lhe roubassem o filho,repetindo o trauma histórico\", explicouo terapeuta.Olhar conjunto: O cliente precisa vertanto agressor quanto vítima.Distância saudável: Pedir para seguircom a própria vida.Sobre casos de violênciacontemporânea, Schneider observou:\"As vítimas buscam ajuda, masraramente os agressores - isso é umdesafio social\". Ele enfatizou que areconciliação só é possível quando osfatos são reconhecidos por todas aspartes envolvidas.“Mesmo dos eventosmais terríveis podebrotarvida”Jakob Schneider destacou o processode reconciliação em constelaçõesfamiliares:Reconhecimento dos fatos: As vítimase agressores devem ser vistos, os fatosnomeados.Assumir responsabilidade: O agressordeve reconhecer seus atos.Amédicapsiquiatra, homeopata epsicoterapeuta DagmarRamos:“É umprivilégiotermos essaqualidadedepresença emnossa jornada”


Schneider concluiu com uma mensagem de esperança:\"Mesmo dos eventos mais terríveis pode brotarvida.Podemos fazer algo pequeno e benéfico com nossaexistência. Confiamos que a vida sempre trazpossibilidades de renovação\"O CECS consolidou a trajetória deexcelência com a série de seisencontros virtuais conduzidos peloterapeuta alemão Jakob Schneider. Oseventos, realizados em 2024 e 2025,abordaram temas essenciais para acompreensão das dinâmicas familiarese relacionais.Veja série de seis encontrosvirtuais comJakobSchneiderA jornada começou em 13 de julho de2024, com o tema\"A ConstelaçãoFamiliar Clássica\"que marcou oprimeiro dos quatro encontrosprogramados para o ano. O eventohistórico reuniu quase 200 inscritos, edestacou a relevância do trabalho deSchneider no campo das ConstelaçõesSistêmicas.No 07 de setembro de 2024, o segundoencontro explorou\"As Ordens doAmor\", base teórica fundamental para acompreensão dos vínculos familiares.Transmitido ao vivo pelo Zoom, omódulo reforçou a importância dosprincípios de pertencimento,hierarquia e equilíbrio nas relações.Em 19 de outubro de 2024, o terceiroencontro abordou\"A Constelação entreQuestões Metodológicas e aExperiência do Espírito\", quemergulhou na interseção entre técnicae transcendência.O ciclo de 2024 foi encerrado em 16 denovembro, com o tema\"Sintomas -Representação de Traumas nasFamílias\", no qual Schneider discutiucomo padrões e dores transgeracionaisse manifestam no presente.Em 15 defevereiro de 2025, o CECS iniciou asatividades do ano com um encontroespecial sobre\"AVinculação Entre osDestinos do Casal\", agenda quetambém marcou as comemoraçõespelo primeiro aniversário dainstituição. A série foi concluída nosábado (05/04) com o tema\"O Vínculoentre Agressor e Vítima\", que encerrouum ciclo de aprendizado que seestendeu por quase um ano.Outro destaque histórico: no dia 23 demarço de 2024, ao lado da esposaSieglinde Schneider, Jakob também foiprotagonista do primeiro evento oficialdo CECS após a fundação. A liveespecial teve como tema“Início,desenvolvimento e novas perspectivasdas Constelações SistêmicasFenomenológicas”.


Com temas que vão desde os fundamentos clássicos até as complexidades dostraumas familiares, os encontros consolidam a instituição como referência na áreae inspira novos caminhos para a terapia sistêmica no país. (Texto publicado em 07de abril de 2025 e atualizado em 13 de janeiro de 2026)A parceria entre o CECS e Jakob Schneiderfortalece a difusão das Constelações Sistêmicasno Brasil, oferece insights profundos e ferramentastransformadoras para terapeutas e estudiososAatriz, escritora, consteladora Ingra Lyberato:“Experiências tãoricasque nos conectamcomoverdadeiropropósitodo nosso Centro”Susanne Dinger,psicanalista clínica e consteladora:agradecimentoespecialpelotrabalhovoluntárioeessencial na traduçãoconsecutivados encontros


CECSreestruturadiretoriaedefinemédicaDagmarRamos comonovapresidenteAssembleia Geral Ordinária confirma RicardoMendes como vice-presidente e Agnes Mansodiretora-executiva.“Nossa maior conquista foimanter a integridade das Constelações nos espaçosinstitucionais e assegurar a excelência em tudo queconstruímos”, pontuaAndréa Vulcanis, queconduziu entidade no primeiro ano.“Entendo que obastão que recebo agora é daqueles em que a gentecolocana horizontal, com muitas mãos a sustentálo. Vou segurar a minha parte, mas é com o apoio detodos que seguimos”, destaca Dagmar Ramos


O Centro de Excelência em Constelações Sistêmicas (CECS) realizou no dia 10 deabril de 2025 Assembleia Geral Ordinária em formato virtual. O encontro marcoua reestruturação da diretoria para o ciclo de 2025 e o encaminhamento dedeliberações, como as alterações no estatuto.Amédica psicoterapeuta Dagmar Ramos foi confirmada como nova presidente dainstituição. Ela sucede a Andréa Vulcanis, que conduziu o CECS desde a fundação.Avice-presidência fica a cargo do arteterapeuta e constelador Ricardo Mendes.Ambos integram a diretoria desde a origem do projeto. Agnes Manso assume adiretoria-executiva. Dagmar Ramos é também homeopata, especialista emMedicina Preventiva e Social. Formada em Constelações Sistêmicas Familiares eOrganizacionais. Diretora do IBS Sistêmicas. Autora do livro‘As ConstelaçõesFamiliares na Medicina’ (Cultrix). Participou da fundação do Sistema Único deSaúde (SUS).Ricardo Mendes é arteterapeuta, docente internacional de Constelações Familiarese Xamanismo. Dirige há 19 anos o Instituto Iralem no Rio de Janeiro.Agnes Manso é arquiteta, urbanista e consultora em Feng Shui — técnica milenarchinesa voltada à harmonização de ambientes e à promoção do bem-estar. Possuiformação em Constelações Sistêmicas pela Faybel – Escola do PensamentoSistêmico. Terapeuta transpessoal formada pela Unipaz (SP).ParticipantesdaAssembleia GeralOrdináriado Centrode Excelência emConstelaçõesSistêmicas (CECS): encontromarca a reestruturaçãodadiretoriaparaociclode2025 e encaminhadeliberações


Mudanças no estatuto doCECSEntre as mudanças propostas noestatuto do CECS, está a criação doConselho de Administração comoórgão consultivo e orientativo. Previstopara se reunir trimestralmente deforma ordinária e,extraordinariamente, por convocaçãoda diretoria ou da maioria dosassociados, o colegiado terá a funçãode revisar, orientar e proporaperfeiçoamentos ao planejamento e àexecução das atividades do Centro,tendo em vista o fortalecimento dagovernança institucional.Presidente: Dagmar da Silva RamosVice-presidente: Ricardo MendesPimentel de VasconcellosDiretora-Executiva: Agnes MansoDiretora de Estruturação Acadêmica eQualificação de Facilitadores emConstelações Sistêmicas: SuzanaWayand DiasDiretora Científica: Roseny FláviaMartinsDiretora de Comunicação: IngraLyberatoDiretora de Ética: Alzira Cristina daSilvaDiretora de Eventos: RosângelaFerreiraDiretora de Fundamentos eEstruturação Teórica dasConstelações: Yolanda FreireDiretor de Relações Internacionais:Ricardo Mendes Pimentel deVasconcellosDiretoria para 2025 éoficializadaAs mudanças em cargos na estruturado CECS acontecem dentro doprevisto pelo artigo 53 do estatuto daentidade, que autoriza ajustes nacomposição da diretoria durante oprimeiro mandato. A nova gestãopermanece no cargo até a próximaeleição oficial. A composição ficoudefinida da seguinte forma:Anovadiretoriado CECSparaoexercíciode2025: Dagmar Ramos (presidente), RicardoMendes(vice-presidente ediretorde Relações Internacionais),AgnesManso(diretora-executiva),SuzanaWayand Dias (diretorade EstruturaçãoAcadêmica eQualificaçãodeFacilitadores emConstelaçõesSistêmicas), RosenyFláviaMartins (diretora Científica), Ingra Lyberato(Comunicação),Alzira CristinadaSilva (Ética), RosângelaFerreira (Eventos) eYolandaFreire (Fundamentos e EstruturaçãoTeóricadas Constelações)


Andréa Vulcanis reforçaespírito coletivo e transiçãoresponsávelEm sua fala de despedida, a primeirapresidente Andréa Vulcanis destacou oavanço institucional promovido desdea criação do CECS e agradeceu aparticipação dos associados. Dagmar Ramos destaca forçacoletiva e maturidade dainstituiçãoAmédica psiquiatra Dagmar Ramosfez sua primeira manifestação comonova presidente da entidade. Elaafirmou assumir a função com clarezasobre a responsabilidade, masconfiante no apoio da equipe e namaturidade institucional construída aolongo do tempo.Andréa Vulcanis confirmou queseguirá vinculada ao CECS, com foconos assuntos jurídicos e institucionais.“Assumi o compromisso de continuarno acompanhamento dos processosrelativos ao Conselho Federal dePsicologia (CFP) e Conselho Nacionalde Justiça (CNJ). É uma contribuiçãoque posso oferecer com segurança”,pontuou.“Entendo que o bastãoque recebo agora édaqueles em que agente coloca nahorizontal, com muitasmãos a sustentá-lo. Vousegurar a minha parte,mas é com o apoio detodos que seguimos”(Dagmar Ramos)“Nossa maior conquistafoi manter a integridadedas Constelações nosespaços institucionais eassegurar a excelência emtudo que construímos”(Andréa Vulcanis)“Nosso maior legado foi manter acredibilidade do CECS diante dosdesafios externos. Hoje, somos de fatouma instituição com relevâncianacional no campo das ConstelaçõesSistêmicas”, afirmou.Durante sua fala, ela também destacouavanços obtidos na gestão, como aformalização jurídica do CECS, aarticulação política com órgãosreguladores e a estruturação dagovernança interna.


Dagmar também destacou o papelcontínuo de integrantes da gestãoanterior que não seguirão na novadiretoria, mas que permanecematuantes no CECS.A nova presidente disse acreditar que aentidade vive um momento de união ecrescimento.“Construímos algograndioso, com a preocupação desermos um espaço onde as pessoaspossam expandir. Seguimos commaturidade e abertura para reconhecererros, ajustar rotas e continuar osavanços sempre juntos”, pontuou.Dagmar ainda celebrou a composiçãoda nova diretoria, formada por RicardoMendes na vice-presidência e AgnesManso como diretora-executiva.“Essaformação me dá confiança. Somos, defato, um coletivo”, concluiu.Maria Izabel Rodrigues celebraconsolidação do CECS comoassociação estruturadaPsicóloga, psicoterapeuta, formada emConstelações Familiares e ConstelaçõesOrganizacionais e formadora deconsteladores há mais de 20 anos,Maria Izabel Rodrigues se despediuformalmente da diretoria-executiva doCECS durante a Assembleia GeralOrdinária realizada na quinta-feira(10/04). Em fala emocionada, elacomparou o início do projeto a um“tsunami”que, ao lado de AndréaVulcanis e Dagmar Ramos, asconduziu à linha de frente domovimento.“Não entrei para ocuparcargo. Foi o campo que me levou, poramor à causa”, disse.Ela afirmou ter cumprido seucompromisso inicial de permanecerpor um ano e celebrou a consolidaçãodo CECS como uma associaçãoestruturada, com recursos financeirose visão institucional.


Para substituí-la, foi indicada AgnesManso, ex-aluna de Maria Izabel, cujanomeação já havia sido discutidainternamente. A ex-diretoraconfirmou que seguirá em apoio ànova gestão:“Me coloco à disposição,com o compromisso de ajudar no queeu puder.”Dagmar Ramos e Andréa Vulcanisdestacaram o papel estratégico deMaria Izabel Rodrigues naconsolidação do CECS ereconheceram a dedicação da diretoraexecutiva e seu impacto nasustentabilidade da entidade.“Sem o perfil administrativo da Bel, oCECS não teria alcançado a solidez quetem hoje”, disse Dagmar Ramos.Andréa Vulcanis completou:“Constituína Bel, minha mestra. Tenho certezade que chegamos até aqui graças à suaforça, espírito e dedicação”.Ricardo Mendes assume vicepresidência do CECS e reafirmacompromisso com legado econtinuidadeO terapeuta constelador RicardoMendes foi oficialmente anunciadocomo novo vice-presidente do CECS.Em sua fala, ele destacou a importânciada fase de estruturação vivida pelaentidade e afirmou que o trabalhodesenvolvido até aqui pavimenta ocaminho para avanços futuros.“O primeiro ano de uma instituição ésempre o mais difícil. Agora, a próximadiretoria já encontrará uma base sólida,com processos organizados e estruturafuncional. Isso permite mais agilidadee consistência nas decisões”, afirmou.Ricardo ressaltou que a busca porexcelência é contínua e que o próprionome da entidade representa umcompromisso interno e coletivo.“Hoje o CECS tem pernas, tem força.Sinto que cumpri minha tarefa, inclusiveespiritual” (Maria Izabel Rodrigues)


Segundo dirigente a ocupar a vicepresidência do CECS, ele tambémcitou o legado filosófico e terapêuticode Bert Hellinger, criador dasConstelações Familiares, comoinspiração central para o trabalho àfrente da entidade.“Contribuir com essa construção éuma forma de agradecer por tudo querecebemos desse legado. Como filhos,não conseguimos devolver aos paistudo que nos foi dado, mas podemosfazer algo bom com isso”, avaliou.Ele finalizou com uma citação deHellinger que considera marcante:CECS homenageiaMiriamBraga como primeiramembrabenemérita da instituiçãoDurante a Assembleia Geral Ordináriado Centro de Excelência emConstelações Sistêmicas (CECS), aentão presidente Andréa Vulcanisanunciou a indicação da sociólogaMiriam Coelho Braga como a primeiramembra benemérita da entidade. Aproposta foi aprovada sem objeções erecebeu apoio da nova dirigente,Dagmar Ramos, e da diretoria.Coordenadora de pós-graduação latosensu em Constelação Familiar e comatuação reconhecida na saúde públicae nas terapias corporais, defensoraintransigente do SUS, Miriam Bragafoi apontada como uma das principaisresponsáveis pela difusão daabordagem sistêmica no país.“As Constelações devem muito à suaforça aguerrida. Você promoveu aprimeira especialização no tema,trouxe mestres, estimulou redes eapoiou o CECS desde o primeiro dia”,afirmou Vulcanis, em sua justificativa.“A excelência é um movimento, nãoum estado. Estamos sempre em construção,sempre em busca de algo melhor”(Ricardo Mendes)“Quemaprende aagradecer, nãoprecisa pedirmais nada.”E completou:“Agradeço a confiança eme comprometo a dar o meu melhor.”


Visivelmente emocionada, Miriamagradeceu o reconhecimento esugeriu que o título fosse ampliadopara outras mulheres quecontribuíram para a fundação doCECS.“Me vejo como a mais velha desse triofundador. Andréa, Dagmar e Belforam verdadeiras benfeitoras”,declarou. Ela também mencionou suadedicação voluntária, mesmo diantede dificuldades de saúde, e reiterou ocompromisso com a continuidade domovimento. Segundo Miriam, oenvolvimento com o trabalhovoluntário proporciona ganhocoletivo e pessoal.MiriamBraga,AndréaVulcanis,Maria IzabelRodrigues e Dagmar Ramos: reconhecimentoàsmulheresque fazemhistória no CECSDagmar Ramos tambémhomenageou a indicada.“Vocêentendeu a importância destemovimento desde o início e nosapoiou com coragem, mesmo vindode outra associação. Sua presença aquitem um peso histórico”, destacou.O título de membro beneméritointegra o estatuto do CECS comoforma de reconhecimentoinstitucional a profissionais quetenham contribuído de maneirasignificativa para o desenvolvimentodas Constelações Sistêmicas no Brasil.


Em sua mensagem final comopresidente do Centro de Excelênciaem Constelações Sistêmicas (CECS),Andréa Vulcanis agradeceu aparticipação ativa dos associados naAssembleia Geral Ordinária ecelebrou o que classificou como umciclo de excelência.“É uma alegria ver que conseguimosconstruir tanta coisa em tão poucotempo, com contribuições tãoqualificadas. Nossa Assembleia hojefoi, mais uma vez, uma Assembleia deexcelência”, destacou.Em sua mensagem final durante aAssembleia Geral Ordinária, asegunda dirigente a ocupar apresidência do CECS, Dagmar Ramos,reforçou o compromisso com acontinuidade do trabalho coletivo edestacou a maturidade alcançada pelaentidade.Transição eavanço coletivoDagmar Ramos ressaltouo fortalecimento dogrupo:“Construímosalgo grandioso, comfoco em manter aordem e cultivar umespaço em que todos sesintam acolhidos”Segundadirigente aocuparapresidênciado CECS, Dagmar Ramos:“Construímosalgograndioso, comfocoemmanteraordeme cultivarumespaçoemque todosse sintamacolhidos”Aprimeirapresidentedo CECS,AndréaVulcanis:“Nossomaior legadofoimanteracredibilidadedo Centrodiantedosdesafiosexternos.Hoje, somosde fato umainstituiçãocomrelevância nacional nocampodas ConstelaçõesSistêmicas”Segundodirigente aocuparavicepresidênciado CECS,diretorde RelaçõesInternacionais, RicardoMendes:“Aexcelência é ummovimento, não umestado. Estamos sempre emconstrução,sempre embuscade algomelhor”


A presidente celebrou a nova composição da diretoria.“Essa transição não marcaapenas a chegada de novos nomes, mas o fortalecimento do nosso coletivo. Sigocom alegria e confiança de que estamos mais unidos, mais conscientes e prontospara os próximos passos”, concluiu. (Texto publicado em 12 de abril de 2025 eatualizado em 13 de janeiro de 2026)Apsicóloga epsicoterapeutaMaria IzabelRodrigues sedespediu formalmentedadiretoria-executiva:“Hojeo Centrotempernas,temforça.Sintoque cumpriminhatarefa,inclusive espiritual”Aprimeiramembrabeneméritado CECS:MiriamCoelhoBraga, socióloga especialistaemSaúde Pública, coordenadoradepósgraduação Especialização LatoSensuSistêmicaFenomenológica (ConstelaçãoFamiliar) e terapeuta corporal


ProjetoAutoriareforçaintegraçãoentre ciência,espiritualidade epráticaclínicaduranteapresentaçãodolivro‘ConstelaçõesFamiliaresnaMedicina’,deDagmarRamosMédica, homeopata e psicoterapeuta, segundadirigente a ocupar a presidência do CECS destacarelação entre saúde, doença e dinâmicas familiaresocultas. Durante live com mediação da psicólogaYolanda Freire, ela também aborda a contribuiçãoda Psicossíntese e o cuidado ético no atendimento


Projeto Autoria: umaconstrução coletiva de saberesA relação entre saúde, doença e asdinâmicas familiares ocultas foi o temacentral da estreia do Projeto Autoria,realizado no dia 23 de abril de 2025,iniciativa do Centro de Excelência emConstelações Sistêmicas (CECS)dedicada à valorização da produçãointelectual dos associados.Com apresentação da segundadirigente a ocupar a presidência doCECS, médica, homeopata epsicoterapeuta Dagmar Ramos, emediação da psicóloga Yolanda Freire,o evento reuniu profissionais eestudiosos para refletir sobre aintegração entre ciência,espiritualidade e prática terapêuticasistêmica. Realizada pela plataformaZoom, a live inaugurou o programacom a apresentação do livro‘Constelações Familiares na Medicina’,de Dagmar Ramos, e evidenciou aimportância de práticas éticas ehumanizadas no atendimentosistêmico.A abertura ficou a cargo da diretora deEventos do CECS, Rosângela Ferreira,que destacou o caráter coletivo dacriação do Projeto Autoria. Segundoela, a iniciativa nasceu para promover ocompartilhamento de produções entreos associados e aproximar leitores eautores no campo das ConstelaçõesSistêmicas.Diretora de Fundamentos eEstruturação Teórica do CECS,psicoterapeuta há 39 anos, YolandaFreire reforçou que o projeto buscanão apenas divulgar livros e artigos,mas construir um espaço de troca e dedesenvolvimento profissional, comincentivo à reflexão crítica e àconstrução conjunta do sabersistêmico.


Com vasta experiência em medicinapreventiva, homeopatia e ConstelaçõesSistêmicas, Dagmar Ramos integra oInstituto IBS Sistêmicas e tem sededicado à formação de consteladoresno Brasil.Osparticipantesdo ProjetoAutoria,iniciativado Centrode Excelência emConstelaçõesSistêmicas (CECS),durante a live emque amédica Dagmar Ramos, apresentou olivro‘ConstelaçõesFamiliares naMedicina’Histórias que curam: relatose prática clínica sistêmicaAo comentar o livro‘Constelações Familiares naMedicina’, Yolanda Freiredestacou a habilidade daautora em integrar relatosclínicos a conceitos teóricose oferecer um percursoclaro para profissionais


Segundo ela, a obra discute a posturaética do constelador, a qualidade daescuta e da presença terapêutica —aspectos fundamentais que ganhamcrescente atenção no campo dasConstelações.Durante sua apresentação, DagmarRamos leu um trecho do livro ecompartilhou um caso de atendimentoque ilustra a complexidade dos temasabordados. Tratava-se de uma gestanteportadora de mielodisplasia, umadoença hematológica grave, cujagravidez agravava o quadro clínico.Embora houvesse autorização para ainterrupção da gestação, a pacienteresistia em tomar essa decisão.Dagmar descreveu o processo deatendimento em que, por meio deuma escuta atenta e da observação dossinais não verbais, emergiu um fatooculto de grande impacto: a morte porsuicídio da avó materna da paciente.A identificação inconsciente com a avóconduzia a jovem a repetir o destinotrágico. A partir da Constelação, apaciente reconheceu a dinâmica ocultae optou pela preservação da própriavida. Outro fato inusitado: no diaseguinte, antes da realização doprocedimento médico, foi constatadoum aborto espontâneoA contribuição daPsicossíntese: integraçãode múltiplos“eus”Dagmar destacou que o casoexemplifica a profundidade daslealdades sistêmicas e a necessidade deque o constelador mantenha umapostura ética, respeite o tempo docampo e evite conclusões precipitadas.Segundo ela, a constelação, ao revelarhistórias ocultas, pode transformardestinos e permitir escolhas maisconscientes.Durante a live, Yolanda Freireintroduziu um tema para reflexão: ainfluência da Psicossíntese no trabalhode Dagmar Ramos.Criada pelo psiquiatra italiano RobertoAssagioli, contemporâneo de Freud eJung e considerado o pai da PsicologiaTranspessoal, a Psicossíntese propõeuma visão integral do ser humano,compreendendo-o como um conjuntode subpersonalidades em busca deintegração e unidade.Yolanda destacou que, ao longo de‘Constelações Familiares na Medicina’,Dagmar incorpora conceitos daPsicossíntese no trabalho sistêmico.


Ela convidou Dagmar a comentarcomo integra essas múltiplasdimensões do ser em suas sessões e deque maneira essa construção teórica eprática influencia os resultados doatendimento sistêmico.Dagmar explicou que suaidentificação com a Psicossíntesesurgiu a partir dessa compreensão dadimensão espiritual da experiênciahumana. Ela lembrou que Assagiolicriticava a visão limitada de Freud,que comparava o ser humano a umacasa sem considerar os andaressuperiores, e defendeu umaabordagem mais abrangente, queincluía o inconsciente superior e aessência espiritual.Amédica relatou que aprofundou osestudos sobre a Psicossíntese após tervivido na Itália, onde realizou umestágio em saúde mental. Esse contatopermitiu não apenas a fluência nalíngua italiana, mas também o acessodireto às fontes originais da obra deAssagioli.Em diálogo constante com o psiquiatraalemão GunthardWeber, Dagmarpropôs a integração dos conceitos daPsicossíntese às práticas dasConstelações Sistêmicas, a fim deampliar o método ao incluirrepresentantes para subpersonalidades,como o“eu adoecido”e o“eu real”.Esse desenvolvimento foi apresentadopor Dagmar em um congressointernacional na Alemanha, ondeconduziu um workshop que uniaPsicossíntese e Constelações. Aproposta encontrou acolhida entreprofissionais de diversas áreas, comopsicólogos e psiquiatras, que jábuscavam integrar essas duasabordagens. Dagmar afirmou quecontinua a desenvolver essa linha detrabalho, especialmente emConstelações de sintomas e doenças, eobservou resultados promissores. Oúltimo capítulo de seu livro já antecipaessa evolução, e novos projetos devemaprofundar o conceito da\"Constelaçãodo eu\", que integra os ensinamentos deBert Hellinger e Roberto Assagioli.A autora vai além da representação tradicional demembros familiares e sintomas. Traz também arepresentação do\"eu adoecido\", do\"eu real\"e deoutras instâncias internas do cliente. SegundoYolanda Freire, essa abordagem proporciona umsalto qualitativo nas práticas de Constelação,enriquece o olhar terapêutico e amplia osprocessos de consciência dos atendidos


A importância do cuidado ético e daproteção dos representantes duranteas Constelações foi outro eixo doevento. Yolanda Freire destacou aatenção constante de Dagmar àintegridade emocional do grupo, algoainda pouco discutido no camposistêmico.Segundo Dagmar, a permanênciaexcessiva de um representante emuma posição de forte impactoemocional pode ser prejudicial. Tornase imprescindível a intervençãocuidadosa e o encerramento oportunoda representação.Para ilustrar esse princípio, ela narrouuma experiência marcante que viveucomo representante em umaConstelação conduzida por GunthardWeber. No caso, uma paciente em faseterminal de câncer facial foi atendidadurante aprimoramento em BeloHorizonte. Dagmar foi escolhida pararepresentar o\"destino\" da paciente, aolado dos representantes para a vida, amorte e a própria cliente. Eladescreveu a experiência comoprofundamente transcendental, aorelatar a sensação de caminhar emestado meditativo, ao recolhersimbolicamente elementos docaminho até o coração e a face.A Constelação foi breve e intensa, e apaciente, que antes enfrentava grandesofrimento, alcançou paz interior. Diasdepois, ela faleceu em casa, sem dor eem tranquilidade, após ter resolvidoquestões emocionais e relativas aotestamento pendentes. Para Dagmar, oepisódio exemplifica a profundidade ea eficácia de um trabalho sistêmicoconduzido com respeito, ética epresença plena.O cuidado ético noatendimento sistêmicoAmédica,psicoterapeuta e homeopataDagmar Ramos, autorade ‘ConstelaçõesFamiliares naMedicina’:\"Quevenhammuitosoutrosprojetos,porque temosautores e contribuições lindíssimasparaoavançoda abordagem”Dagmar Ramos destacaimportância do zelo nãoapenas com o clienteprincipal, mas também comtodos os representantesenvolvidos na dinâmicaAmédica compartilhou aprendizadosadquiridos com mestres como Jakob eSieglinde Schneider, GunthardWeber,Stephan Hausner e Joan Garriga, aoressaltar que a atenção aosrepresentantes constitui umdiferencial para a qualidade dotrabalho.


Dagmar Ramos aponta quea Constelação de sintomase doenças, em especial,desafia continuamente oconhecimento dosprofissionais e abre novasperspectivas de integraçãoentre ciência e espiritualidadeEle observou que, à medida que osprofissionais aprofundam sua práticanas Constelações Sistêmicas, tornamse mais conscientes das influênciasinvisíveis que moldam suas trajetórias.Ao citar a experiência de DagmarRamos em um hospital vinculado à suahistória familiar, ele questionou comoela percebeu, ao longo da caminhada,que muitas das escolhas pessoais eprofissionais poderiam, na verdade, serexpressões de lealdades sistêmicas eheranças inconscientes.Ao responder à pergunta, DagmarRamos detalhou a profunda ligaçãoentre sua trajetória profissional e aherança familiar representada pelaCasa de Eurípedes, hospital espírita deGoiânia. Fundado por seus pais hámais de 40 anos, a instituiçãoconsolidou-se como uma referênciaregional no atendimento psiquiátrico,filantrópico e espiritual. Mantémparcerias com o Sistema Único deSaúde (SUS) e com convêniosparticulares.Ela relatou que, após um períodoafastada para dedicar-se a estudos eprojetos pessoais, foi convocada aretornar ao hospital em uma novafunção: a implantação definitiva dahomeopatia na instituição. Ao conciliaresse retorno com as atividades à frentedo Centro de Excelência emConstelações Sistêmicas (CECS),Dagmar afirma viver um momento degrande realização, apesar dasexigências de tempo e energia.Herança familiar echamado para o serviçoAmédica citou como avanço recente acriação de uma comissão de medicinae espiritualidade pelo ConselhoFederal de Medicina, que reconheceformalmente a importância dessediálogo.Por fim, Dagmar relatou sua atuaçãona defesa pública das ConstelaçõesSistêmicas no Brasil. Mobilizada pelasameaças que a prática enfrentava, elaarticulou, junto a outros profissionais,o movimento\"Eu Sou daConstelação\", que culminou nafundação do Centro de Excelência emConstelações Sistêmicas (CECS),instituição que hoje lidera e que buscagarantir a qualidade, a ética e oreconhecimento da prática no país.Segundo dirigente a ocupar a vicepresidência do CECS, diretor deRelações Internacionais, RicardoMendes, trouxe uma reflexão sobre opapel da herança sistêmica nasescolhas profissionais e de vida.


Gratidão e construção defuturos caminhosDagmar Ramos destaca a introdução dasConstelações Sistêmicas no atendimento dospacientes da Casa de Eurípedes, hospital espírita deGoiânia, com resultados positivos, especialmenteem casos de depressão grave e ideação suicidaAmédica mencionou o entusiasmo detodos em particular com asConstelações e afirmou que pretende,futuramente, estruturar estudoscientíficos para documentar essesefeitos terapêuticos.Na parte final do evento, DagmarRamos respondeu a perguntas deassociados. Abordou temas como aimportância do SUS e os desafios dasaúde mental, especialmente em casosde esquizofrenia. Os presentesexpressaram reconhecimento peloprivilégio de ter acesso aoconhecimento e à experiência damédica. As manifestações de gratidãoreforçaram o impacto da contribuiçãoda médica na formação deprofissionais e na consolidação daprática sistêmica no país.No encerramento da live, a âncoraYolanda Freire destacou agenerosidade e a profundidade daconvidada. Para ela, o livro‘Constelações Familiares na Medicina’revela a abundância de conhecimentoe experiência que a autora partilhacom simplicidade e clareza.Dagmar Ramos concluiu o encontrocom a leitura de um trecho do escritorportuguês Valter Hugo Mãe:\"A felicidadeestá na atenção a um detalhe, como seo resto se ausentasse para admitir aforça de um instante perfeito\"Ela associou essa ideia à prática dasConstelações, ao destacar que, nosatendimentos, especialmente nos casosque envolvem sintomas e doenças, averdadeira transformação muitas vezesse revela nesses instantes de silêncio epresença plena.


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