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Published by Renato Cataneo, 2021-03-13 14:59:48

Apostila Mecânica Preventiva

YBR Cursos - Marca Registrada - Uso Exclusivo

OPERADOR DE MÁQUINAS PESADAS OU AGRÍCOLAS – PARTE III
OPERADOR DE MAQUINAS
Nome do aluno:
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OPERADOR DE MÁQUINAS PESADAS OU AGRÍCOLAS – PARTE III
SUMÁRIO
1. INTRODUÇÃO A MECÂNICA PREVENTIVA DE MÁQUINAS ................................. 03 1.1 Mecânica.............................................................................................................. 03 2. MECÂNICA PREVENTIVA MÁQUINAS PESADAS................................................. 09 2.1 Escavadeira .......................................................................................................... 09 2.3 Pá-carregadeira ................................................................................................... 11 2.3 Retroescavadeira ................................................................................................. 15 3. MÁQUINAS PESADAS....................................................................................... 19 3.1 Pá-carregadeira.................................................................................................... 19 3.2 Escavadeira .......................................................................................................... 20 3.3 Retroescavadeira ................................................................................................. 21 4. MODELO CHECK-LIST MÁQUINAS PESADAS...................................................... 22 5. MANUAIS MÁQUINAS PESADAS....................................................................... 24 5.1 Pá-carregadeira.................................................................................................... 25 5.2 Escavadeira Hidráulica.......................................................................................... 40 5.3 Retroescavadeira.................................................................................................. 70 6. MECÂNICA PREVENTIVA MÁQUINAS AGRÍCOLAS............................................. 90 6.1 Lubrificantes......................................................................................................... 93 6.2 Trator.................................................................................................................... 95 6.3 Colheitadeira........................................................................................................ 98 6.4 Pulverizadora........................................................................................................ 99 7. CHECK-LIST MÁQUINAS AGRÍCOLAS................................................................. 101 7.1 O que são aplicativos............................................................................................ 101 7.2 Modelo Check-list Máquinas Agrícolas................................................................ 105 8. MANUAIS MÁQUINAS AGRÍCOLAS................................................................... 107 8.1 Trator.................................................................................................................... 107 8.2 Colheitadeira........................................................................................................ 122 8.3 Pulverizadora........................................................................................................ 128 REFERENCIA BIBLIOGRÁFICA................................................................................ 126 ANOTAÇÕES......................................................................................................... 127
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OPERADOR DE MÁQUINAS PESADAS OU AGRÍCOLAS – PARTE III
1. INTRODUÇÃO A MECÂNICA PREVENTIVA DE MÁQUINAS
Como já relatamos em apostilas anteriormente, um operador de máquinas pesadas ou de máquina agrícolas não necessita e nem pode ser o responsável pela mecânica da máquina, mas conhecimentos básicos certamente o auxiliarão a se destacar no mercado e a otimizar o seu próprio trabalho.
1.1 Mecânica
O conceito de mecânica vem de "movimento". A pratica da coisa não se restringe apenas a parte motriz do veículo, mas também a suspensão e transmissão. Quando se fala da parte motriz de um veículo, a mecânica se atém apenas a motorização do veículo. Tratando apenas do estudo do motor.
Na parte suspensiva, cuidamos apenas de assuntos relacionados a suspensão de um veículo. Como rodas, molas, eixos, amortecedores, sistemas de frenagem etc. Já quando se fala de transmissão, cuida-se da parte de câmbios, caixas, cardãs etc. Hoje em dia existe nas oficinas um profissional chamado de "mestre". Que na verdade é um mecânico geral. É ele quem tem mais experiência, é mais preparado para abordar e suprir qualquer impecílio proveniente de falta de conhecimento. Não que na mecânica seja possível saber de tudo, mas trata-se de um profissional cujos olhos já viram bastante coisas, que dão a ele toda uma segurança para direcionar as atitudes corretas diante de alguma situação difícil.
1.1.1 O veículo automotor
Um automóvel (do grego auto, por si próprio, e do latim mobilis, mobilidade) ou carro ou máquinas pesada/agrícola como referência a um objeto responsável pela sua própria locomoção) é um veículo motorizado, com quatro rodas, geralmente destinado ao transporte de passageiros, mercadoria ou facilitador de serviços. A definição abrange a todos os veículos com autopropulsão movido a combustão interna, que pode ser gerada por álcool, gasolina, gás, diesel, hidrogênio ainda em teste, biodiesel ou qualquer outra mistura de combustível, comburente e calor que provoque a combustão interna, ou híbrido, ou ainda os veículos terrestres que se locomovam por meio de motores elétricos ou a vapor com a finalidade de transporte de passageiros e carga.
a. O motor
Motor de combustão interna - é uma máquina térmica, que transforma a energia proveniente de uma reação química em energia mecânica. O processo de conversão se dá através de ciclos termodinâmicos que envolvem expansão, compressão e mudança de temperatura de gases. São considerados motores de combustão interna aqueles que
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utilizam os próprios gases de combustão como fluido de trabalho. Ou seja, são estes gases que realizam os processos de compressão, aumento de temperatura (queima), expansão e finalmente exaustão.
Assim, este tipo de motor distingui-se dos ciclos de combustão externa, nos quais os processos de combustão ocorrem externamente ao motor. Neste caso, os gases de combustão transferem calor a um segundo fluido que opera como fluido de trabalho, como ocorre nos ciclos Rankine.
Motores de combustão interna também são popularmente chamados de motores a explosão. Esta denominação, apesar de frequente, não é tecnicamente correta. De fato, o que ocorre no interior das câmaras de combustão não é uma explosão de gases. O que impulsiona os pistões é o aumento da pressão interna da câmara, decorrente da combustão (queima controlada com frente de chama). O que pode-se chamar de explosão (queima descontrolada sem frente de chama definida) é uma detonação dos gases, que deve ser evitada nos motores de combustão interna, a fim de proporcionar maior durabilidade dos mesmos e menores taxas de emissões de poluentes atmosféricos provenientes da dissociação de gás nitrogênio.
Ciclo motor de Diesel
Os motores Diesel caracterizam-se pela ignição por compressão. O fluido de trabalho (normalmente ar) é comprimido sem ser misturado ao combustível e quando o combustível é injetado no fluido comprimido e quente esse se inflama.
As máquinas que impulsionam veículos pesados como caminhões, trens e navios, usualmente são baseadas no ciclo ideal de Diesel (propulsão diesel-elétrica), o que não se refere ao combustível utilizado e sim ao ciclo termodinâmico em que operam. O Motor de ciclo diesel é usado em veículos menores, como automóveis e motocicletas também são equipadas com este tipo de motor.
Motor de Partida: É esse dispositivo é encarregado de dar partida no motor de combustão interna. Devido a inércia, todo elemento que está estático (parado) tende a se manter estático. A função do motor de partida é justamente vencer a inércia e iniciar o movimento do motor de combustão até que o mesmo entre em funcionamento. Atualmente
Motor Caterpillar Retroescavadeira 3054C Long Block (OLX, 2021).
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existem dois tipos de motores de partida, de acordo com a sua construção. O mais antigo era por bobina de campo. Os motores mais modernos utilizam imãs permanentes ao invés da bobina.
b. Direção
É o conjunto de órgãos responsáveis por dar dirigibilidade ao veículo. É composto por:
 Volante
 Coluna de direção
 Caixa de direção
 Barras de direção
 Braços de direção
c. Caixa de Direção:
A caixa de direção é composta por uma árvore sem fim e um setor dentado. Para manter a manutenção da caixa de direção em dia:
Fazer a troca do fluido hidráulico de acordo com o fabricante. Fazer revisão periódica na bomba da caixa de direção hidráulica. Fazer revisão no conjunto de suspensão.
d. Sistema de Arrefecimento
É composto por: radiador, ventilador, bomba d'água, mangueiras, válvula, termostática e canais internos do bloco do motor. Importante: Nunca abra a tampa do radiador quando a água estiver fervendo. O arrefecimento pode ser feito por circulação de água ou ar.
e. Suspensão
É a parte responsável pela sustentação da carroceria de um veículo, destinada a promover o intermédio entre a carroceria e o chão a fim de garantir o deslocamento do veículo.
Suspenção é um conjunto de peças que adequa a transmissão de energia da excitação de base (uma lombada, por exemplo) e a capacidade de aderência do veículo ao solo. É feito por um conjunto de mola e amortecedor. O conjunto suspenção pode ser considerado como um filtro mecânico, pois pode permitir ou rejeitar faixas de freqüências do espectro da
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excitação do solo. Por isso, carros fora de estrada e urbanos possuem características díspares quanto ao desempenho. É pertinente ressaltar que o primeiro, em geral, possui exigências maiores quanto às solicitações mecânicas, tornando o projeto de suspenção mais restritivo.
Há molas de vários tipos: de feixe e a ar, que são utilizadas geralmente em caminhões; mola em espiral, usada tanto na suspenção dianteira como traseira; e mista - espiral na frente e feixe atrás. E ainda o tipo de torção, constituído por uma barra de torção ou um feixe de lâminas, que absorvem os impactos deformando-se. Estas barras de torção são encontradas na suspensão traseira dos VW Fusca e VW Kombi, entre outros veículos. O tipo mais comum de suspensão é a do tipo Mac Pherson.
f. Transmissão
Uma caixa de câmbio ou caixa de velocidades de um automóvel serve para desmultiplicar a rotação do motor para o diferencial ou diretamente para as rodas, por forma a transformar a potência do motor em força ou velocidade, dependendo da necessidade. De uma forma geral e simplificada, quanto maior a rotação do motor em relação à rotação do eixo, maior será a força e, quanto menor a rotação do motor em relação à rotação do eixo, maior será a velocidade. Note-se que o eixo não gira à mesma rotação nem da cambota, nem da saída do diferencial (semi-eixos). Em suma, a cada marcha ou velocidade da caixa a proporção rotação do motor/rotação do eixo varia solidariamente. Normalmente esta proporção expressa-se tecnicamente por 10:1, 9:1, 1:1.05, 1:8 e assim por diante. Entenda-se, portanto, uma caixa de velocidade como multiplicador de força e/ou velocidade do motor. Na caixa de velocidades típicas existem duas séries principais de carretos:
a. a do veio principal, que recebe do volante do motor a rotação do motor por intermédio da embreagem,
b. e a do veio secundário (de saída), que transmite um submúltiplo dessa rotação ao eixo.
Os carretos do veio principal encontram-se em rotação livre, o que permite que, em
ponto morto (i.e., sem nenhuma velocidade engatada), não ocorra a transferência da rotação. No entanto, os carretos do veio secundário (à excepção de um carreto isolado, o de marcha- atrás) encontram-se firmemente ligados ao veio secundário. A cada carrego do veio primário corresponde um outro carreto, devidamente engatado, do veio secundário. São as dimensões dos carretos (e o princípio da alavanca) que especificam a proporção da (des)multiplicação desejada — obedecendo a leis triviais da física.
Aquando da seleção de uma mudança, é engatado um carreto ao veio principal por meio de um bloqueador (do movimento livre do carreto para o veio) que, nos dias de hoje, desempenha a função de sincronizador. Com um funcionamento semelhante ao da embraiagem (transmissão por acoplagem), embora os carretos disponham de dentes que facilitam o encaixe do sincronizador, a força do veio principal transmite-se do carreto bloqueado para o carreto correspondente do veio secundário.
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No caso da marcha atrás, entra em contacto um carreto suplementar do bloco secundário responsável pela mudança de direcção da rotação do eixo (e, consequentemente, da marcha). Este carreto (e aquele onde engrena respectivamente no veio primário) é de dimensões tipicamente semelhantes ao da primeira velocidade, o que permite ao automóvel dispor de força para realizar manobras em superfícies íngremes.
g. Embreagem
A embraiagem (português europeu) ou embreagem (português brasileiro) é o mecanismo utilizado nos automóveis para transmitir a rotação do volante do motor para as engrenagens da caixa de velocidades que, por sua vez, irá desmultiplicar essa rotação (consoante a engrenagem - ou mudança - seleccionada) e transferi-la para o diferencial através do eixo. A transmissão entre o volante, fixado por meio de parafusos à cambota, e a caixa de velocidades dá-se através da pressão do disco de embreagem, um disco delgado de aço de elevada tenacidade cujas faces estão revestidas com um material de fricção, contra o volante do motor. Quando o disco está fixado contra o volante, a força de aperto deverá ser suficientemente grande para não permitir deslizamentos entre as duas superfícies - patinagem. O disco, na sua posição natural, é apertado contra o volante através do prato de pressão. Com a pressão do pedal da embreagem, as molas (ou outro sistema de pressão, como a embreagem de diafragma) aliviam a pressão do prato, suprimindo o contrato do disco com o volante e, consequentemente, interrompendo a transmissão de força motriz para a caixa de velocidades. É de salientar que, neste momento, ocorre uma gradual dessincronização entre a rotação da cambota e o veio primário da caixa de velocidades.
Por vezes os condutores optam por mandar reforçar a embreagem de forma a suportar binários maiores e dessa forma aumentar a sua longevidade. Este reforço pode ser em cerâmica ou kevlar e é muito utilizado em carros alterados (tuning). Tipicamente uma embreagem é mudada entre os 120.000km e 180.000km, mas dependendo do estilo de condução poderá gastar-se ao fim de apenas 40.000km. Por vezes, também é necessário substituir o volante motor.
1.1.2 Manutenção
O termo manutenção se refere ao procedimento em que um determinado bem recebe tratamento a fim de que com o passar do tempo, seu uso ou mudança de circunstância exterior não o afete. Ela pode ser dividida em:
a. Manutenção Preventiva: Manutenção preventiva é toda a ação sistemática de controle e monitoramento, com o objetivo de reduzir ou impedir falhas no desempenho de equipamentos.
b. Manutenção Corretiva: É conceituada como um procedimento que é realizado
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com o objetivo de restaurar as condições ideais de operação de máquina e equipamentos, eliminando quaisquer problemas que possam interferir nisso.
c. Manutenção Preditiva: Realizada por meio de dados ou observações do comportamento e desempenho do maquinário. Caso se note e comprove uma alteração, a manutenção preventiva é realizada.
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2. MECÂNICA PREVENTIVA DE MÁQUINAS PESADAS
O hábito da manutenção preventiva e periódica gera economia e evita acidentes de trânsito.
a. Combustível: Veja se o indicado no painel é suficiente para chegar ao destino;
b. Nível de óleo de freio, do motor e de direção hidráulica: observe os respectivos
reservatórios, conforme manual do proprietário;
c. Nível de óleo do sistema de transmissão (câmbio): para veículos de transmissão
automática, veja o nível do reservatório. Nos demais veículos, procure vazamentos sob
o veículo;
d. Água do radiador: nos veículos refrigerados à água, veja o nível reservatório de água;
e. Palhetas do limpador para-brisa: troque, se estiver ressecadas;
f. Funcionamento do faróis: Verifique visualmente se todos estão acendendo (luz baixa
e alta);
g. Calibragem de Pneus: Siga as recomendações do fabricante do veículo, observando a
situação de carga (vazio e carga máxima). Pneus murchos têm sua vida útil diminuída, prejudicam a estabilidade, aumentam o consumo de combustível e reduzem a aderência em piso com água;
2.1 Escavadeira
Escavadeira ou escavadora é a designação genérica aos vários tipos de máquinas de escavar, de revolver ou remover terra ou de retirar aterro. É também conhecida como escavador, escavadora ou pá mecânica.
O motor de giro escavadeira é composto basicamente por carcaça, bloco cilindrico, jogo de pistões, guia, placas retentoras, placas válvula, platô, discos e placas separadoras, vedações, rolamentos e eixos. O conjunto de bloco cilindrico, jogo de pistões, guia e placas são chamados também de conjunto rotativo.
Motor de giro escavadeira:
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Imagem: fernaodiesel.com.br
Acidentes envolvendo escavadeiras durante a execução dos serviços em obras podem causar lesões graves e até mesmo a morte dos seus funcionários. Como esse tipo de equipamento está sempre sujeito a apresentar algumas falhas, é necessário que ele passe por manutenção constantemente.
Uma peça com defeito na escavadeira, seja na transmissão de giro, no guincho ou no retrator, por exemplo, prejudica todo o funcionamento da obra, pois o impacto dessa falha causa o aparecimento de trincas, além de perda de eficiência do maquinário.
A manutenção errada da escavadeira também gera diversos problemas no funcionamento do equipamento, como superaquecimento no motor, correia serpentina danificada, ruído alto do aparelho, dentre outros.
Um item do motor, que pode apresentar falhas e afetar seu desempenho, são as velas. Quando elas estão demasiadamente velhas, ou gastas, podem aumentar o consum o de combustível do veículo e em alguns casos impedi-lo de funcionar.
A maneira mais eficiente de evitar eventos como esses é garantir a manutenção constante do veículo e, quando necessário, substituir as peças em questão, de acordo com a orientação do fabricante.
Defeitos na suspensão e amortecedores podem ser identificados com facilidade, isso graças a seu ruído característico. Além disso, a avaria faz com que o motorista sinta a
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trepidação enquanto dirige. Caso seu carro apresente algum desses sinais, deve ser levado ao mecânico imediatamente para que as peças sejam substituídas.
Não atentar para o prazo de validade da bateria de um veículo e não avaliar com frequência o estado no qual ela se encontra podem ser listados entre eles.
Essa atitude simplesmente impede que problemas no componente sejam identificados com antecedência, de modo que, sua falha pode ocorrer nos momentos menos propícios e gerar graves problemas.
Controle do motor: Controle de aceleração rotativo; Sistema de marcha lenta com um toque/desaceleração automática / Sistema de desligamento automático; Parada de emergência.
2.2 Pá-Carregadeira
A pá carregadeira é um tipo de equipamento bastante utilizado no setor de construção civil. É comum operadores de pá carregadeira não terem ideia dos requisitos de segurança que esse tipo de maquinário deve possuir, e, por isso, nos últimos anos, diversos operários sofreram acidentes graves e fatais nos canteiros de obras no Brasil.
Veja os três principais requisitos de segurança que uma pá carregadeira deve possuir:
 Cinto de segurança: É essencial que qualquer tipo de equipamento possua um cinto de segurança, para evitar que seu operário sofra lesões graves ou, até mesmo, fatais em possíveis acidentes nos canteiros de obras.
 Extintor de pó seco: Ter um extintor de pó seco n equipamento é uma medida simples e eficaz para garantir a segurança dos seus funcionários.
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 Sinal sonoro de ré: O maquinário deve ter sempre um sinal para indicar a marcha ré.
Passos para trocar o pneu:
a. Estabilize o trator e deixe as rodas acima do chão. Remova todo ar do pneu.
b. Use um martelo para soltar o talão do pneu da roda. Esse processo é muito perigoso, portanto tome cuidado e se possível não fique na frente do talão.
c. Lubrifique o pneu para facilitar a sua remoção.
d. Puxe o talão por cima da roda, utilizando uma ferramenta específica para o modelo.
e. Remova o tubo de ar do interior do pneu.
f. Puxe o talão de trás por cima da roda removendo o pneu completamente do aro.
g. Alise e limpe bem o aro antes de colocar um pneu novo.
h. Usando a mesma ferramenta específica para remover o pneu, puxe o talão do pneu por cima da roda para inserí-lo nela.
i. Insira o tubo de ar dentro do pneu, certificando-se de que o buraco da válvula na roda esteja próximo ao chão.
j. Insira a válvula do tubo de ar pelo buraco na roda e prenda ela na roda usando a rosca. Uma vez prendida encha ou tubo com um pouco de ar. Depois tire a rosca deixando a válvula livre.
k. Com a mesma ferramenta, insira o talão de fora para dentro do aro. Assegure- se de que a válvula do tubo de ar esteja dentro da roda.
l. Uma vez que o talão do pneu está dentro do aro, prenda a válvula do tubo de ar à roda usando a rosca.
m. O último passo será encher o pneu de ar, mas antes retire qualquer ar que ainda houver no pneu. Em seguida verifique a pressão de ar correta para enchê-lo.
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Em uma pá-carregadeira, os cilindros são as principais partes responsáveis pelo esforço de carregamento, por isso sofrem um desgaste acentuado, assim como acontece nos pinos e buchas da caçamba e do braço. Essas peças precisam de lubrificação constante e correta, com graxa especificada pelo fabricante. A falta de lubrificação pode causar desgaste prematuro e até mesmo ocasionar acidentes.
Os pneus também exigem cuidados e podem acarretar custos elevados de manutenção se forem relegados a um segundo plano. Os fabricantes estabelecem a pressão correta para calibragem, que deve ser seguida, assim como o local de operação deve estar livre de materiais cortantes.
 Movimentação de bagaço de cana: o material carregado se dispersa muito facilmente, acumulando nos radiadores, condensadores e no alternador. É importante a limpeza constante desses componentes ou utilizar sistemas de reversão de hélice, para limpeza de radiadores e componentes blindados. Essa aplicação exige um esforço de tração constante da máquina, que passa a maior parte do tempo empurrando o material ao invés de carregá-lo. Por isso, o monitoramento dos eixos e transmissões por meio de análise de óleo precisa ser reforçado.
 Movimentação de produtos químicos e fertilizantes: alguns materiais causam oxidação de peças metálicas e ressecamento de borrachas durante a operação. Nesse caso, é necessário que a máquina tenha uma preparação prévia, envolvendo proteção da pintura por meio de um verniz específico, revestimento nos radiadores, alternador blindado, proteção de componentes elétricos e pintura de tubos hidráulicos e parafusos. Para manter essa proteção, é preciso tomar cuidados com a lavagem do equipamento. Após a carregadeira ser lavada, deve ser secada por inteiro, evitando acumulo de água e reação com o material carregado. Não devem ser usados ácidos para a lavagem, pois podem remover o material protetor.
O monitoramento dos fluidos dos componentes é um ponto relevante, para prolongar a vida útil dos mesmos. As coletas de óleo devem ser feitas periodicamente, para realização dos procedimentos conforme os parâmetros das análises de fluidos. Algumas práticas, como diálise periódica de fluídos, também ajudam a evitar falhas causadas por contaminação.
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Lubrifique os bicos em cada cavilha pivot, de ambos os lados da carregadora. Por questões de segurança, nunca permaneça entre a parte dianteira do tractor e os tubos cruzados da carregadora.
Verifique o nível do óleo no depósito do óleo hidráulico do tractor regularmente, com a carregadora baixada até ao solo. Utilize o óleo especificado no manual de instruções do tractor.
Verifique as mangueiras e ligações
quanto a desgaste e fugas com intervalos regulares. Assegure que as mangueiras possuem suficiente folga e que não embatem noutros componentes. Substitua quaisquer mangueiras danificadas e aperte bem todas as ligações. Os cilindros são de dupla actuação. A sua manutenção tem de ser assegurada permanentemente, de modo a serem mantidos em boas condições de funcionamento. Quaisquer fugas, internas ou externas, afectam o desempenho e podem ser perigosas. Esta carregadora requer um sistema hidráulico que funciona a alta pressão. Utilize apenas peças sobresselentes aprovadas pelo fabricante.
A remoção, reparação e instalação de cilindros hidráulicos requer ferramentas especiais, para evitar danos nos componentes internos. Recomendamos que remeta a reparação de qualquer cilindro para um concessionário autorizado.
Assegure que todos os parafusos são apertados ao binário especificado, primeiro, após 10 horas de funcionamento, depois, de 50 em 50 horas de funcionamento.
Aperte todos os parafusos na carregadora e todos os dispositivos de fixação, exceto nos casos que o binário de aperto é especificado nas instruções de montagem. Os binários aplicam-se a roscas limpas e secas. As roscas lubrificadas podem significar que o dispositivo de fixação está demasiado apertado. As roscas danificadas ou sujas podem fazer com que os valores de binário sejam demasiado baixos. Pode ser necessário um amplificador de binário quando apertar parafusos a valores de binário elevados. Os binários de aperto devem ser verificados imediatamente após instalação e várias vezes após um breve período de utilização. Um aperto incorreto pode danificar a estrutura da carregadora e/ou tractor.
Um funcionamento incorreto da carregadora é frequentemente causado por fatores não relacionados com a carregadora:
 Verifique o nível do óleo no depósito hidráulico do tractor. Abasteça ao nível correto.
 Assegure que é utilizado o óleo correto. Utilize apenas o óleo especificado no manual de instruções do tractor. Um óleo incorreto pode provocar formação
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de espuma, aquecimento e fugas internas.
 Assegure que as mangueiras e acoplamentos estão corretamente instalados e ligados ao tractor. Os acoplamentos hidráulicos têm de ser totalmente inseridos.
 Assegure que o óleo está limpo e livre de humidade. Mude o óleo e o filtro conforme necessário.
 Verifique as mangueiras e acoplamentos quanto a fugas, cortes e torções.
 Baixas temperaturas podem provocar lentidão de movimentos ou um funcionamento irregular da carregadora até ser atingida uma temperatura de funcionamento normal. Verifique se o óleo mantém a temperatura de funcionamento normal antes de testar a carregadora.
 Se utilizar a válvula do camião para operar a carregadora, assegurar que a válvula do trator foi ajustada para ação dupla. Verificar se o controlo de fluxo foi definido para o valor máximo.
 Desloque os cilindros da carregadora para as suas posições finais várias vezes, para remover o ar das mangueiras e cilindros.
O manual do operador é um documento traz todos os cuidados necessários envolvendo a manutenção de pás-carregadeiras, além de cuidados com segurança e operação da máquina.
2.4 Retroescavadeira Hidráulica
De obras públicas à construção de estradas, da agricultura a paisagismo, as retroescavadeiras são uma excelente opção para os mais diversos segmentos.
Sua ampla gama de aplicações muitas vezes fazem com que as retroescavadeiras trabalhem por longas horas em tarefas muito exigentes. Embora sejam excelentes do ponto
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de vista da versatilidade, elas também podem falhar. Se não for devidamente cuidada, uma retroescavadeira pode passar de produtiva e valiosa a ociosa e cara.
Uma boa manutenção preventiva leva apenas alguns minutos por dia e é um investimento de tempo bem gasto para garantir que ela tenha o mínimo de tempo de inatividade possível e continue sendo a máquina produtiva e trabalhadora que foi projetada para ser. As cinco dicas a seguir irão ajudá-lo a começar com o pé direito um programa sólido de manutenção preventiva da sua retroescavadeira. Além disso, consulte o manual do operador para as melhores práticas sugeridas, específicas para a máquina, bem como para garantir a segurança durante a execução de todas as estas intervenções.
a. Inspeção preliminar diária
Como já falado inúmeras vezes, no início de cada jornada de trabalho, faça uma rápida inspeção geral da máquina para se certificar de que tudo está bem, se há acúmulo de lama ou sujeira em qualquer componente móvel. Qualquer excesso de detritos deve ser removido.
Um exemplo de check-list diário deve incluir as seguintes verificações:
 Dentes da caçamba danificados
 Mangueiras rachadas ou quebradas
 Vazamentos
 Pressão inadequada dos pneus
 Buchas de rolamento soltas, pinos e parafusos danificados
Qualquer problema, mesmo que pareça pequeno, deve ser resolvido imediatamente. Isso não apenas evitará que problemas menores se transformem em grandes, mas também é a melhor maneira de evitar períodos de inatividade no futuro.
b. Examine o motor
O motor é a força motriz da retroescavadeira, por isso precisa de atenção dedicada.
No início de cada dia, certifique-se de que não haja acúmulo de detritos no sistema de refrigeração. Além disso, procure sinais de condensação no tanque de combustível, pois isso pode danificar o combustível e possivelmente o próprio motor. Água no combustível é o maior inimigo do motor e, além de danificar componentes internos, faz com que o consumo de combustível seja elevado.
Embora não seja uma tarefa diária, o filtro de ar deve ser verificado e limpo ou trocado conforme necessário. Retroescavadeiras que operam em ambientes muito empoeirados ou secos precisam que seu filtro de ar seja cuidado com mais frequência. O filtro de ar deve sempre ser substituído se estiver danificado ou quando o indicador de restrição de ar indicar. Mas lembre-se sempre de fazer a troca de acordo com a indicação do Manual de Operação e
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Manutenção da sua máquina, mesmo em locais com baixa concentração de poeira e partículas suspensas.
Semelhante ao filtro de ar, o filtro de combustível do motor não precisa ser verificado diariamente. Em caso de dúvida, consulte o manual do operador da retroescavadeira para recomendações específicas para a máquina.
c. Verifique todos os fluidos
Provavelmente, a parte mais óbvia qualquer programa manutenção preventiva é garantir níveis de fluidos adequados. Aqui uma lista de verificação de
de
cinco fluidos para monitorar diariamente:
 Óleo lubrificante do motor
 Óleo dos eixos dianteiro e traseiro
 Fluido hidráulico
 Líquido de arrefecimento do motor
 Óleo da Transmissão
Reabasteça os fluidos, conforme necessário. Se for detectada contaminação de óleo ou combustível, troque o fluido e descarte imediatamente o fluido velho de maneira responsável e aprovada. Faça constantemente análises laboratoriais dos fluidos da sua máquina. Estas análises podem indicar possíveis falhas futuras.
d. Lubrifique os principais pontos de articulação
Uma retroescavadeira tem várias peças móveis, tornando a lubrificação essencial para um bom desempenho de campo. Componentes como o eixo dianteiro, articulações do braço da retro e da carregadeira, pinos e rolamentos do sistema de giro do conjunto retro devem ser verificadas diariamente e engraxados, se necessário.
Sempre use graxa de alta qualidade para garantir que seja capaz de resistir por um dia inteiro na sujeira. Além disso, escolha a graxa apropriada para as variações de temperatura onde a máquina está operando.
Embora muitos operadores apliquem graxa no início do dia, é na verdade um bom hábito lubrificar a máquina no final do dia. Uma máquina é mais receptiva à graxa quando está quente após um dia inteiro de operação do que fria antes de ter sido ligada para o dia.
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e. Anote e controle todas as manutenções
Como qualquer boa iniciativa da empresa, um programa de manutenção preventiva deve ser documentado e rastreado para avaliar a eficácia e identificar pontos fracos no programa que podem ser melhorados.
Um registro de manutenção da retroescavadeira deve ser mantido sempre atualizado, incluindo as horas da máquina e os intervalos de manutenção. Atribuir um funcionário para assumir a tarefa de manter o registro de manutenção garantirá que o rastreamento seja feito de forma consistente, tanto em termos de frequência quanto de detalhes de informações.
Embora possa parecer uma tarefa complexa, um bom programa de manutenção preventiva precisa apenas de alguns minutos por dia e paga um grande retorno sobre o investimento no equipamento.
Estas cinco etapas são um ótimo ponto de partida para um programa sólido de manutenção preventiva de retroescavadeira. Sempre consulte o manual do operador se tiver dúvidas sobre os intervalos de manutenção e para certificar-se dos procedimentos corretos para cada tipo de intervenção (OPERACTION, 2021). Desta forma, considerando que entre as máquinas com maior possibilidade de receber implementos, as retroescavadeiras esbanjam versatilidade é, por isso, que devem ter um plano de manutenção bem elaborado. Procedimentos já descritos como lubrificação diária, uso de graxa, acompanhamento de óleo de motor, eixo, transmissão e óleo hidráulico precisam ser estabelecidos com intervalos mais curtos ou extensos, conforme as condições de operação. Trabalhar com excessos de carga, utilizar caçambas e martelos ou implementos inadequados, ou mesmo trabalhar em brejos são ações que aceleram o desgaste da máquina e apressam a necessidade de manutenção.
A parte mais vulnerável de uma retroescavadeira é o braço de escavação, que representa um terço de sua estrutura física. Nela, encaixa-se o braço, montam-se lança e mesa de giro, e instalam-se os implementos. É a articulação mais suscetível a problemas de folgas em pinos e buchas.
Os rompedores hidráulicos, por
exemplo, são implementos que agridem esse equipamento e, se forem mal dimensionados, podem gerar problemas no braço de escavação, como trincas e desgaste prematuro de pinos e buchas.
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OPERADOR DE MÁQUINAS PESADAS OU AGRÍCOLAS – PARTE III
3. MÁQUINAS PESADAS 3.1 Pá Carregadeira
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3.2 Escavadeira
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3.3 Retroescavadeira
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4. MODELO DE CHECK-LIST MÁQUINAS PESADAS
LOGO DA EMPRESA
EQUIPAMENTOS PESADO (PÁ CARREGADEIRA, RETRO ESCAVADEIRA, ESCAV. HIDRAULICA, ETC. )
EMPRESA XXXXXXXXXX
CNPJ XXXXXXXXXXXXX
Endereço XXXXXXXXXX, XX – Bairro – Cidade UF
Data da inspenção ___/___/_____ Local do equipamento:
( ) Inspeção Inicial
( ) Inspeção Periódica
Identificação do Equipamento:
Itens Inspecionado
C NC NA
Descrição do desvio
Prazo
Monitoramento Responsavel
Visto
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6
7
8
9
10
11
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13
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19
20 21
22 23
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Sistema de ancoragem dianteiro e traseiro
Proteção de partes móveis
Extintor de incêndio carregadio e dentro do prazo de validade no equipamento/proximidades
Sistema elétrico possui disjuntor tipo DR
Proteção superior da cabine do operador (guindaste sobre esteiras) Diagrama de capacidade de carga do equipamento
Sistema de fim de curso da máquina Mangueiras e conexões
Hastes de perfuração em bom estado Funcionamento da patola Funcionamento da esteira
Funcionamento dos marcadores de nível
Operador habilitado / qualificado
Sistema de freios. (estacionário / giro) Kit de Mitigação
Aterramento elétrico do equipamento Manômetros
Funcionamento da buzina
Alarme de ré / deslocamento acoplado ao câmbio (sonoro e visual). Funcionamento da parte hidráulica (vazamentos)
Sistema elétrico (faróis, setas, luz de freio, etc)
Limpadores de para brisa
Cabos elétricos protegidos contra impactos e umidade
Ganchos com trava de segurança
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Não Impeditiva Impeditiva


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Estado geral de conservação do equipamento (lataria/vidros/carenagem /estrutura/encaixes/capacete)
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EPI`s e EPC`s em perfeito estado de conservação e de acordo com o risco da atividade
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Fixação dos cabos de aço (03 clipes)
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Capacidade dos cabos de aço e cintas
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Sistema de ancoragem
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Indicação de capacidade de carga e limite de altura no equipamento
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Plano de Manutenção
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Tanque fechado
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Kit de primeiros socorros (Carros pequenos, Caminhonetes,Caminhões, etc)
Responsável pela inspeção
Departamento de SMS
Responsável do Setor
Nome:
Nome:
Nome:
Visto:
Visto:
Visto:
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5. MANUAIS MÁQUINAS PESADAS
Conforme já relatamos é imprescindível que o Operador de Máquinas conheça o equipamento que está operando e a melhor forma de conhecer detalhes relacionados a manutenção, operação e segurança da máquina é conhecer seus Manuais. Desta forma, solicite o Manual da máquina ao empregador, baixe-o ou adiquira-o na internet. Verifique também se já existe a versão de aplicativos para sua máquinas, assim você terá o manual sempre em suas mãos. Lembre-se de que cada marca e modelo apresenta características especificas que precisam ser consideradas durante a manutenção e operação.
Atualmente os sites e aplicativos para androids já estão disponíveis para baixar esse tipo de manual. Na maioria das vezes, se ele foi perdido ou danificado ou não está mais disponível será necessário adiquiri-lo na loja especifica da marca e modelo utilizado por você.
Para ilustrarmos melhor esse material e esclarecermos algumas informações técnicas das carregadeiras, escavadeiras e retroescavadeiras anexaremos os manuais de algumas máquinas. As marcas e modelos foram selecionados aleatoriamente, não configurando recomendação ou associação com os equipamentos a serem utilizados nas aulas práticas.
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5.1 Pá-Carregadeira
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5.2 Escavadeira
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