GovernodeMatoGrosso
govmatogrosso
govmatogrosso
O Circula MT está transformando a vida do povo Xavante e de muitos outros mato-grossenses. São 31 projetos e mais de 300 ações para levar música, teatro, dança, audiovisual e circo para mais de 50 municípios.
São projetos como esse que incentivam a cultura do nosso estado a continuar crescendo.
“É importante
o intercâmbio para conhecer
outras culturas.”
Leandro Parinai´a
Cacique da aldeia Wede´rã
Expediente
Revista Saúde & Empresas é uma publicação da
VERDE EDITORA Comunicação e Cultura Ltda - EIRELI CNPJ. 14.793.795/0001-47
Diretora Silvia Narçay
Representação Comercial Silvia Narçay
Caroline Silva
Colaboradores dessa edição Cristina Costa
Carmen Amaral
Anagela Acel
GCom Governo do Estado de Mato Grosso
Assessoria de Imprensa Assembleia Legislativa Mato Grosso
Diagramação e Designer Grá co Cleverson Durigão
SN Projetos Visuais
Fotos:
SHUTTERSTOCK
GCom-MT
AL/MT Assessoria de Comunicação Fotos Públicas
Pousada Bom Jardim-Nobres/MT Arquivo
Contatos
Whats: (65)9 9626-0920
(65) 9 8135-0831 / 3623-4300 E-Mail: [email protected]
A Revista Saúde & Empresas não se responsabiliza por matérias e artigos assinados, pois re etem estritamente a opinião de seus autores.
ANO 1 N° 3
Julho 2016
Editorial
Iniciamos nossas linhas tratando de um assunto triste, mas que passa por pequenas transformações. Saúde! Falta muito ainda para resolvermos essa situação doentia.
Vamos aplaudir a ação do Governo do Estado de Mato Grosso na Caravana da Transformação/Saúde, apesar de tantos impedimentos e situações inusitadas a Transfor- mação vem ocorrendo em vários municípios do Estado, em pequena dose, mas ocorre. Destacamos o atendimento a comunidade indígena. O sorriso de satisfação dos indí- genas no atendimento médico e no resultado obtido vale o destaque e destacamos também a Ação do Governador de Mato Grosso Pedro Taques.
Mas, não muito longe a Revista S&E, fez uma parceria publicitária com o Hospital do Câncer de Mato Grosso, esse sim está passando por um colapso e está internado na UTI. AJUDEM. Pois além de nosso estado outros estados também estão precisando mais do que nunca da contribuição nan- ceira da sociedade. Pois só quem passa pelos corredores e necessita de atendimento no HCAN-MT, sabe o quanto eles se desdobram para atender bem e com qualidade.
Vamos falar de Turismo também, com uma pitada de Empreendedorismo, a nal nossas editorias são Saúde & Empresas, passear pelas imagens de Nobres realmente não é bonito. Nobres é lindo! A Pousada Da Villa cuida para que sua viagem e estadia sejam perfeitas.
Essa edição destaca o Cantinho Cuiabano, lugar ilu- minado e irradiado de boas energias, muitos já conhecem, mas, quem ainda não foi até esse cantinho aconchegan- te deve ir conhecer, a empresária Zilda Zompero (Eletro Fios) faz questão de manter o espaço nas dependências de sua loja do seguimento elétrico. Fica a dica para a valori- zação da Cultura.
Não tão longe e também na capital, apresentamos o Instituto Memória da Assembleia Legislativa do estado. As ações do primeiro semestre estão ligadas a cultura. O local reúne eventos culturais desenvolvidos no Parlamen- to em anos anteriores e atualidade.
Nossa arquiteta Carmem Amaral, abrilhanta nossas páginas com dicas de piso e suas praticidades, com um conteúdo especial para nossas leitoras.
Já o destaque da capa foi para o doutor Benedito Figuei- redo Junior, com o tema solicitado por nossos leitores e lei- toras, Cirurgia de nariz, a nal é a 6a mais pedida no Brasil.
Vale apena destacar cada sorriso em nossa coluna so- cial. Quer fazer parte? Basta sorrir. Mande um e-mail com sua foto, nome e local: [email protected].
Agradecemos a todos os nossos articulistas e colaboradores.
Então boa leitura!
Silvia Narçay
Diretora
Revista Saúde & Empresas - 3
Sumário
Trabalho
IMPL AL-MT Instituto Memória do Poder Legislativo
06
18
22
Turismo NOBRES - MT
10
Beleza
Micropigmentação em sobrancelhas Por Laurenice Martins
de Oliveira
Artigo
A união faz a força
Por Jonas Alves
Olhares sobre a cidade 20 Poesias tecidas de fé
Por Janete Manacá
23
CÂMARA DE GÁS
Por Eduardo Mahon
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Opinião
Capa Rinoplatia Remodelar O Nariz
Por Benedito Figueiredo Junior
Em alguns casos é feita também a retirada de parte dos cornetos nasais, a popular carne esponjosa, que costuma aumentar a presença de alergias, como a rinite.
24
26
28
IMPL AL-MT, Instituto Memória do Poder Legislativo Nobres é Lindo
A Arte e a Cultura Cuiabana
Técnica de micropigmentação em sobrancelhas
Arquitetura Reforma no Piso
Por Carmen Amaral
03 Editorial
04 Sumário
06 Trabalhos 10 Turismo 14 Valorização 18 Beleza
20 Olhares sobre a cidade Poesias
22 Artigo
23 Pinião
24 Rinoplatia
26 Arquitetura
28 Assistência social Caravana da Transformação
32 Social PRA NUNCA PERDER ESSE RISO LARGO
A união faz a força
Câmara de Gás
Cirurgia para remodelar o Nariz Reforma no Piso
Assistência social
Indígenas de Barra do Bugres, Caravana da Transformação Por Sonia Maze o
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Trabalhos
IMPL AL-MT
Instituto Memória do Poder Legislativo
IMPL AL-MT realiza 18 ações culturais e lança publicações no primeiro semestre deste ano
De janeiro até julho deste ano, o Instituto Me- mória do Poder Legislativo (IMPL) realizou várias frentes de trabalho, principalmente ações ligadas à cultura, bem como lançamento de publicações, digi- talização do acervo histórico do Parlamento, além de atendimento ao público em geral.
Segundo Ísis Catarina Brandão, no Instituto Me- mória, somente as atividades culturais somaram 18 eventos, a grande maioria delas exposições. Já as publicações lançadas, duas são edições do Catálogo Ação Cultural, volumes 2 e 3, respectivamente, que reúnem eventos culturais desenvolvidos no Parlamento no ano de 2013.
“Além desses trabalhos, tam- bém publicamos dois opúscu- los, que se trata de pequenos impressos. Um deles foi da cidade de Poxoréu, que reúnem as legislações pertinentes ao
município.
Outrofoicom
relação ao
evento realizado no Coxipó do Ouro pelos 295 anos da primeira missa em Mato Grosso”, explicou Ísis.
Ela enfatiza ainda que outras publicações estão sendo nalizas, como a seleção das sessões especiais de diversos períodos. A próxima edição vai reunir atas das audiências públicas realizadas na 17a Legis- latura (2011-2014), ordenadas em sete grandes temas, totalizando 18 volumes.
“Estamos terminando um material sobre a gene- alogia aqui do estado, entre os anos de 1719 e 1999, partindo da implantação de Cuiabá à criação dos mu-
nicípios, passando pelos desmembramentos dos estados de Rondônia e Mato Grosso do Sul”, ex-
plica Ísis.
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Em fase nal
de pesquisa pela
equipe do IMPL ain-
da há um material que reunirá
a composição do Legislativo dos anos de
1947 até 2016 e uma publicação com os apartes e discursos registrados nas atas do período do man-
dato de deputado de Dante de Oliveira, in me- moriam. “Pretendemos fazer o lançamento dessa obra em fevereiro de 2017, em que se comemora o mês de nascimento de Dan-
te”, relatou ela.
No atendimento ao público, tanto
externo como interno, foram contabili- zadas 276 solicitações feitas de forma presencial, além de 415 encaminha- mentos feitos por e-mail e 225 corres- pondências entregues no semestre. O Instituto implantou a Comissão de Avaliação de Documentos da AL (CAD) e fez a nomeação da Comis- são Setorial de Avaliação de Docu-
mentos (CSAD).
Exposições
Nesse ano, o Instituto realizou a exposição intitulada “Rondon, Herói Mato-grossense”, que passou pelo salão cultural do Palácio Paiaguás no início do ano. Na unidade do Ganha Tempo, na praça Ipiranga, foi realiza- da a exposição “Manoel de Barros na
Mídia Impressa”.
Os 50
Anos de História da criação da Casa Civil e
Casa Militar, foi tema exposto no Cenário Rural. Pelo Dia Internacional das Mulheres, comemoradoem 8 de março, foi realizada mais uma edição da exposição “Mulheres Mato-grossenses, e que Mulheres”, exibi- da no ganha Ganha Tempo, na Galeria dos Presiden- tes da Assembleia Legislativa e no Espaço Cultural Neco Santos, no município de Nobres.
Em comemoração ao aniversário de Cuiabá, fo- ram exibidas duas exposições no mês de abril. Uma delas aconteceu no foyer do Teatro do Cerrado Zulmi- ra Canavarros, “Cuiabá Nosso Patrimônio Visão Moa- cyr de Freitas”, também levada ao Ganha Tempo- lo- cal este que em seguida recebeu a segunda exposição: “Cuiabá Nosso Patrimônio Visão Fotográ ca”.
No mês de maio, o Instituto levou à população a mostra iconográ ca em comemoração ao aniversário de Mato Grosso, a partir da lei de criação da província do estado do deputado João Malheiros e a exposição “Governadores do Estado de Mato Grosso”, no perío- do de 1966 a 2010.
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Trabalhos
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Outros eventos
O Instituto participou ainda da organiza- ção do evento “Cuiabá redescobrindo o Coxi- pó do Ouro, rumo aos 300 anos”, em comemo- ração aos 295 anos da 1a missa realizada em Mato Grosso.
A equipe esteve presente em eventos como a Feira Internacional do Turismo, no Centro de Eventos do Pantanal. No local foi apresentada a mostra Icono- grá ca 180 anos de Evolução e Participação do Poder Legislativo, bem como no XIV Encontro Nacional de Violeiros de Poxoréu, como a Evolução do Parlamento Participativo” e “Iconográ ca 180 Anos da Evolução e Participação do Poder Legislativo de Mato Grosso.
Pinacoteca do Instituto Memória do Poder Legislativo
Comitiva da Assembleia Legislativa de Rondônia em visita ao instituto de memoria da ALMT.
No mês de maio foi realizada uma edição do “Pra- ta da Casa”, em que servidores do Legislativo apre- sentaram seus talentos nas áreas de artes plásticas e cênicas, musical, gastronômica e artesanal, durante uma semana inteira. E o des le do Dia das Mães ser- vidoras do Legislativo foi uma parceria com Sindicato dos Servidores da Assembleia (Sindal).
O Instituto realizou Festa Junina dos Servidores, em parceria com Associação dos Servidores do Legis- lativo Estadual e Municipal (Aslem), Sindal, Sala da Mulher e Sicoob.
Redação com Assessoria
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Turismo
Reino Encantado
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Nobres não é Bonito! NOBRES é LINDO
Reino Encantado
Pousada da Villa, local totalmente acolhedor, com conforto e excelente qualidade, bem localizado um dos lugares mais lindo do Brasil em Nobres Mato Grosso Distrito de Bom Jardim, sendo uns dos pontos turístico mais procurados. Turistas de todo o mundo se surpreendem com a fauna e flora da região. Uma combinação perfeita de natureza e bom atendimento.
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Boia Cross Recanto ecológico
Duto do Quebó
Cachoeira Serra Azul
A caminhada até a cachoeira e de aproximada- mente 800 metros em estrada descampada de terra e trilha fechada pela mata ciliar do rio da Cachoeira Serra Azul.
Rio Triste
Rio Triste que é um aquário de 1200 metros em extensão onde há uma generosa diversidade de es- pécies aquáticas que vivem na agua cristalina do rio.
Refúgio água Azul
Flutuação, tirolesa é um passeio onde a família pode passar o dia inteiro com bastante diversão.
Duto do Quebó
O passeio é de boia que passa dentro de uma ca- verna muito bonita num total de 2h e 30minutos.
Tirolesa Morro do Cruzeiro
Localizado na Vila Bom jardim a 5 min.
Reino Encantado
20km de carro ou moto situada ao lado do Par- que Estadual da Lagoa Azul, bela paisagem natural, floresta e a incrível ressurgência do Rio Salobra, Flu- tuação perfeita.
Balneario Estivado
Está localizado a 1,5km da Vila Bom Jardim uma paisagem nativa excelente para fazer fotos e contemplar animais silvestres como macacos e ba- nho junto às piraputangas.
Tem Muito mais... Estância da Mata, Lagoa das Araras, AQUARIO ENCANTADO - Recanto ecológico
Cachoeira Serra Azul Tirolesa Morro do Cruzeiro
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Rio Triste Lagoa das Araras
Recanto ecológico
Endereço:
POUSADA DA VILLA
RODOVIA MT 241 KM 65 – DISTRITO DE BOM JARDIM CEP: 78460-000
CIDADE: NOBRES – MATO GROSSO - BRASIL
Contato:
+55 (65) 9663-2926
+55 (65) 9958-5064
+55 (65) 9613-2543 [email protected] h p://www.pousadadavillanobres.com.br
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Valorização
A ARTE E A
Empresaria valoriza os aspectos culturais e regionalizados
Apaixonada pela cultura regional, a empresá- ria Zilda Zompero, apresenta o Cantinho Cuiabano, instalado na empresa Eletro Fios. Um espaço peque- no, mas como o próprio nome sugere, está inserido no cotidiano mato-grossense. A Ideia obteve reconhe- cimento público, tanto que o local tornou agradável e acolhedor, encantando os clientes que visitam o showroom de iluminação da empresa.
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CULTURA CUIABANA
O ambiente tem o intuito de expor as manifesta- ções culturais da cidade, onde a principal ferramenta são as mostras de artes plásticas, fragmentos poéticos, livros, fotogra a e objetos artesanais. No local estão expostas diversas publicações regionais, inclusive a viola cocho, um dos instrumentos musicais mais fa-
mosos da cultura mato-grossense, que faz parte do patrimônio imaterial brasileiro.
Para Zilda Zompero, o Cantinho Cuia- bano ajuda a difundir parte das tradições do estado, criado para mostrar o carinho e o respeito dos proprietários da empresa,
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Valorização
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naturais do Paraná, que tem pela capital cuiabana, município acolhedor e considerado a segunda terra Natal dela e de seu esposo Valdomiro Pazini, também sócio proprietário da empresa.
Uma das características do Cantinho Cuiabano é a sua polivalência, pois além de inserir a regionalidade, inclui decorações temáticas de acordo com a sazona- lidade, tendo como exemplo a maior data do calendá- rio cristão e comercial, o Natal.
Todos que visitam o espaço sentam na cadeira de balanço feita de chita, com estampas de cores fortes, um verdadeiro clima cuiabano.
Vale a pena conhecer esse lugar de magia e en- canto Cultural.
Localização: Avenida Carmindo de Campos, 933 - Jardim Califórnia, Cuiabá – MT
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Beleza
Especialista apresenta técnica de
micropigmentação
em sobrancelhas
Uma das técnicas mais pedidas no mercado é a fio a fio, por imitar os pelos e levar em consideração o traço natural.
As sobrancelhas falhadas, e até mesmo com poucos pelos, agora tem solução, através de uma téc- nica inovadora no mercado da estética, chamada mi- cropgimentação. A proprietária Spa Castelinho sio- terapeuta e especialista no ramo, Laurenice Martins explicou que uma sobrancelha bem feita valoriza e harmoniza o rosto, além de aperfeiçoar a expressão fácil. Essa parte do rosto de nida pode dar um “up” na aparência, além da técnica de última geração de os naturais. Essa novidade é feita com segurança e qualidade no Spa localizado em Cuiabá.
A especialista diz que muitas mulheres sentem medo de se submeter a correções na sobrancelha, por mais que não gostem do formato da atual. Ela relata que a maior aflição da pessoa é que algo de errado, resultando em uma aparência in-
desejada, onde o principal objetivo
é uma sobrancelha natural.
Uma das técnicas mais pedi- das no mercado é a o a o, por imitar os pelos e levar em conside- ração o traço natural.
Apesar de a técnica já ter sido comparada à ‘maquiagem de ni-
Por Laurenice Martins de Oliveira especialista em micropigmentação
tiva’, e fazer uso de agulha, pigmento e marcação cutânea, a pro ssional é categórica. O procedimento não é permanente.
“Nós atingimos apenas as camadas mais super- ciais da pele, e com o passar dos meses, método é absorvido pelo corpo”, disse ela.
Ainda segundo a especialista na técnica, o tra- balho dura de seis meses há um ano, sendo muito comum o retoque nas primeiras semanas, devido a exposição ao sol ou a necessidade de pequenas cor- reções em os especí cos.
O procedimento é demorado e o preenchimen- to de sobrancelhas pode durar até uma hora e meia. Enquanto a cobertura de um couro cabeludo pode ser de 4 ou 5 sessões de uma hora cada. Após o pro- cedimento é recomendado evitar exposição ao sol durante a primeira semana.
“É importante, também, usar durante sete dias uma pomada hidratante para xação e cicatrização”, alerta Laurenice Martins.
A técnica de micropigmentação de sobrancelhas o a o é a alternativa mais natural. A partir da evo- lução da técnica o a o, foram criadas outras avan- çadas e naturais como a sobrancelha o a o 3D e a sobrancelha hiper-realista.
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Olhares sobre a cidade
Poesias tecidas de fé
A cidade sempre teve um lugar privilegiado na rotina do meu olhar inquieto. É nesse palco urbano que o espetáculo acontece em tempo real e sem im-
Por Janete Manacá
Final de julho, já passava das 13h quando apres- sada subindo a Av. Getúlio Vargas, na tentativa de encontrar um restaurante aberto para almoçar, algo me chamou a atenção. Eram duas jovens, belas e sor- ridentes, cabelos compridos, e batons de cores vibran- tes que se destacavam nos lábios torneados, entre os dourados reflexos solares. Uma na margem direita e a outra na margem esquerda da avenida. Elas borda- vam simetricamente a dureza do ofício, com suas obe- dientes vassouras o desa o para aprisionar a rebeldia das folhas de outono soltas ao vento. Foi o diálogo poético mais lindo que eu presenciei.
Daquele momento impar sob fértil imaginação nasceu a “Poesias tecidas de fé”. Após transcrevê-la no papel eu entreguei à fonte de inspiração. Passa- do alguns dias eu quis saber quem eram às meninas deusas que haviam inspirado o nascimento da poesia. Trata-se de 2 irmãs, Joanilze Francisco de Carvalho, 31 anos, mãe de 3 lhos e Joana Francisco de Carvalho, 35 anos mãe de 5 lhos e avó de uma menina.
Nascidas em Nova Brasilândia e criadas na capi- tal, elas se consideram cuiabanas. Há pouco mais de 2 anos trabalham como garis. Seu pai, Sebastião Francisco de Carvalho, 62 anos, também é gari e criou os lhos sob o suor de sua pro s- são. Apesar de reconhecerem tratar-se de um trabalho árduo, elas sentem orgulho da pro- ssão e gratas por poderem colaborar com a
limpeza da cidade e sustentar os lhos.
Joanilze e Joana não trabalham apenas num trecho. Os rodízios são constantes. Mas as ruas e avenidas da cidade agra- decem com presenças tão simpáticas e sorridentes a iluminar cenários públi- cos, que embora movimentados, são invisíveis aos olhos de seus tran- seuntes apressados, indiferentes as possibilidades do reencantamen- to porque a vida, as vezes, se faz
fraca, opaca, cansada...
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sos. No estresse causado pela correria do dia a dia, onde cada gesto é lamentavelmente cronome- trado pelo tic tac opressor
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relógio, observar detalhes
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rentemente insigni can- tes que a vida nos propícia é tarefa possível somente a olhos sensíveis e curiosos. Muitas poesias nasceram em meio a multidão. E pasmem! Todas de partos normais, a vontade, liber-
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as. São tão intensas que não há como transcrevê-las. São demasiadamen- te minuciosas e fal-
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tam-me palavras.
Joanilze
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Poesias tecidas de fé
Com suas vassouras mágicas Varrem o cenário trágico Entre a invisibilidade dos seres
Com a face risonha e feliz
Dão vida à avenida adormecida
Pelos impiedosos raios solares
Marcham na imponente subida Marcam o tempo na inquietante descida
Numa árdua e desafiante coreografia
Com seus longos cabelos de arco-íris São Deusas e sensuais filhas de Isis
A tecer a travessia para voltar ao lar
Com as folhas amarelas do outono Constroem geometrias sagradas
Sobre o calor do asfalto e das calçadas
Que fotografadas pelo infinito São levadas para o lixo
E eternizada no adeus da Mãe Natureza
Nos dias tristes e chuvosos Desenham mandalas sobre os bueiros
E dão passagem às lágrimas universais
E nessa rotina dura e cruel
Aos olhos das aves desenhadas no céu
Seguem os dias com poesias tecidas de fé
Nas horas vagas enamoram-se no espelho
Com sutil habilidade pintam os lábios de vermelho
E reverenciam a energia ancestral e guerreira
No dia seguinte acordam cedinho Feito aves deixam as crias e os ninhos
Para dançar entre a multidão solitária... sem face
Afinal, são Deusas que transcendem o tempo Para retecer tudo... tudo novamente
Indiferente a dor, o cansaço, o suor e os pés sangrando, silentes...
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Artigo
A união faz a força
Jonas Alves Presidente Associação Comercial e Empresarial de Cuiabá
Nos momentos de adversidades é que conseguimos enxergar a importância da união e do trabalho em grupo. No começo deste ano nós, representantes do setor empresarial do estado de Mato Grosso tivemos a real dimensão da nossa força.
Com a publicação do Decreto 380, em 29 de dezembro de 2015, que terá como conseqüência o aumento da burocracia e da tributação que incidem sobre o ambiente de negócios no estado de Mato Grosso, os líderes do segmento empresarial se viram obrigados a tomar medidas enérgicas a m de evitar que o Decreto entre em vigor. Para isso líderes de Federações, sindicatos e associações ligadas ao co- mércio se juntaram em várias reuniões onde foram discutidas as ações que seriam realizadas. Fizemos um grande “barulho”, que culminou em uma Au- diência Pública que teve público recorde na Assembleia Legislativa. A realização desta Audiência Pública foi possível devido ao
apoio de deputados simpáticos à causa. A conseqüência desta união foi a
prorrogação do Decreto, a princí- pio para 1o de abril e depois para 1o de julho, além da criação de um grupo de trabalho for- mado por técnicos da Sefaz, representantes da classe em- presarial e representantes da Assembleia Legislativa. Atu- almente estamos em fase de implantação deste trabalho em conjunto, liderado por uma equi- pe da Fundação Getúlio Vargas, que foi contratada para realizar a reformulação do Sistema Tributá- rio do Estado de Mato Grosso.
É importante ressaltar que a união dos represen- tantes do setor produtivo foi imprescindível para conseguirmos ser ouvidos pelo governo e termos a oportunidade de participar da construção do novo Sistema Tributário. Sozinhos não somos nada, mas juntos podemos tudo.
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Opinião CÂMARA DE GÁS
Por Eduardo Mahon Advogado
O Tribunal de Jus- tiça errou. Errou e insiste em errar. Ninguém fala. Há medo. Medo de quê? Estão se acumulando as ilegalida-
des na vara que tem múltipla função: combate ao crime organizado, aos crimes contra a administração, contra o sistema nanceiro nacional, en m, uma porção relevante da legislação penal comum e extrava- gante nos ombros de uma única pessoa. Ninguém é perfeito. Juízes erram. Geralmente erram por excesso. Envolvem-se tanto numa causa que saem da posição de julgador para a de atacante. Ficam na torcida e torcem pela condenação. Está ocorrendo isso nas barbas dos desembargadores. A pressão da mídia é enorme, ao acompanhar o caso dos ex-gestores mato-grossenses presos por incontáveis fraudes e desvios. Tudo indica que novas fórmulas jurídicas estão sendo mon-
tadas para não anular processos que são obviamente nulos. Ali, bateu, valeu. Di cilmente um pedido de prisão for- mulado pelo Ministério Público não é atendido. Diga-se o mesmo quanto às buscas e apreensões. A acusação passa aos meios jornalísticos as petições não assinadas por meio da as- sessoria de imprensa, tudo para dar tempo aos noticiários. Vem outro escândalo antes do fechamento da pauta. A opi- nião pública é armada convenientemente para se horrorizar com os crimes da quadrilha. Todo mundo lê jornal, acom- panha site, entra no facebook. Previne-se todos os juízes e desembargadores para os perigos da soltura. Forma-se um clima de caçada. Quando o advogado, coitado, impetra um habeas corpus, a população inteira sabe dos mínimos deta- lhes do processo, até mesmo das aventuras sexuais dos acu- sados, suas pequenas traquinagens pessoais e da vergonha
pela qual deve expiar na carceragem.
O caso da oitiva prévia em delação premiada é paradig-
mático. Vejamos o quadro. Compete ao Poder Judiciário ho- mologar acordos realizados entre o colaborador e o Ministé-
que está, lamentavelmente, sendo convalidado pelo órgão superior em jurisprudências que se contorcem para manter esse estado de coisas. Veremos, a seguir, as justi cativas.
Antes, porém, outro problema. Uma afronta à Cons- tituição é o aporte de provas decorrentes de investigações paralelas, carreando informações scais sem amparo judi- cial prévio. A quebra de qualquer sigilo constitucional deve passar, necessariamente, pelo crivo da magistratura, uma garantia civil das mais elementares. Ocorre que, por aqui, a juíza-investigadora é a mesma juíza-julgadora, o que faz de uma mesma pessoa incapaz ao equilíbrio necessário ao julga- mento isento. Franco Cordero, um clássico do processo penal italiano, já dizia que os juízes que vão à cata de provas para, posteriormente, julgar acabam cando esquizofrênicos. Fico a me perguntar qual o índice de absolvição que há naquela vara especializada, porque me parece serem todos – sem ex- ceção – culpados aos olhos da magistrada.
Agora sim, a pseudoteoria que fundamenta essa bagun- ça toda. Já vi muitos fundamentos decepcionantes para a prisão preventiva. Quero citar alguns: a) o réu é uma pessoa perigosa; b) o crime que o réu cometeu é grave; c) o crime cometido gera repercussão social negativa; d) há clamor po- pular pela prisão. É bom que se diga que cada uma das bar- baridades ditas acima já foi rechaçada pelo Supremo Tribu- nal Federal reiteradas vezes. Ainda assim, o “mecanismo do escândalo” fala mais alto e, com base no alcance da cobertura televisiva, justi ca-se a prisão, a condenação, o escárnio e, em segunda instância, falta coragem para desmisti car esse pelourinho erguido no fórum. Aliás, vai aqui uma sugestão: é preciso construir uma arquibancada para que a “torcida” acompanhe as audiências.
Recentemente, cheguei a ouvir da boca de um magis- trado que tinha nojo de um cliente meu. Ora, quem em sã consciência enojado por alguém poderá ser isento em julgá -lo? Ninguém. Mas parece que o Tribunal de Justiça não pen- sa assim. Os desembargadores não perceberam que os ns (apuração e punição do maior esquema de corrupção havido na história de Mato Grosso) não justi cam os meios (falta de isenção judicial, nulidades processuais e provas colhidas de forma ilícita). O povo? O povo aplaude, claro. Aplaudiu o ca- dafalso, aplaudiu a guilhotina, até escolheu Barrabás. A juíza é saudada na via pública. Se eu não fosse advogado e tivesse estudado processo penal constitucional, também aplaudiria. Quem não quer ver ladrão preso? Mas, espere um pouco – quem falou que os acusados são, de fato, ladrões? Descul- pem o lapso. É que o juízo popular está se confundindo com o juízo judicial e, assim, ninguém ca em seu juízo perfeito.
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Revista Saúde & Empresas - 23
Rinoplatia
CIRURGIA PARA REMODELAR O
NARIZ
é 6a mais procurada no Brasil
Por Benedito Figueiredo Junior CRM 4385 e RQE 1266.
Em alguns casos é feita também a retirada de parte dos cornetos nasais, a popular carne esponjosa, que costuma aumentar a presença de alergias, como a rinite
Ao olhar no espelho a primeira parte do corpo visualizada é nariz. Dependen- do do formato, contribui para a harmonia ou desarmonia do rosto. Um incomodo que leva muitas pessoas a buscar um ci- rurgião plástico, especialista em Rinoplas- tia, procedimento para remodelar o nariz. Uma pesquisa realizada em 2013 pela Sociedade Brasileira de Cirurgia Plástica, mostrou que essa é a 6a cirurgia plástica mais procurada no país.
Com rinoplastia é possível aumentar, diminuir, arrebitar a ponta, a nar as asas nasais do nariz, além da redução aquela saliência óssea, conhecida como ‘nariz de tucano’ fazendo a raspagem e a fratura do nariz, que é feita para compensar a raspa- gem do osso, que diminui a massa óssea do local, estimulando a formação dessa parte e a nar o nariz de pessoas que tem a base muito larga. Quem sofreu alguma fratura prévia, que deixou o nariz torto, também pode precisar da fratura nasal para ajustá-lo.
Em alguns casos é feita também a retirada de parte dos cornetos nasais, a popular carne esponjosa, que costuma aumentar a presença de alergias, como a rinite. A rinoplastia é in- dicada a partir dos 15 anos, quando a forma- ção óssea da face já está concluída.
24 - ANO I - N° 03 - Julho 2016
Pode ser feita a técnica fechada com pequena incisão na parte interna do nariz, indicada para pequenas in- tervenções estéticas, além da técnica aberta aconselhada nos casos em que a necessidade de grandes alterações na região do nariz com corte na parte interna e na base nariz. Tanto um como o outro, a cicatriz é in-
terna e não aparece.
Seja qual for a técnica,
a rinoplastia exige qua- li cação do pro ssional, para que o resultado seja
satisfatório.
A cirurgia é como qual-
quer outra, desde que pa- ciente realize exames de ima- gem, passe por testes de risco cirúrgico, ou seja, avaliação car- diológica, dosagem de sódio, potássio, ureia e creatinina e co- agulograma. O procedimento é feito com anestesia em centro cirúrgico e o paciente deve estar em jejum a pelo menos 8h. A pessoa pode car in- ternado por um período
ser realizada com a correção do septo nasal e a turbinec- tomia, que é a re- tirada de carne esponjosa. Nes- te caso, é re- comendada que a cirur- gia seja feita pelo cirur- gião plástico e o otorrinola-
ringologista.
de 12 a 24 horas.
A rinoplastia pode
Revista Saúde & Empresas - 25
Arquitetura
RFeforma no Piso
azer uma reforma em casa, não é tarefa fácil para ninguém. A compra dos materiais de construção é uma das di culdades para quem deseja renovar par- te do imóvel. O piso, por exemplo, é uma das partes mais abrilhantadas da casa, e requer bastante atenção, pois dependendo do modelo não é barato para fazer a troca, e existem opções para mudar o estilo.
Uma das tendências em alta, que poucas pesso- as conhecem é a pintura de superfícies de cerâmica e concreto, modelo bastante popular nos Estados Uni- dos e na Europa. Para fazer essa técnica são utilizadas tintas acrílicas foscas, produtos de fácil aplicação, co- bertura resistentes à maresia, abrasão, calor e chuva.
DIFERENTES PROCEDIMENTOS
Por Carmen Amaral
Manter a originalidade do piso da casa, além de gastar menos deixa o ambiente requentado
A madeira é considerada nobre e dá um requin- te ao ambiente, dessa forma é difícil de desfazer de um piso feito com este material, mesmo com uma aparência velha e desgastada. A ideia é recuperar, deixando o piso com uma cara nova. Para que isso aconteça, a maneira rápida e e caz, é passar verniz ou resina à base de água.
A pintura é uma técnica moderna, e caz e atua- lizada. Para dar esse resultado é usada a tinta acrí- lica, a base de resina, diluída em água. Lembrando que é indicada para contrapiso e cimento.
A outras opção é a tinta epóxi, (um tipo de tinta mais espessa e resistente, desenvolvida à base de uma resina) que é mais espessa e resisten- te, podendo transformar piso, seja qual for, taco, cerâmica, carpete de madeira e ardósia. Para que procedimento não que muito caro, a técnica pode ser usada no contrapiso.
O cimento queimado por exemplo, utilizado no passado, tanto na cor natural ou pigmentado, foi dei- xado de lado considerada alternativa rústica, agora está com força total. O piso é feito diretamente so- bre o contrapiso nalizado e pode ser tanto nas áreas externas com internas. Esse procedimento combina com in nidade de materiais, como cerâmicas, pasti- lhas, porcelanatos, ladrilhos hidráulicos, pedras na- turais e seixos.
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Arte no piso
Desenhos variados, que faz parte da decoração do piso, na maioria das vezes, são usados em gran- des empreendimentos.
O Gra te é uma das técnicas aplicadas direta- mente no concreto do contrapiso, além de uma ca- mada protetora de resina transparente.
Piso vinílico
Os pisos vínilicos são o segredo de uma reforma rápida, bela e sem dor de cabeça. O revestimento de PVC é uma solução prática no desenvolvimento de pisos vinílicos, o que reúne grandes vantagens. Eles são resistentes à água, hipoalérgicos, antichamas e absorvem o barulho dos ambientes, já que o produto pode ser aplicado sobre o piso existente e não terá problemas na abertura das portas.
No mercado existem diversas cores disponíveis, sendo lisas ou estampadas, tendo opção de mistura, com toque incrementado e designer.
Tapetes modulares
Durante o processo, pode ser descoberta a área do piso com cores estampadas e materiais da esco- lha desejada. Estão disponíveis no mercado tapetes modulares, em diversos tipos, que podem ser dese- nhados de acordo com as medidas do ambiente.
Porcelanato liquido
Este procedimento antigo, que atualmente foi re- adaptado, agora começa a ser utilizado em residên- cias de alta classe. O porcelanato líquido, também conhecido como piso epóxi, vem conquistando um espaço cada vez maior nos projetos arquitetônicos e de decoração no país.
Revista Saúde & Empresas - 27
Assistência social
Indígenas de Barra do Bugres recebem cidadania por meio da:
Por Sonia Maze o
Presidente BPW Cuiabá
Parceria
Para realizar o projeto, o Governo do Estado con- ta com diversos parceiros divididos em duas moda- lidades. Os parceiros xos são: WWF Brasil, Senar, Senac, Senai, Incra, Defensoria Pública. Os órgãos do Estado envolvidos são: Unemat, Procon-MT, Samu, MTI, MT Fomento, Intermat, Empaer e Detran-MT.
Cada edição contará com parceiros regionais. Nesta edição, a Caravana da Transformação teve o apoio do Sindicato Rural de Barra do Bugres, Projeto Inclusão Literária, Galvan – Escola de Cabeleireiro e Grupo Barralcool.
A Vigilância Sanitária acompanhou todas as ci- rurgias e consultas e o Ministério Público também acompanhou a Caravana da Transformação.
Mais de 7.500 atendimentos de cidadania em Barra do Bugres
O morador do município Pedro Amajunepa passou seus 68 anos de vida rodeado pela falta de políticas públicas, resultando na situação de vulnerabilidade, onde o principal problema foi a falta de documentos básicos. Sendo Resolvido durante a Caravana da Transformação passar por Barra do Bugres, no mês passado, levando cida-
Em meados de julho deste ano a in- dígena Lúcia Vânia, da etnia Umutina passou a ler e escrever melhor depois da cirurgia de catarata. Esse atendi- mento só pode ser feito, com a reali- zação da Caravana da Transformação do Governo do Estado, que levou cida- dania para a população de Barra do Bugres, a 174 km de Cuiabá.
Dona Lúcia conta que os agentes de saúde que trabalham na comunidade falaram sobre os aten- dimentos em oftalmologia. “É difícil que esses servi- ços cheguem às comunidades indígenas, gora farei o que mais gosto, ler e escrever”, disse ela. Durante o evento, cerca de 43 indígenas das tribos Umutina e Bacalanas receberam atendimento oftalmológico e, como todos os pacientes, receberão acompanhamen- to pós-operatório. Para que os índios participassem da ação, um ônibus foi disponibilizado pela Prefei- tura de Barra do Bugres e o Governo para fazer o translado até o Parque de Exposições Renê Barbour.
Balanço de atendimentos oftalmológicos
Uma média 165 cirurgias de catarata e 161 cirur-
gias de pterígio foram realizadas. Além das 292 pessoas que voltaram ao Parque de Exposições Renê Barbour para o re- torno das cirurgias realizadas no nal de semana. O total de procedimentos reali- zados pela Caravana da Transformação somaram 25.343.
Expectativa da ação era atender Barra do Bugres e mais 11 municípios vizinhos. Entretanto, os cadastros mostram que a edição atendeu quase 30 municípios.
Pedro Amajunepa, etnia Umutina
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CARAVANA DA
TRANSFORMAÇÃO
dania aos moradores.
Pedro é um dos exemplos de pessoas atendidas
pelas ações de cidadania coordenadas pela Secreta- ria de Estado de Trabalho e Assistência Social (Setas) durante a Caravana da Transformação. Cerca 7.500 pessoas receberam atendimentos de serviços básicos que garantem a cidadania a qualquer cidadão, como emissão do registro de nascimento.
Lúcia Vânia, da etnia Umutina
Revista Saúde & Empresas
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Editorial
Orientação pré cirúrgicas .
Além de Pedro, que é indígena e nascido na aldeia Umutina, não possuía sequer RG. Mas, com o auxílio da Setas conseguiu emitir o documento e agora poderá participar de políticas de transfe- rência de renda.
“Nunca pude fazer esses papéis, só co na roça e é na cidade que tem essas coisas”, ressaltou. O secre- tário da Setas, Valdiney de Arruda, acompanhou de perto o caso do indígena e explicou a importância da Caravana da Transformação para casos como esse. “São cidadãos que estão em vulnerabilidade e preci- sam ser reconhecidos”, salientou.
Cidadãos reconhecidos.
Para que casos como esse sejam cada vez me- nos presenciados em Mato Grosso é que esse ser- viço foi até Barra do Bugres. Na cidade, entre as ações voltadas ao cidadão, garantidas pela Setas e por parceiros, estavam emissão de CPF, traba- lhos de embelezamento, quali cação pro ssional e outros 25 tipos de serviços.
Entre os parceiros, órgãos como a Defensoria Pública de Mato Grosso, Departamento Estadual de Trânsito (Detran), Sistema “S”, Programa Rede Cidadã, Centro de Referência de Assistência Social (Cras), Agência MT Fomento e outros. Os cidadãos
puderam ainda conhecer um pouco mais sobre o “Prepa- ra Mais”, que leva conteúdo educacional gratuito para a população.
Essas parcerias garan- tem que o Governo do Es- tado leve dignidade para todos os mato-grossenses que por algum motivo estavam invisíveis, afir- mou o governador Pedro Taques. “Nossos esforços são sempre para trazer à luz essas pessoas, garan- tir a dignidade. Isso se faz por meio desde a emissão de documento”, disse.
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Atendimento ao idoso, no of- talmogista.
Ações Integradas
Quem não conseguiu aproveitar os serviços de cidadania ofertados pela Caravana da Transfor- mação, poderá agora ser atendido pelo programa “Ações Integradas de Cidadania”, coordenado pela Setas. As ações da pasta visitam ao longo do ano os
municípios para levar acesso à documentação básica e outros serviços de cidadania, como carteira de pes- cador amador.
Somente em 2015, foram mais de 30 mil pessoas, em 86 municípios, atendidas. Entre os municípios já visitados, Cáceres, Santo Antônio do Leverger, Pri- mavera do Leste, Juruena, entre outros.
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Social
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Dra. Dulciyara Lopes e Josy Costa, Felipe Ninomiya e Camila Ruver
Por Silvia Narçay
Janaina Riva - Deputada Estadual MT
Fé e Tradição, Iracilda Botelho, Leila Malouf e Colunista Social Carlinhos Corrêa
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PRA NUNCA PERDER ESSE
RISO LARGO
Para participar deste espaço é preciso ser feliz!
Junior Brasa - Genius Publicidade
Margarete e Zildinha
Sérgio Soares - Fotógrafo
Doutor Olyntho Gonçalves
Shirley Ocampos - A Condesa
Doutor Ernani Caporossi
Rogério Maciel - Agência Campo Livre Turismo
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Te esperamos no McDia Feliz!!
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