ÁRVORE PRESERVADA NA LOJA DA REDE VERDE FRUT
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CONSULTÓRIO DE THAISA MONTENEGRO
52 | WERNER DIGITAL | FARMÁCIA DE MANIPULAÇÃO SELECTA EM CARUARU
VITRINE OUTDOOR PARA OVOO Além disso, em seus projetos, a marca da sus-
ARQUITETA: JULIANA DIJCK tentabilidade está sempre inserida. “A sustenta-
bilidade envolve vários fatores para o meio am-
biente, desde o uso de uma planta nativa de cada
região, que não precise receber tanta água, à
reutilização de uma árvore de jabuticabeira que
está prestes a ser inutilizada, procuro incorporar
aos meus projetos. Dessa árvore seca, faço ela
ficar viva novamente ao plantar nela outras ve-
getações”, explica Ana Lúcia. Ela completa afir-
mando que para ela, a sustentabilidade precisa
estar intrínseca em qualquer projeto, seja paisa-
gístico ou de vida. “Trabalhamos com natureza
e precisamos respeitá-la”, destaca a paisagista.
Segundo ela, cada projeto tem sua especificida-
de que o torna único. “Tem a ver com o gosto do
cliente e a região onde o projeto vai ser implan-
tado. Se é comercial, industrial ou residencial,
se é na praia no campo ou na cidade, as plantas
precisão ser nativas da região ou exóticas, mas
perfeitamente adaptadas para diminuir a neces-
sidade de substratos e água”, completa.
O trabalho dessa paisagista que é praticamen-
te uma artista, pode ser visto em vários locais
em Pernambuco, entre eles, na Verd Fruit; loja
Ovoo; consultório odontológico de Thaisa Mon-
tenegro; da farmácia de manipulação Selecta,
em Caruaru; RioMar Shopping, além de uma in-
finidade de projetos que aliam o que há de mais
moderno dentro do conceito de paisagismo sus-
tentável. “O meu foco é o paisagismo, seja em
uma grande indústria ou em uma varanda de um
apartamento de um quarto. O prazer de fazer o
paisagismo de um grande shopping é o mesmo
de fazer um cantinho em um pequeno aparta-
mento”, revela.
COLUNA PRESERVADA Serviço:
EM UMA RESIDÊNCIA Ana Lúcia Gonçalves – Paisagismo Sustentável
Contato: (81) 9.9298.3123
E-mail: [email protected]
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BELEZA
LAÉRCIO AZ
PINCÉIS DÁ LUZ E DA BELEZA Por: Augusto Werner
Fotos: Renato Filho
Conhecido como um dos melhores maquiado-
res do pais, Laércio AZ expõe seus trabalhos
nas mais diversas áreas da moda nacional e no
mercado de eventos. O maquiador imprime nas
próximas páginas imagens incríveis, mostrando
um pouco do seu trabalho na área em que atua
com total maestria. Laércio possui um dom fan-
tástico, que com seus pincéis dá luz e beleza às
mais diversas formas de rostos de mulheres que
amam a arte da maquiagem.
@laercio_az
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SKYSTONE
Coleção: Estilista Jorge Feitosa @jorgefeitosa.jf
Fotos: Renato Filho @renatofilhorf
Edição de moda: Nestor Mádenes @s7yling7
Beauty: Laércio Az @laercio_az
Casting: Tarlazza @tarlazza e Mary Menezes
@marymeenezes @amazingmodel
Produção: Creuzão Fernandes @verafernandes117
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CAPA
DUCA
LAPENDA
Fotos: Andréa Costa
Duca Lapenda revela suas facetas, conta como viveu a pandemia
e seus projetos para o futuro
70 | WERNER DIGITAL | Às 3h da manhã ele está de pé em frente ao bal-
cão da cozinha da sua casa cheio de disposição
para fazer o que mais ama: cozinhar. Duca La-
penda, pernambucano neto de portugueses e de
italianos, percebeu a sua vocação para a gastro-
nomia quando era criança. Gosta de comer e foi
aprendendo em casa, onde sempre fez questão
de cozinhar para familiares e amigos.
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A rotina desse consagrado nome da gastrono-
mia pernambucana começa cedo porque Duca
Lapenda se dedica com amor à produção arte-
sanal da linha de produtos da sua Leiteria La-
penda. “Minha produção é diária. O carro chefe
é a burrata, que há 10 anos está no cardápio de
vários restaurantes da cidade. Com a pandemia,
ampliei o cardápio e voltei a fabricar produtos
autorais”, conta o cozinheiro, como ele gosta de
ser chamado. Entre os produtos – que podem
ser encomendados direto com ele via Instagram
@ducalapenda - além da burrata, tem tomates
no forno, caponata, molho pesto, molho madei-
ra, ragu a bolonhesa de costela, polenta ins-
tantânea, manteiga de trufa, mel trufado, salsa
tartufata ( um molho feito com azeitona negra
e trufas negras), patê de fígado, funghi trifolati
(cogumelos assados), patê de fígado com trufa,
entre outras delícias que podem ser encontra-
das também na Augusta e na Cozeart, em Boa
Viagem, na Amarone, em Setúbal, e na Maestro
Empório Italiano, na Boa Vista.
Terminada a produção da madrugada, Duca La-
penda veste a doma de chef consultor e segue
para uma rotina diária de visitas aos restaurantes
a quem presta consultoria. “No momento, estou
no projeto da cafeteria 81 Coffee & Co e do Seu
Boteco Recife Antigo, e faço um trabalho perma-
nente com a Deltaexpresso no desenvolvimento
e ajuste dos produtos do cardápio de todas as
lojas da rede no Brasil”, revela. No trabalho de
consultoria Duca Lapenda mergulha de cabeça
no negócio do cliente. “Faço desde a assesso-
ria aos arquitetos para o projeto, passando pelo
planejamento da cozinha com escolha de equi-
pamentos, até o desenvolvimento de cardápio e
o treinamento da equipe. O trabalho dura, no mí-
nimo, 3 meses mas tem restaurante que precisa
de um aconselhamento permanente”, explica.
Esse trabalho de consultoria também vai além
mar. Desde 2017, Duca Lapenda tem passado
temporadas em Cascais, em Portugal, onde tem
residência desde 1998, trabalhando na con-
sultoria dos negócios do amigo Arnaldo Mota.
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FAÇO DESDE A ASSESSORIA AOS São dois restaurantes, o Tocca Positive Food e
ARQUITETOS PARA O PROJETO, a Rebu Pizzaria. “Arnaldo acabou de abrir um
PASSANDO PELO PLANEJAMENTO novo negócio, por conta da pandeia, só acom-
DA COZINHA COM ESCOLHA DE panhei à distância e não consegui participar do
projeto”, lamenta.
EQUIPAMENTOS, ATÉ O Duca Lapenda fala da pandemia com resiliência.
DESENVOLVIMENTO DE “Foi tudo muito triste. Falando da questão econô-
CARDÁPIO E O TREINAMENTO mica, ver meus amigos, clientes e parceiros de
portas fechadas, foi muito complicado. Me cou-
DA EQUIPE be continuar orientando para que não parassem
de trabalhar todos os dias e inovar. A pandemia
abriu uma janela para um reset tanto para a vida
e como também para os negócios”, analisa. O
chef também encontrou no digital uma forma de
ajudar as pessoas, estar perto dos seus clientes
e amigos e ainda ensinar a cozinhar. “Sou cama-
leão, me adapto fácil. Acabei encontrando nas
lives no Instagram uma forma lúdica de atraves-
sar o início da pandemia e muita gente entrou
comigo na cozinha”, lembra. Ele ensinava a co-
zinhar mostrando sua rotina e provou para muita
gente que é possível aprender a cozinhar. “Não
precisa ser profissional, nem ter muita técnica e
nem equipamentos complicados para conseguir
executar pratos criativos e saborosos”, ensina o
chef.
E tem novidade ainda esse ano. Duca Lapenda
vai reabrir o Pomodoro Café, no Pina, perto do
Teatro Barreto Júnior, em sociedade com Otávio
e Fernando Bandeira de Melo, que já são donos
do Forneria 1121 . “A ideia é manter formato de
trattoria do antigo Pomodoro, um lugar aconche-
gante para no máximo 50 pessoas. Estou acre-
ditando que vai ser sucesso”, revela o cozinheiro
camaleão que acredita que dias melhores sem-
pre vem.
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MUSEU
USINA DE ARTE
Por: Juliana Albuquerque
Já imaginou se aventurar em uma imersão pro- Quase 20 anos depois do fechamento da Usina
funda no mundo da história das usinas de cana Santa Terezinha, demos início a esse trabalho,
de açúcar e ao mesmo tempo mergulhar em um que tem como principal objetivo promover uma
universo de cultura e arte contemporânea? Tudo transformação na região que dependia economi-
é possível há apenas duas horas de carro da camente da usina. Elegemos a arte e a educa-
capital pernambucana, no município de Água ção como propulsores dessa transformação e a
Preta, onde está localizada a Usina de Arte. O comunidade já está colhendo muitos frutos.”, re-
espaço, criado em 2015, foi implantado nas ter- vela Bruna Pessoa Queiroz, presidente da Usi-
ras da Usina Santa Terezinha, que funcionou até na de Arte. Ela é casada com Ricardo Pessoa
1998 e que, no apogeu de suas atividades, che- de Queiroz, bisneto do Coronel José Pessoa de
gou a ser a maior produtora de açúcar e álcool Queiroz, fundador da Usina Santa Terezinha,
do Brasil. em 1929.
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| WERNER DIGITAL | 79 Foto: Luan Clementino Foto: Divulgação
Foto: Divulgação Após visitar Inhotim, em 2012, o casal convida o gaúcho Hugo França para desenvolver suas escul-
turas mobiliárias com os resíduos florestais existentes no local. “Depois de algumas vindas à Usina,
Foto: Divulgação Hugo sugeriu que convidássemos outros artistas para pensar o espaço e suas potencialidades”
relembra Bruna.
ÁRVORE GEOMETRIZADA - ARTISTA: HUGO FRANÇA
José Rufino, artista paraibano com projeção internacional, foi o primeiro convidado. “Rufino parti-
cipou ativamente do nascimento da Usina de Arte. Ele se tornou um grande parceiro, concebeu o
projeto junto conosco e assumiu a curadoria do espaço por vários anos.” explica Bruna. Hoje o pro-
jeto conta com um conselho curatorial responsável pelos convites para que novos artistas pensem
e desenvolvam as obras que serão implantadas no Parque Artístico Botânico.
TEMPLUS FLUVIUM - ARTISTA: JOSÉ RUFINO
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Entre obras em andamento ou já instaladas na Foto: Divulgação
Usina de Arte, o acervo soma mais de 40 tra-
balhos de artistas contemporâneos de várias
regiões do Brasil e até internacionais. “Sempre
acreditamos no poder transformador da arte. A
visita e o contato com Hugo França foram inspi-
radores. Saímos misturando ideias com deman-
das da comunidade, delírios com vontades de
transformação, fomos buscar experiências pelo
mundo e o resultado está aí, um projeto real, que
transforma vidas e acena com um futuro promis-
sor para tantas pessoas”, se orgulha Bruna.
YOUR EYES - ARTISTA: ARTUR LESCHER
Foto: Divulgação
FAIXA DE GAZA - ARTISTA: GEORGIA KYRIAKAKIS Foto: Divulgação
ANDAIMES - ARTISTA: J| ÚWLERIONEVRIDLIAGNITAI L | 81
Foto: Luan Clementino O PARQUE ARTÍSTICO BOTÂNICO
Expor obras de arte a céu aberto exigia um espaço em harmonia com a criação, artista e natureza
somando seus talentos. A partir dessa inspiração, surgiu o Parque Artístico Botânico, uma área ini-
cial de 33 hectares, com 3 lagoas e milhares de espécies botânicas nativas e exóticas. “Quando a
gente faz o convite ao artista, ele precisa pensar uma obra em simbiose com a natureza. Entender
que com que o passar dos anos, a forma como vemos a obra se modifica, a natureza intervém, a
obra muda com ela e isso a torna ainda mais especial”, explica Bruna sobre a ideia do Parque.
Para promover a inserção de mais artistas no acervo da Usina de Arte, o espaço tem uma parceria
com o Museu de Arte Moderna Aluísio Magalhães do Recife (Mamam), que indica, dentro da con-
cepção de arte contemporânea, nomes para residências artísticas.
CASA IMAGINÁRIA - ARTISTA: RICARDO PESSOA DE QUEIROZ
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Foto: Luan Clementino
Foto: Andrea Rego Barros
Foto: Luan Clementino
Hoje o acervo conta com obras de artistas como
Paulo Bruscky, Marcelo Silveira, Saint Clair Ce-
min, Juliana Notari, José Spaniol, José Rufino,
Flávio Cerqueira, Bené Fonteles, Hugo França,
Liliane Dardot, Marcio Almeida, Frida Baranek,
Artur Lescher, Carlos Vergara, Júlio Villani , Iole
de Freitas, Vanderley Lopes, Geórgia Kyriakakis,
etc
RÁDIO CATIMBÓ - ARTISTA: PAULO MEIRA
84 | WERNER DIGITAL | BRASIL 2017 - ARTISTA: PAULO BRUSCKY
Foto: Divulgação
DIVA - ARTISTA: JULIANA NOTARI Foto: Andrea Rego Barros
TINHA QUE ACONTECER, CABEÇA DE BANDEIRANTE - ARTISTA: FLÁVIO CERQUEIRA
COMO CONHECER O PARQUE
Para conhecer o Parque Artístico Botânico, não é necessário agendar a visita. O local abre diaria-
mente, das 5h30 às 18h e o acesso é inteiramente gratuito. “É possível fazer a visita ao parque
a pé, contudo, a gente recomenda que sempre se contrate um guia local. Isso é muito importante
para que o visitante entenda o contexto histórico, a realidade do entorno, o impacto que o projeto
teve na vida das pessoas. Além disso, como objetivo maior da Usina de Arte é transformar economi-
camente a região, estamos o tempo todo estimulando para que a economia gire”, argumenta Bruna.
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FESTIVAL DE ARTE
Para dinamizar a economia, desde o ano de sua fundação, a Usina de Arte promove anualmente,
sempre em novembro, o seu Festival Arte na Usina, com oficinas de diversas áreas, palestras, ex-
posições, shows e performances, com a participação de artistas de todo o País. “O nosso primeiro
festival aconteceu com uma itinerância do Festival de Arte de Serrinha, que acontece anualmente
numa antiga fazenda de café, em Bragança Paulista, interior de São Paulo.” conta Bruna.
De lá para cá, todo ano, o Festival Arte na Usina movimenta a região. No palco já subiram nomes
como Arnaldo Antunes, Elba Ramalho, Mariana Aydar, Chico César, Almério, Bruno Lins, Cordel do
Fogo Encantado, Isadora Melo e muitos outros.
No ano passado, por conta da pandemia, foi realizada uma versão mais intimista, uma feira de ar-
tesanato e gastronomia montada em parceria com o SEBRAE e a exposição de fotografias “O que
grita em mim” de Luan Clementino, com curadoria de Camila Leão. “Luan teve seu primeiro contato
com a fotografia em 2015, na primeira Safra do nosso Festival, foi muito bonito vê-lo evoluir artisti-
camente e ter o privilégio de montar sua primeira exposição.” emociona-se Bruna.
Esse ano, os organizadores ainda esperam a evolução da vacinação para avaliar em que formato
o Festival Arte na Usina, que já compõe o calendário cultural da região, vai ser realizado.
Foto: Andrea Rego Barros
SHOW DO CANTOR ARNALDO ANTUNES
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OUTRAS AÇÕES
A Usina de Arte também atua em outras frentes para a formação cidadã, possui uma Escola de Mú-
sica permanente, Residência Literária, respaldada com a instalação de uma Biblioteca com mais de
7 mil títulos, terminais de computadores conectados à internet e um Fab Lab (oficina de fabricação
digital) com impressoras em 3D, cortadora à laser e plotter.
Existe também uma parceria com as unidades escolares no apoio e desenvolvimento de novas
práticas pedagógicas. “No primeiro momento, reunimos os professores das escolas da região para
entender as demandas mais urgentes. Melhorar a qualidade do ensino era um dos nossos objetivos
e as avaliações posteriores do IDEB demonstram que trilhamos um caminho acertado.” comemora
Bruna.
O estímulo ao empreendedorismo da região também é outro braço de desenvolvimento do projeto,
que viu nascer em seu entorno mais de dez empreendimentos, tais como: restaurantes, pousada,
pesque e pague, centro de artesanato, guias para passeios ecoturísticos, camping e a cultura de
hospedagens domiciliares.
Para abarcar demandas tão plurais a Associação Socioambiental e Cultural Jacuípe, que gere a
Usina de Arte, optou por uma gestão diversa. Hoje, sua composição conta com mais de 40 membros
de segmentos diferentes: descendentes dos fundadores da Usina, representantes da comunidade
local, professores da rede pública estadual e municipal da região, artistas e entusiastas do projeto.
“Todos os resultados positivos não seriam possíveis sem o intenso envolvimento da comunidade,
parte efetiva de todo o processo, e que, ao se sensibilizar com o potencial transformador da arte,
tem contribuído sistematicamente com o projeto, desde a sua gestação até a atual condição”, ex-
plica Bruna.
ESCOLA DE MÚSICA GASTRONOMIA
Foto: Andrea Rego Barros
Foto: Andrea Rego Barros
O QUE CONHECER E ONDE FICAR
Para quem quer conhecer tudo o que a Usina Santa Terezinha tem a oferecer, as opções vão muito
além dos atrativos disponíveis na Usina de Arte. “Existem lugares específicos para curtir o espe-
tacular pôr do sol da região, tomar banho de bica, fazer trilha ecológica e uma infinidade de outros
atrativos que a região oferece”, adianta Bruna. Segundo ela, para que a visita seja mais confortável,
o ideal é permanecer no município por no mínimo duas noites.
Para se hospedar, a região conta com:
Pousada Mandacaru Abacate – @mandacaruabacate (82) 99341-5254;
Camping – @restaurantejardimbotanico (81) 99119-3259 / (82) 99264-1596; Hospedagem da Vila
– @cristinaborba1 (81) 3693-2185/ (81) 98153-3763;
Casa Moderna – @usinadearte;
Aluguel e hospedagem domiciliar – @ust_hospedagem (81) 98156-9990.
Serviço:
Usina de Arte
Endereço: Rodovia PE99 KM 10 Usina - Santa Terezinha, Água Preta - PE
Instagram: @usinadearte
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ENQUETE
QUAL A SUA RELAÇÃO
COM AS REDES SOCIAIS?
Por: Augusto Werner | Fotos: Divulgação
Lazer, trabalho, informação?
Sim, um pouco de tudo. Nos-
sa vida gira hoje em torno de
redes sociais. Tudo está in-
terligado. Nos mantemos em
constante mutação. E essa ve-
locidade de informações que as
redes nos proporcionam é fator
determinante. Se ela pode ser
nociva? Pode sim, mas temos
que aprender a ter o limite do
que é real e do que é fake. Pois
é um caminho sem volta essa
ligação com o mundo. Como se
proteger para ter o limite? Fil-
trando o que devemos seguir.
Esse sim é o limite! Temos que
seguir pessoas/blog que nos
inspiram a sermos pessoas
melhores e não para entrarmos
num mundo de culpa por não
ser, não ter, não ir.
LUCIANA MAPURUNGA
EMPRESÁRIA
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Hoje minha relação com as redes
sociais é bem intensa. A aproxima-
ção com o público é indispensável
para o meu trabalho artístico, en-
tão, preciso reservar sempre um
tempo para atender essa deman-
da. Mas, posso dizer que é algo
bem prazeroso, o carinho que re-
cebo em troca é incrível. Acredito
que todo mundo hoje em dia ataca
um pouco de influenciador digital
independente da área que atua
profissionalmente e isso é algo
que tende a crescer.
FLÁVIO LEIMIG
ATOR E MODELO
BRUNA SOUZA Acredito que redes sociais são
PUBLICITÁRIA E CANTORA uma ótima ferramenta tanto de
trabalho quanto de lazer. Com a
quarentena também tenho usado
minhas redes para manter conta-
to com os amigos e família. Mas
como tudo na vida, precisa de
equilíbrio. Tento sempre limitar
meu tempo de uso para não dei-
xar de curtir o momento presente.
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THAÍS SULZIBACH Eu amo uma coisa chamada re-
EXECUTIVA E CONSULTORA JURÍDICA lacionamento. As redes sociais
vieram para facilitar esse rela-
Acho importante manter uma cionamento, dando intimismo às
relação positiva e tranquila relações. Tudo hoje é influência,
com as redes sociais, mas sem tudo é motivo de inspiração. Vi-
deixar levar por tudo que se vê vemos um momento em que o
nessa enxurrada de informa- que mais se busca é autossatis-
ções, sem paerder a conexão fação, porém, as pessoas não
com o seu eu, com nossos sabem exatamente o que que-
princípios e nossa identidade rem. Por isso, uso minhas redes
cultural. Acredito que as redes sociais para mostrar que pode-
sociais podem ser instrumen- mos ser o que quisermos ser,
tos de participação na forma- sem julgamentos. Autêntica no
ção de uma nova sociedade. que falo e me proponho a fazer,
Porém, acho que as palavras- me nego a mostrar algo que não
-chaves são o equilíbrio e o sou. Estimular pessoas a serem
respeito já que vivemos num melhores e não se culparem
mundo cada vez mais plural na sua caminhada faz parte do
e diversificado! Estamos em meu objetivo como influencia-
constante processo de trans- dora, sempre com muita caute-
formação e evolução humana la para que minha opinião não
e acho que isso tudo faz parte venha ofender ou entristecer
de algo maior que nos remete as pessoas que me seguem. É
a uma visão mais ampla da co- assim que eu uso minhas redes
municação entre povos, tribos, sociais, falar o que eu penso, o
comunidade e grupos sociais. que eu faço, com o intuito sem-
pre de elevar a autoestima das
90 | WERNER DIGITAL | pessoas. Fazê-las perceber que
amar a si mesmo é muito mais
uma autoaceitação, é amar a
sua história, sua bagagem, suas
cicatrizes, sem apego, apenas
com a certeza que foi o que elas
vivenciaram lá atrás que a tor-
nou o que é hoje.
FÁBIO MAIA VASCONCELOS
ADVOGADO
@blogmonicalima.com.br
Mônica Lima
Endereço: Av. Fernando Simões Barbosa, 22, Boa Viagem - Galeria Santo Antônio, Loja 04, Térreo.
Telefone: 81-4102.7062/9.9632.9411 | WERNER DIGITAL | 91
A ARTE E O DESIGN DO ESPAGUETE
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@ferro_espaguete
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MODA
BALNEÁRIO CHIC
Por: Juliana Albuquerque
Foto: Renato Filho
@tiberiopalmeira Uma moda praia inspirada no que há de mais
elegante dos balneários europeus. Essa é a pro-
posta da grife Kascais, que leva para todo o Bra-
sil o conceito de leveza despretensiosa através
de sua linha desenvolvida com estampas exclu-
sivas, assinada pelo designer Tibério Palmeira.
Ter uma marca própria sempre foi o sonho do
designer pernambucano, que tem sua carreira
pautada na criação de estampas exclusivas e
realização de consultorias para várias marcas
de moda praia pelo Brasil. Porém, só em 2019,
o sonho de assinar sua própria marca começou
a ganhar forma de fato. “Em 2019, com o apoio
do meu sócio, Fred Wanderley, decidimos tirar
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Foto: Ravmes
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Foto: Renato Filhoo projeto do papel e começamos a idealizar a
Kascais. Em 2020, lançamos as primeiras cole-
ções da marca, cada um focado em seu melhor
e, em 2020, lançamos as primeiras coleções da
Kascais”, lembra Tibério, que acaba de lançar
sua nova coleção, a Resort, já com foco nas ten-
dências para o Verão-2022.
O nome da marca, um capítulo à parte, traduz
com exatidão tudo o que foi pensado para defi-
nir o conceito da linha desenvolvida por Tibério
Palmeira. Segundo ele conta, a inspiração veio
dos momentos bons, de férias, lazer, bem-estar,
que eles e seu sócio, Fred, encontraram na vila
praiana portuguesa Cascais, parte do distrito e
da área metropolitana de Lisboa. Pelos seus va-
lores naturais e paisagísticos, Cascais teve um
surto de popularidade que a tornou o destino
preferido das elites portuguesas e estrangeiras
a partir do século XIX. Desde então, cresceu até
se afirmar como um dos principais destinos tu-
rísticos do país. “O clima de praia e balneário
elegante nos inspirou para o nome da marca.
Apenas foi dado um toque nosso com a troca do
primeiro “C” pelo “K” e, assim surgiu a Kascais,
cujo logotipo foi criado por mim e registrado jun-
to ao INPI”, comenta o designer.
96 | WERNER DIGITAL | Fred e Tibério Palmeira
Foto: Renato Filho
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Foto: Ravmes
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Foto: Ravmes
Essa vivência junto a esse verdadeiro paraí-
so europeu rendeu, além de inspiração para o
nome da grife, referências para o desenvolvi-
mento da linha de moda praia desenvolvida por
Tibério. Ela é composta por além das saídas de
banho desenvolvida com estampa localizada,
que transmite a leveza que os dias de sol pedem
e que valorizam qualquer tipo de silhueta, de ou-
tros produtos. “Também desenvolvemos pareôs
e max-pareôs; lenços; bandanas; bolsas, além
da linha de acessórios como as fivelas com de-
sign exclusivo da marca”, detalha Tibério.
Embora as coleções atuais da Kascais tenham
o público feminino como foco, Tibério não des-
carta desenvolver uma linha de moda praia tam-
bém voltada para o público masculino. “Estamos
estudando uma coleção masculina que permita
trazer ao homem estilo e casualidade. Aguar-
dem”, adianta.
Para quem quer conferir a linha completa da gri-
fe que tem como meta dentro de muito em bre-
ve se consolidar como referência nacional em
moda praia, a Kascais está presente em lojas
multimarcas, beach clubs e resorts em vários lu-
gares do Brasil. Além dessas opções, o cliente
tanto de atacado quanto de varejo pode também
interagir diretamente com a equipe de vendas
pelo WhatsApp (81. 3071.8768); Instagram
(@kascais), assim como também pelo site da
marca (www.kascais.com.br).
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MODELO
HENRIQUE ZOUAIN
MENINO DO RIO
Carioca da gema, lindo, loiro, virginiano, 22 anos, 1,80 de altura, modelo, estudante de medicina e
apaixonado por esportes. Tem paixão pelo mar, ama o Rio de Janeiro e o contato com natureza. Nes-
se novo momento de sua vida, Henrique Zouain desbrava os mares e promete muito na sua carreira
de modelo. Você ainda vai ouvir falar muito nesse nome. Confira a entrevista exclusiva para a Werner
Digital.
|Por: Augusto Werner|
Profissão
Foto: Marcio Faria WD - O que representa a medicina e o esporte em
sua vida?
100 | WERNER DIGITAL | @henriquezouain HZ- Eles construíram meu estilo de vida. Desde
que eu me entendo por gente que pratico algum
esporte. Fui uma criança muito agitada e preci-
sava descarregar essa energia de alguma forma,
encontrei nos esportes a solução. Já pratiquei de
tudo na vida, esportes coletivos, individuais, ou-
toor e indoor. Diversos motivos fazem você que-
rer ser médico. Essa vontade de fazer medicina
também veio com a união do esporte. Toda as
capacidades que o corpo humano propicia para
as mais variadas formas de movimentos e como
ele consegue executar isso que me despertou a
curiosidade de saber: como eu consigo executar
essa manobra? Toda essa complexidade de ten-
tar entender as razões de eu conseguir realizar
um simples ato de correr que me deu vontade
de estudar medicina. Em resumo, tentar enten-
der como funciona esse complexo sistema que é
o corpo humano. Sempre quando digo que faço
medicina as pessoas costumam perguntar em
que área quero me especializar e digo com firme-
za Neurologia. Dentre todos os mistérios do corpo
humano, a consciência humana ainda é a mais in-
trigante. Não há explicações que consigam emba-
sar de forma exata como nós conseguimos pen-
sar e termos a noção de nossa existência. Quanto
mais eu estudo sobre corpo mais fico impressio-
nado com a complexidade humana, ver e tentar
compreender a fisiologia é tão impactante que
parece ser um milagre estarmos vivos por toda
complexidade que envolve a vida humana. Assim
construí minha vida, tentando conciliar os estudos
os esportes e agora a moda. ¬¬