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RADIOLOGIA - APOSTILA FISICA E PROTEÇÃO DAS RADIAÇÕES

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Published by Designer educacional, 2024-04-17 10:40:07

RADIOLOGIA - APOSTILA FISICA E PROTEÇÃO DAS RADIAÇÕES

RADIOLOGIA - APOSTILA FISICA E PROTEÇÃO DAS RADIAÇÕES

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54 Hemodinâmica Estudo dos movimentos e pressões da circulação do sanguínea. Hemodinâmica/Intervenções Percutâneas Realiza procedimentos médicos diagnósticos e terapêuticos nas áreas de cardiologia, neurologia, angiologia, nefrologia, clínica médica e ginecologia(tratamento de mioma uterino). Hemodinâmica, um termo mais antigo, pode ser substituído por Intervenções Percutâneas(cardiologia intervencionista e/ou radiologia intervencionista). O setor possui instalações características de bloco cirúrgico, uma vez que os procedimentos exigem cuidados como os de quaisquer cirurgias, com aparelhagem de última geração e pessoal qualificado para a assistência imediata ao paciente. Os exames são realizados através da introdução de pequenos cateteres que são inseridos pela punção de uma artéria do braço ou da perna e guiados até o coração para a injeção de contraste no interior da coronárias e coração (cineangiocoronariografia ou cateterismo cardíaco). Há também o monitoramento em tempo real ("filmagem") pelo aparelho de angiografia digital, a fim de detectar as obstruções ("entupimento") das coronárias, causadoras do infarto do coração. Em muitas ocasiões opta-se pela angioplastia (tratamento endoluminal de tais lesões), que consiste na dilatação das obstruções com um pequeno balão que é temporariamente insuflado no interior das coronárias e as vezes com posterior colocação de um ``STENT´´(pequena prótese) dentro do vaso para mantê-lo aberto. Tais procedimentos são feitos geralmente com anestesia local e o paciente pode, na maioria dos casos, ter alta no mesmo dia ou após 1 ou 2 dias de internação. Exames Diagnósticos - Cateterismo de câmaras cardíacas esquerdas; - Cateterismo de câmaras cardíacas esquerdas e cinecoronariografia com estudo cineangiográfico da aorta e ou seus ramos; - Cateterismo de câmaras cardíacas direitas e esquerdas com estudo cinecoronariográfico; - Cateterismo de câmaras cardíacas direitas e esquerdas com estudo cinecoronariográfico e de revascularização cirúrgica do miocárdio; - Instalação de cateteres intracavitários para monitorização hemodinâmica temporária; - Estudo hemodinâmico em candidatos a transplante cardíacos ou cárdio - pulmonar; Exames Terapêuticos - Angioplastia transluminal coronária de vaso único; - Angioplastia transluminal de vasos múltiplos; - Angioplastia transluminal coronária com o uso simultâneo de balões ou guias; - Aterectomia coronária transluminal percutânia; - Implante de endo -prótese intracoronária; - Valvotomia percutânea por via transeptal; - Retirada percutânea de corpos estranhos no sistema circulatório;


55 - Implante percutâneo de balão intra - aórtico; - Implante de eletrodo de marca passo temporário. Sala de Hemodinâmica Descrição: Cortina de material plumbífero (Pb) basculante, usado como proteção radiológica em equipamento de Hemodinâmica. Descrição: Mesa Telecomandada usada para exames de Hemodinâmica e Angiografia no início da década de 80. Hemodinâmica: Como qualquer outro equipamento mecânico e/ou elétrico, os equipamentos de Cinefluoroscopia apresentam uma deterioração de suas imagens fluoroscópicas com o tempo e o uso. Por este declínio ocorrer gradativamente, normalmente ele se mantém despercebido (não detectado) até que a imagem se torne inaceitável para o diagnóstico médico. A implementação de um programa qualificado e específico provou ser uma alternativa para o processo de deterioração mencionado acima. As informações coletadas por este Protocolo de Controle de Qualidade (PCQ) permitem ao engenheiro do Serviço evitar atividades de diagnóstico desnecessária, fornecendo informações que levam em consideração a área (s) de decréscimo de qualidade e os componentes que precisam de calibração. Os benefícios para o laboratório de cateterização são: redução do tempo de exposição, o aumento da qualidade de imagens, diminuição dos custos, otimização do uso dos equipamentos e a consequentemente diminuição dos níveis de exposição de pacientes (Dose na Entrada da Pele) e equipe médica (Dosimetria ocupaciobnal). Práticas realizadas neste sentido comprovam que melhorias significativas no funcionamento do equipamento como a resolução de alto contraste que passa de 1,4 mm para 0,8 mm. Com melhoras significativas na imagem o foi verificada uma diminuição do tempo de exposição em procedimentos de 15% em média.


56 Considerando resultados de pesquisas e publicações, a legislação nacional e internacional exigem ensaios específicos com o objetivo de averiguar as condições de imagem, parâmetros técnicos e proteção radiológica, como por exemplo a Portaria 453 do MS, Portaria 3214/78 MTBE e recomendações de desempenho fornecida pela Associação Americana de Física Médica. Os ensaios recomendados são: Monitoração Pessoal Em Hemodinâmica Monitoração Pessoal Em Hemodinâmica Trabalho publicado na 20º Semana Científica - 2000 Porto Alegre/RS – HCPA Resumo: Durante a realização de procedimentos intervencionistas a equipe médica tem necessidade de permanecer durante todo o procedimento exposta à radiação X, para tornar possível o desenvolvimento de procedimentos desta natureza. Num levantamento estatístico realizado no Hospital de Clinicas de Porto Alegre com os valores de monitoração individual em 32 funcionários durante 19 anos verificamos que as doses equivalentes médias anuais foram 0,9 mSv - médicos, 0,5 mSv - enfermeiras, 0,2 mSv - técnicos de Rx, BG - auxiliar de enfermagem. Constatamos como valor máximo de dose equivalente num mês e num anual de 11,9 e 70,2 mSv, 2,1 e 11,1 mSv , 3,6 e 16 mSv e 1,1 e 1,9 mSv respectivamente. Monitoração-Hemodinâmica-Dosimetria 1. Introdução Com base em normas vigentes no Brasil, CNEN-NE - 3.01 da Comissão Nacional de Energia Nuclear e Portaria da Secretaria de Vigilância Sanitária Nº 453, de 1º de Junho de 1998 - Ministério da Saúde, todas as pessoas que ocupacionalmente estão expostos à radiação ionizante devem fazer uso, de pelo menos, um monitor individual. A proteção radiológica, objetiva proteger adequadamente os trabalhadores, sem limitar desnecessariamente as práticas benéficas que utilizam a radiação ionizante. O sistema de radioproteção é fundamentado em princípios básicos que visam garantir que a dose equivalente recebida por algum indivíduo seja tão baixa quanto razoavelmente exeqüível (ALARA), que nenhum emprego de radiação seja injustificada em relação a seus benefícios, e que a dose equivalente não exceda aos limites anuais de dose para trabalhador. Procedimentos intervencionistas realizado em laboratórios de cateterização (Hemodinâmica), considerado um método cirúrgico, tem necessidade na equipe, além do médico hemodinamicista, técnico de raio x, técnica de enfermagem e enfermagem. Todos tem sua função descrida e caracterizada pela permanência durante todo ou parte do procedimento em uma área controlada o que caracteriza sua exposição ocupacional os raios x. Todo indivíduo que trabalha com raios - x diagnóstico deve usar, durante sua jornada de trabalho e enquanto permanecer em área controlada, dosímetro individual de leitura indireta, trocado mensalmente. Levando em consideração o principio ALARA descrito faz-se necessário o conhecimento das doses equivalentes da equipe da unidade de Hemodinâmica. Desta forma, a minimização das doses, a otimização do sistema de blindagem e a definição do posicionamento da equipe na sala, durante os procedimentos intervencionistas, justificam este trabalho. 2. Materiais e Métodos No serviço de Hemodinâmica são monitorados 32 funcionários divididos em médicos, técnicos de raio x, enfermeiras, técnica de enfermagem. O monitor individual de leitura indireta TLD (LiF-CaSo4) fornecerá uma estimação de dose equivalente de corpo inteiro, para isto o TLD é utilizado na altura do tórax sobre qualquer utensílio de proteção individual tornando possível uma super estimação deste valor.


57 Com base nas leituras mensais dos dosímetros Termoluminescentes de leitura indireta de 1979 até 1998 fornecido por uma impressa qualificada e autorizada, foi realizado um levantamento estatístico destes dados fornecidos em dose equivalente. Para garantir valores reais foi determinado para o serviço de Hemodinâmica uma regulamentação interna de utilização dos dosímetros que determina entre outras coisas que: - O dosímetro deve ser utilizado sempre que o funcionário estiver em áreas controladas. - Nunca deve ser utilizado fora do serviço. - Quando o dosímetro não estiver sendo utilizado, deve ser colocado junto ao dosímetro padrão. O levantamento foi realizado separando os grupos distintos da equipe constituída. com o auxilio do software Excel, foi organizado os dados, calculados a média de dose equivalente recebida pelos grupos. 3. Resultados Verificamos que as doses médias anuais acumuladas dos funcionáriaos do serviço de hemodinâmica foram; 0,9 mSv - médicos, 05 mSv - enfermeiras, 0,2 mSv - técnicas de Rx, BG - auxiliar de enfermagem. Constatamos como valor máximo de dose equivalente mensal e anual os valores representados nos gráficos abaixos. Os resultados evidenciam que os valores das leituras estam diretamente relacionadas com o cargo, consequentemente, com a função desempenhada em sala durante o procedimento, e que funcionários mesmo realizando ocupacionalmente submetidos aos mesmos valores de doses equivalentes.


58 DEFINIÇÃO Mamograma é um exame radiológico que examina o tecido da mama. O QUE É A MAMOGRAFIA ? A mamografia é um tipo de radiografia especial, realizada em aparelhos específicos para avaliação das mamas. Homens e mulheres podem desenvolver câncer de mama. A mamografia de rotina é a melhor oportunidade de detectar precocemente qualquer alteração nas mamas antes até que o paciente ou médico possam notá-las ou apalpá-las. De acordo com o FDA, órgão americano de vigilância sanitária, a mamografia pode detectar um câncer de mama até dois anos antes de ele ser palpável. A mamografia é, ainda, o mais eficaz método de diagnóstico para a detecção de câncer de mama, quanto mais precoce a remoção do tumor na fase inicial, a estratégia é mais eficiente na redução da taxa de mortalidade das pacientes e melhor qualidade de vida. UM EXAME PREVENTIVO A mamografia de rotina, conhecida em alguns países como "screening", é o exame das mamas realizado com baixa dose de raios x em mulheres assintomáticas, ou seja, sem queixas nem sintomas de câncer mamário. A mama é comprimida rapidamente enquanto os raios x incidem sobre a mesma. A imagem é interpretada por um radiologista especialmente treinado para identificar áreas de densidades anormais ou outras características suspeitas. OBJETIVO Detectar o câncer enquanto ainda muito pequeno, ou seja, quando ele ainda não é palpável em um exame médico ou através do auto-exame realizado pela paciente. Descobertas precoces de cânceres mamários através da mamografia, aumentam muito as chances de um tratamento bemsucedido. Um exame anual de mamografia é recomendado para todas as mulheres acima de 40 anos. Resultados registrados pela American Cancer Society, em uma recente avaliação em oito clínicas escolhidas aleatoriamente, demonstraram que houve 18% menos mortes em decorrência de câncer mamário entre mulheres com 40 anos ou mais que haviam feito mamografia periodicamente. Os benefícios da mamografia quanto a uma descoberta precoce e a possibilidade do tratamento do câncer mamário são muito significativos, compensando o risco mínimo da radiação e o desconforto que algumas mulheres sentem durante o exame. O QUE ESPERAR DE UM EXAME DE MAMOGRAFIA O exame de mamografia é obtido através de um aparelho chamado mamógrafo. Mamografia é uma imagem radiográfica da mama, produzida através de um aparelho de raio-X conhecido como mamógrafo.


59 No exame, a mama é comprimida para que seu achatamento possibilite a redução das doses de raios-x, a uniformização dos tecidos, além de manter a mama imóvel. A dose de radiação é bem baixa e a exposição aos raios x é rápida. Neste estágio, também é possível a tomada de imagens especiais, com a ampliação da imagem. POSIÇÃO A correta posição da mama durante a mamografia é extremamente importante para assegurar que a imagem mostre todo o tecido mamário e também a axila (região abaixo do braço). O técnico se certificará de que toda a mama esteja situada sobre a chapa de raios x e que nada bloqueie os raios x (como, por exemplo, uma jóia, o ombro ou a mama oposta). Cooperação da paciente: o técnico deverá lhe informar todas as etapas da mamografia para assegurar sua inteira participação e cooperação durante o exame. Durante a exposição aos raios x, você deverá permanecer absolutamente imóvel e prender a respiração para evitar a possibilidade de distorcer a imagem em função da movimentação. Compressão: a compressão é necessária para imobilizar a mama e uniformizar o tecido da mama, permitindo uma melhor imagem. A compressão da mama pode às vezes causar algum desconforto, mas leva pouco tempo. Assim, você sente a compressão, mas não uma dor significativa. Se sentir dor, informe ao técnico.


60 É necessário tirar a roupa da cintura para cima, por isso a indicação de não ir de vestido ao exame nem com blusas difíceis de tirar.


61 Normalmente, o médico faz duas ou mais radiografias de cada mama, que é comprimida no aparelho para que fique com uma espessura mais uniforme.


62 Posicionar-se corretamente durante a mamografia pode aumentar a probabilidade de identificar tumores de mama invasivos.


63 A mama é posicionada vertical ou horizontalmente no aparelho.


64 O raio-X pode detectar alterações na mama, como nódulos, cistos e microcalcificação.


65 Como a mama é comprimida pelo mamógrafo, não é recomendado fazer o exame no período menstrual, quando a mulher fica mais sensível à dor.


66 Uma indicação é que a paciente não use desodorante, perfume ou talco no dia da mamografia, que podem deixar resíduos que interferirão nos resultados.


67 Detalhes do exame


68 O SEGREDO DA BOA MAMOGRAFIA A função do exame é o diagnóstico precoce do câncer de mama. Ele só faz diferença quando o tumor é pequeno Tumor com menos de 2 centímetros O que é a Mamografia Digital ? Um dos recentes avanços da mamografia é a MAMOGRAFIA DIGITAL (computadorizada). A mamografia digital se assemelha a convencional por usar raios X na produção das imagens porém o sistema é equipado com receptor digital e um computador ao invés de um filme cassete. Na mamografia convencional as imagens são gravadas em filme. O filme é revisado pelo radiologista no negastoscópio. Com mamografia digital, a imagem mamográfica é capturada por um detector eletrônico especial de raios X o qual converte a imagem numa foto digital e pode ser revisado no monitor do computador. O radiologista pode alterar a magnificação, orientação, brilho, contraste através do computador para verificar melhor áreas da mama. A mamografia convencional demora de 30 minutos a uma hora para a obtenção do diagnóstico. Quando a imagem não é satisfatória o exame tem que ser refeito e a mulher expor-se a nova carga de radiação. Na mamografia digital os procedimentos são os mesmos, a mulher fica de pé, a pressão sobre o seio continua e segundo os médicos necessária para a superposição de tecidos e descobrir nódulos minúsculos e, em seguida um dispositivo eletrônico grava as imagens geradas pelo raio X, apenas 15 segundos após a exposição. Os procedimentos são mais rápidos e a paciente recebe menor dose de raios X com maior qualidade diagnóstica, com menor número de repetições de exposições durante um exame.


69 Esta tecnologia permite que o resultado e as imagens sejam enviadas via Internet para qualquer parte do mundo. CÂNCER DE MAMA Entre as mulheres jovens o câncer de mama é responsável por 10 % dos óbitos. Entre as mulheres acima de 60 anos, câncer de mama é responsável por 50% dos óbitos. Mulheres que consomem bebidas alcoólicas tem 40% a 100% mais possibilidades de ter câncer de mamas que as abstemias devido ao aumento do estrógeno causado pelo álcool. (Instituto Nacional do Câncer EUA) Em populações que consumem mais fibras a alimentação, o número de mulheres com câncer de mama é mais baixo (Instituto Haylor EUA). No Japão este tipo de câncer era muito raro até que as mulheres mais ricas passaram a comer carne diariamente. Segundo o Instituto de Pesquisas do Centro Nacional do Câncer do Japão, as mulheres que comem carne tem oito vezes mais possibilidades de desenvolver câncer de mamas. Na Inglaterra pesquisa semelhante chegou ao mesmo resultado.


70 O que é Medicina Nuclear? A Medicina nuclear é uma especialidade médica que utiliza técnicas seguras e indolores para formar imagens do corpo e tratar doenças. A medicina nuclear é única por revelar dados sobre a anatomia e a função dos órgãos, ao contrário da radiologia, que tipicamente mostra apenas estrutura anatômica dos órgãos. É uma maneira de coletar informações de diagnóstico médico que, de outra forma, não estariam disponíveis, requereriam cirurgia ou necessitariam de exames de diagnóstico mais caros. Os exames de medicina nuclear freqüentemente podem detectar precocemente anormalidades na função ou estrutura de um órgão no seu corpo. Esta detecção precoce possibilita que algumas enfermidades sejam tratadas nos estágios iniciais, quando existe uma melhor chance de prognóstico bem sucedido e recuperação do paciente. Em que casos é indicado o exame de Medicina Nuclear? Os exames de medicina nuclear são benéficos para estudar danos fisiológicos a seu coração, restrição do fluxo sangüíneo ao cérebro, além do funcionamento de outros órgãos como a tireóide, rins, fígado e pulmões. Também tem usos terapêuticos valiosos como o tratamento do hipertireoidismo e alívio da dor para certos tipos de câncer dos ossos. Em geral, existe quase uma centena de diferentes exames de medicina nuclear hoje disponíveis, incluindo estudos cerebrais, diagnóstico e tratamento de tumores, avaliação das condições dos pulmões e coração, análise funcional dos rins e de todos os sistemas dos principais órgãos do corpo. Como se Realiza um Exame de Medicina Nuclear? Os exames de medicina nuclear são seguros e indolores. Uma pequena quantidade de material radioativo é absorvida pelo corpo via injeção, oral ou inalação. Estas substâncias radioativas são misturadas a um produto farmacêutico especializado que tem como alvo os órgãos, ossos ou tecidos específicos de seu corpo. A quantidade de material radioativo usado é medida especificamente para garantir os resultados mais precisos dos exames, limitando, ao mesmo tempo, a quantidade de exposição à radiação. Após dado o material radioativo, uma câmera especial é utilizada para tirar fotografias de seu corpo. A câmera (normalmente chamada de gama-câmara, ou um equipamento ainda mais sofisticado chamado de PET Scanner) possui detectores especiais que podem captam a imagem dos materiais radioativos localizados dentro de seu corpo. A imagem, gravada em filme ou em um computador, é, então, avaliada por seu médico. Medicina Nuclear É uma especialidade médica relacionada à Imagiologia que se ocupa das técnicas de imagem, diagnóstico e terapêutica utilizando nuclídeos radioativos. "A Medicina Nuclear está para a Fisiologia como a Radiologia para a Anatomia". A Medicina Nuclear permite observar o estado fisiológico dos tecidos de forma não invasiva, através da marcação de moléculas participantes nesses processos fisiológicos com marcadores radioativos, que marcam sua localização com a emissão de partículas detectáveis ou raios gama . A detecção localizada de muitos fótons gama com uma câmera gama permite formar imagens ou filmes que informem acerca do estado funcional dos órgãos. A maioria das técnicas usa ligações


71 covolante ou iônicas entre os elementos radioativos e as substâncias alvo, mas hoje já existem marcadores mais sofisticados, como o uso de anticorpos específicos para determinada proteína, marcados radioactivamente. A emissão de partículas beta ou alfa, que possuem alta energia, pode ser útil terapeuticamente em pequenas doses para destruir células ou estruturas indesejáveis. Tipos de Radiação Utilizados 1. Partícula Alfa: é um núcleo de Hélio, ou seja, dois protões e dois neutrões. É uma partícula com elevada energia, pelo que poderá ser promissora no âmbito da terapêutica em Medicina Nuclear, mas ainda não generalizada. 2. Partícula Beta: consiste num elétron ou um pósitron de alta energia, podendo portanto ser utilizado em terapia. O pósitron é usado no exame PET. 3. A radiação Gama: é uma onda eletromagnética. Os fótons gama têm origem nos núcleos atómicos, e são utilizados em diagnóstico por imagem em medicina nuclear. Os fótons são detectados por um equipamento apropriado, a Câmara Gama. Utilidade e Risco A importância deste tipo de exames têm aumentado recentemente. A principal limitação à maior utilização da medicina nuclear é o custo. No entanto é impossível observar muitos processos fisiológicos de forma não invasiva sem a Medicina Nuclear. A quantidade de radiação que o paciente recebe num exame de medicina nuclear é menor que a radiação recebida numa Radiografia ou uma Tomografia Axial Computadorizada. A quantidade de substância estranha é normalmente tão baixa que não há perigo de interferir significativamente com os processos fisiológicos normais. Os casos mais graves são muitas vezes os casos de hipersensibilidade (alergia) com choque anafilático do doente em reação ao agente químico estranho.


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73 I- INTRODUÇÃO. A descoberta do raio-X não é um avanço tão inédito na ciência, pois data o século XIX, quando Wilhelm C. Roentgen, físico alemão, através de seus experimentos, por meio de aceleração de elétrons, em um tubo denominado de crookes (revestido de material fluorescente), consegue projetar uma imagem do esqueleto de uma mão. A partir desta descoberta do raio-x representou uma grande maneira de desenvolver diagnósticos na medicina. No século passado, descobriu-se a importância da radioatividade quanto suas ações destruidoras de células malignas. A Radioterapia é atualmente um dos métodos mais significativos quanto ao combate ao câncer, sendo uma especialidade da medicina que interliga a sensibilidade dos tumores aos efeitos emitidos pela radiação, possibilitando tratamento dos mesmos. De fato, essa forma de tratamento se assemelha ao procedimento da quimioterapia, traduzindo-se em ação de raios ionizantes sobre as células, impedindo sua divisão. A ação da radioterapia está ligada à área a ser tratada, consistindo em uma forma de cirurgia localizada sobre uma região específica, na qual os raios atingem apenas o órgão a que se deseja efetuar tratamento, não provocando lesão aos outros órgãos fora da área da irradiação. Algumas conseqüências são visíveis, neste tipo de tratamento, como queimaduras leves na pele, inflamações de mucosas, diminuição da reprodução da célula sanguínea, dependendo da dose de radioatividade empregada. II- DESENVOLVIMENTO. Primeiramente, deve-se explicar que há vários tipos de radiação, porém as mais utilizadas são as eletromagnéticas (raios-x ou raios gama) e os elétrons (estes disponíveis apenas em aceleradores lineares de alta energia). A radiação gama é um tipo de radiação eletromagnética gerada e emitida continuamente no núcleo de elementos radiativos como o Cobalto, Césio e Irídio. Os elementos radiativos são armazenados dentro de um recipiente de material de número atômico alto i.e. chumbo, para impedir o vazamento da radiação para o ambiente. A bomba de Cobalto é um recipiente contendo uma fonte de Cobalto, com um dispositivo que abre uma pequena janela e deixa o feixe de radiação sair de forma controlada, permitindo o tratamento do tumor e ao mesmo tempo preservando os tecidos normais a sua volta. Neste caso o tempo de tratamento e todos os outros parâmetros físicos envolvidos são cuidadosamente controlados e verificados através de um programa de controle de qualidade permanente. Já o acelerador linear funciona de maneira muito semelhante a um aparelho de raios-x, ou seja, a radiação somente é produzida quando o aparelho é ligado a uma fonte de energia elétrica. O mecanismo de formação da radiação é um pouco mais complicado, mas no final o seu efeito é o mesmo: um feixe de radiação controlado incide sobre o alvo a ser tratado. Desta maneira, a Radioterapia pode ser utilizada para tratamento total do câncer ou para redução dos sintomas desta doença, podendo impedir a evolução da própria. A Radioterapia pode ser empregada conjuntamente com a cirurgia, com a quimioterapia ou isoladamente. Assim, a radioterapia pode ser classificada como duas formas: a Braquiterapia e a Teleterapia.


74 A Braquiterapia é uma modalidade de Radioterapia em que os raios são projetados localmente sobre a região do câncer ou tumor, atingindo diretamente as células malignas, não provocando efeitos colaterais sobre outros órgãos. A Teleterapia é uma forma de irradiação realizada de modo mais afastado da área a receber o tratamento. Neste tipo de irradiação, a proteção contra os efeitos nocivos dos raios é efetuada com uso de escudos, aplicações parciais de radiatividade e pelo controle da projeção dos raios sob diversos ângulos. No tratamento radioterápico, o primeiro passo do planejamento é o exame clínico, análise dos dados e acontecimentos da cirurgia, estudo profundo da região do corpo a receber as irradiações, definindo o local destas, assim como seu trajeto. A dosagem e o número de seções da radioterapia são definidos nesta primeira etapa. A simulação é o segundo passo, no qual todo aquele planejamento é testado. Depois de testado o planejamento, marcas na pele são feitas para orientar a equipe técnica quanto à incidência dos raios sobre o corpo do paciente. Pode ser também necessária a criação de máscaras ou imobilizações especiais para ocorrer a irradiação corretamente. As seções de radioterapia são feitas na semana (em dias úteis) e nos finais de semana, o paciente não recebe irradiação para os tecidos saldáveis se recuperarem. O acompanhamento do médico para avaliação da tolerância dos raios pelo organismo do paciente é necessário. No entanto, os mecanismos informatizados ajudam o profissional da saúde a administrar os efeitos colaterais que poderão ser provocados pela radioatividade, podendo estes ser reduzidos ou até eliminados. A Radiocirurgia. Este tratamento, caracterizado pela alta tecnologia, é utilizado para o controle de tumores cerebrais de difícil acesso quanto à atuação do neurocirurgião. Nesta modalidade, o tumor, localizado nas região de difícil acesso do cérebro, recebe altas doses de radiação, enquanto que os efeitos nocivos são evitados pelos diversos furos deixados pelos raios. Desta forma, a passagem dos feixes de raios através de uma infinidade de áreas diferentes do cérebro, todos convergindo para o tumor, determina um efeito terapêutico máximo com mínima ação no restante do tecido nervoso. A Radiossensibilidade e Radiocurabilidade. A radiossensibilidade celular é o grau e a velocidade de resposta dos tecidos à irradiação. Segundo Tribodeau e Bergonier a radiossensibilidade está associada à atividade mitótica da célula: por um lado, quanto mais indiferenciado e proliferativo o tecido, mais sensível à irradiação e, por outro, quanto mais diferenciado e estável, mais resistente. A radiossensibilidade também depende da origem do tecido: quanto mais sensível o tecido original, mais sensível o tecido derivado.A resposta tumoral à irradiação depende também do aporte de oxigênio às células malignas. Devido á sua eletroafinidade o oxigênio ligase avidamente aos elétrons gerados na ionização do DNA, causando danos a esta molécula. A presença de quantidades adequadas de oxigênio aumenta sua sensibilidade em 3 vezes (efeito oxigênio, ou OER - Oxygen Enchancement Ratio).É muito difícil estabelecer uma relação de causalidade entre radiossensibilidade e radiocurabilidade. Tumores de resposta tardia à irradiação, isto é, de regressão lenta após serem irradiados, podem desaparecer após certo tempo de tratamento (tumores de próstata) e tumores agudamente responsivos podem repopular rapidamente após uma "resposta completa" (carcinomas indiferenciados de pulmão).O controle local de um dado tumor, por ser de natureza estatística, é função da quantidade de células clonogênicas existentes quando no início do tratamento. Quanto maior o número de células maior será a dose de irradiação necessária para o controle. Assim a radiossensibilidade tecidual e a radiocurabilidade tumoral fundamentam a escolha do tratamento radioterápico. O índice terapêutico de um plano radioterápico é obtido a partir da probabilidade de lesar os tecidos normais adjacentes e a de curar o tumor.Os tecidos normais tendem a repopular as regiões irradiadas com mais facilidade que os tumorais, embora os tumores também o façam. Como existem muito mais tecidos sãos do que tumorais nas regiões irradiadas, esta característica favorece o tratamento.


75 Devido a vários defeitos metabólicos inerentes à sua atividade mitótica das neoplasias a regeneração tende a ser menos eficaz para danos subletais. Tecidos normais tendem a se recuperar entre duas aplicações, desde que haja um intervalo de ao menos 4 horas, enquanto que os tumorais tendem a demorar mais ou não o fazem. Indicações da radioterapia. Como a radioterapia é um método de tratamento local e/ou regional, pode ser indicada de forma exclusiva ou associada aos outros métodos terapêuticos. Em combinação com a cirurgia, poderá ser pré-, per- ou pós-operatória. Também pode ser indicada antes, durante ou logo após a quimioterapia. A radioterapia pode ser radical (ou curativa), quando se busca a cura total do tumor; remissiva, quando o objetivo é apenas a redução tumoral; profilática, quando se trata a doença em fase subclínica, isto é, não há volume tumoral presente, mas possíveis células neoplásicas dispersas; paliativa, quando se busca a remissão de sintomas tais como dor intensa, sangramento e compressão de órgãos; e ablativa, quando se administra a radiação para suprimir a função de um órgão, como, por exemplo, o ovário, para se obter a castração actínica. Fontes de Energia e suas aplicações. São várias as fontes de energia utilizadas na radioterapia. Há aparelhos que geram radiação a partir da energia elétrica, liberando raios X e elétrons, ou a partir de fontes de isótopo radioativo, como, por exemplo, pastilhas de cobalto, as quais geram raios gama. Esses aparelhos são usados como fontes externas, mantendo distâncias da pele que variam de 1 centímetro a 1 metro (teleterapia). Estas técnicas constituem a radioterapia clínica e se prestam para tratamento de lesões superficiais, semiprofundas ou profundas, dependendo da qualidade da radiação gerada pelo equipamento. Os isótopos radioativos (cobalto, césio, irídio etc.) ou sais de rádio são utilizados sob a forma de tubos, agulhas, fios, sementes ou placas e geram radiações, habitualmente gama, de diferentes energias, dependendo do elemento radioativo empregado. São aplicados, na maior parte das vezes, de forma intersticial ou intracavitária, constituindo-se na radioterapia cirúrgica, também conhecida por braquiterapia. Benefícios da Radioterapia. Metade dos pacientes com câncer são tratados com radiações. É cada vez maior o número de pessoas que ficam curadas com este tratamento. Quando não é possível obter a cura, a Radioterapia pode contribuir para a melhoria da qualidade de vida. As aplicações diminuem o tamanho do tumor, o que alivia a pressão, reduz hemorragias, dores e outros sintomas, proporcionando alívio aos pacientes. Efeitos Colaterais. A radioterapia exerce menos efeito sobre as células sadias do corpo que sobre as células do linfoma, mas as células normais também são, com freqüência, afetadas pelo tratamento. Por essa razão, a radioterapia pode causar efeitos colaterais. Uma vez que a radioterapia é um tratamento local administrado a uma parte específica do corpo, a maioria dos efeitos colaterais depende da parte do corpo que sendo tratada. Por exemplo: • A aplicação no abdome pode provocar náuseas ou diarréia. • A aplicação no pescoço ou porção superior do tórax pode afetar o revestimento da boca, garganta e esôfago, o que pode causar dor e dificultar à deglutição. • A aplicação na cabeça, ou em qualquer parte pilosa do corpo, pode provocar queda de cabelos naquela área. • Às vezes, a pele que fica sobre o linfoma que está sendo tratado se queima com a radiação, tornando-se vermelha e ulcerada. • Além disso, a maioria das pessoas se sente cansada e letárgica durante a aplicação e a contagem de glóbulos brancos do sangue pode se mostrar reduzida, tornando o paciente mais predisposto a infecções durante o curso do tratamento. Esses efeitos colaterais podem ser leves e um pouco mais que um incômodo,mas podem variar em intensidade. Com freqüência, os efeitos colaterais aparecem como leves e se tornam um problema com o


76 curso do tratamento. Todos eles são temporários, incluindo a perda de cabelo. Podem persistir por algumas semanas ou até meses após a conclusão do tratamento, mas desaparecerão com certeza. Às vezes, os efeitos da radioterapia podem ser duradouros. A aplicação de radiação à pelve ou região da virilha pode afetar a fertilidade, tanto em homens como em mulheres. Até onde é possível, os testículos e os ovários são protegidos da radiação durante o tratamento. A radioterapia também pode aumentar o risco de desenvolvimento de tumores oncológicos em tecidos que receberam doses de radiação, como a pele. É, portanto, importante que os pacientes mantenham as consultas de acompanhamento e compareçam às triagens regulares, assim como tomem medidas positivas para evitar o risco de câncer, como parar de fumar ou sempre usar filtro solar quando ficarem expostos ao sol. A triagem a longo prazo para câncer de mama após radioterapia é uma consideração importante para mulheres submetidas a esse tratamento, especialmente aquelas com história de câncer de mama na família. Os homens também podem ser afetados e devem considerar a triagem se houver essa história clínica na família. O câncer de tireóide também é mais comum após aplicação de radioterapia no pescoço. Outros efeitos a longo prazo como, por exemplo, aos pulmões, ocorrem por causa da escarificação resultante da cicatrização dos tecidos após a radioterapia. III- CONCLUSÃO. O presente trabalho retratou os principais tópicos do tema, versando acerca das formas de tratamento, radiocirurgia, radiossensibilidade e radioocurabilidade; indicações da radioterapia, procedimentos da radioterapia, benefícios e efeitos colaterais dessa forma de tratamento; fontes de energia e suas aplicações. Desta maneira, independentes da forma de irradiações empregadas, internas e externas da radioterapia estão restritos ao paciente. Não há qualquer possibilidade de transmissão da radiação entre pessoas, mesmo nos contatos mais íntimos. Isto é, o paciente não se torna radioativo, chocando-se com a idéia oposta a esta concepção. A radioterapia é um método capaz de destruir células tumorais, empregando feixe de radiações ionizantes. Uma dose pré-calculada de radiação é aplicada, em um determinado tempo, a um volume de tecido que engloba o tumor, buscando erradicar todas as células tumorais, com o menor dano possível às células normais circunvizinhas, à custa das quais se fará a regeneração da área irradiada.As radiações ionizantes são eletromagnéticas ou corpusculares e carregam energia. Ao interagirem com os tecidos, dão origem a elétrons rápidos que ionizam o meio e criam efeitos químicos como a hidrólise da água e a ruptura das cadeias de ADN. A resposta dos tecidos às radiações depende de diversos fatores, tais como a sensibilidade do tumor à radiação, sua localização e oxigenação, assim como a qualidade e a quantidade da radiação e o tempo total em que ela é administrada. Para que o efeito biológico atinja maior número de células neoplásicas e a tolerância dos tecidos normais seja respeitada, a dose total de radiação a ser administrada é habitualmente fracionada em doses diárias iguais, quando se usa a terapia externa.


77 INTRODUÇÃO O expressivo progresso da radiologia nas últimas décadas, associado ao aparecimento e aperfeiçoamento de novas metodologias, como o ultra-som e a ressonância magnética, por exemplo, fizeram do diagnóstico por imagem uma das mais excitantes áreas da medicina. Seu impacto é tão grande, que a abordagem diagnóstica médica vem sofrendo sua influência e sendo bastante modificada. Dentre as várias modificações, a implantação de sistemas de arquivamento e comunicação de imagens (Picture Archiving and Communication Systems - PACS) é provavelmente a de maior impacto. O PACS é um sistema de arquivamento e comunicação voltado para o diagnósticos por imagem que permite o pronto acesso, em qualquer setor, de imagens médicas em formato digital. O sistema PACS em conjunto com os sistemas de informação radiológica (RIS) e de informação hospitalar (HIS) formam a base para um serviço de radiologia "filmless". Radiologia "filmless" refere-se a um hospital, com um ambiente de rede amplo e integrado, no qual o filme foi completamente ou em grande parte substituido por sistemas eletrônicos que adquirem, arquivam, disponibilizam e exibem imagens. A implantação de um serviço de radiologia "filmless" deverá trazer melhorias no que se refere a acesssibilidade e integração de informações, pela vinculacão de imagens ao registro médico eletrônico do paciente, e no que se refere a aplicação de novas técnicas e desenvolvimentos na aquisição, exibição e processamento de imagens. Segundo a literatura especializada, a maioria dos serviços médicos farão a transição para a radiologia "filmless" nos próximos dez a vinte anos. Radiologia digital – “Diagnostico da Carie Dentária” A imagem radiográfica interproximal permite condição informativa diferenciada e indispensável para a avaliação do paciente, quando perscrutam-se lesões da doença cárie localizadas em superfícies dentárias contíguas, inacessíveis ao diagnóstico clínico visual. Ao abordar este tema, a Radiologia Odontológica demonstra-se essencialmente bioética, com a busca incessante de conhecimentos que culminem em uma menor dose de radiação aplicada ao paciente aliada à qualidade dos dados obtidos. Exemplo deste propósito é o desenvolvimento de filmes de sensibilidade crescente, a despeito da inexorável e tão discutida perda da nitidez da imagem8,9,13,15,23. Nas duas últimas décadas, ao incorporar recursos da computação digital, a Radiologia Odontológica demonstrou uma notável diferenciação tecnológica e potencializou sua condição de um importante recurso diagnóstico auxiliar25,27,28. Atualmente, as imagens radiográficas podem ser obtidas por métodos digitais diretos, os quais dispensam a utilização de filmes11,13,16,17,19. Estudado em recentes pesquisas3,4,10,11,12,18,19,22,26,27,30, o sistema digital Digora apresenta uma imagem composta por vários pontos (pixels) com diferentes tonalidades de cinza, resultante da leitura a laser de uma placa óptica exposta à radiação X5. A sensibilidade do sistema radiográfico digital sofreu variações de acordo com o recurso de imagem e com a quilovoltagem empregada. Em geral, a taxa de diagnósticos positivo-verdadeiros foi alta e a porcentagem de falso-negativos reduzida, o que favoreceu os índices de sensibilidade. A inversão do contraste (imagem em “Negativo”), em 70 kV, revelou a maior taxa de positivo-verdadeiros. No tocante à confirmação de ausência de lesão, a especificidade esteve comprometida. Por vezes, houve diagnósticos falso-positivos, o que reduziu a taxa de diagnósticos negativos corretamente afirmados. Este resultado configurou-se na redução da especificidade, visto que há relação inversa entre a taxa de falso-positivos e negativo-verdadeiros. A imagem comprimida (0,5 X) revelou, em duas quilovoltagens (50 e 90 kV), os mais altos valores de especificidade. A pequena variação numérica da acurácia média do sistema digital, em relação às quilovoltagens, foi confirmada pelos valores do kappa não-ponderado na validação do diagnóstico de lesões proximais. A variação da dose de radiação X aplicada às placas ópticas não determinou diferenças diagnósticas a ponto de justificar a eleição de uma ou outra dosagem. Independentemente da quilovoltagem, o comportamento do método, numérica e qualitativamente expresso, tende a ser comparável. FARMAN7, ao avaliar as propriedades técnicas de um sistema digital direto, submeteu as incidências à variação de quilovoltagem (50 a 90 kV) e considerou praticamente idênticas as respostas da qualidade da imagem à dose.


78 Este dado é de suma importância, posto que algumas publicações não consideram os valores de quilovoltagem na reciprocidade dos dados discutidos17,20,24. Por nossos resultados, consideramos viável a comparação da acurácia diagnóstica entre experimentos que façam uso de diferentes quilovoltagens, quando é utilizado o sistema digital. A imagem comprimida pelo sistema Digora (0,5 X), dentre as modalidades de imagem digital avaliadas, revelou a menor sensibilidade, em todas as quilovoltagens. Esta modalidade possui dimensões semelhantes às do filme, sendo esta a provável explicação para o resultado obtido. O diagnóstico das lesões dentinárias pareceu-nos não se beneficiar do recurso de imagem citado. DIFERENÇA DO SISTEMA DIGITAL E O CONVENCIONAL Pode-se depreender que a principal diferença entre os métodos estudados nesta pesquisa (sistema digital e filme convencional), quanto à validação do diagnóstico de lesões dentinárias de superfícies proximais de molares decíduos, repousa na taxa de positivo-verdadeiros (sensibilidade do teste). Como as diferenças desta proporção foram maiores que as observadas entre as especificidades, a acurácia do sistema Digora sobrepujou a dos filmes, em média. As condições otimizadas de contraste obtidas pelo sistema digital podem ter influenciado a detecção de lesões, visto que os filmes apresentaram menor sensibilidade. A definição dos mesmos, ainda que referida como superior, provavelmente foi subjugada pelos recursos de imagem disponíveis no software, sendo esta premissa compatível com o postulado por BENN2. RADIOLOGIA CONVENCIONAL OU ANALÓGICA Utiliza uma película radiográfica (as chapas radiográficas tradicionais) que são sensíveis à radiação ionizante libertada pelo aparelho de raios X. Apesar de ainda ser uma tecnologia actual utilizada em muitos centros de medicina humana e veterinária ela possui alguns aspectos negativos:


79 A revelação destas películas possui alguns custos ambientais, uma vez que os líquidos de revelação são ricos em metais pesados; Tempo de revelação: a revelação de uma película radiográfica é bastante mais morosa; Qualidade inferior: a imagem obtida na película não pode ser trabalhada em termos de exposição (ampliada, escurecida, partilhada,...); Segurança: o facto de a imagem não poder ser trabalhada leva a que um estudo radiográfico implique a realização de várias exposições até se conseguir a imagem óptima aumentando a radiação recebida pelo animal e trabalhadores do hospital; A RADIOLOGIA DIGITAL VEM SOLUCIONAR MUITOS DESTES PROBLEMAS: A radiologia digital usa uma placa electrónica sensível à radiação ionizante que é lida por um computador central (CPU). Não são usados líquidos reveladores prejudiciais ao meio ambiente; A revelação é instantânea; O CPU permite arquivar electronicamente a imagem por paciente, trata-la em termos de exposição, amplia-la e partilha-la electronicamente; Rx tórax gato A diminuição do número de exposições aumenta a segurança para o animal e operadores do serviço; A qualidade da imagem é superior permitindo melhores e mais rápidos diagnósticos. A qualidade da imagem é superior permitindo melhores e mais rápidos diagnósticos.


80 Corpo estranho gástrico (mola de roupa) CONCLUSÕES 1. Em relação aos filmes radiográficos: o filme Ektaspeed Plus, exposto a 50 kV, demonstrou o maior valor de acurácia e sensibilidade, sendo esta igual ao do filme Agfa M2 em 90 kV; a especificidade dos filmes revelou valores comparáveis. 2. Em relação ao sistema Digora: o maior valor de sensibilidade foi revelado pela modalidade de imagem “Negativo” (70 kV); majoritariamente, a imagem em 0,5 X foi a mais específica (50 e 90 kV). A acurácia média do sistema digital Digora foi, em valores, praticamente a mesma e a estatística kappa resultou em validade boa. 3. Comparando-se os filmes e o sistema Digora: o sistema digital Digora foi mais sensível que os filmes, em todos os kV, não ocorrendo o mesmo em relação à especificidade. A acurácia média do sistema digital suplantou a dos filmes e somente o filme Ekta, em 50 kV, alcançou os valores de kappa revelados pelo sistema digital.


81 EQUIPAMENTOS DE RADIOLOGIA DIGITAL RESSONÂNCIA NUCLEAR MAGNÉTICA


82 ULTRASSONOGRAFIA


83


84 Introdução O exame de Ressonância Magnética é um método de diagnóstico por imagem que não utiliza radiação e permite retratar imagens de alta definição dos órgãos de seu corpo. O equipamento que realiza o exame trabalha com campo magnético, e, por isso, algumas precauções devem ser tomadas para realização do exame, como não utilizar jóias e maquilagem, entre outros. Veja como se preparar e o que acontece durante o exame. O exame de Ressonância Magnética 1. Geralmente, a maioria dos hospitais entrega ao paciente um questionário que deverá ser preenchido antes do exame. É muito importante que isto seja feito com a maior precisão possível. Na maioria das vezes, você o preencherá junto com o seu médico ou especialista. 2. A necessidade de precisão nas respostas é vital, porque existem vários aspectos do seu corpo que podem impossibilitá-lo de realizar o exame de RM, como, por exemplo, implantes de cirurgias prévias, placas de metal, marcapasso etc. Após o questionário, você pode discutir todo o procedimento do exame com o técnico e mais uma vez confirmar todas as informações do formulário. 3. Para se fazer um exame de RM é necessária pouca preparação. Evitar comer e beber aproximadamente 4 horas antes será útil se você for fazer o exame na região abdominal ou pélvica. Também é aconselhável ir ao banheiro antes, para que não haja a necessidade de interromper o exame. 4. Não é preciso interromper qualquer medicação que tenha sido prescrita anteriormente. 5. Sempre é útil fornecer qualquer exame diagnóstico prévio (por exemplo, tomografias computadorizadas (CT), exames de ressonâncias magnéticas anteriores, ultra-som, radiografias, etc). 6. Se desejar pode trazer um membro da família ou amigo para acompanhar o exame. Entretanto, ambos não poderão entrar na sala de exame carregando objetos de metal. 7. O ponto principal nos preparativos para um exame de RM é não se preocupar. Ele dura pouco tempo, é indolor e é um excelente método diagnóstico. 8. A ressonância magnética é uma técnica cada vez mais utilizada, tratando-se de um método de diagnóstico por imagem indolor e não - invasivo, que pode ser usado para estudar a anatomia normal e eventuais alterações patológicas de todos os órgãos do corpo humano. 9. Especialmente é indicado para o cérebro, os órgãos abdominais, a coluna vertebral, o sistema músculo-esquelético e, mais recentemente, para as estruturas vasculares, a ressonância magnética é atualmente o exame que permite um melhor resultado no diagnóstico.


85 Ressonância Magnética do Pulmão O exame de ressonância magnética é inofensivo e indolor. Somente crianças recém-nascidas e pacientes pouco cooperativos (claustrofóbicos) recebem algum tipo de sedação ou anestesia. Durante todo o exame, o paciente é monitorado e observado por câmeras de vídeo. Pode conversar com o técnico responsável que o manterá informado sobre a qualidade dos resultados que estão sendo obtidos e sobre o tempo que resta para finalizá-lo. 1. É preciso informar ao médico que vai realizar o exame: 2. Se se submeteu a alguma cirurgia nos últimos 6 meses e de que tipo 3. Se é portador de: marca-passo cardíaco clips de aneurisma cerebral implantes metálicos implantes eletrônicos neuro-estimuladores 4. Se suspeita de gravidez 5. Se pode permanecer deitado com mínimo de movimento por, aproximadamente, 35 minutos


86 TOMOGRAFIA COMPUTADORIZADA Em radiologia, uma tomografia computadorizada (TC) ou tomografia computadorizada (TAC).e uma imagem que deriva do tratamento informáticos dos dados obtidos numa serie de projeções angulares de raios-X.simplificadamente,traduz uma transversa (uma fatia) do corpo da pessoa que foi feita a TC. Basicamente, uma TC a quantidade de radiação absorvida por cada secção analisada,e traduz essas variações numa escala de cinzentos,produzindo uma imagem.Como a capacidade de absorção de raios-X esta intimamente relacionada com a sua densidade, zonas com diferentes densidades terão diferentes cores ,permitindo distingui-las .Assim cada pixel de imagem corresponde cada medida de absorção dos tecidos nessa zona , expressão em unidades de hounsfield (em homenagem a primeira maquina de TC).E um exame radiológico exibido como imagens tomográficas finas de tecidos e conteúdo corporal,representando construções matemáticas assistidas por computador. Por exemplo, numa TC realizada no tórax ,será possível destinguir facilmente aos pulmões e coração,já que o primeiro e sobre tudo aéreo , enquanto o segundo e maciço.Da mesma forma, se nos pulmões existir uma massa de maior densidade (como um cancro, por exemplo),ou de menor densidade (como uma caverna causada por tuberculose), estas serão também destinguiveis,pois possuem níveis de atenção dos raios –x diferentes do tecido circundante. PRINCIPIOS FISICOS A TC , tal como a radiologia convencional,basea-se no fato de raios-x serem apenas parcialmente absorvidos pelo corpo humano.Enquanto a gordura ou o ar,por exemplo,são facilmente atravessados, os ossos e o metal não o são. Em uma TC , os fótons são coletados por um cristal cintilador ou um fotomultiplicadores, que converte a energia incidente em corrente elétrica , proporcionando a energia dos fótons de RX incidentes,Nela a uma fatia do paciente,por exemplo de 10mm de espessura, e imageada, eliminado a super-posicao de estruturas adjacentes que ocorrem em radiografia convencional. A fatia e definida por um faixa de raios-X, produzida por um feixe estreito girando em torno do paciente. A fatia e submetida em uma matriz de 512 X 0,5 X 10mm.A imagem e reconstruída por um computador com a matriz, correspondente de 512 X 512 pixeis. O brilho, ou escala de cinza, de pixel da imagem representa o coeficiente de atenuação linear media do tecido do voxel correspondente. As doses oas tecidos na tomografia computadorizada, entre 10 e 100mSv, estão no limite conhecido para o aumento de probabilidade de câncer e, portanto, precisam ser minimizadas. OBTENÇÃO DE UMA TC Para obter uma TC, o paciente e colocado numa mesa,que se desloca para o interior de orifício de cerca de 70cm de diâmetro.À volta deste encontra-se uma ampola de raios-x, num suporte circular designado GANTRY.A 180 (ou seja, do lado oposto) da ampola , encontra-se o detector de raios-x, responsável por captar a radiação ,e transmitir essa informação ao computador . Nas maquinas convencionais, durante o exame a GANTRY descreve uma volta completa 360 em torno do paciente, com ampola a liberar raios-x que após atravessar o corpo do paciente são captados na outra extremidade pelo detector.E esses dados são então processados pelo computador, que analisa as variações de absorção ao longo da seção observada, e constrói esses dados de imagem.A mesa avança


87 então mais um pouco,repetindo-se o processo para obter uma nova imagem, alguns centímetros mais abaixo. Maquinas mais recentes, designadas helicoidais, descreve uma hélice em torno do corpo do paciente, em vez de um circulo completo. Assim supondo que e pretendido um corte com10cm de espessura , GANTRY avançara 10cm durante a volta completa .Isto permite a obtenção de cortes intermédios (por exemplo,a cada 2cm) .simplesmente por reconstrução digital , uma vez que toda essa área foi captada no movimento helicoidal.Isso faz com que o paciente tenha que ser submetido a doses menores de radiação e com maior rapidez.Assim os exames passaram de 1 hora por exame para 6 segundos, dependendo do equipamento e da parte examinada. VANTAGENS E DESVANTAGENS A principal vantagem da TC e que permite o estudo de seções transversais do corpo vivo, ou seja , permite ampliar o que existe em radiologia convencional (imagens em duas dimensões co estruturas sobrepostas para imagem em três dimensões , ou com percepção espacial nítida). Outra vantagem , a maior distinção entre dois tecidos .Em TC podem-se destinguir 0.5% de diferenças de densidades de tecidos , ao contrario da radiologia convencional que se situava nos5%. Isto e uma melhoria sem paralelo as capacidades da radiografia convencional , pois permite a detecção ou o estudo de anomalias que não seria possível através de métodos evasivos . como exame complementar de diagnostico, a TC e de valor inestimável. Ama das principais desvantagens da TC e o fato de utilizar radiação x. Esta tem um efeito maléfico sobre o corpo humano, sobre tudo sobre em células que se encontram a multiplicar rapidamente, pois pode causar mutações genéticas. Por esta razão não se deve fazer uma TC a uma grávida.Outra das desvantagens da TC e o seu elevado preço , especialmente quando comparada com outros métodos como a radiologia convencional ou mesmo a ecografia.


88 PRINCÍPIOS E um método radiológico fundamentado no trabalho computadorizado aparelho de RX. Neste método , os fótons de RX apos atravessarem ,quantificados por um conjunto de detectores que encaminham estas informações ao uma CPU (central de processamentos de dados) onde os mesmos são processados e transformados em imagem. A obtenção de uma radiografia convencional pode ser definida de uma maneira simplificada como sobre um filme radiográfico, dos fótons de RX atenuados pela estrutura radiográfica.Essa diferenciada dos feixes incidentes,produto de inomogeinedade dos tecidos sensibiliza os correntes de pratas disseminados sobre a emulsão fotográfica,produzindo pontos de maior ou menor transição resultados de maior ou menor taxa de transferência para o filme. A obtenção da imagem do TC e semelhante , diferenciando-se apenas na leitura das informações de aquisição.No método convencional das informações são obtidas no filme por projeção, enquanto a estrutura é decomposta pelo feixe de RX, lida nos detectores e finalmente montada ponto a ponto (pixels) através de cálculos matemáticos feito pelo computador que registra essas informações pelo ponto aponto , derivado do movimento do tubo de RX e redor dp paciente possibilita a individualidade das estruturas contidas em um corte, sem superposição de imagens, permitindo o estudo individual de cada um desses pontos . TC ESPIRAL A TC espiral permite medição em velocidade maior com sistemas de RX detector de rotação continua .Tanto o tubo de RX como o arco do detector gira continuamente e pode-se suprimir eficazmente a radiação dispersa. Através da TC espiral e possível realizar medição continua em ate 24 segundos .Atualmente existem equipamentos no mercado que prometem velocidades maiores .A TC espiral produz um volume ininterrupto sem espaços, no qual podem ser definidas cortes adjacentes ,ou mais de 300 seções superposto tempo de exame entretanto, e um fator critica, particularmente para as aplicações nas quais e importante ter um fluxo constante de meio de contraste para todo o volume anatômico.ATC espiral tem apresentado aplicações importantes em geriatria , pediatria traumatologia e cardiologista devido à dificuldade destes pacientes em se manter em apneia ou pela velocidade do ciclo cardíaco podem, através do exame em equipamentos mais recentes ser praticamente características, associada a softwares modernos,permitem, por exemplo avaliação precisa das coronárias.Ate volumes maiores podem ser obtidos com rapidez e eficiência, o que constituem fator decisivo para reconstruções de 3D. Cada exploração esta baseada em rotação de um segundo, independente do campo espessura do corte, permitindo a utilização da técnica conhecida como multiscan multirotacional múltipla. COMO FUNCIONA A TOMOGRAFIA COMPUTADORIZADA Você simplesmente deita-se numa confortável mesa de exame que, muito lenta e suavemente, vai passando através de uma abertura na unidade de TC .Ao mesmo tempo, o anel de raios-x no interior do tomografo vai girando em volta da mesa de exame , tomando fotos altamente detalhadas que podem posteriormente ser exibidas em imagens de 3 dimensões, Deste modo, a TC pode cobrir extensas seções do corpo num só exame.Normalmente, uma ou duas áreas de um órgão são examinadas, como, por, exemplo, o pulmão e a região abdominal, a cabeça e pescoço etc..Os parâmetros adquiridos através das medições podem ser traduzidos em fotografias.Estas são imagens transversais de planos extremamente


89 finos do interior do seu corpo.Portanto, em muitos casos, mesmos o mais minúsculo processo patológico pode ser identificado. O QUE OCORRE DURANTE O EXAME Durante o exame ,você e atendido por uma equipe especializada em TC , com a qual permanecera em contacto visual e vocal constante.Apenas relaxe, ficando imóvel na mesa de exame ,e siga as instruções da equipe de TC.Os exames duram de 5 a 30 minutos, dependendo da área do corpo que estiver sendo examinada. A exposição aos raios-x , na realidade, leva apenas alguns segundos.Considerando que, como pode ser visto nas ilustrações o tomografo possui abertura bem ampla, você não sentira incomodo de espécie alguma. POR QUE ÀS VEZES E USADO UM MEIO DE CONTRASTE Em certos exames pode se fazer necessário o uso de um meio de contraste para mostrar, determinados vasos de modo mais claros e preciso. Quando da injeção do contraste, você poderá sentir uma sensação de calor que logo desaparecera.Em certos casos, extremamente raros, poderão ser sentidas, momentaneamente, náuseas, coceiras,ou irritação cutânea.Favor consultar seu medico antes a respeito de possíveis alergias, e comunicar a equipe de TC um possível enjôo durante o exame. COMO VOCE PODE AJUDAR Para bons resultados, sua cooperação e necessária.Favor falar com seu medico, que lhe Dara informações detalhadas de como se preparar para o exame. ALGUMAS SUGESTÕES ÚTEIS • Favor manter-se imóvel o exame • Para exames com meios de contraste, beba uma quantidade suficiente de liquido uma ou duas horas antes do exame. • Para exames para área do pescoço, favor evitar engolir durante o exame • Em exames da cabeça e do pescoço, favor remover todas as jóias, grampos óculos aparelhos auditivos e dentaduras. • Para exames abdominais e exames torácicos, siga por favor as instruções(como, por exemplo,suspender a respiração por cerca de 15 a 20 segundos para que as imagens bem nítidas). • Se possuir exames anteriores,favor traze-los MAIS INFORMACÕES SOBRE TC


90 A radiação em exames de TC e mínima devido a moderna tecnologia e breve duração do exame.No entanto favor informar seu medico caso esteja grávida. EXAMES COM SEDACÃO • Jejum de 6 horas adultos e crianças acima de 1 ano. • Crianças de ate um ano jejum de 4 horas para alimentos sólidos. • E necessária a presença de um acompanha. • Realizado pelo anestesistas, durante 30 minutos. • Após o exame não digerir não praticar atividade física, não sair na rua sozinho e não exercer atividades que exigem muita atenção. Será puncionado um acesso venoso periférico a recuperação após a anestésica dar-se-á em 30 minutos . • Duvidas esclarecer com o anestesista antes do exame.


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