& R A N C E S C O 4RABATTONI! P P U N T I ! P # # O N V E R S A Z I O N E + + ) % . .
nella voce o nei suoni, leggera, mentre si muoparte, forse sono già dooppure potrebbero torimprovvisa, qualunquedel sostantivo, dello sqIRCONDARLA FIN GGERLA AL LIMITE E SI AVVENTURASSE LETTARARI E dio non era né il Fulvio né la splesovrappiù il parziale. fra la di lei ossatura e l’amore dico motore di apprendimenti - nemmenigeno o rinfrescarle per smagrirle dore o vasche in cui ci si dimentica
Clelia f i n est r a Betzi Fiuggi Fuggi lettrice bagno c o r r i d o i o camera letto Adele Pengi Wang traduttore traduttrice Blasetti Jackie scrittoio
Eppure ha l’aria di un trombettista. Uno del Jazz. Di quelli su cui ci puoi scrivere, scriverci sopra, marcare, anche ai margini, minute, descrizioni e note, veri e propri corredi, frasi aperte, che indugiano e creano fughe, inventano territori, aree, lande, varchi, passaggi nella foresta, in apparenza. Alcuni fra questi creano dialoghi. Nessuna scorciatoia. Il Trombettista è disteso ai limiti del letto a ridosso della testata. Sotto il braccio tiene un cuscino, la testa sorretta da una mano e osserva. Sembra un’odalisca, la Maja del dipinto. Sente di far parte del dialogo che sta per avvenire; mentre guarda gli altri seduti attorno a lui, in questa camera dallo stile indefinibile, è consapevole di non essere lì per caso. Ha risposto a un invito. L’invito a un possibile dialogo. Per ora sono in otto, ognuno ha scelto il proprio posto in camera, nessun segno prestabilito, solo un’ipotesi per il loro incontro, l’invenzione del corpo. Alcuni sono convinti che si parlerà dell’invenzione di un corpo particolare, il corpo di Spinoza. 3UPPONI CHE UNA QUALSIASI PAROLA OGNI PAROLA POSSA ESSERE ANZI RESTI CORDA TESA E CHE UN NONNULLA UNA QUALSIASI VARIAZIONE NELLA DENSITç DELLvARIA POSSA FARLA VIBRARE E PER CHI ASCOLTA PER CHI PENSA DIVENTI IMMEDIATAMENTE UNvALTRA COSA IMPRECISA INAFFERRABILE N QUESTO N QUELLO LvESATTO OPPOSTO DI CI CHE ERA DI CI CHE OGNI PAROLA SI PROPONE DvESSERE UN MODO CHIARO E INCONFUTABILE DI METTERE IN LUCE DI DIRE DI SPIEGARE E ORA INVECE QUESTvALTRA COSA QUESTO INDEFINITO CHE FA QUASI SFOGGIO DI S QUESTO INDEFINIBILE CHE PRODUCE QUALCOSvALTRO PER VIBRAZIONE E MUTA NEL SUO OPPOSTO -A A GUARDARE MEGLIO NON HA FATTO ALTRO CHE DAR SEGUITO ALLA SUA STESSA NATURA CONTINUANDO A VIBRARE NON HA FATTO CHE ESTENDERE NEL TEMPO IL SUO PUNTO DvINIZIO LA SUA RECITAZIONE LA SUA ORIGINARIA EMISSIONE LA SUA VOCAZIONE a n c h e s e è p i e n a m a t t i n a e l e s c a l e t t e s d r u c i t e c h e s a l g o c e r c a n o d i c o n f o n d e r m i , f e r m e , b i a n c h e , c o n s i s t e m i a n t i s c i v o l o , e i l g i n o c c h i o r i s p o n d e t i r a n d o a s é l a c o s c i a c o n i p e l i d i r a d a t i d i u n a p e l l e q u a l s i a s i , l e f a c c e n d e c h e n o n s i l e g a n o e s i a r r i c c i a n o e l a r o b a c c i a d a v a n t i a l p r e s i d e , l e t e n d i n e a b b a s s a t e e i b r e v i t a g l i d i l u c e o n d e g g i a n t i , “ t i v e n issi i n m e n t e a l m e n o u n a v o l t a ! ” f o r s e a l m e n o c o s ì l a p r e s a s u l s e c o n d o p i o l o s i g i l l e r e b b e d ’ u n p i ù , f o s s e i n v e c e l a s c a l e t t a c h e p o r t a a l t r a m p o l i n o 8 0 x 2 6 0 c m i n p i s c i n a , n e l d e p l i a n t “ V i l l a g g i o A t m o s f e r i c o ” , i c o r r i d o i n o n e r a n o s e g n a l a t i a d e f i n i r e u n p e r c o r s o a l o s a n g h e ( c e r t e p i c c o l e f o t o d i c i ò c h e è s t a t a l a n o s t r a i l l u s i o n e a r t i s t i c a ) .
% MENTRE RESTA E CONTINUA AD ESSERE CI CHE ERA CI CHE STATA CONTINUA A MUOVERSI A CAMBIARE OSCILLA VIBRA CURVA &ORSE NESSUNA PAROLA PU EVITARE DvESSERE UNA CORDA TESA IL SUO ALTRO RESTANDO NELLA SUA SPARIZIONE 4I HO VISTA ALLEGGERIRE IL TEMPO SFIGUARARE LvANSIA ALLA RICERCA DI UN PARCHEGGIO DI UNA TRAIETTORIA UTILE PER GOVERNARE LA STRADA SONO SEDUTO AL TUO FIANCO E RITORNIAMO SULLO STESSO PERCORSO UNA DUE TRE VOLTE E SIAMO ANCORA IN !USTRIA E VOGLIAMO FARE SOLO COLAZIONE E ANCHE SE SEI ACCONDISCENDENTE MENTRE PERDO LA PAZIENZA SOLO ORA SO CHE SEI E RESTERAI LONTANISSIMA INAVVICINABILE E NON SARç MAI PIÓ POSSIBILE PRENDERTI ESSERTI VICINO S e i d o n n e v i e t n a m i t e s i s t r o f i n a n o s u u n a s t r u t t u r a i n l e g n o r e c u p e r a t a d a l s e t d i B u f f a l o B i l l e g l i I n d i a n i ( B u f f a l o B i l l a n d t h e I n d i a n s , o r S i t t i n g B u l l ' s H i s t o r y L e s s o n ) , d i r e t t o d a R o b e r t A l t m a n n n e l 1 9 7 6 e i n t e r p r e t a t o , f r a g l i a l t r i , d a P a u l N e w m a n e B u r t L a n c a s t e r. L a s t r u t t u r a è s t a t a r i c o m p o s t a a l l a m e g l i o e n o n s e m p r e è s t a t a r i s p e t t a t o l ’ a s p e t t o o r i g i n a r i o e l e d o n n e , d u r a n t e l ’ e s e c u z i o n e , r i p e t o n o c o n i n s i s t e n z a “ S t r a n o p a r a d o s s o i m m a g i n a r e c o r p i i n d i f f e r e n t i a l l a f o r m a . ” f i n o a f o r m a r e u n a n e n i a . K o d a k f u p e r l ’ i m m a g i n e q u e l c h e L u t e r o f u p e r l a l e t t e r a . R é g i s D e b r a y, V i t a e m o r t e d e l l ’ i m m a g i n e . Jackie il trombettista ha una sua linea, una linearità vulnerabile. Come ognuno di noi anche Jackie non sa tutto quanto si è detto e immaginato sul corpo. Ma Jackie ha un’attesa privilegiata, in ogni rigagnolo di corpo, di corpo storico ritrova un fattore fiato e a volte è soffio che viene fuori da una cornetta. Se il corpo ha a che fare con questo tempo e se questo tempo si lega al suono, (se corpo e suono fanno crepa, e fenditura, assieme, ma non so se fendono il tempo o le tue attese, in camera o alla ricerca di un bar nella via del centro, così affollata, niente fa supporre che in qualsiasi momento quel suono e quel corpo facciano fenditura, nemmeno qui, che è quasi sera). Eppure sono convinto che Jackie, così come Jack Lemmonn nei suoi momenti migliori, sia un po’ come Artaud, un Artaud che vuole avvicinarsi a Eldorado, e fa di tutto per assomigliare all’uomo d’oro. Raccontami delle piante, dice, del sorgo e delle paludi, che abbracciano, che investono l’uomo d’oro, da quante linee è attraversato? quante fughe e terre senza fine tiene sotto di sé, terre di confine e smarrimento.
U n ’ i p o t e s i o r m a i d i m e n t i c a t a d i s e g n a v a l a f o r m a d e l t e m p o o r g a n i z z a t a a s t r a t i , p e l l i c o l e s o v r a p p o s t e c o m e n e l l a c i p o l l a . Wa t h è c o n v i n t o c h e c e r t e p a r t i d e l t e m p o , - p e r l u i è s e m p r e s c o m p o n i b i l e i n p a r t i , e d i v o l t a i n v o l t a i n m o d o d i v e r s o - p o s s a n o a v e r p e r s o l a l o r o e s t r a n e i t à a l l a f o r m a . o g n i c o s a f r a s t a g l i a t a D e l t e m p o , s u l d i a r i o e s u l d o r s o l i s c i o p o t r e b b e r o a p p a r i r e m i c r o - f r a t t u r e , f e n d i t u r e c h e s e m b r a n o n r a p p r e s e n t i n o u n p r o b l e m a m a a l c o n t r a r i o p e r t u g i p e r p o t e r p a s s a r e d a u n s t r a t o a l l ’ a l t r o . R i m a t a a l p e r t u g i o e a l l ’ o s t a c o l o V i e n i f a n t a s m a , v i e n i .
D u e d o n n e , c h e d a q u i , s e m b r a n o d i o r i g i n e a s i a t i c a , d i s t a n t i d i u n p a i o d i m e t r i s o n o r e c l i n a t e u n a v e r s o l ’ a l t r a , c o n l a s c h i e n a i n l i n e a , l e b r a c c i a t e s e i n a v a n t i , l e d i t a d e l l e m a n i d e l l e d u e d o n n e q u a s i s i t o c c a n o e t u t t o c i ò d i s e g n a i l p r o f i l o d i u n b a s s o p o r t a l e , u n p a s s a g g i o , u n a s o g l i a . I n f a t t i u n a s o r t a d i p r o i e t t i l e d o n n a t a n t o v a r i o p i n t o q u a n t o v e l o c e p a s s a a t t r a v e r s o q u e s t a s o g l i a f e m m i n i l e . I l b o l i d e n o n a r r i v a a l l a f i n e d e l l a s t a n z a , g i r a s u s e s t e s s a e r i p e t e a r i t r o s o i l v e l o c e p a s s a g g i o . A n d a t a e r i t o r n o , s e n z a s o s t a . P o c o d i s t a n t e , u n r a g a z z o k e n i o t a r i c o p e r t o d ’ o r o e d i l i l l a è d i s t e s o s o p r a u n d i s c o d i v e t r o r o t a n t e a p o c h i d e c i m e t r i d a l s u o l o , l a r o t a z i o n e e l a r i f l e s s i o n e d e l l a l u c e s u l l a s u a p e l l e i n d o r a n o l ’ a m b i e n t e .
È u n a s t r u t t u r a i n l e g n o d i m o g a n o , l u c i d o . P e r l a s u a s e m p l i c i t à p o t r e b b e r i c o r d a r e i l d e s i g n d e g l i a n n i ‘ 7 0 . D u e l u n g h e l a s t r e c o r r o n o p a r a l l e l e d i s t a n t i c i r c a u n m e t r o , c u r v a n d o s i l e g g e r m e n t e m a n m a n o c h e s i e s t e n d o n o n e l l ’ a m b i e n t e . L e l a s t r e s o n o c o l l e g a t e d a s e m p l i c i b a c c h e t t e i n m e t a l l o b i a n c o a i n t e r v a l l i r e g o l a r i d i d u e m e t r i . Blasetti è un uomo sui trentacinque, forse qualcosa in più. Nella nostra scena è seduto ai piedi del letto. Sulla sinistra. Sembra faccia di tutto per tenersi composto, schiena dritta, da pianista, non gesticola, sembra assente. Forse vuole dare un nuovo volto alle sue cose ma non sono sicuro che sia qui per questo. È stato invitato, come altri, ma solo lui pensa all’ultimo uomo. E ci pensa da molto tempo. Le chiama “le sequenze” o “giorni” a volte anche “i dettagli della giornata”, piccoli eventi politici che cerca di guardare con distacco. Però non ha più nulla da perdere e da mettere in gioco. Anche se è stato solo invitato è forse per lui che sono qui, o meglio forse riesco a capire qualcosa di più grazie a lui. Eppure è uno di quelli che non si notano, vago, trasparente, un nulla che fosse, pari a una serva che pensa FORSE LA DERIVA DA QUI NON VISIBILE IL PEZZO DI TERRA QUI DI FRONTE PER I SUOI CORPUSCOLI DI VENTO E SABBIA CONTINUA A RIGIRARE A FORZA I MIEI RITORNELLI
U n d o p p i o a m b i e n t e , u n t r a t t o d i c a v e r n a e u n c o r r i d o i o c o n u n ’ i s t a l l a z i o n e v i d e o . S e m b r a n o m o l t o d i v e r s i n o n s o l o p e r c o n f i g u r a z i o n e o p e r l ’ o r i g i n e m a a n c h e p e r c h é f r a i d u e c ’ è u n n e s s o , u n r a c c o r d o e s i s a q u a n t o i m o m e n t i d i u n i o n e m e t t a n o i n e v i d e n z a l e d i f f e r e n z e . I l m o m e n t o d i r a c c o r d o è u n a c o l o n n a i n p r i m o p i a n o f r a l a c a v e r n a e i l c o r r i d o i o , e a f i a n c o u n g r u p p o d i a d o l e s c e n t i c h e s i d i v e r t o n o . Q u i n d i n u l l a d i p a r t i c o l a r e . I n u n f i l m d e l 2 0 1 0 q u a t t r o r a g a z z i , s o l o p e r d i v e r t i r s i , s i c h i u d o n o i n u n v e c c h i o b u n k e r n e l l a f o r e s t a e v i v o n o m o m e n t i t e r r i b i l i . F r a q u e s t o f i l m e i d u e a m b i e n t i , i l t e m p o f a l a s u a p a r t e , r a c c o g l i e e f r a m m e n t a . -IA DOLCE PICCOLO DESISTERE IN PRIMIS SE LA BOCCA A TESSERE LvOCCHIELLO PUOI DIRMI QUANDO LvHAI MESSA PIGIAMINO CRISTALLINO E IL FARE E LA SCORTA UNA SORTA DI AMICIZIA 1UELLA SORTA DI MANTICE UNA SORTA DI MATRICE (AI VISTO QUANTI sE 0AM 0AMt E &ILIPPO CHE PREME E SPREME SUCCHIA A GARGANELLA s 5N BUON ORIZZONTE NELLA SUA PASTA NELLA SUA AGGRAZIATA FAMIGLIA SFUGGENTE STRUGGENTE % NON ESSENDO UN FILM NON
Ve d o a n c o r a G a e t a n o f a r e d a t r a m i t e e a n c e l l a f r a c a v e r n a e m e r i g g i o . È a n c o r a c o s ì t u t t o i n p r i m o p i a n o , t u t t o c o s ì v i s i b i l e , s e n z a f u g h e o s m a r r i m e n t i , s e n z a u n t e m p o d i v e r s o c h e s p o s t i t u t t i g l i e l e m e n t i s u u n a l t r o p i a n o . I l d i s c o r s e t t o s e m p l i c e , a c a l z a m a g l i a t e l o v o r r e i f a r e a l l ’ i m b r u n i r e , f u o r i c a v e r n a p e r l e o s c i l l a z i o n i d i t u t t e l e c o s e v i s i b i l i s u l l e q u a l i h a i s e m p r e f a t t o a f f i d a m e n t o , q u e l l e c h e e n t r a n o e d e s c o n o i n c o n t i n u a z i o n e d a l n u l l a .
)L DICIOTTO DELLO SCORSO MESE MI PRESE A GUANTARE LA SORTE CHE NON FOSSIMO CHE BELLEZZE DI DIRUPO IN DIRUPO LA SOVERCHIA E LvONDATA FAMILIARE TI RASSOMIGLIA SMETTE DI CALCARE SOLO A SERA VENTO PIÓ VENTO MENO COME RISACCA A CUSTODIRE SELVAGGINE E SALSEDINE RECITAVA LvAPPENNINO Avevamo due famiglie. - Onestamente?! non parliamone! anche perché, non saprei di che parlare. Che l’Ancelloso non si apostrofa per nulla né con il delitto né con la peste forse già si sapeva. Avesse almeno messo una stanberga con quattro ossa in piedi, fuori dai motori e dai fumi, lui che veniva giù dalla famiglia delle famiglie, nemmeno fosse il Nazareno. Era di quelle parti assolate e piene di colline, all’altra parte del mondo, piene di leggende e buoni intendimenti, sghiribizzi, che la cosa più semplice diventa un arcobaleno di confessioni e ritorni, che spigne e spigne, tutta la veste cede e ti appare la bellezza della Venere, di riflesso che smanta e favilla dal rosa al rosa per ogni santa libagione, che manco ti salva la saliva che viene. Il Canzimilia d’Ancella era venuto giusto per la cosa in questione. Era stato invitato dal Prina, non proprio l’attore della cosa ma nemmeno l’ultimo degli sminchi. - Ma sai che non si capisce! - - E di grazia non me lo spiegare per la dodicesima! -
- Nemmeno tutto il pallottolare del mondo mi darebbe un ventaglio della faccenda. - Ma in fondo è per questo che vengo, corridoio o non corridoio. - Non c’è nessun corridoio! al massimo un ingresso, lì puoi fare due chiacchiere ma la cosa poi monta in camera, proprio sul letto. Il Canzimiglia è l’attor giovane, quello che fa qualsiasi parte, e male, per una manciata de sghèi e un rosolio di applausi. È il riempibuco, perché proprio di questo si trattava, la vedova, la
B e t z i B l a s e t t i B i H i t C l e l i a P e n g i W a n g J a c k i e F i u g g i fiabesca richiesta, la prima, la desiderata (non che tutto fosse inanellato, per lei, in lei, nemmeno fosse uno scisma metafisico) s’era rifiutata, lei dalle diafane cosce larghe, proprio perché s’era vedovata - che anche il Feltri diceva che proprio all’inizio una scomparsa è più che necessaria ma questa non divertiva ai piani ben riposti del Fuggi.
$ŚXQWL ( d a l c o r p o S p i n o z a ) Come ci si diventa Grafia, graffio-derivante, uno stile, una superficie a formula, spaesata, spaesante, variegata e che necessità c’é, ma d’altra parte, anche di restare qui, semi-immobile, micro-combinato con ambiente e anomalie pressoché inutili, superflue, figurali. Fabrizio passa in corridoio, c’è una certa luce, sa esattamente dove andare e cosa l’aspetta, sa anche quale sarà la grafia che utilizzerà questa mattina, preso nel coro degli allievi, voltato di spalle sarà una cosa sola con quella scrittura. è il modo più semplice di delimitare territori, attraverso le grafie, La logografia, la dossografia, la mitografia la storiografa Tutto quella discendenza grafica, di segni.
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VO EJBEFNBVO TJHNB OFM QVOUP QJá TJHOJGJDBUJWP EFM 5SBUUBUP & RVJOEJ MBQQBSJ[JPOF NBODBOUF TJ QSFQBSBWB B NFUUFSTJ QSPQSJP BM GJBODP EFMMB GBDDFOEB RVFMMB DIF FSB TUBUB QFOTBUB EBM 'VHHJ F BODIF TF Ò VO NPEP QBSUJDPMBSF EJ EJSF EFM OPOBODPSBBDDBEVUP UBOUP TUB DIF OPO DÒ GBUUP DIF TJ SJTQFUUJ DIF OPO QPSUJ DPO TÏ BMNFOP VOB TDPNQBSTB VOB NBODBO[B DESCRIZIONE: Nel linguaggio filosofico, termine introdotto dagli Stoici per indicare, in contrapposizione alla ‘definizione’, un discorso riferito all’individualità della cosa di cui coglierebbe i caratteri accidentali. Nella logica e nella filosofia del linguaggio contemporanee, le d., concepite come termini singolari e quindi, ancora, riferite a un individuo, sono al centro di una disputa intorno al loro rapporto con un altro tipo di termini singolari, i nomi. Per una corrente che si può far risalire a J.S. Mill, secondo cui i nomi non hanno connotazione e solo le d. determinano il loro referente qualitativamente, ossia mediante le proprietà che tale referente ha, il rapporto è di radicale differenza; per un’altra corrente che si richiama a G. Frege, secondo cui i nomi hanno un loro significato e entrambi i termini (nomi e d.) individuano il loro oggetto qualitativamente, il rapporto è invece di sostanziale affinità. B. Russell arriva a considerare i nomi comunemente intesi come delle d. camuffate. S. Kripke e H. Putnam, infine, separano i nomi dalle d. in base al loro differente meccanismo referenziale, che è causale nel primo caso e qualitativo nel secondo.
A B C D 07’:12’’ 07’:42’’ Lettura (in lingua Cinese) Secondo la leggenda, la sua particolare forma ad orecchio d'asino fece coniare al pittore Caravaggio, recatosi nella città aretusea nel 1608 in compagnia dello storico siracusano Vincenzo Mirabella, l'espressione Orecchio di Dionisio. Secondo la tradizione infatti il tiranno Dionisio fece scavare la grotta dove rinchiudeva i prigionieri e, appostandosi all'interno di una cavità superiore, ascoltava i loro discorsi. Grazie alla sua forma, l'Orecchio di Dionisio possiede caratteristiche acustiche tali da amplificare i suoni fino a 16 volte. Secondo le ricostruzioni di Eliano, Dionisio avrebbe rinchiuso il poeta Filosseno, con la colpa di non apprezzare le opere letterarie del tiranno, in questo luogo o nella vicina "Grotta dei cordari". Eliano afferma infatti che il poeta era stato rinchiuso: "nella grotta più bella delle Latomie, dove aveva composto il suo capolavoro, il Ciclope: grotta che in seguito aveva preso il suo nome". Gipsi il forsellanime si teneva in bilico solo grazie a venti e rimproveri, scaturiva dai gesti un’adorazione tutta sua per il rimpianto e la diga degli eventi. Adele, la corista, si confonde, riesce a sentire le faccende del tempo come cose d’avventura, romanzi, racconti, cose inventate insomma, come il mattino che si compone come le parti di una foresta, mentre l’attraversi, e sei all’erta o abbracci un tronco, mentre segui il diradarsi e il riunirsi degli odori e non si vede più nulla, dove ogni rumore è una soglia. Riesce a cambiare pelle in base a vertigini o frammenti di suoni che arrivano dal tempo. Si scaglia e si ferma, lui il mattino, in blocco o frantumato, quel pezzo, quel corpo intero di tempo che non è più qualcosa che passa, e per Adele forse non lo è mai stato. È un ambiente, con quella forma, quel particolare sapore, sa d’arancio, spinoso, vellutato, nebbioso, di una consistenza del tutto particolare, perché tempo e Adele ci sta distesa o rannicchiata proprio come fosse un corpo. , , , ,
- - 4RAIETTORIA DELLA MODELLA Voce fuori campo che la monetina nun la smetteva de stornellà e ruzzolà su er fianco. Plajata in una scommessa che mai ci sarebbe stata - faceva da capo, da vigilante e da perno a tutta l’onda immaginifica della giornata - tutto si inarcava attorno a quel tiepido, insignificante ciondolio. Che nemmeno sai quanto c’’a messo ad arrivare lì, quella scommessa che resterà sospesa - ed è tutta lì, in quel parcheggio sulla sospensione, che si giocano tre o quattro destini di breve mietitura - sì, perché non ci vuole molto a scardinare i giochi, a vedere che malgrado il pandemonio delle preparazioni tutto si sfuma in un banale incidente. 0ER PERMETTERE ALLA MODELLA IL MOVIMENTO MOSTRATIVO IL LETTO VIENE SPOSTATO VERSO LA PARETE NORD DELLA CAMERA .ON SONO ANCORA STATE SCELTE LE PERSONE CHE SPOSTANO IL LETTO Si sa, Jackie è sempre almeno due istanti assieme, due corpi in uno, quasi sempre divergenti, quasi sempre convergenti. Malleabile e puntiglioso, intrecciati, non esattamente come due rami o amanti ma più come due a cena che scelgono il menù, lo inventano e scrivono. Jackie esagera e minimizza, in un colpo solo, filmico e narrativo assieme, in mirata dispersione. 11’:12’’ ffffff ffffff ffffff ffffff LETTO SCRITTOIO FINESTRA CORRIDOIO -
- ) FRAMMENTI DELLA PICCOLA CAVERNA VENGONO SOSTITUITI CON RILIEVI CENTO PER CENTO CENTIMETRI DELLA VIA #AVOUR A 2OMA ,A MODELLA CHE MOSTRA I RILIEVI DI VIA #AVOUR LA STESSA CHE HA MOSTRATO I RILIEVI DELLA PICCOLA CAVERNA IL LETTO VIENE RIPORTATO NEL PUNTO IN CUI ERA ALLvINIZIO DELLA PRESENTAZIONE E IL PERCORSO DELLA MODELLA CAMBIA – Non ti si chiederà certo di amare incondizionatamente l’inudibile, so bene quanto ti sono a noia gli altri. o L’amore incondizionato e disinteressato può rivelarsi anche macabro, denso di note sordide... mi affascina l’assonanza di sordido e sordo... comunque niente di puro o purificante. o Se adesso poi non ne fai un manifesto è anche meglio. (Betti è di quelle che insistono e insistendo cantilena e prepara dolcetti, scende in piscina e trova che sia un capolavoro, il suo tuffo o quello che ne rimane, nemmeno fosse Arthur che attraversa il deserto e in fondo non è che la mansarda, sì magari ristrutturata a uso e consumo della giovane progenie ma è un disco e Betti è tanto noiosa ed è anche per questo che non le si resiste). o Devi sempre fare gran sfoggio delle tue gravità, eh?! una gravità implosa, self-centered, così estranea all’inudibile. o Pensa se anche l’inudibile fosse gravitazionale, curioso un senza corpo che esprime o subisce gravità, forse non è una prerogativa della materia. o Comunque non certo nella forma di un sistema. Betzi Betzi Betzi Betzi Jackie Jackie 14’:42’’ ffffff ffffff ffffff BAGNO LETTO SCRITTOIOFINESTRA - CORRIDOIO
.EL CORSO DELLvESPOSIZIONE LA CAMERA SEMBRA CAMBIARE DIMENSIONE DIVENTA PROGRESSIVAMENTE PIÓ GRANDE E PIÓ PICCOLA MA SOLO LUNGO LE COORDINATE NORDSUD ,E PARETI EST E OVEST RESTANO ALLA STESSA DISTANZA MENTRE LE PARETI SUD E NORD SI ALLONTANANO E SI AVVICINANO 0ER COMPENSARE LvALLONTANAMENTO DELLA PARETE SUD DALLA PARETE NORD VENGONO AGGIUNTE SUPERFICI DI X CM ALLA DESTRA DELLvINGRESSO SULLA PARETE OVEST E A SINISTRA TENENDO A RIFERIMENTO LvIGRESSO DALLA PORTA PRESENTE SULLA PARETE OVEST DELLA FINESTRA SULLA PARETE EST 0ER ORA NON SI SA CHI SI STA OCCUPANDO DELLvINSTALLAZIONE DEI PANNELLI SUPPLEMENTARI 6IENE APERTO UN NUOVO INGRESSO SULLA PARETE NORD o Riesco solo a immaginare ciò che l’inudibile non è, anche se lo vedete all’origine dell’idea di musica non mi sembra possa essere né una sorgente, un meccanismo o un motore, non mi sembra possa avere a che fare con una determinazione storica, umanesimo o altro... o Anche il rapporto dell’inudibile con il tempo è una questione aperta, il ritmo, il battere, il levare, difficile immaginare come tante figure misurabili possano provenire da qualcosa che per definizione non può esserlo. Sembra si raggrumi in forme e misure rimanendo impalpabile, impercettibile. 21’:22’’ (d) (c) (b) (a) (d) LETTO (c) (b) (a) CORRIDOIO BAGNO SCRITTOIOFINESTRA
In effetti ormai da tempo il Fiuggi non teneva più un ritmo da apprendistato. Uno di quelli che ti aspetti anche se è solo la lettura di un fumetto, magari di quelli ridanciani, un po’ sguaiati, un inizio e una fine con qualcos’altro nel mezzo. – Certo che tutta sta fame d’evento non la vedo proprio (e nel frattempo si scodinzolava fra un po’ di polvere e un revolver). – Tante volte le cose si dicono solo per far piacere al linguaggio. – Una cosa vien su e poi tutti dietro, come in fila per una focaccia ma a spingere senza rispettare le precedenze. – Già! prima al centro c’era la descrizione del film, ai lati la narrazione e annotazioni, adesso invece, consegni un paio di cose qualsiasi al banco dei pegni, una lampada da piccolo tavolo, cose da scrittoio in finto bronzo stile fine novecento e la narrazione converge al centro mentre la descrizione viene messa a lato. Ma non sarà tutto per la vedova? – Ricordi quel che diceva Mastroianni? non ricordo dove! “Tutto sta a pescare la pagina giusta, mentre ci si sente come pesci, acqua sopra e acqua sotto. $ELL{ALTEZZA DI -ICHELE 5N GIORNO ALCUNE DIVINITç SI RIUNIRONO PER DECIDERE QUALE DOVESSE ESSERE LvESATTA STATURA DI -ICHELE !RON FIN DALLE PRIME BATTUTE CHIESE AI PRESENTIp sMA FINO A CHE NON DAREMO FORMA A -ICHELE COME FAREMO A SAPERE COSv IN EFFETTI LA STATURA DI UN UOMOfit ,E DIVINITç RIUNITE SI GUARDARONO CON FARE INTERROGATIVO E TUTTE DICHIARARONO PERPLESSE !RON s-A FINO A CHE NON SI DARç VITA A -ICHELE COME FAREMO A SAPERE COSA SIGNIFICA ESSERE PERPLESSIfi O A RIVOLGERCI SGUARDI INTERROGATIVIfi E QUESTOfi COME POSSIBILE CHE POSSA PENSARE E PRONUNCIARE QUESTE STESSE DOMANDEfi Ho iniziato a comporre questo lavoro con molte melodie, cantando sempre ad alta voce. Ma dopo alcuni giorni il mio lavoro era possibile solo durante la notte. I bambini avevano bisogno del silenzio anche durante il giorno. Così ho iniziato a canticchiare, non ho più cantato a squarciagola, ho iniziato ad ascoltare il mio cranio vibrante, ho smesso di scrivere melodie di fondamenti, mi sono sistemato sul piatto B basso, ho ricominciato e ho scritto Stimmung, provando tutto da solo canticchiando le melodie dei toni. Niente di orientale, niente di filosofico: solo i due bambini, una casetta, il silenzio, la solitudine, la notte, la neve, il ghiaccio: puro miracolo! Stockhausen, lettera a Gregory Rose
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f g o b h T h T k f o a
Polline Sangue Nicola Pisano Liquirizia Zenzero Cenere Mondrian Acque Pollicino e il Vescovo
Sarebbe naturale, da una qualsiasi scrittura, potersi aspettare e ricevere la degna figura di un qualsiasi soggetto affaccendato in una o più imprese. Ora vanno di moda gli strati... Anche qui, conservando una serena consanguineità con il lungo corso scritturale, non facciamo a parte dalla normetta d’apertura. L’intrigato, almeno, di una qualche bufferia, nel parlato o nella postura dei nostri non ci è del tutto sconosciuta, e per un po’ la si è caramente vezzeggiata. Si apre quindi con un niente di fatto, ovvero con un sano e santo attentato agli ingaggi del presago personaggio. Di figura indomita e selvaggia, in linea con ogni serio presupposto letterario. (Che di normine letterarie ne è pieno l’arcipelago...) Allora, non c’era onesta o disonesta partita che il lui non curasse, se non altro per giungere a un dignitoso quanto profetato fallimento. Che si sa che non tutte le cure sono ritagliate per la medesima misura o il naturale, derivato destinatario. Alcune prendono piede non per affrontare il percorso sgembo o accidentato, ma, nel caso del liscio, per inventarsi dei tranelli, ben comunque già previsti nel primo copione. I passaggi di Charles Sanders Peirce nei circuiti del “barocco”
Jackie alla questione non si banbagia e fluttua a cercare una desinenza o un contributo celeste quasi mimando un paio di scene, con tanto di sussidiari remake dell’alieno in terra, il Gort di Ultimatum, come di cosa santa e giusta, nonché necessaria e duratura, attorno alle velocità “a curvatura”. Dacché se l’inudibile innestato nei pistoni e nelle attese di fiato (perché so che la mia trombetta attende di preciso una parte del fiato) - che voi direste - come i giochi d’infanzia fatto di pura trasparente folle evanescenza, anche se poi per quei corridoi non ci trovi più nessuno - eppure resta una parte ancora più transustanziata. Dacché - dice lui - se tanto mi da tanto, l’inudibile per la bella mia cornetta è cosa santa, fatto sacro, innervata e innestata nei pistoni e nelle attese e attende a una porziuncola ben precisa del respiro - (che verrebbe da dire che come i giochi d’infanzia lì tutto è fatto di pura e trasparente evanescenza o incanto impalpabile (anche se poi proprio in quei corridoi (e dovreste vedere quanto sono desertici certi canali e imbuti vuoti più Rosaio n.1 Il p i ù a rd ito, come semp re, ve n n e solo a fa re l a cos a p i ù ovvi a . No n ch e ci si a s p ett a sse n ie n te d i me n o, t u tt a vi a il servi z io t a glio e mess a i n p ieg a d iseg n ò t a n te l umi n ose fig u re femmi n ili, semb ra v a n o d a p oco u scite d a film a n n i ‘50, mille colori d olci e i n fa n tili, p rese d a u n v a go stord ime n to. “Ma so n o p ro p rio io... n o n p u ò essere...” Il p i a cere si ce n t u p licò, il v u lc a n o ch e d a d ece n n i n o n si era fa tto se n tire, mettev a p ie d e a sc a l d a re. Si s a re bb e for ma t a u n a d iscret a vora gi n e e l a p rima p reocc u p a z io n e f u ch e p osto d a rle. &INNI AVEVA PENSATO A UNA TEORIA DEL LINGUAGGIO E #HINNEI NO 0ERCH UNA TEORIA DEL LINGUAGGIO POTEVA FARE LA DIFFERENZAfi 0ERCH NON STAVA IN PIEDI ECCO PERCH !D ES &INNI POTEVA DIRE s,A PICCOLA SERPE APPETITOSA E SULLO SCHERMO SAREBBERO APPARSE LE FIGURE CLASSICHE DI "OGARD E DI +EATON MA LA PICCOLA SERPE AVREBBE SEMPRE DI CONTINUO RIPRESO LA SUA BREVE CORSA VERSO QUEL POSTO STRANOt #HENNEI AVREBBE RIPRESO IL SUO MONCHERINO DvABISSO PORTATILE LvAVREBBE RIPIEGATO E RICHIUSO COME IL PUPAZZETTO DI UN VENTRILOQUO DA FESTINI DI COMPLEANNI DA SALOTTO E GIARDINO NELLA BORSETTINA ANNI w IN SKAY t3E IL LINGUAGGIO POSSIBILE VALIDO TRASPORTARE QUALSIASI COSAt &INNI AVEVA DALLA SUA UNA VANITç NON SFUMABILE %SSERE A POSTO SIGNIFICAVA STRATIFICARE DI S OGNI PARTICELLA DEL VISIBILEp
bianchi delle dune più assolate e sabbiose) che almeno lì tutto, per grani, si muove) - la parte più transustanziata, in piena e mite vaghezza, ma assieme al detto lo sguardo del Jackie cade, subito rapito, si mescola all’oro cromato della pomapa e della campana e a quel che di suo bell’Idolo e portamento si riflette e fluttua in tanto sacro.. )L "AROCCO NON RIMANDA A UNvESSENZA MA PIUTTOSTO A UNA FUNZIONE A UN TRATTO .ON SMETTE MAI DI FARE PIEGHE 1UESTO FENOMENO NON UNA SUA INVENZIONEp CI SONO TUTTE LE PIEGHE PROVENIENTI DALLv/RIENTE LE PIEGHE GRECHE ROMANE ROMANICHE GOTICHE CLASSICHE -A IL "AROCCO AVVOLGE E RIAVVOLGE LE PIEGHE LE SPINGE ALLvINFINITO PIEGA SU PIEGA PIEGA SECONDO PIEGA )L SUO TRATTO DISTINTIVO RAPPRESENTATO DALLA PIEGA CHE SI PROLUNGA ALLvINFINITO 'ILLES $ELEUZE ,A PIEGA ,EIBNIZ E IL "AROCCO Esplorare le fondamenta della cultura occidentale, e cioè della cultura “borghese”, con la scusa di approfondirla e di renderla sopportabile, significa pur sempre legittimarla umanamente. Ma ogni possibile legittimazione è distrutta sul nascere, dal momento in cui Nietzsche denuncia qualsiasi società si fondi sulla negazione ideologica delle coartazioni esterne, che essa necessariamente esercita. E tale negazione ideologica si esprime nel concetto di cultura; nell’errata interpretazione della cultura a partire da un concetto. Ora, il fatto stesso che un concetto di cultura si sia formato nella società moderna è la prova della scomparsa della cultura vissuta. Pierre Klossowski, Nietzsche e il circolo vizioso
e restava lì, piantato come un dromedario, a raccogliere l’intera eredità della prospettiva italiana e del... molto meno che ortodosso, dal basso piegato, al piano e al legno, l’elettrico Frith, lo faceva per mettere su una scena, un corridoio, che il passaggio, in Francesca e Anselmo, in Abelardo e Cristina, fino al più taciturno dei citrulli. - Vedessi come dalle pieghette delle camisole si arginava la più serafica immagine del nostro mite e prodigo, il manieristico - restasse almeno qualcosa. Anche solo un ricordo. In effetti solo Betti è capace d’intrecciare e unire cose tanto lontane e così diverse fra loro; passa da mondi incompossibili con la stessa facilità con cui si riempie un carrello della spesa. Forse proprio per questo è qui. Può esserle semplice sposare il tono di una scultura mesopotamica o celtica con le singole note, scintillate, isolate, messe a macerare e dondolare alle quali si riserva il conforto di una quiete estesa, dopo un’abbuffata di giochi e tutta l’infanzia è ancora lì davanti, intrecciata alle maglie del tuo maglione grigio con poche decorazioni rosse, e osservi le varie scene domestiche, con la stessa pace di chi si compiace di avere ricevuto un dono (ventata sull’alto terrazzo di stephen), delle voci a rimbalzo di ragazzini in cortile, con le pratiche per la bonifica del latifondo, una frase presa da un qualche alchimista, Cagliostro o Paracelso dove tutto è un’escavazione, una traiettoria e soggiorni in profondità abitate e vagamente commerciali, le tette miracolose di Matilde e le controversie fra due coniugi dell’Illinois, sulle trappole e le secche dell’economia post coloniale del Canada. #OME ALTRE BAZZANE ERA STATA RIPIEGATA 6IVEVANO NELLv/REGON DA ALMENO SETTE ANNI )N RIVA AD UN FIUME $I L PASSAVANO PAESI E PAESI %RA SUFFICIENTE METTERSI ALLvALBA SULLA RIVA PER VEDER SCORRERE LE IMMAGINI DI TUTTE LE PIAZZE E I SALOON IMMAGINABILI %D ERA PASSATA DI MANO IN MANO !LLA FINE ERA DIVENTATA UN FOGLIO SFINITO 0IENO DI TUTTE LE LORO ATTESE )L FIUME FA STRANI SCHERZI &IN DALLA PRIMA RIGA SI LEGGE s;= AL COMPITO DI ABBRACCIARE ED ESAURIRE LvINTERO AMBITO DELLE COSEt #OS ATTACCATO A QUELLvIMMAGINE /RMAI NIENTE PIÓ CHE UNA CARTOLINA LvIMMAGINE DI QUEI LEGNETTI FATTI TANTO TEMPO PRIMA E LASCIATI NON SO DOVE
&U IL GIORNO IN CUI -ARIO 0ERNIOLA SI REC ALLA TOMBA DI "ARTHES .ON CHE NE AVESSE VISTO IL CADAVERE .ON CHE NESSUNO SCRITTORE SIA STATO TRATTENUTO IN UNA TRAMA NOIR )N FONDO HANNO CONCLUSO LA LORO VITA IN FORME LIMPIDE E RISPETTABILISSIME Supponi si possa ammorbidire” “Cosa? il tavolino, la sedia, il personaggio?” “Sbiadire, rannuvolare, il divenire della scrittura, continua per questo, perchè si rasserena e si sbiadisce, sulla superficie del mondo la scrittura cambia come il clima, con il paesaggio, vorrei che avvenisse nel film, i presenti, in presa diretta se cambiassero i modi delle immagini, le sequenze. Sfibrate.. “Che stronzata!” Magari come la traversata del Leibniz, nella sua cuccetta a scrivere di Pacidio, del Dialogo, il Dio che rinnova e crea sempre di nuovo ogni porziuncola di moto. Fino alle cose più piccole.
k b i p y e l fs k b i p y e l fs k b i p y e l fs k b i p y e l fs “Anche perché la scena del bagno non poteva essere senza il riserbo e la delicatezza della macchia verde...” “Maddi!...” “... le nuove comparse le ho chiamate questa mattina, tre sono di Bristol... ”Pensavo di assegnare a Bertrand la parte di Jacopo e a Patrik quella dello scimmione..” “Il brano fa più o meno... na naa na naa dunb dun na na naa... e qui il bagno non c’entra, per forza ci sarà un minimo di sovrapposizione con “Eliminare Smocki” “Come fa Rodolfo a sentirci un’assonanza con Shining?... Betzi viene da studi di estetica a Torino. Luigi Pareyson è stato relatore della sua tesi, ma Luigi è anche il suo grande amore. La Betzi invece rannuvola per un nonnulla, di solito si incarna e su un’intonazione o una parola e subito l’hai perduta; smagrisce in un attimo e non sa più far di conto, perde appetito e non riconosce i sodali. Perché della Betzi si può dire ogni cosa ma non certo che non sa scegliere i suoi sodali. Del di lei amico è cosa prima e incarnata nelle lettere, sulla bocca di tutti, nota da sempre. In effetti è leggendaria persino la formazione del sodale, sprigiona da una tessitura leggera e uniforme, tormentata negli anni, in continuo, fra le pieghe della notte, dove se ti manca il tempo più buio lo sgoverni e lo accrediti dai grandi romantici o dai cupi di spirito, per trovare il punto d’approdo, direi la culla, per tessere quella che sarà la nuova amicizia della Betzi. “No n so a n cora q u a n to ti v a , q u a n to ci mettera i” – È solo una carta! – (vie n e s u , e d è s u b ito ri p ieg a t a , i n d iversi umori) l’ h a i vist a p ra tic a re og n i ge n ere d i scommess a , d ’ a p p ro d o, lo sv a go, d i s a lto i n s a lto. e s e tu non fossi mai stato c itato? An cora lì come a rest a re i n u n ch e d ell’i n fa n z i a i n a gosto, a ll a p rece d elle soglie, i n amore v a go
Una mattina decorata nel cuore della foresta. Pensava che l’altro appartenesse ad un’altra civiltà. Un po’ come per il gelato. Non sapeva ancora se si sarebbe confusa con il resto del fogliame. Confuso e slegato sembravano le parole chiave. Una apparteneva al corpo, l’altra ai piani. Fu un po’ come quella volta da Tiziana. Quel suo culo straordinario e la necessità di studiare Schopenhauer per un esame. Le due cose andavano magnificamente bene, assieme. &SB JOUFSFTTBOUF JNNBHJOBSF DIF MF TJOHPMF öHVSF EJ VO EJQJOUP QPUFTTFSP BWFSF VOB WJUB UVUUB MPSP /VPWJ JODPOUSJ GVPSJ EBMMPQFSB SFMB[JPOJ F BQQVOUBNFOUJ $IF RVBMDVOBMUSP DJ NFUUFTTF JM CFDDP 4QPTUBOEPMF F SJDPNQPOFOEPMF F DIF RVFTUB OPO GPTTF MFDDF[JPOF Aveva ormai registrato quasi tutte le conversazioni con Klein, meticolosamente. Poi non ne fece più nulla. Era di una particolare derivazione biologica. &URONO GLI ESERCIZI DI UNA VITA -ETTEVA E TOGLIEVA DAL SUO PAESAGGINO IN MINIATURA SIA LE FIGURE CHE I PUNTI DvOSSERVAZIONE GLI ALBERI E LE PIEGHE NOTE FANTASMA Nelle prime pagine di un abbeccedario potevi trovare, proprio come in autunno, come disegnare Braxton, e la serie delle piscine, alcune già attraversate, altre ancora da disegnare. Quante piscine aveva ormai lasciato alle sue spalle Braxton? Fra una e l’altra misero un piccolo assassino. L’insieme faceva pensare a un antico corridoio, come Eugenio e il suo Corvo. Non ti scordar di me diceva il canarino alla cornacchia. A Pentecoste. La mattina decorata Braxton e le piscine FRASE MAPPA