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Published by tecnologia, 2016-02-01 12:23:00

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Ano 1 No 02 Novembro de 2015
As Cidades


do Futuro
e os desa os do desenvolvimento urbano sustentável
Novos conceitos de ocupação urbana apresentam soluções para tornar as metrópoles melhores para se viver


Fale com a LANXESS
ADVANCED INDUSTRIAL INTERMEDIATES Alessandra Pagotto [email protected]
INORGANIC PIGMENTS
Agricultura, Polímeros, Pigmentos/Corantes, Tintas, Automóveis, Pneus, Produtos de borracha técnica, Combustíveis, Construção Civil
Construção, Tintas, Plásticos, Papel, Cosméticos, Biogás, Tonner, Air Bag, Baterias de Lítio e Sistemas de Freio
Geração de Energia, Alimentos, Químicas e Petroquímicas, Farmacêutica, Eletrônicos, Processamento de Metal, Mineração
Automotiva, Construção de Máquinas, Construção, Exploração de Gás / Petróleo, Eletrônica, Calçados
Automotiva, Eletroeletrônicos, Construção, Saúde, Esportes e Recreação, Esportivo, Eletrônicos de Consumo
Produtos para todas as etapas de produção da Indústria Coureira
Proteção de Madeira, Tintas e Revestimentos, Construção, Fabricantes de Produtos de Cuidado Pessoal, Saúde e Bebidas
Automotiva, Transporte, Construção de Máquinas, Eletroeletrônicos, Calçados, Papel, Construção, Adesivos, Metalurgia, Cosméticos, Coloração, Tratamento de Água, Percursores para Pesticidas Química, Farmacêutica, Embalagens Alimentícias, Lubrificantes, Agroindústria, Mercado de Plásticos
Alimentos, Cuidados Pessoais/Cosméticos, Nutrição Animal, Adesivos, Agricultura, Biodiesel/Combustível, Tratamento de Água, Polímeros e volumes menores/embalagens especiais para os produtos da unidade Advanced Industrial Intermediates
Borrachas sintéticas para aplicação em indústria de Pneus e Especialidades, além de indústria farmacêutica e alimentícia; Borrachas Butílicas; Borrachas de Estireno-Butadieno, produzidas por Emulsão e Solução; Polibutadieno e Látex.
Unidades de Negócios
Indústrias e áreas de aplicação
Givanildo Ferreira – BR
[email protected]
Mariana Rodrigues – LATAM
[email protected]
LIQUID PURIFICATION TECHNOLOGIES Ricardo Pinheiro [email protected]
HIGH PERFORMANCE ELASTOMERS Marcos Oliveira [email protected]
HIGH PERFORMANCE MATERIALS Marcelo Corrêa [email protected]
LEATHER
Evandro M. Kich
[email protected]
MATERIAL PROTECTION PRODUCTS
Pedro Bojacá [email protected]
RHEIN CHEMIE ADD
Rogério Ibanhez
[email protected]
LANXESS DISTRIBUTION
Petra Liebig
[email protected]
TIRE & SPECIALTY RUBBERS
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Maria Cristina Neri
[email protected]


Sumário
• Fale com a LANXESS
• Editorial
• Termômetro sobre indicadores macro- econômicos e mercado
• Entrevista: Fernando Figueiredo (Abiquim)
• As cidades do futuro e os desa os do desenvolvimento urbano sustentável
• Lançamento LANXESS
• Tecnologias de baixo carbono para aterros sanitários
• Aqui tem LANXESS
• Aqui tem LANXESS
Editorial
A química está presente em todas as áreas da nossa vida, inclusive na urbanização das cidades
Caro (a) leitor (a),
Em todo o mundo, mais e mais pessoas estão migrando para as grandes cidades. Essa mudança trará enormes desa os para o planejamento de ambientes urbanos, nas diferentes regiões geográ cas do mundo. O aumento da escassez de recursos naturais, a necessidade de energias renováveis e as tecnologias de baixo carbono já são temas frequentes para os diferentes ciclos de inovação na indústria química.
A LANXESS colabora para que a infraestrutura desses ambientes urbanos, muitos deles chamados de “megacidades”, cresçam com e ciência e responsabilidade ambiental. O uso de materiais especí cos para a construção civil, como o novo pigmento inorgânico vermelho de óxido de ferro Bayferrox®, produzido de forma sustentável e com 90% de conteúdo reciclado, é um bom exemplo dessa iniciativa.
Nesta edição, além de abordar o tema da urbanização, também apresentaremos a opinião do presidente da Abiquim, Dr. Fernando Figueiredo, a respeito da crise econômica e perda de competitividade da indústria química no Brasil.
Aproveito também para anunciar uma importante aliança estratégica, rmada em setembro, entre a LANXESS, maior produtora mundial de borracha sintética, e a Saudi Aramco, maior produtora mundial de petróleo e energia, para o lançamento de
Nas próximas edições de nossa revista divulgaremos mais informações sobre essa parceria, que trará à LANXESS oportunidades para se tornar um dos maiores e mais competitivos fornecedores mundiais de borracha de alto desempenho.
Boa Leitura. Um abraço,
venture de liderança mundial para borracha sintética.
Marcelo Lacerda
CEO da LANXESS Brasil
uma joint
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Termômetro sobre indicadores macroeconômicos e mercado
IGP-M (Índice Geral de Preços de Mercado) – 1,89% IPA (Índice de Preços ao Produtor Amplo) – 2,63% IPC (Índice de Preços ao Consumidor) – 0,64%
INCC (Índice Nacional de Custo da Construção) – 0,27% PIB Nacional – retração de 3,02%
PIB Industrial – previsão de queda de 6,1% até o nal do ano - indústria de transformação (retração de 9,5%) e construção civil (deverá recuar 8,2%)
Indústria Nacional - tem queda de 10,9% e o setor automobilíscco segue pressionando para baixo a indústria em geral (produção de veículos automotores, reboques e carrocerias recuou quase 40%)
Selic (taxa básica de juros) - 14,15%
In ação – 9,85%
IPCA – 0,66%
Coe ciente de importações de manufaturados – 22%
Previsão de crescimento
para o PIB da América Latina
O crescimento do PIB da América Latina caiu de 1,0% no 4o trimestre de 2014 para -0,6% no 1o trimestre de 2015, e os dados mais recentes sugerem que a economia da região cresceu apenas 0,1% no segundo trimestre e contraiu 0,3% no 3o trimestre. A Argentina é o único país para o qual as projeções de crescimento aumentaram em relação ao mês anterior.
Fontes: FGV IBRE (Instituto Brasileiro de Economia), Confederação Nacional da Indústria (CNI), Banco Central e Focus Economics / Período: outubro/novembro de 2015
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ENTREVISTA FERNANDO FIGUEIREDO:
Presidente-Executivo da Associação Brasileira da Indústria Química (Abiquim)
Crise econômica e perda de competitividade da
indústria química no Brasil
As medidas de ajuste scal anunciadas recentemente pelo Governo Federal afetaram as projeções da indústria química em relação à recuperação do setor. Em entrevista à Revista LANXESS, o presidente-executivo da Associação Brasileira da Indústria Química (Abiquim), Fernando Figueiredo, avaliou que o novo pacote corta pela metade o benefício de PIS/Co ns concedido ao setor, reduz a alíquota de Reintegra a apenas 0,1% do valor exportado e prevê o retorno da CPFM; como tais medidas, se efetivadas, afetarão a competitividade da indústria nacional em relação ao seus concorrentes estrangeiros, principalmente os americanos e os chineses; e “inevitavelmente” provocará, como consequência, o aumento de preços.
REVISTA LANXESS – Como está o momentum para investimentos do setor químico no Brasil?
Fernando Figueiredo – A conjuntura é grave, por diversos motivos que afetam nossa competitividade. Temos matérias-primas e energia, pontos fundamentais na decisão por novos investimentos. A inde nição sobre a assinatura do contrato de nafta com a Petrobras gera instabilidade no setor, di cultando decisões sobre o investimento. O alto preço do gás como matéria-prima, se não for resolvido, fará de nhar a indústria atual, que depende deste insumo, além de desestimular novos investimentos. A nossa energia, uma das mais caras do mundo, tem impacto em importantes polos químicos, como no Nordeste.
REVISTA LANXESS – O senhor acredita que em relação às medidas anunciadas pelo governo, também perdemos em competitividade?
Fernando Figueiredo – Sim. A indústria química opera com capacidade ociosa, superior a 20%, o que é muito ruim para um setor que opera em processo contínuo. Além disso, a crise mundial, que faz com que indústrias de todas as partes do mundo que precisam manter as ocupações de suas fábricas em um nível seguro, vendam a qualquer preço os produtos excedentes no mercado internacional, contribuindo para uma prática generalizada
“Nosso maior esforço agora é o de demonstrar que não faz sentido aumentar a carga tributária sobre produtos químicos”.
de dumping. Neste cenário, o aumento de PIS e COFINS para a indústria química terá um impacto muito negativo para o setor e poderá resultar em fechamento de fábricas.
REVISTA LANXESS – Se o cenário é alarmante para 2016, quando podemos pensar em uma retomada?
Fernando Figueiredo – O Brasil possui duas questões fundamentais que precisam ser resolvidas: o custo da matéria-prima e o custo da energia. O país tem um grande mercado, uma indústria química com recursos técnicos e humanos quali cados, e que terá em um futuro próximo uma condição bem mais favorável do que a atual em termos de disponibilidade de matérias-primas. Medidas corretas precisam ser tomadas para agregar valor ao óleo e ao gás resultante da exploração do pré-sal, por meio de um plano de estímulo à industrialização do Brasil. No caso da energia, além da geração hidrelétrica atual, o País tem capacidade de geração de energias limpas provenientes da biomassa, eólica e solar. No entanto, atualmente, por razões de falta de planejamento energético, o custo da energia no Brasil é um dos mais caros do mundo. O País desperdiça um recurso nobre da petroquímica, como é o gás natural, para queimá-lo nas termelétricas para geração. Por isso é imprescindível termos ações imediatas para a redução do preço deste insumo.
Por todas as razões elencadas, nosso maior esforço agora é o de demonstrar que não faz sentido aumentar a carga tributária sobre produtos químicos. Temos certeza de que, em longo prazo, o setor químico tem o potencial de ser o mais brilhante da nossa economia. Temos o petróleo, a biodiversidade, e minerais importantes, como o quartzo, entre outros. Portanto, se houver investimento e zermos a coisa certa seremos brilhantes.
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Clique aqui para conhecer algumas soluções urbanas sustentáveis espalhadas pelo mundo
foto: shutterstock.com
Planejamentos com conceitos conhecidos como “inteligente e multifuncional” apresentam novas soluções para tornar os centros urbanos mais e cientes e melhores para se viver
Metade dos habitantes do planeta – 3,6 bilhões
de pessoas – vive hoje em cidades e até 2030 essa proporção crescerá para 60% - 5 bilhões de pessoas -. Hoje, no Brasil, a população urbana chega a 85%. Um dos grandes desa os contemporâneos de urbanistas, arquitetos e empresários do setor da construção
civil, portanto, é gerenciar processos de urbanização, cada vez mais integrados à tecnologias inovadoras, de modo a encontrar soluções “inteligentes” para melhorar a qualidade de vida das populações atuais e garantir as necessidades das gerações futuras. E aos governos, ca a responsabilidade de planejar, regular e deliberar políticas públicas que possam contribuir com essas novas demandas.
Metrópoles Multifuncionais
A prioridade das cidades do futuro é bene ciar
as pessoas (e não o automóvel), com o desenvolvimento de espaços urbanos que possibilitem ao cidadão viver (morar), trabalhar, estudar e se divertir sem precisar fazer grandes deslocamentos. Uma tendência mundial conhecida como Live-Work-Play, já praticada em diversas cidades do mundo e recentemente considerada para os projetos urbanos brasileiros.
Mas o que realmente é possível ser implantado no Brasil, diante das limitações nanceiras e da falta de
As cidades do futuro e os desa os do desenvolvimento urbano sustentável


foto: shutterstock.com
“A indústria de materiais de construção responde por aproximadamente 50% dos recursos naturais extraídos no planeta”
estrutura, presentes em todas as grandes
cidades do país? Segundo o Secovi-SP (Sindicato das Empresas de Compra, Venda, Locação
e Administração de Imóveis Residenciais e Comerciais), primeiramente é necessário quebrar paradigmas e modelos tradicionais para o desenvolvimento de planos urbanísticos mais compactos e “multifuncionais”. Esse é um conceito defendido pelo renomado arquiteto italiano, Richard Rogers, no livro Cidades para um Pequeno Planeta (Editora G.Gili, 2001), para descrever espaços
que reúnem a convivência com a diversidade de atividades (comércio, serviços e lazer) e de pessoas.
Na prática, a multifuncionalidade traz para as cidades realizações como a integração do ambiente construído com o seu entorno, o aumento da densidade populacional para otimização da infraestrutura, uma maior e ciência energética, mais calçadas construídas e preservadas, retro t de prédios e espaços abandonados no centro,
a construção de edifícios próximos às linhas de transporte público e a implantação e manutenção de áreas verdes.
Uma construção civil mais
voltada para a sustentabilidade
O setor da construção civil tem papel fundamental para a realização desses novos objetivos e metas para o desenvolvimento de uma urbanização mais sustentável. Porém, em contrapartida, o Conselho Internacional da Construção – CIB aponta a indústria da construção como o setor de atividades humanas que mais consome recursos naturais e utiliza energia de forma intensiva, gerando consideráveis impactos ambientais.
De acordo com o relatório “Aspectos da Construção Sustentável no Brasil e Promoção de Políticas Públicas” do Conselho
Brasileiro de Construção Sustentável (CBCS), Ministério do Meio Ambiente (MMA) e Programa das Nações Unidas para o Meio Ambiente (PNUMA, em inglês, United Nations Environment Programme – UNEP), de 2014, a indústria de materiais de construção responde por aproximadamente
50% dos recursos naturais extraídos no planeta.
Porém, atualmente, o setor de construção parece estar se preparando para desempenhar uma nova postura diante da sociedade, com novos desafios e adequações em suas cadeias produtivas, direcionados para atender, prioritariamente, a redução desse percentual. Pelo fato de nossos
recursos naturais estarem cada vez mais escassos, há inúmeros projetos de lei em âmbito municipal, estadual e federal que obrigam e estimulam
a construção civil no Brasil a caminhar para a construção sustentável. A forma de conceber projetos, fabricar produtos, executar obras e
a mantê-las após sua construção, está sendo reavaliada para promover ajustes na redução
e otimização do consumo de materiais, água e energia, na redução dos resíduos gerados, na preservação do ambiente natural, na melhoria da qualidade do ambiente construído, e, sobretudo, na redução do uso de materiais com alto impacto ambiental.
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As soluções da indústria química
para construções sustentáveis
O setor químico, por ser uma indústria de alta tecnologia e propulsora de inovação, pode oferecer soluções mais sustentáveis para uma variedade
de cadeias produtivas, incluindo as do mercado de construção civil, como estruturas desenvolvidas para a melhoria da e ciência energética em edi cações, com redução de até 40% do valor da conta de luz; matérias-primas que aumentam a produtividade das obras, reduzem os resíduos e as emissões de gases de efeito estufa, e tornam os sistemas construtivos das edi cações mais leves e e cientes; e tintas que gerenciam o calor ao promover a re exão, ao invés da absorção da radiação solar, mantendo a superfície pintada fria, mesmo nas cores escuras.
Segundo a Associação Brasileira da Indústria Química (Abiquim), para atender às normas técnicas, exigidas para a melhoria do desempenho das edi cações habitacionais (ABNT NBR 15575:2013), há também tecnologias especí cas da química para contribuir com o desempenho térmico, o isolamento acústico, a durabilidade, a resistência ao fogo, entre outras exigências.
“Os pigmentos de Óxido
de Ferro Bayferrox® são os primeiros no segmento a obter a Certi cação de Conteúdo Reciclado do SCS Global Services (SCS), por apresentarem porcentagens altas de conteúdo reciclado”
Pigmentos de óxido de ferro
LANXESS com 90% de conteúdo reciclado
Existem também pigmentos aplicados em concretos com composição reciclada e processos de produção diferenciados e sustentáveis, como é o caso da marca Bayferrox®, desenvolvida pela LANXESS, líder mundial na produção de matérias-primas inorgânicas.
Os pigmentos de Óxido de Ferro Bayferrox®, produzidos pela unidade de negócios Inorganic Pigments (IPG) na Alemanha e no Brasil, são os primeiros no segmento a obter a Certi cação de Conteúdo Reciclado do SCS Global Services (SCS), por apresentarem porcentagens altas de conteúdo reciclado, o que permite a conservação dos recursos naturais.
O Instituto SCS, formalmente conhecido como Scienti c Certi cation Systems, Inc., localizado na Califórnia, EUA, é um líder independente e con ável em certi cação ambiental, de sustentabilidade
e qualidade de alimentos, auditoria, teste e desenvolvimento de normas.
O uso dos pigmentos Bayferrox®, com a certi cação SCS para a coloração de concreto ou outros materiais usados em construção, permitirá que os arquitetos utilizem os pigmentos como um fator para o cálculo dos pontos nas escalas de classi cação LEED
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Fachada em concreto integralmente colorido com textura similar à tela de madeira para uma associação sensorial com as artes
(da sigla em inglês Leadership in Energy and Environmental Design), um programa para edi cações ecológicas reconhecido internacionalmente, e desenvolvido pelo US Green Building Council (Conselho de Edi cações Ecológicas dos EUA) para prédios, casas e comunidades. O Green Building é um movimento para melhorar as condições ambientais, condições de vida e o efeito que as nossas edi cações têm no ar e no mundo ao seu redor.
Os pigmentos da LANXESS contribuirão para
a porcentagem geral de conteúdo reciclado que uma edi cação pode ter. Isso pode auxiliar na obtenção de qualquer nível de certi cação LEED, bem como na obtenção de créditos das outras iniciativas de certi cação ecológica para edi cações
existentes no mercado.
A marca Bayferrox®, aplicada também em telhados, fachadas de edi cações, calçadas e ciclovias, foi
um dos diferenciais do projeto Complexo Praça
das Artes, construído no centro velho de São Paulo, pela Secretaria Municipal de Cultura (SMC), como parte de um projeto que integra um programa de reurbanização, para a revitalização e transformação da região central da cidade em um local partilhado e reocupado. Segundo um dos arquitetos responsáveis pela concepção do anexo ao Teatro Municipal, Marcelo Ferraz, da Brasil Arquitetura, “o concreto foi escolhido por prescindir de qualquer tipo de revestimento ou pintura, e por ser um material que exige pouquíssima manutenção, tanto em sua estrutura quanto em sua vedação. E a marca Bayferrox® trouxe um colorido único e atraente para o nosso projeto”.
fotos: Nelson Kon
Clique aqui para conhecer mais detalhes sobre esse projeto.
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LANÇAMENTO LANXESS
LANXESS apresenta seu “novo vermelho de Ningbo”, com mais cor e mais sustentabilidade
Inédito em seu tom e em seu processo de fabricação, o novo pigmento inorgânico vermelho de óxido de ferro terá uma nova planta de produção em Ningbo, na China, construída com as mais recentes e modernas normas ambientais
Projetado para uma capacidade de produção anual inicial de aproximadamente 25 mil toneladas, dedicadas especialmente à produção desses pigmentos vermelhos, o novo complexo industrial também contará com uma área de mistura e moagem para pigmentos, que adicionará à capacidade total anual da planta aproximadamente 70 mil toneladas.
A nova tonalidade de vermelho integra uma linha
de produtos, intitulada “New Red”, comercializada
sob a marca de con ança Bayferrox®, e representa uma ampliação do portfólio da unidade de negócios Pigmentos Inorgânicos da LANXESS (IPG), maior fabricante mundial de óxidos de ferro e produtor líder de pigmentos inorgânicos a base de óxidos de cromo.
Para a fabricação desse novo pigmento será considerado um aprimoramento tecnológico no conhecido processo Penniman, garantindo assim um alto nível de compatibilidade ambiental com o tratamento melhorado de água, puri cação de gás residual e maior e ciência energética.
“Consideramos esse processo de produção um novo benchmark global. Após anos de pesquisa
e desenvolvimento, descobrimos a formação do Oxido Nitroso (gás hilariante), que é 300 vezes mais nocivo que o dióxido de carbono como gás de efeito estufa. Nosso sistema será o único no mercado
que contempla o tratamento adequado desse gás residual”, conta Givanildo Ferreira, gerente de Distribuição LANXESS para o Brasil.
O interesse cada vez maior por esses pigmentos premium e produzidos de forma sustentável tem sido fomentado pelo crescimento da urbanização, um mega desa o e ponto chave na estratégia de crescimento da LANXESS.
A gerente de Distribuição LANXESS para América Latina, Mariana Rodrigues, destaca: “Na América Latina há uma demanda relevante por vermelhos Penniman. Nosso novo produto traz características diferenciadas por sua tonalidade amarelada
e brilho. Lançaremos no mercado o pigmento “mais vermelho” na categoria de óxido de ferro, e esperamos com esse novo produto, e outros que produziremos na nova planta, completar nosso portfolio e continuar crescendo em participação de mercado”, a rma Mariana.
O lançamento o cial desse produto, na América Latina, aconteceu durante a ABRAFATI 2015, o principal evento da cadeia de tintas na região, realizada em outubro.
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Clique aqui para mais informações sobre o Bayferrox®.
foto: Divulgação


Tecnologias de baixo carbono para aterros sanitários
Uma solução para transformar lixo
em energia limpa
O aumento do lixo é uma
preocupação para a urbanização das grandes cidades
O lixo produzido por 80 milhões de brasileiros não tem destinação correta, são encaminhados para lixões a céu aberto e aterros irregulares. Sua decomposição gera a emissão de milhões de toneladas de CO2 na atmosfera, polui o solo e as águas, e acumula material tóxico, a rma a Abrelpe (Associação Brasileira das Empresas de Limpeza Pública e Resíduos Especiais), em um balanço divulgado em julho.
A Abrelpe também divulgou que nos últimos 11 anos, o aumento da geração de lixo no país foi muito maior do que o crescimento populacional. De 2003 a 2014, a geração de lixo cresceu 29%, enquanto a taxa de crescimento populacional foi de 6%. Cada brasileiro
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foto: shutterstock.com


produziu em média 1,062 kg de resíduos sólidos por dia. Ao longo do ano, foram 387,63 kg de lixo per capita, aumento de 2% em relação a 2013. Ao todo, foram produzidos 78,6 milhões de toneladas de resíduos sólidos no Brasil durante o ano de 2014.
Tecnologias que transformam
gases tóxicos de aterro sanitário em energia elétrica
A demanda por energia no mundo cresce de forma tão preocupante quanto o volume de lixo. Essa é
a razão pela qual vem crescendo rapidamente o número de países que investem no aproveitamento energético do lixo. São basicamente duas as rotas tecnológicas empregadas para alcançar esse objetivo: a queima direta dos resíduos (waste-to- energy) ou a queima do biogás, produzido a partir da decomposição da matéria orgânica do lixo.
Em São Paulo (a cidade mais populosa e com o maior volume concentrado de lixo do país), desde 2004, foram instaladas duas usinas de biogás: uma no Aterro Sanitário Bandeirantes, a pioneira no país, e a segunda no Aterro São João. Esses dois aterros (que já não recebem mais lixo) funcionam apenas como
usinas e respondem por mais de 2% de toda a energia elétrica consumida na maior cidade do país. Em junho desse ano, foi inaugurado um outro aterro, em Porto Alegre (RS), conhecido como Minas do Leão, o qual recebe 2 mil toneladas de resíduos diários e está preparado para produzir energia suficiente para atender 200 mil habitantes, com a utilização do metano proveniente da decomposição dos resíduos que, em vez de ser queimado, como ocorre na maioria dos aterros sanitários, é aproveitado para a produção de energia limpa. Dessa forma, haverá a redução da emissão de CO2 em 170 mil toneladas por ano, contribuindo para a redução de gases do efeito estufa.
A matéria orgânica descartada como lixo (especialmente restos de comida, podas de
árvore e restos de animais e vegetais) leva aproximadamente seis meses para se transformar em metano, um gás combustível que agrava o efeito estufa. A simples queima do metano, sem nenhum aproveitamento energético, já assegura um benefício ambiental por transformar CH4 (metano) em CO2 (dióxido de carbono). O metano é de 20 a 23 vezes mais danoso para a atmosfera do que o dióxido de carbono.
O Lixão da Estrutural, em Brasília, o maior da América Latina, com 30 milhões de toneladas de lixo acumuladas e considerado uma das principais fontes de emissão de CO2 da cidade.
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foto: Divulgação


Aqui tem # LANXESS A LANXESS, líder em especialidades químicas, plásticos, borrachas e
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EXPEDIENTE
A REVISTA LANXESS é uma publicação digital bimestral da LANXESS Indústria de Produtos Químicos e Plásticos Ltda.
Editor-chefe: Octávio Campolongo (LANXESS/Comunicação Corporativa). Coordenação Editorial e Produção de Conteúdo: Hadamantine Gestão de Projetos e Eventos. Desenvolvimento, Editoração e Diagramação: Zóio Agência Digital. Tradução (espanhol): Kratos. Período: Outubro/Novembro de 2015. Colaboraram nessa edição: Givanildo Ferreira (LANXESS/IPG), MarianaRodrigues(LANXESS/IPG),SylviaSciencio (LANXESS/IPG), Carolina Holler Silveira (LANXESS/Comunicação Corporativa). Participação especial: Fernando Figueiredo (ABIQUIM).
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foto: Divulgação
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