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Published by Renato Cataneo, 2021-04-24 11:37:05

Apostila Máquinas Agrícolas

YBR Cursos

OPERADOR DE MÁQUINAS AGRÍCOLAS – PARTE I
7. PULVERIZADORAS
Pulverizar significa distribuir uma substância líquida em pequenas partículas. Em agricultura, a pulverização geralmente é utilizada para distribuir produtos agroquímicos, nutrientes ou fertilizantes de uma maneira geral. Ela pode ser feita por terra ou por via aérea, sendo essa última mais comum nas propriedades de grande extensão.
De qualquer maneira, os pulverizadores são utilizados para garantir que o produto seja distribuído em quantidade correta e nos locais desejados.
Além disso, os produtos geralmente são comprados concentrados e precisam ser diluídos em água. Essa mistura, chamada de calda, é distribuída sobre a lavoura com o auxílio justamente do pulverizador.
Portanto, um pulverizador agrícola é um equipamento que auxilia no combate a pragas, doenças, insetos ou diversas outras ameaças. Ele também pode ajudar na distribuição de fertilizantes e, por isso, é uma das principais ferramentas de trabalho no campo (MFRURAL, 2021).
7.1 Tipos de Pulverizadores
Existem diversas classificações para os pulverizadores. A primeira classificação diz respeito ao tipo de acionamento do equipamento. Basicamente, ele pode ser manual, elétrico ou a combustível. Como o nome sugere, os pulverizadores manuais são controlados manualmente. A cada jato, o operador precisa acionar o equipamento. Por isso, são indicados apenas para áreas pequenas, o que pode fazer com que não supram as necessidades de grande parte dos produtores.
Para a agricultura de pequeno, médio e grande porte com objetivo de comercializar a produção, o ideal é utilizar as máquinas de pulverizar. Nesse caso, geralmente, uma bateria ou um motor a combustível são usados acionar o pulverizador.
Outras classificações dizem respeito à configuração do equipamento e ao tipo de máquina usada para movimentá-lo. Segue a seguir os tipos:
a. Costal - Geralmente é composto de um reservatório com alças que pode ser carregado nas costas, como uma mochila. Pode ter acionamento manual, elétrico ou a combustível. De qualquer jeito, esse modelo precisa ser carregado por um operador, o que o torna inviável para aplicação em grandes extensões de terra.
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b. Pistola - As pistolas de pulverização geralmente trabalham com ar comprimido e podem possuir acionamento manual ou elétrico. Quando manuais, são indicadas somente para quem tem hortas, pomares e jardins pequenos.
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c. De barra - Esse pulverizador agrícola consiste de uma barra com múltiplas pontas de pulverização, geralmente montadas em um trator. Com isso, é possível cobrir grandes áreas em um intervalo de tempo pequeno, ao contrário do que aconteceria nos modelos não tratorizados.
Por isso, esse tipo de máquina é recomenda para agricultores que trabalham com qualquer volume de produção e que buscam alta eficiência na lavoura. A barra normalmente é usada em culturas anuais, tais como soja, milho, trigo, batata e horticultura no geral.
d. Atomizadores - Nos atomizadores, o produto é pulverizado sobre a plantação por força de uma corrente de ar de grande velocidade. Como resultado, o produto pode atingir longas distâncias. Esse tipo de pulverizador é mais utilizado em culturas perenes, por exemplo, café e laranja (MFRURAL, 2021; JACTO, 2021).
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7.2 Partes e acessórios
As partes vão depender do tipo de pulverizador. Como regra geral, eles costumam conter os seguintes componentes:
 tanque ou reservatório onde a calda fica armazenada;
 bomba;
 agitador mecânico ou hidráulico;
 filtros;
 manômetro;
 regulador de pressão;
 mangueiras;
 conjunto de acionamento;
 dispositivo de aplicação (por exemplo, barra ou pistola);
 bicos de pulverização.
Essas são as partes básicas, mas eles podem envolver outros itens, dependendo da tecnologia aplicada. Atualmente, eles costumam ter também medidores de volume aplicado, localizador GPS, sistemas de controle remoto, entre outras facilidades.
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OPERADOR DE MÁQUINAS AGRÍCOLAS – PARTE I
7.3 Escolha do pulverizador
A escolha do pulverizador vai depender basicamente do tipo de cultura e do tamanho da plantação. Existem pulverizadores com capacidades diversas e, por isso, é bom avaliar esse quesito. Confira um passo a passo para acertar na escolha da sua máquina de pulverização:
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OPERADOR DE MÁQUINAS AGRÍCOLAS – PARTE I
1. Avalie o tipo de cultura: Como já mencionamos, o tipo de cultura costuma determinar o pulverizador a ser utilizado. Para culturas anuais, as barras acopladas a um trator são as mais utilizadas. Para culturas perenes, o atomizador é o ideal.
2. Leve em conta a área a ser pulverizada: A área a ser pulverizada vai determinar a capacidade da máquina a ser adquirida ou a quantidade de equipamentos necessária. Para os pulverizadores do tipo barra, existem máquinas com capacidade entre 400 e 4500 litros. Naturalmente, quanto maior a área, maior deverá ser a capacidade de armazenamento. Assim, você não terá que parar o processo para reabastecer várias vezes e, ao mesmo tempo, não vai investir mais do que o necessário para suprir a necessidade da sua lavoura. Já para os atomizadores, a capacidade das máquinas não varia muito. Dessa maneira, a área da plantação vai determinar a quantidade de pulverizadores necessária. Portanto, qualquer que seja a cultura, é preciso dimensionar a lavoura para concluir qual ou quais são os pulverizadores ideais e quantos serão necessários (JACTO, 2021).
7.4 Parâmetros da pulverização agrícola
Existem 8 parâmetros fundamentais que precisam ser considerados no uso nos pulverizadores, é importante que o profissional os conheça. Então observe o conteúdo descrito a seguir:
1. Dose
A dose representa a quantidade de ingrediente biologicamente ativo que deve ser aplicada por área para obter o controle da população alvo. Essa medida pode ser expressa em gramas por hectare ou em litros por hectare.
Para cada produto, a faixa de dose recomendada pode ser lida na bula. O número exato, por sua vez, deve ser calculado por um profissional capacitado para isso, geralmente um engenheiro agrônomo ou florestal.
2. Volume de aplicação
O volume de aplicação mede a quantidade de calda a ser aplicado por unidade de área. Esse parâmetro depende de fatores como tipo de alvo, bico utilizado, condições climáticas, tipo de planta e de produto.
3. Cobertura
A cobertura diz respeito à quantidade de gotas do produto que são depositadas sobre o alvo durante a pulverização. A cobertura desejável é determinada pelo tipo de produto, tamanho da gota e outros fatores.
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Além disso, deve-se levar em conta também a arquitetura da planta, densidade das folhas, entre outros detalhes para determinar a cobertura necessária para o bom funcionamento dos agroquímicos.
4. Tamanho de gotas
O tamanho das gotas, geralmente medido em micrômetros (mícrons), se refere ao diâmetro da gota pulverizada. Ela é definida em função de fatores como modo de ação do produto (sistêmico ou de contato), condições climáticas e situação do alvo (plantação mais ou menos fechada, por exemplo).
Esse parâmetro influencia no processo de pulverização de formas variadas, alterando, por exemplo, a penetração do produto. O tamanho de gota desejado geralmente determina o tipo de bico a ser utilizado e também costuma ser calculado pelos profissionais de agronomia.
5. Pressão
A pressão dentro do sistema de pulverização pode ser usada para identificar a vazão e o tamanho da gota. Ela pode ser lida no manômetro que acompanha todo pulverizador. Regular a pressão no sistema também é crucial para manter os demais parâmetros e seguir as recomendações dos profissionais que fizeram os cálculos.
6. Vento, temperatura e umidade relativa
O vento é um grande delimitador da pulverização. Por exemplo, a pulverização com gotas pequenas não pode ser realizada quando o vento for superior a 10 km/h.
Além dele, a umidade relativa e a temperatura também influenciam na pulverização. Recomenda-se que ela só seja realizada em temperaturas menores que 30°C e com umidade relativa superior a 55%.
É claro que nem sempre essas condições ideias podem ser atingidas. Nesse caso, pode-se aumentar o tamanho da gota para minimizar os efeitos do vento, da umidade relativa e da temperatura. Nesse caso, atente-se para a diminuição da penetração e para a diminuição da quantidade de gotas distribuídas sobre o alvo.
7. Deriva
A deriva é definida tecnicamente como o movimento do produto através do ar para fora do alvo durante a pulverização. Em outras palavras, é a quantidade de agroquímico pulverizada que não chega até o alvo.
A deriva é influenciada fortemente pelo vento, pela temperatura e umidade relativa e também pelo tamanho das gotas. Para reduzir a deriva, o produtor precisa observar essas
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condições e, se possível, executar a pulverização quando elas estiverem favoráveis (JACTO, 2021).
8. Tipo de bico
Os bicos, também chamados de pontas de pulverização, são um dos mais importantes acessórios do pulverizador. Além disso, eles são também uma das variáveis do processo de pulverização.
Existem, basicamente, os bicos do tipo leque, do tipo cone, de impacto e outros modelos especiais, como os bicos com indução de ar. Cada um deles gera gotas de tamanhos diferentes e proporciona um padrão de propagação do jato. A faixa de pressão de trabalho também é definida pelo tipo de bico.
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Ou seja, ao trocar o bico é possível variar diversos parâmetros do processo. O bico adequado é determinado pelo alvo biológico, posição da área de aplicação (solo, folha etc.), condições climáticas, cobertura e volume desejados.
Portanto, a escolha do bico só pode ser feita no momento da pulverização, observando todas essas condições. Vale dizer que existem muitos modelos no mercado e provavelmente haverá mais de um produto correto para cada situação.
7.5 Cuidados necessários durante a pulverização
A proteção da lavoura contra pragas, doenças e insetos e a disponibilização de nutrientes para as plantas estão entre as principais práticas para assegurar a produtividade no campo. E para garantir que os produtos utilizados atinjam o alvo desejado, é recomendado o uso de um pulverizador agrícola de qualidade.
A pulverização pode trazer excelentes resultados para a agricultura, desde que seja aplicada corretamente. Erros no manuseio ou durante a pulverização, na escolha do produto, entre outros, podem afetar negativamente o resultado.
Além disso, é preciso pensar também em termos de saúde e segurança dos trabalhadores e do meio ambiente. Confira alguns cuidados que você pode tomar:
1. adquira produtos e máquinas de qualidade;
2. promova a saúde dos trabalhadores com o uso de EPIs adequados;
3. respeite a época de aplicação de cada produto;
4. utilize água de boa qualidade;
5. verifique as condições climáticas e adapte o seu processo a elas;
6. descarte os resíduos conforme regulamentações, evitando danos ao meio ambiente;
7. utilize os agroquímicos em quantidades apropriadas, garantindo o controle de custos, a
eficiência da pulverização e reduzindo os impactos ao meio ambiente;
8. invista em tecnologia para medir, calibrar, gerenciar e otimizar de uma maneira geral os
processos e as máquinas envolvidas;
9. faça a manutenção e a limpeza com a frequência e os métodos corretos;
10. trabalhe com fornecedores que têm amplo conhecimento no assunto, fazendo deles os
seus parceiros (FILHO&SANTOS, 2001; JACTO, 2021).
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OPERADOR DE MÁQUINAS AGRÍCOLAS – PARTE I
8. O FUTURO DAS MÁQUINAS AGRÍCOLAS
Os filmes de ficção científica são bem claros. No futuro, o mundo está repleto de carros voadores, robôs e uma infinidade de máquinas e equipamentos autônomos. Claro que, invariavelmente, nas tramas hollywoodianas essas máquinas só têm um propósito: dominar a raça humana, como é apresentado, pela sexta vez, na franquia de O Exterminador do Futuro, lançado no final do mês passado.
O fato é que essa “vingança” robótica ainda está longe de acontecer. E outro ponto importante e que nenhum desses filmes se arriscou em dizer: as primeiras pessoas a testemunhar o surgimento dessas máquinas não estão nas cidades, mas nas fazendas. E isso não é ficção, mesmo. O que não faltam são protótipos de máquinas agrícolas autônomas sendo testados no campo.
Tratores sem cabine, controlados por um tablet ou smartphone já estão sendo testados e, em breve, já estarão oficialmente trabalhando em áreas de produção agrícola. Esses equipamentos chegam primeiro ao campo por conta na facilidade de regulamentação e pela operação nas fazendas possuir um fluxo de pessoas mais restrito.
A Case IH, fabricante americana de máquinas agrícolas, lançou há cerca de dois anos o seu protótipo autônomo que até já circulou no Brasil. Além dela, a brasileira Jacto e a americana John Deere também iniciou os testes com suas máquinas autônomas. Nessa corrida tecnológica já existem até drones gigantes sendo testados no campo, inclusive em terras brasileiras (AGROSABER, 2021).
Além do drone, as máquinas agrícolas hoje carregam soluções tecnológicas como telemetria e a conectividade no campo. A tecnologia que mais cresce em termos de demanda no campo é o piloto automático, principalmente por se mostrar viável já na primeira safra.
Além de ser item de série em modelos de alta potência de tratores e pulverizadores, é notável a procura e o crescimento da adoção em tratores menores e em colheitadeiras. Entre as vantagens estão eliminação de falhas e sobreposição, diminuição de consumo de combustível por hectare e aumento da eficiência operacional.
A Case IH estabeleceu que operações agrícolas diferentes em todo o mundo exigem níveis variáveis de automação. Essas necessidades se enquadram em cinco categorias de automação para aplicações agrícolas de campo. As categorias e tipos de atividade associados a elas incluem: orientação, coordenação e otimização, autonomia auxiliada por operador, autonomia supervisionada e autonomia total.
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OPERADOR DE MÁQUINAS AGRÍCOLAS – PARTE I
CASEIH – trator autônomo/ Foto grupo CNH
Essas cinco divisões começam com a automação de tarefas específicas em um equipamento. A primeira categoria utiliza piloto automático; a segunda, além do piloto automático, tem a atuação coordenada entre máquinas; a terceira engloba veículos autônomos com inteligência artificial; na quarta, eles são coordenados e não tripulados e a última é o veículo totalmente autônomo, focado em melhor produtividade e baixo consumo.
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OPERADOR DE MÁQUINAS AGRÍCOLAS – PARTE I
O trator pode funcionar 24h, oferecendo mais eficiência operacional para tarefas como preparo do solo, plantio e pulverização. Seu design, sem a cabine do operador, se caracteriza pelo equilíbrio entre linhas fluidas e pela demonstração de robustez e força.
O sistema a bordo leva automaticamente em consideração os parâmetros estabelecidos pelo software de planejamento do computador ou tablet para avaliar as larguras dos implementos e estabelecer o percurso mais eficiente, dependendo do terreno, obstruções e demais máquinas em uso no mesmo campo. Remotamente, o operador pode supervisionar e ajustar, a qualquer momento, os caminhos e parâmetros (CASE, 2021).
A Valtra é a primeira fabricante brasileira a produzir máquinas com transmissão CVT (transmissão continuamente variada). Com o uso do sistema LIDAR (tecnologia ótica de detecção a laser), sensores de proximidade e câmeras de vídeo a bordo, o veículo pode perceber os obstáculos parados ou em movimento no seu caminho e parar sozinho até que o operador, notificado por alertas sonoros e visuais, especifique o que deve ser feito.
O piloto automático é uma realidade de mercado. As máquinas produzidas pela John Deere contam com o sistema, além de possuir outros recursos de agricultura de precisão opcionais. A linha de agricultura de precisão da John Deere (AMS – Agriculture Management Systems) apresenta também a possibilidade de instalar o piloto automático em campo, seja em máquinas mais antigas da própria John Deere ou na maioria dos equipamentos de outras marcas presentes no mercado brasileiro.
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OPERADOR DE MÁQUINAS AGRÍCOLAS – PARTE I
Ou seja, o Operador de Máquinas Agrícolas precisará estar em qualificação constante, atualizações diárias e altamente antenado as tecnologias. Isso não se aprende num único curso, estamos falando de estudo constante e para toda uma vida. Então prepare-se, hpje você deu seu primeiro passo de eternos passos.
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OPERADOR DE MÁQUINAS AGRÍCOLAS – PARTE I
EXERCICIOS
1. Considerando a conduta ética trabalhada em nossas aulas, marque “F” para as afirmativas falsas referentes a ética e “V” para as afirmativas verdadeiras.
1. ( )
2. ( )
3. ( )
4. ( )
5. ( )
6. ( )
7. ( )
8. ( )
9. ( )
10. ( )
11. ( )
12. ( )
13. ( )
14. ( )
15. ( )
16. ( )
Não faça nada que não possa assumir em público.
Reclame de seu chefe para todos os seus colegas, afinal, ele é um explorador do seu trabalho. Trabalhe sempre com base em fatos. Não julgue baseando-se em suposições.
Saiba ouvir. É aconselhável ouvir mais do que falar.
Cultive rivalidades. É necessário ser altamente competitivo para obter sucesso e se destacar. Mesmo não entendendo a orientação para a atividade, execute como entendeu. Mesmo que isso significa.
Não comente NADA que viu ou ouviu.
Saia para fumar por alguns minutos, afinal 5 minutinhos não são nada para uma empresa rica como a que você trabalha.
Planeje suas ausências no ambiente de trabalho, sempre que possível, de modo a permitir fluxo normal das responsabilidades.
Nr´s são bogagens! Há anos você operada sem elas e nunca lhe aconteceu nada.
Informações confidenciais não de vem sair da empresa em hipótese alguma.
Tenha moral elevado e contribua para manutenção do clima de trabalho em alto nível.
Cumpra as Normas de Segurança.
Sua rede social é sua, você pode e tem o direito de postar tudo o que quiser (opiniões politicas, farras e etc...). Isso não pode interferir na sua contratação.
Ética não serve para nada, o que importa é saber operar máquina.
O lugar correto para resolver um problema, reclamação, sugestão ou outros é no grupo de
Resposta:
WhasApp da turma.
1.V; 2.F; 3.V; 4.V; 5.F; 6.F; 7.V; 8.F; 9.V; 10.F; 11.V; 12.V; 13.V; 14.F; 15.F; 16.F
2. Porque você deve ser considerado um Operador Raiz?
a. Operador Raiz estão dispostos a aprender, se adaptam as situações adversas do trabalho, estão sempre dispostos a dar o seu melhor e produzir resultados.
b. OperadorRaizporqueestamospresosasnossasopiniões,convicçõesenãonosmovemos. c. OperadorRaizéaquelequereclamadetudoedetodos,nadanuncaestábom.
Resposta: a e b
3. Quando é feito o comparativo entre ser um Operador PATA ou GALINHA. Qual o sentido de escolhermos ser a GALINHA, explique.
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OPERADOR DE MÁQUINAS AGRÍCOLAS – PARTE I
4. Marque quais alternativas definem conceitualmente o termo Máquinas:
d. É qualquer dispositivo que utiliza energia para realizar alguma atividade.
e. É o de um dispositivo que tem peças para executar ou auxiliar na execução de qualquer
tipo de trabalho.
f. É um dispositivo que transforma a direção ou magnitude de uma força sem consumir
energia.
g. Aparelho destinado a produzir, dirigir ou transformar uma forma de energia em outra, ou
aproveitar essa mesma energia para a produção de determinado efeito.
h. Nenhuma das alternativas.
Resposta: a, b, c, d.
7. Com relação a empregabilidade, quias os locais onde os operadores podem atuar?
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REFERENCIAS BIBLIOGRÁFICAS
BAMAMAQUINAS. Disponível no endereço eletrônico https://www.bamaqmaquinas.com.br/blog/operador-de-maquinas-pesadas/. Acessado em 12/01/2021.
CBO. Disponível no endereço eletrônico http://www.mtecbo.gov.br/cbosite/pages/home.jsf. Acessado em 30/10/2017.
COLHEITA DA MADEIRA. Disponivel no endereço eletrônico https://colheitademadeira.com.br/noticias/maquinas_combinadas/. Acessado em 23/04/2021.
FILHO, Abilio Garcia dos Santos; SANTOS, João Eduardo Guardnetti Garcia. Máquinas Agrícolas. UNESP. Bauru, 2001.
JACTO. Disponivel no enedereço eletrônico https://blog.jacto.com.br/operador-de-maquinas- agricolas/. Acessado 22/04/2021.
MACONSULTORIA. Disponível no endereço eletrônico https://www.maconsultoria.com/arquivos/f5b3c8cbd7208dfd68733ecc2bd30c67.pdf. Acessado em 15/01/2021.
MFRURAL. Disponível no endereço eletrônico https://blog.mfrural.com.br/funcoes-das- colheitadeiras/. Acessado em 24/04/2021.
TERRAPLANAGEM NET. Disponível no endereço eletrônico http://www.terraplenagem.net/. Acessado em 31/10/2017.
VIA CARREIRA. Disponível no endereço eletrônico https://viacarreira.com/arrumar-emprego-na- crise-economica-15-dicas-de-ouro-225927/. Acessado em 31/10/2017.
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ANOTAÇÕES
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