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Published by Celine Cruz, 2019-04-07 21:19:30

Medicalstuff

Medicalstuff

Ano Letivo 2018/2019
Curso Profissional Técnico de Gestão

12ºM

Prova de Aptidão
Profissional

- Comércio de Dispositivos Médicos, Aparelhos e Produtos
Hospitalares -

Professoras Orientadoras: Cátia Sofia, nº6 Jéssica Andreína, nº12
Adélia Felgueiras Celine Cruz, nº9 Tiago Lavoura, nº19
Rosário Santos

- Comércio De Dispositivos Médicos, Aparelhos E Produtos Hospitalares -

“O propósito de um negócio é criar um cliente”

Peter Drucker

Celine Cruz Jéssica Andreína Tiago Lavoura Cátia Sofia
Celine Cruz Jéssica Andreína Tiago Lavoura Cátia Sofia

PERFIL

Cátia Sofia Celine Cruz

Jéssica Andreína Tiago Lavoura 3
Celine e Jéssica
Clique na imagem para aceder ao vídeo de apresentação

AGRADECIMENTOS

Os nossos agradecimentos começam por serem dirigidos aos nossos pais, pois sem
os esforços que ambos tiveram diariamente teria sido muito mais complicado, pois
tudo isto foi possível graças ao esforço e dedicação que sempre tiveram e pelo apoio
que sempre nos deram.
Um enorme agradecimento à Professora Rosário Santos pela disponibilidade, apoio e
empenho demonstrado durante a elaboração desta prova de aptidão profissional.
Quero também gratificar a professora pela sua opinião persistente e sincera para que
o meu desempenho e dos meus colegas fosse melhorando ao longo da elaboração
deste trabalho e assim aumentar as nossas competências e capacidades.
Um sincero agradecimento à Professora Adélia Felgueiras por toda a ajuda prestada
na elaboração deste projeto, para além do facto de ter estado sempre presente
quando necessitei de algo, até nas simples indecisões que enfrentei ao longo da
realização deste trabalho.

4

Jéssica

AGRADECIMENTOS (CONT.)

Um agradecimento especial aos nossos colegas de turma por terem sido um enorme
apoio na realização deste trabalho e peças fundamentais na elaboração deste projeto
pois tentamos ajudarmo-nos sempre uns aos outros e éramos os primeiros a
esclarecer dúvidas e até a criticar uns aos outros.
Um enorme agradecimento a vários colegas e amigos da escola, que sempre
estiveram ao nosso lado a demonstrar apoio incondicional em todos os momentos.
Por fim, gostaríamos de dirigir os nossos sinceros agradecimentos à Professora
Sandra Martins pela motivação e apoio que sempre nos deu para enfrentar esta etapa
das nossas vidas.

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Jéssica

PROVA DE APTIDÃO PROFISSIONAL

Consiste na apresentação e defesa, perante um júri, de um projeto, consubstanciado num
Produto, material ou intelectual, numa intervenção ou numa atuação, consoante a natureza dos
cursos, bem como do respetivo Relatório Final de realização e apreciação crítica, demonstrativo
de conhecimentos e competências profissionais adquiridos ao longo de formação e estruturante
do futuro profissional do aluno.
Os projetos de PAP nesta escola têm sido desenvolvidos pelos alunos, preferencialmente em
contexto real de trabalho no decorrer da Formação em Contexto Trabalho.
Para o efeito, a Escola tem vindo a promover parcerias com diversos organismos públicos e
empresas, visando a realização da FCT e de visitas de estudo, por forma a consolidar e validar
a formação prestada pela Escola face às exigências do mercado de trabalho.

6

Celine

OBJETIVOS DA PAP

► Desenvolver a capacidade de seleção, de análise e de síntese do(s) aluno(s), 7
incentivando-os à tomada de opções por um tema/problema atraente do ponto Celine
de vista pessoal;

► Fomentar a conceção, elaboração e execução de um projeto transdisciplinar;
► Desenvolver o espírito crítico, a criatividade e a inovação, o sentido da

responsabilidade e da autonomia do(s) aluno(s) na conceção, elaboração e
execução das tarefas que lhe são confiadas, e ainda na redefinição,
tranformação e adaptação do projeto quando, em confronto com a realidade,
isso se revelar adequado e necessário.
► Contribuir para o reconhecimento do trabalho como valorização e realização
pessoal;
► Proporcionar ao aluno o contacto com métodos e técnicas situadas para além
dos proporcionados pela formação na sala de aula;
► Permitir a revelação das aptidões do aluno e da sua idoneidade para iniciar um
a atividade profissional.

RESUMO

A saúde é definida como sendo o estado de completo bem-estar físico, mental e social, ou 8
seja, o conceito de saúde ultrapassa a ausência de doenças e infeções. A Saúde é um
setor proeminente e em rápido desenvolvimento em Portugal, tendo registado uma
evolução notável ao longo das últimas duas décadas.
Escolhemos criar uma empresa com o propósito de vender dispositivos médicos,
aparelhos e produtos hospitalares de altíssima qualidade e vanguarda tecnológica,
oferecendo assistência técnica e aluguer de determinado tipo de equipamentos, em regime
de Home Care, num conceito de Smart Cost.
Este é um tipo de negócio em franco desenvolvimento, face ao crescente número de
consultórios, clínicas, laboratórios e ampliação de hospitais que se verifica atualmente.
Pretendemos estar na vanguarda da apresentação de produtos que sejam soluções
exclusivas para determinadas situações ligadas à saúde.
Pretendemos criar um produto inovador/produto âncora que será um medidor de glicemia
que se usa na orelha e que facilita o controlo da quantidade de glicose no sangue,
anulando a necessidade de andar com lancetas para picar nos dedos e a respetiva
máquina para medir, dado um elemento do grupo ser insulinodependente.

Jéssica/Celine/Tiago/Cátia

RESUMO (CONT.)

Apresentar um negócio rentável que vá ao encontro das novas tendências de
tecnologia na promoção da saúde e promover a qualidade de vida de uma população
são alguns dos objetivos que nos levaram a abrir a MedicalStuff.
O presente trabalho aborda a análise da viabilidade do negócio apoiado num plano de
negócio, e numa pesquisa de mercado.
A pesquisa de mercado foi realizada através de levantamento de dados primários
(inquéritos), onde foi possível estabelecer dados socioeconómicos dos potenciais
utilizadores dos nossos produtos e onde se apontam as suas preferências e
comportamento como a sua opinião na possível hipótese de utilização do produto
âncora e a eficácia da nossa loja a nível de localização, horários, entre outros.

9

Jéssica/Celine/Tiago/Cátia

PALAVRAS-CHAVE

Negócio Bem-estar Saúde
Inovação Felicidade Diabetes
Empreendedorismo Sucesso Sonho

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Jéssica/Celine/Tiago/Cátia

ÍNDICE

20 Introdução

23CAPÍTULO I – ENQUADRAMENTO TEÓRICO

24 Caracterização do Setor

25 Evolução dos Hospitais

28 Definição de Saúde 11
Jéssica/Celine/Tiago/Cátia

ÍNDICE

29 Criação do Sistema Nacional de Saúde
30Materiais Médico Hospitalares

41CAPÍTULO II – ENQUADRAMENTO ESTRATÉGICO

43Fundamentação da Ideia

47Ficha Identificativa da Empresa 12
Jéssica/Celine/Tiago/Cátia

ÍNDICE 13
Jéssica/Celine/Tiago/Cátia
61Recursos Humanos
68Requisitos de Funcionamento
78 Missão, Visão e Valores
80 Objetivos da MedicalStuff
81 Layout da empresa

ÍNDICE

85 Equipamentos a Utilizar

90 Recursos Financeiros

91 Análise SWOT

93 Variáveis de Diferenciação de um Negócio

109 CAPÍTULO III – ESTRATÉGIA DE COMUNICAÇÃO 14

Jéssica/Celine/Tiago/Cátia

ÍNDICE: 15
Jéssica/Celine/Tiago/Cátia
111Identificar o Mercado
117Caracterização do Mercado
120Posicionamento
129 Conceito de Negócio/Produtos
174 Canais de Distribuição

ÍNDICE: 16
Jéssica/Celine/Tiago/Cátia
176Estratégias de Desenvolvimento
179Decisão de Marca
181 Marketing VS Publicidade
182 Mix da Comunicação
183 Força de Vendas

ÍNDICE: 17
Jéssica/Celine/Tiago/Cátia
200A Nossa Publicidade
201Outdoors
202 Mupis
203 Viatura
205 Anúncio no Jornal

ÍNDICE: 18
Jéssica/Celine/Tiago/Cátia
206Evento de Abertura
207Promoções
209 Marketing na Internet
210 Catálogo
211 Merchandising

ÍNDICE: 19
Jéssica/Celine/Tiago/Cátia
218Plano Financeiro
232Livro Digital
233Conclusão
237 Webgrafia
240 Anexos

INTRODUÇÃO:

A Prova de Aptidão Profissional (PAP) consiste na apresentação e na defesa de um
projeto (MedicalStuff), bem como do respetivo Relatório Final de realização e apreciação
crítica, que em julho de 2019, serão avaliados por uma equipa de júris.

A PAP foi desenvolvida para mostrar as competências adquiridas nos nossos três anos de 20
curso, num contexto de interdisciplinaridade. Potenciar uma visão empreendedora do
nosso projeto/negócio sustentado na exequibilidade financeira do mesmo, através do
preenchimento de uma Folha de Excel do IAPMEI, ”Modelo para Plano de Negócio”.
Fortalecer a nossa autonomia, as capacidades de agir e de pensar criticamente bem
como o trabalho cooperativo através da execução de tarefas num ambiente criativo.
Desenvolver o trabalho colaborativo entre os elementos do grupo e professoras
orientadoras em rede. Apresentar um negócio rentável que vá ao encontro das novas
tendências de tecnologia na promoção da saúde e por fim promover a qualidade de vida
de uma população, impulsionada por diretrizes emanadas do Ministério da Saúde, numa
nova responsabilidade social.

Celine

Atrás

INTRODUÇÃO: (CONT.)

Conseguimos concretizar este projeto no tempo previsto e atingir as metas por nós
definidos, pelo que mostrámos uma visão empreendedora focalizada na inovação do
negócio na área de saúde a implementar e, desta forma, pretendemos criar novas
oportunidades no futuro a curto, médio e longo prazo, tal como garantir o nosso próprio
emprego.

Numa primeira fase, houve a seleção do tema “Comércio de Dispositivos Médicos,
Aparelhos e Produtos Hospitalares” de acordo com o nosso interesse pessoal, pois, no
nosso grupo existe um elemento insulinodependente, a exequibilidade do projeto e a
indicação da professora orientadora.

Seguidamente, houve a necessidade de redigir um plano do projeto designado por
“Anteprojeto”, em que se determinou o tema e a sua fundamentação, bem como os seus
objetivos, seguido pelo “Projeto Final” reformulado e com o parecer da professora Rosário 21
Santos.

Celine

Atrás

INTRODUÇÃO: (CONT.)

Numa segunda fase, deu-se o início da concretização da MedicalStuff, Lda., que passou
por pesquisas, análises de dados, preenchimentos de documentos, entre outras
atividades que serão referidas ao longo do trabalho.

22
Celine

Atrás

Saúde

23
Jéssica/Celine/Tiago/Cátia

Atrás

CARACTERIZAÇÃO DO SETOR

A nossa empresa, MedicalStuff, está implementada no setor terciário.

Ramo da economia que corresponde às atividades de comércio de bens e à
prestação de serviços.

Assim, vamos:
Ser responsáveis por fornecer produtos e serviços ao mercado.
Atuar na área de comércio e de vendas,
Ser uma empresa heterogênea, pois incluímos a venda de diversos produtos.

24
Jéssica

Atrás

EVOLUÇÃO DOS HOSPITAIS

O nome Hospital vem do latim “hospes”, que significa “convidado”. Daí deriva “hospitalis” (hospitaleiro) e
“hospitium”, uma casa de hóspedes ou quarto de hóspedes. Originalmente, o termo hospital significava um
lugar onde estrangeiros ou visitantes eram recebidos e, no decorrer do tempo, o uso desse termo ficou
restrito a instituições destinadas ao cuidado dos doentes.

25
Celine e Jéssica

Atrás

A criação dos hospitais foi estimulada principalmente pelo aperfeiçoamento do
ensino da Medicina e pela evolução das obras sanitárias.
Um dos primeiros hospitais, de que se tem registo, foi fundado no sul da Ásia, no
ano 431 a.C.
No continente europeu, em fins do século XVIII e princípio do XIX,
como consequência da Revolução Industrial inglesa,
impulsionada a partir de 1750, crescia uma nova e poderosa classe
social, a burguesia, incutida de novas aspirações nas esferas
socioeconómica e moral. Foram implementadas, então, medidas
mais eficazes no campo da higiene e da saúde pública.

26
Celine e Jéssica

Atrás

Já na Europa, a introdução dos hospitais deve-se aos romanos, que, por volta de
100 a.C. ergueram locais, chamados valetudinaria, para cuidar dos soldados feridos
em batalha.
Mas foi só a partir do século IV, com o crescimento do cristianismo, que os hospitais se
expandiram. Comandados por sacerdotes e religiosos, os monastérios passaram a
servir de refúgio para viajantes e doentes pobres. Esses lugares possuíam
um infirmitorium, onde os pacientes eram tratados, uma farmácia e um jardim com
plantas medicinais.
Foram eles que se tornaram modelo para os hospitais modernos.
Na Idade Média, as ordens religiosas continuaram a liderar a criação de hospitais,
calcula-se que só os beneditinos abriram mais de 2000 hospitais.

27

Celine e Jéssica

Atrás

A Organização Mundial da Saúde (OMS) A Saúde é um setor proeminente e em rápido de
define a saúde como sendo o estado de senvolvimento em Portugal, tendo registado uma
completo bem-estar físico, mental e evolução notável ao longo das últimas duas
social, ou seja, o conceito de saúde décadas.
ultrapassa a ausência de doenças e
afeções.

28

Cátia

Atrás

CRIAÇÃO DO SISTEMA NACIONAL DE SAÚDE

Celebrou-se, em 2014, o 35.º aniversário do Serviço Nacional de Saúde (SNS). Pela Lei n.º 56/79, de 15
de setembro, foi instituída uma rede de instituições e serviços prestadores de cuidados globais de saúde
a toda a população, financiada através de impostos, em que o Estado salvaguarda o direito à proteção
da saúde.

A organização dos serviços de saúde sofreu, ao longo dos tempos, a influência de conceitos políticos,
económicos, sociais e religiosos de cada época e foi-se concretizando para dar resposta aos problemas
de saúde então identificados, mas também para “conservar” – isto é, promover – a saúde dos povos,
na expressão utilizada por Pedro Hispano e Ribeiro Sanches

Nos séculos XIX e XX, até à criação do SNS, a assistência médica competia às famílias, a instituições
privadas e aos serviços médico-sociais da Previdência.

29

Cátia

Atrás

Considera-se Material Médico Hospitalar todos os produtos empregados como coadjuvantes de tratame
nto de pacientes, que se caracterizam por serem destituídos de ação farmacológica.
Os Materiais Médicos Hospitalares hoje denominados DISPOSITIVOS MÉDICOS são regulamentados
por legislação 93/42/CEE, transposta para a lei nacional pelo Decreto-Lei n.º 145/2009, de 17 de
junho.
A restante legislação atualmente em vigor, referente aos Dispositivos Médicos encontra-se no Anexo 1.

30
Celine

Atrás

DISPOSITIVO MÉDICO:

Qualquer instrumento, aparelho, equipamento, software, material ou artigo utilizado isoladamente ou em combinação,
incluindo o software destinado pelo seu fabricante a ser utilizado especificamente para fins de diagnóstico ou
terapêuticos e que seja necessário para o bom funcionamento do dispositivo médico, cujo principal efeito pretendido no
corpo humano não seja alcançado por meios farmacológicos, imunológicos ou metabólicos para fins de:

Diagnóstico, prevenção, monitorização, tratamento ou atenuação de uma doença;

Diagnóstico, monitorização, tratamento ou atenuação ou compensação de uma lesão ou deficiência;

Investigação, substituição ou modificação da anatomia ou de um processo fisiológico; 31
Controlo da conceção Celine

Atrás

DISPOSITIVO MÉDICO: 32
Os dispositivos médicos são objeto de crescente atenção Celine
de entidades internacionais, como a Organização Mundial
de Saúde e a Comissão Europeia, sendo disto reflexo os
múltiplos diplomas regulamentares já publicados, que têm
por fim garantir a qualidade e desempenho dos dispositivos
e a segurança dos seus utilizadores.

Atrás

Um dispositivo médico define-se como qualquer instrumento, aparelho, equipamento, material ou artigo
destinado a ser usado no corpo humano cujo principal efeito pretendido não seja alcançado por meios
farmacológicos, imunológicos ou metabólicos para fins de:

Diagnóstico, prevenção, monitorização, tratamento ou atenuação de uma doença;

Diagnóstico, monitorização, tratamento ou atenuação ou compensação de uma
lesão ou deficiência;

Investigação, substituição ou modificação da anatomia ou de um processo
fisiológico;

Controlo da conceção. 33
Celine
Atrás

Os dispositivos médicos são objeto de crescente atenção de entidades internacionais, como
a Organização Mundial de Saúde e a Comissão Europeia, sendo disto reflexo os múltiplos
diplomas regulamentares já publicados, que têm por fim último garantir a qualidade e
desempenho dos dispositivos e a segurança dos seus utilizadores.

34
Celine

Atrás

Aquisição e utilização de dispositivos médicos:

Quem utiliza dispositivos médicos deve preocupar-se em adquirir e utilizar dispositivos que
apresentem a marcação CE, como prova da sua conformidade com os requisitos essenciais. Deve
verificar se a rotulagem e o folheto informativo se encontra redigido na língua Portuguesa e se o
dispositivo, sua finalidade e o seu fabricante estão devidamente identificados. Deverá assegurar que
utiliza o dispositivo para o fim previsto e de acordo com as instruções de utilização. O utilizador tem
igualmente um papel essencial na supervisão do mercado participando todas as situações anómalas
detetadas com estes dispositivos junto das autoridades competentes que, no caso dos dispositivos
médicos e em Portugal, é o Infarmed.

35

Celine

Atrás

Os produtos médico-hospitalares podem ser classificados em: 36
Celine
Não Crítico
Semicrítico

Críticos

Atrás

Os produtos médico-hospitalares podem ser classificados em:

Não Crítico São os produtos que se destinam ao contacto externo do utente interagindo
Semicrítico com a sua pele. Apenas requerem uma limpeza ou desinfeção de baixo ou
médio nível de acordo com o uso a que se destinam ou com o último uso
Críticos realizado.

Atrás Exemplos: Os termómetros, botões de equipamentos acionados pelo
profissional, marquesas para procedimentos, entre outros.

37

Celine

Os produtos médico-hospitalares podem ser classificados em:

Não Crítico São todos aqueles que se destinam ao contacto com a pele não íntegra do
Semicrítico utente ou com mucosas íntegras. Estes necessitam de desinfeção de alto
nível, ou esterilização (quando tal for possível) para que seja garantida a sua
Críticos qualidade e múltiplo uso.

Atrás São exemplos destes produtos as ponteiras dos autoscópios, ambus,
nebulizadores, entre outros

38

Celine

Os produtos médico-hospitalares podem ser classificados em:

Não Crítico São aqueles destinados à penetração da pele mucosas adjacentes, nos
Semicrítico tecidos e no sistema vascular. Estes produtos têm um contacto direto com o
sangue e outros fluídos contaminantes. Para que satisfaçam os objetivos
Críticos pretendidos por estes produtos é necessário que sejam previamente
esterilizados.
Atrás
São exemplos os instrumentos cirúrgicos, seringas e agulhas, espéculos
ginecológicos, entre outros.

39

Celine

Os produtos médicos podem ainda ser inseridos em dois grandes grupos de acordo com a
possibilidade ou não de serem reutilizados:

Materiais de uso único Os materiais reutilizáveis

Os produtos médicos de uso-único definem-se como Os produtos reutilizáveis são definidos como
qualquer produto, odontológico e laboratorial,
utilizado para prevenção, diagnóstico, terapia, qualquer produto médico, odontológico e laboratorial
reabilitação ou anticoncepção que apenas podem
ser usados uma vez. cujo destino é ser utilizado na prevenção,

Atrás diagnóstico, terapia, reabilitação ou anticoncepção,

que pode ser reprocessado de acordo com um 40

protocolo validado Celine

41

Jéssica/Celine/Tiago/Cátia

Atrás

CRIAÇÃO DA EMPRESA

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Jéssica/Celine/Tiago/Cátia

Atrás

FUNDAMENTAÇÃO DA IDEIA

Escolhemos criar uma empresa com o propósito de vender dispositivos médicos, aparelho
s e produtos hospitalares de altíssima qualidade e vanguarda tecnológica, oferecendo
assistência técnica e aluguer de determinado tipo de equipamentos, em regime de
Home Care, num conceito de Smart Cost.
Este é um tipo de negócio em franco desenvolvimento, face ao crescente número de
consultórios, clínicas, laboratórios e ampliação de hospitais que se verifica atualmente.

43
Celine

Atrás

FUNDAMENTAÇÃO DA IDEIA (CONT.)

Pretendemos criar um produto inovador/produto âncora que será um medidor de glicemia
que se use na orelha e que facilite o controlo da quantidade de glicose no sangue,
anulando a necessidade de andar com lancetas para picar nos dedos e a respetiva máquina
para medir, dado um elemento do grupo ser insulinodependente.

44
Celine

Atrás

FUNDAMENTAÇÃO DA IDEIA (CONT.)

Queremos possuir um negócio de referência na área da saúde, através de um portfólio de
produtos com qualidade, representando marcas de renome (criar parceria com a
Hcaresol - Indústria de Equipamentos de Saúde, Lda, empresa sedeada no Eco Parque
Empresarial de Estarreja) e oferecer serviços com características e propostas únicas.

45
Celine

Atrás

FUNDAMENTAÇÃO DA IDEIA (CONT.)

Com este projeto queremos capacitar e prosseguir o cumprimento do 3.º Objetivo do
desenvolvimento sustentável da ONU, “Assegurar uma vida saudável e promover o bem
estar para todos em todas as idades ”.

46
Celine

Atrás

FICHA IDENTIFICATIVA DA EMPRESA

47

Atrás

NATUREZA JURÍDICA

Sociedade Por Quotas

Sócios Sócios-Gerentes

Jéssica Celine Tiago Cátia

A responsabilidade pelo pagamento das obrigações da empresa é limitada à 48
participação dos sócios. Com a criação desta sociedade estabelece-se uma Celine
nova entidade jurídica, diferente dos seus sócios, que fica sujeita a direitos e
deveres, sendo o património da sociedade a responder perante os credores
pelas dívidas da mesma.

Atrás

CAPITAL SOCIAL

O capital social, integralmente realizado em numerário e já depositado, é
de sessenta mil euros, representado pelas seguintes quotas:

Uma quota com o valor nominal Cátia Sofia
de quinze mil euros

Uma quota com o valor nominal Celine Cruz
de quinze mil euros

Uma quota com o valor nominal Jéssica Andreína
de quinze mil euros

Uma quota com o valor nominal Tiago Lavoura
de quinze mil euros
49
Atrás Celine

CAE (CÓDIGO DE ATIVIDADE ECONÓMICA)

DIVISÃO 47

GRUPO 477

CLASSE 4778

SUBCLASSE 47784

DESIGNAÇÃO: Comércio a retalho de outros
produtos novos, em estabelecimentos
especializados, n.e.

50

Celine

Atrás


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