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Published by naimrio, 2024-01-11 21:58:15

evangelho segundo o espiritismo

Evangelho segundo o espiritismo

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Coletânea de preces espíritas 351 Ação de graças pelo bem concedido aos nossos inimigos 48. Prefácio. Não desejar mal aos seus inimigos é ser apenas meio caridoso. A verdadeira caridade quer que lhes almejemos o bem e que nos sintamos felizes com o bem que lhes advenha. (Cap. XII, itens 7 e 8.) 49. Prece. – Meu Deus, entendeste em tua justiça encher de júbilo o coração de N... Agradeço-te por ele, sem embargo do mal que me fez ou que tem procurado fazer-me. Se desse bem ele se aproveitasse para me humilhar, eu receberia isso como uma prova para a minha caridade. Bons Espíritos que me protegeis, não permitais que me sinta pesaroso por isso. Isentai-me da inveja e do ciúme que rebaixam. Inspirai-me, ao contrário, a generosidade que eleva. A humilhação está no mal, e não no bem; e sabemos que, cedo ou tarde, justiça será feita a cada um, segundo suas obras. Pelos inimigos do Espiritismo 50. Bem-aventurados os famintos de justiça, porque serão saciados. Bem-aventurados os que sofrem perseguição por amor da justiça, porque deles é o Reino dos Céus. Ditosos sereis, quando os homens vos carregarem de maldições, vos perseguirem e falsamente disserem contra vós toda espécie de mal, por minha causa. Rejubilai-vos, então, porque grande recompensa vos está reservada nos céus, pois assim perseguiram eles os profetas enviados antes de vós. (Mateus, 5:6 e 10 a 12.) Não temais os que matam o corpo, mas que não podem matar a alma; temei, antes, aquele que pode perder alma e corpo no inferno. (Mateus, 10:28.) 51. Prefácio. De todas as liberdades, a mais inviolável é a de pensar, que abrange a de consciência. Lançar alguém anátema sobre os que não pensam como ele é reclamar para si essa liberdade e negá-la aos outros, é violar o primeiro mandamento de Jesus: a caridade e o amor ao próximo. Perseguir os outros, por motivos de suas crenças, é atentar contra o mais sagrado direito que tem todo homem, o de crer no que lhe convém e de adorar a Deus como o entenda. Constrangê-los a atos exteriores semelhantes aos nossos é mostrarmos que damos mais valor à forma do que ao fundo, mais às aparências do que à convicção. Nunca a abjuração forçada deu a quem quer que fosse a fé; apenas pode fazer hipócritas. É um abuso da


Capítulo XXVIII 352 força material, que não prova a verdade. A verdade é senhora de si: convence e não persegue, porque não precisa perseguir. O Espiritismo é uma opinião, uma crença; fosse26 até uma religião, por que se não teria a liberdade de se dizer espírita, como se tem a de se dizer católico, protestante, ou judeu, adepto de tal ou qual doutrina filosófica, de tal ou qual sistema econômico? Essa crença é falsa ou é verdadeira. Se é falsa, cairá por si mesma, visto que o erro não pode prevalecer contra a verdade, quando se faz luz nas inteligências. Se é verdadeira, não haverá perseguição que a torne falsa. A perseguição é o batismo de toda ideia nova, grande e justa e cresce com a magnitude e a importância da ideia. O furor e o desabrimento dos seus inimigos são proporcionais ao temor que ela lhes inspira. Tal a razão por que o Cristianismo foi perseguido outrora e por que o Espiritismo o é hoje, com a diferença, todavia, de que aquele o foi pelos pagãos, enquanto o segundo o foi por cristãos. Passou o tempo das perseguições sangrentas, é exato; contudo, se já não matam o corpo, torturam a alma, atacam-na até nos seus mais íntimos sentimentos, nas suas mais caras afeições. Lança-se a desunião nas famílias, excita-se a mãe contra a filha, a mulher contra o marido; investe-se mesmo contra o corpo, agravando-se-lhe as necessidades materiais, tirando-se-lhe o ganha-pão, para reduzir pela fome o crente. (Cap. XXIII, itens 9 e seguintes.) Espíritas, não vos aflijais com os golpes que vos desfiram, pois eles provam que estais com a verdade. Se assim não fosse, deixar-vos-iam tranquilos e não vos procurariam ferir. Constitui uma prova para a vossa fé, porquanto é pela vossa coragem, pela vossa resignação e pela vossa paciência que Deus vos reconhecerá entre os seus servidores fiéis, a cuja contagem Ele hoje procede, para dar a cada um a parte que lhe toca, segundo suas obras. A exemplo dos primeiros cristãos, carregai com altivez a vossa cruz. Crede na palavra do Cristo, que disse: “Bem-aventurados os que sofrem perseguição por amor da justiça, que deles é o Reino dos Céus. Não temais os que matam o corpo, mas que não podem matar a alma.” Ele também disse: “Amai os vossos inimigos, fazei bem aos que vos fazem mal e orai 26 N.E.: Ver Reformador de 1946, p. 253; Revue spirite, dez. de 1868; Allan Kardec, o educador e e codificador, de Zêus Wantuil e Francisco Thiesen, v. II, Pt. 4, cap. II, it. 2. “O Credo, a Religião do Espiritismo”.


Coletânea de preces espíritas 353 pelos que vos perseguem.” Mostrai que sois seus verdadeiros discípulos e que a vossa doutrina é boa, fazendo o que Ele disse e fez. A perseguição pouco durará. Aguardai com paciência o romper da aurora, pois que já rutila no horizonte a estrela-d’alva. (Cap. XXIV, itens 13 e seguintes.) 52. Prece. – Senhor, Tu nos disseste pela boca de Jesus, o teu Messias: “Bem-aventurados os que sofrem perseguição por amor da justiça; perdoai aos vossos inimigos; orai pelos que vos persigam.” E Ele próprio nos deu o exemplo, orando pelos seus algozes. Seguindo esse exemplo, meu Deus, imploramos a tua misericórdia para os que desprezam os teus sacratíssimos preceitos, únicos capazes de facultar a paz neste mundo e no outro. Como o Cristo, também nós te dizemos: “Perdoa-lhes, Pai, que eles não sabem o que fazem.” Dá-nos forças para suportar com paciência e resignação, como provas para a nossa fé e a nossa humildade, seus escárnios, injúrias, calúnias e perseguições; isenta-nos de toda ideia de represálias, visto que para todos soará a hora da tua justiça, hora que esperamos submissos à tua vontade santa. Por uma criança que acaba de nascer 53. Prefácio. Somente depois de terem passado pelas provas da vida corpórea, chegam à perfeição os Espíritos. Os que se encontram na erraticidade aguardam que Deus lhes permita volver a uma existência que lhes proporcione meios de progredir, quer pela expiação de suas faltas passadas, mediante as vicissitudes a que fiquem sujeitos, quer desempenhando uma missão proveitosa para a Humanidade. O seu adiantamento e a sua felicidade futura serão proporcionados à maneira por que empreguem o tempo que hajam de estar na Terra. O encargo de lhes guiar os primeiros passos e de os encaminhar para o bem cabe a seus pais, que responderão perante Deus pelo desempenho que derem a esse mandato. Para lhos facilitar, foi que Deus fez do amor paterno e do amor filial uma Lei da Natureza, lei que jamais se transgride impunemente. 54. Prece. (Para ser dita pelos pais.) – Espírito que encarnaste no corpo do nosso filho, sê bem-vindo. Sê bendito, ó Deus Onipotente, que no-lo mandaste.


Capítulo XXVIII 354 É um depósito que nos foi confiado e do qual teremos um dia de prestar contas. Se ele pertence à nova geração de Espíritos bons que hão de povoar a Terra, obrigado, ó meu Deus, por essa graça! Se é uma alma imperfeita, corre-nos o dever de ajudá-lo a progredir na senda do bem, pelos nossos conselhos e bons exemplos. Se cair no mal, por culpa nossa, responderemos por isso, visto que, então, teremos falido em nossa missão junto dele. Senhor, ampara-nos em nossa tarefa e dá-nos a força e a vontade de cumpri-la. Se este filho nos vem como provação para os nossos Espíritos, faça-se a tua vontade! Bons Espíritos que presidistes ao seu nascimento e que tendes de acompanhá-lo no curso de sua existência, não o abandoneis. Afastai dele os maus Espíritos que tentem orientá-lo para o mal. Dai-lhe forças para lhes resistir às sugestões e coragem para sofrer com paciência e resignação as provas que o esperam na Terra. (Cap. XIV, item 9.) 55. (Outra) – Meu Deus, confiaste-me a sorte de um dos teus Espíritos; faze, Senhor, que eu seja digno do encargo que me impuseste. Concede-me a tua proteção. Ilumina a minha inteligência, a fim de que eu possa perceber desde cedo as tendências daquele que me compete preparar para ascender à tua paz. 56. (Outra) – Deus de bondade, pois que te aprouve permitir que o Espírito desta criança viesse de novo sofrer as provas terrenas, destinadas a fazê-lo progredir, dá-lhe luz, a fim de que aprenda a conhecer-te, amar-te e adorar-te. Faze, pela tua onipotência, que esta alma se regenere na fonte das tuas sábias instruções; que, sob a égide do seu anjo guardião, a sua inteligência se desenvolva e amplie e o leve a ter por aspiração aproximar-se cada vez mais de ti; que a ciência do Espiritismo seja a luz brilhante que o ilumine através dos escolhos da vida; que ele, enfim, saiba apreciar toda a extensão do teu amor, que nos põe em prova, para purificar-nos. Senhor, lança paterno olhar sobre a família a que confiaste esta alma, para que ela compreenda a importância da sua missão e faça que germinem nesta criança as boas sementes, até o dia em que ela possa, por suas próprias aspirações, elevar-se sozinha para ti. Digna-te, ó meu Deus, de atender a esta humilde prece, em nome e pelos merecimentos daquele que disse: “Deixai venham a mim as criancinhas, porquanto o Reino dos Céus é para os que se lhes assemelham.”


Coletânea de preces espíritas 355 Por um agonizante 57. Prefácio. A agonia é o prelúdio da separação da alma e do corpo. Pode dizer-se que, nesse momento, o homem tem um pé neste mundo e um no outro. É penosa às vezes essa passagem, para os que muito apegados se acham à matéria e viveram mais para os bens deste mundo do que para os do outro, ou cuja consciência se encontra agitada pelos pesares e remorsos. Para aqueles cujos pensamentos, ao contrário, buscaram o Infinito e se desprenderam da matéria, menos difíceis de romper-se são os laços que os prendem à Terra e nada têm de dolorosos os seus últimos momentos. Apenas um fio liga, então, a alma ao corpo, enquanto no outro caso profundas raízes a conservam presa ao corpo. Em todos os casos, a prece exerce ação poderosa sobre o trabalho de separação. (Ver, adiante, “Preces pelos doentes”; também O céu e o inferno, 2a Parte, cap. I – O Passamento.) 58. Prece. – Deus onipotente e misericordioso, aqui está uma alma prestes a deixar o seu envoltório terreno para volver ao mundo dos Espíritos, sua verdadeira pátria. Dado lhe seja fazê-lo em paz e que sobre ela se estenda a tua misericórdia. Bons Espíritos que a acompanhastes na Terra, não a abandoneis neste momento supremo. Dai-lhe forças para suportar os últimos sofrimentos por que lhe cumpre passar neste mundo, a bem do seu progresso futuro. Inspirai-a, para que consagre ao arrependimento de suas faltas os últimos clarões de inteligência que lhe restem, ou que momentaneamente lhe advenham. Dirigi o meu pensamento, a fim de que atue de modo a tornar menos penoso para ela o trabalho da separação e a fim de que leve consigo, ao abandonar a Terra, as consolações da esperança. IV – Preces pelos que já não são da Terra Por alguém que acaba de morrer 59. Prefácio. As preces pelos Espíritos que acabam de deixar a Terra não objetivam, unicamente, dar-lhes um testemunho de simpatia: também têm por efeito auxiliar-lhes o desprendimento e, desse modo, abreviar-lhes a perturbação que sempre se segue à separação, tornando-lhes mais calmo o despertar. Ainda aí, porém, como em qualquer outra circunstância, a


Capítulo XXVIII 356 eficácia está na sinceridade do pensamento, e não na quantidade das palavras que se profiram mais ou menos pomposamente e em que, amiúde, nenhuma parte toma o coração. As preces que deste se elevam ressoam em torno do Espírito, cujas ideias ainda estão confusas, como as vozes amigas que nos fazem despertar do sono. (Cap. XXVII, item 10.) 60. Prece. – Onipotente Deus, que a tua misericórdia se derrame sobre a alma de N..., a quem acabaste de chamar da Terra. Possam ser-lhe contadas as provas que aqui sofreu, bem como ter suavizadas e encurtadas as penas que ainda haja de suportar na Espiritualidade! Bons Espíritos que o viestes receber e tu, particularmente, seu anjo guardião, ajudai-o a despojar-se da matéria; dai-lhe luz e a consciência de si mesmo, a fim de que saia presto da perturbação inerente à passagem da vida corpórea para a vida espiritual. Inspirai-lhe o arrependimento das faltas que haja cometido e o desejo de obter permissão para as reparar, a fim de acelerar o seu avanço rumo à vida eterna bem-aventurada. N..., acabas de entrar no mundo dos Espíritos e, no entanto, presente aqui te achas entre nós; tu nos vês e ouves, por isso que de menos do que havia, entre ti e nós, só há o corpo perecível que vens de abandonar e que em breve estará reduzido a pó. Despistes o envoltório grosseiro, sujeito a vicissitudes e à morte, e conservaste apenas o envoltório etéreo, imperecível e inacessível aos sofrimentos. Já não vives pelo corpo; vives da vida dos Espíritos, vida essa isenta das misérias que afligem a Humanidade. Já não tens diante de ti o véu que às nossas vistas oculta os esplendores da vida no Além. Podes, doravante, contemplar novas maravilhas, ao passo que nós ainda continuamos mergulhados em trevas. Vais, em plena liberdade, percorrer o espaço e visitar os mundos, enquanto nós rastejamos penosamente na Terra, à qual se conserva preso o nosso corpo material, semelhante, para nós, a pesado fardo. Diante de ti, vai desenrolar-se o panorama do Infinito e, em face de tanta grandeza, compreenderás a vacuidade dos nossos desejos terrestres, das nossas ambições mundanas e dos gozos fúteis com que os homens tanto se deleitam. A morte, para os homens, mais não é do que uma separação material de alguns instantes. Do exílio onde ainda nos retém a vontade de Deus,


Coletânea de preces espíritas 357 bem assim os deveres que nos correm neste mundo, acompanhar-te-emos pelo pensamento, até que nos seja permitido juntar-nos a ti, como tu te reuniste aos que te precederam. Não podemos ir onde te achas, mas tu podes vir ter conosco. Vem, pois, aos que te amam e que tu amaste; ampara-os nas provas da vida; vela pelos que te são caros; protege-os, como puderes; suaviza-lhes os pesares, fazendo-lhes perceber, pelo pensamento, que és mais ditoso agora e dando-lhes a consoladora certeza de que um dia estareis todos reunidos num mundo melhor. Nesse, onde te encontras, devem extinguir-se todos os ressentimentos. Que a eles, daqui em diante, sejas inacessível, a bem da tua felicidade futura! Perdoa, portanto, aos que hajam incorrido em falta para contigo, como eles te perdoam as que tenhas cometido para com eles. Nota – Podem acrescentar-se a esta prece, que se aplica a todos, algumas palavras especiais, conforme as circunstâncias particulares de família ou de relações, bem como a posição social que ocupava o defunto. Se se trata de uma criança, ensina-nos o Espiritismo que não está ali um Espírito de criação recente, mas um que já viveu e que pode, mesmo, já ser muito adiantado. Se foi curta a sua última existência, é que não devia passar de uma completação de prova, ou constituir uma prova para os pais. (Cap. V, item 21.) 61. (Outra)27 – Senhor onipotente, que a tua misericórdia se estenda sobre os nossos irmãos que acabam de deixar a Terra! Que a tua luz brilhe para eles! Tira-os das trevas; abre-lhes os olhos e os ouvidos! Que os bons Espíritos os cerquem e lhes façam ouvir palavras de paz e de esperança! Senhor, ainda que muito indignos, ousamos implorar a tua misericordiosa indulgência para este irmão nosso que acaba de ser chamado do exílio. Faze que o seu regresso seja o do filho pródigo. Esquece, ó meu Deus, as faltas que haja cometido, para te lembrares somente do bem que haja praticado. Imutável é a tua justiça, nós o sabemos; mas imenso é o teu amor. Suplicamos-te que abrandes aquela, na fonte de bondade que emana do teu seio. 27 Nota de Allan Kardec: Esta prece foi ditada a um médium de Bordeaux, na ocasião em que passava pela sua casa o féretro de um desconhecido.


Capítulo XXVIII 358 Brilhe a luz para os teus olhos, irmão que vens de deixar a Terra! Que os bons Espíritos de ti se aproximem, te cerquem e ajudem a romper as cadeias terrenas! Compreende e vê a grandeza do nosso Senhor: submete-te, sem queixumes, à sua justiça, porém, não desesperes nunca da sua misericórdia. Irmão! que um sério retrospecto do teu passado te abra as portas do futuro, fazendo-te perceber as faltas que deixas para trás e o trabalho cuja execução te incumbe para as reparares! Que Deus te perdoe e que os bons Espíritos te amparem e animem. Por ti orarão os teus irmãos da Terra e pedem que por eles ores. Pelas pessoas a quem tivemos afeição 62. Prefácio. Que horrenda é a ideia do nada! Quão de lastimar são os que acreditam que no vácuo se perde, sem encontrar eco que lhe responda, a voz do amigo que chora o seu amigo! Jamais conheceram as puras e santas afeições os que pensam que tudo morre com o corpo; que o gênio, que com a sua vasta inteligência iluminou o mundo, é uma combinação de matéria, que, qual sopro, se extingue para sempre; que do mais querido ente, de um pai, de uma mãe, ou de um filho adorado não restará senão um pouco de pó que o vento irremediavelmente dispersará. Como pode um homem de coração conservar-se frio a essa ideia? Como não o gela de terror a ideia de um aniquilamento absoluto e não lhe faz, ao menos, desejar que não seja assim? Se até hoje não lhe foi suficiente a razão para afastar de seu espírito quaisquer dúvidas, aí está o Espiritismo a dissipar toda incerteza com relação ao futuro, por meio das provas materiais que dá da sobrevivência da alma e da existência dos seres de além-túmulo. Tanto assim é que por toda parte essas provas são acolhidas com júbilo; a confiança renasce, pois que o homem doravante sabe que a vida terrestre é apenas uma breve passagem conducente a melhor vida; que seus trabalhos neste mundo não lhe ficam perdidos e que as mais santas afeições não se despedaçam sem mais esperanças. (Cap. IV, item 18; cap. V, item 21.) 63. Prece. – Digna-te, ó meu Deus, de acolher, benévolo, a prece que te dirijo pelo Espírito N... Faze-lhe entrever as claridades divinas e torna-lhe fácil o caminho da felicidade eterna. Permite que os bons Espíritos lhe levem as minhas palavras e o meu pensamento.


Coletânea de preces espíritas 359 Tu, que tão caro me eras neste mundo, escuta a minha voz, que te chama para te oferecer novo penhor da minha afeição. Permitiu Deus que te libertasses antes de mim e eu disso me não poderia queixar sem egoísmo, porquanto fora querer-te sujeito ainda às penas e sofrimentos da vida. Espero, pois, resignado, o momento de nos reunirmos de novo no mundo mais venturoso no qual me precedeste. Sei que é apenas temporária a nossa separação e que, por mais longa que me possa parecer, a sua duração nada é em face da ditosa eternidade que Deus promete aos seus escolhidos. Que a sua bondade me preserve de fazer o que quer que retarde esse desejado instante e me poupe assim à dor de te não encontrar, ao sair do meu cativeiro terreno. Oh! quão doce e consoladora é a certeza de que não há entre nós mais do que um véu material que te oculta às minhas vistas! de que podes estar aqui, ao meu lado, a me ver e ouvir como outrora, senão ainda melhor do que outrora; de que não me esqueces, do mesmo modo que eu te não esqueço; de que os nossos pensamentos constantemente se entrecruzam e que o teu sempre me acompanha e ampara. Que a paz do Senhor seja contigo. Pelas almas sofredoras que pedem preces 64. Prefácio. Para se compreender o alívio que a prece pode proporcionar aos Espíritos sofredores, faz-se preciso saber de que maneira ela atua, conforme atrás ficou explicado. (Cap. XXVII, itens 9, 18 e seguintes.) Aquele que se ache compenetrado dessa verdade ora com mais fervor, pela certeza que tem de não orar em vão. 65. Prece. – Deus clemente e misericordioso, que a tua bondade se estenda por sobre todos os Espíritos que se recomendam às nossas preces e particularmente sobre a alma de N... Bons Espíritos, que tendes por única ocupação fazer o bem, intercedei comigo pelo alívio deles. Fazei que lhes brilhe diante dos olhos um raio de esperança e que a Luz divina os esclareça acerca das imperfeições que os conservam distantes da morada dos bem-aventurados. Abri-lhes o coração ao arrependimento e ao desejo de se depurarem, para que se lhes acelere o adiantamento. Fazei-lhes compreender que, por seus esforços, podem eles encurtar a duração de suas provas.


Capítulo XXVIII 360 Que Deus, em sua bondade, lhes dê força de perseverarem nas boas resoluções! Possam essas palavras repassadas de benevolência suavizar-lhes as penas, mostrando-lhes que há na Terra seres que deles se compadecem e lhes desejam toda a felicidade. 66. (Outra) – Nós te pedimos, Senhor, que espalhes as graças do teu amor e da tua misericórdia por todos os que sofrem, quer no Espaço como Espíritos errantes, quer entre nós como encarnados. Tem piedade das nossas fraquezas. Falíveis nos fizeste, mas dando-nos capacidade para resistir ao mal e vencê-lo. Que a tua misericórdia se estenda sobre todos os que não hão podido resistir aos seus maus pendores e que ainda se deixam arrastar por maus caminhos. Que os bons Espíritos os cerquem; que a tua luz lhes brilhe aos olhos e que, atraídos pelo calor vivificante dessa luz, eles venham prosternar-se a teus pés, humildes, arrependidos e submissos. Pedimos-te, igualmente, Pai de misericórdia, por aqueles dos nossos irmãos que não tiveram forças para suportar suas provas terrenas. Tu, Senhor, nos deste um fardo a carregar e só aos teus pés temos de o depor. Grande, porém, é a nossa fraqueza e a coragem nos falta algumas vezes no curso da jornada. Compadece-te desses servos indolentes que abandonaram antes da hora o trabalho. Que a tua justiça os poupe, e consente que os bons Espíritos lhes levem alívio, consolações e esperanças no futuro. A perspectiva do perdão fortalece a alma; mostra-a, Senhor, aos culpados que desesperam e, sustentados por essa esperança, eles haurirão forças na grandeza mesma de suas faltas e de seus sofrimentos, a fim de resgatarem o passado e se prepararem a conquistar o futuro. Por um inimigo que morreu 67. Prefácio. A caridade para com os nossos inimigos deve acompanhá-los ao além-túmulo. Precisamos ponderar que o mal que eles nos fizeram foi para nós uma prova, que há de ter sido propícia ao nosso adiantamento, se a soubemos aproveitar. Pode ter-nos sido, mesmo, de maior proveito do que as aflições puramente materiais, pelo fato de nos haver facultado juntar, à coragem e à resignação, a caridade e o esquecimento das ofensas. (Cap. X, item 6; cap. XII, itens 5 e 6.) 68. Prece. – Senhor, foi do teu agrado chamar, antes da minha, a alma de N... Perdoo-lhe o mal que me fez e as más intenções que nutriu


Coletânea de preces espíritas 361 com referência a mim. Possa ele ter pesar disso, agora que já não alimenta as ilusões deste mundo. Que a tua misericórdia, meu Deus, desça sobre ele e afaste de mim a ideia de me alegrar com a sua morte. Se incorri em faltas para com ele, que mas perdoe, como eu esqueço as que cometeu para comigo. Por um criminoso 69. Prefácio. Se a eficácia das preces fosse proporcional à extensão delas, as mais longas deveriam ficar reservadas para os mais culpados, porque mais lhes são elas necessárias do que àqueles que santamente viveram. Recusá-las aos criminosos é faltar com a caridade e desconhecer a misericórdia de Deus; julgá-las inúteis, quando um homem haja praticado tal ou tal erro, fora prejulgar a Justiça do Altíssimo. (Cap. XI, item 14.) 70. Prece. – Senhor, Deus de misericórdia, não repilas esse criminoso que acaba de deixar a Terra. A justiça dos homens o castigou, mas não o isentou da tua, se o remorso não lhe penetrou o coração. Tira-lhe dos olhos a venda que lhe oculta a gravidade de suas faltas. Possa o seu arrependimento merecer de ti acolhimento benévolo e abrandar os sofrimentos de sua alma! Possam também as nossas preces e a intercessão dos bons Espíritos levar-lhe esperança e consolação; inspirar-lhe o desejo de reparar suas ações más numa nova existência e dar-lhe forças para não sucumbir nas novas lutas em que se empenhar! Senhor, tem piedade dele! Por um suicida 71. Prefácio. Jamais tem o homem o direito de dispor da sua vida, porquanto só a Deus cabe retirá-lo do cativeiro da Terra, quando o julgue oportuno. Todavia, a Justiça divina pode abrandar-lhe os rigores, de acordo com as circunstâncias, reservando, porém, toda a severidade para com aquele que se quis subtrair às provas da vida. O suicida é qual prisioneiro que se evade da prisão, antes de cumprida a pena; quando preso de novo, é mais severamente tratado. O mesmo se dá com o suicida que julga escapar às misérias do presente e mergulha em desgraças maiores. (Cap. V, itens 14 e seguintes.) 72. Prece. – Sabemos, ó meu Deus, qual a sorte que espera os que violam a tua lei, abreviando voluntariamente seus dias; mas também sabe-


Capítulo XXVIII 362 mos que infinita é a tua misericórdia. Digna-te, pois, de estendê-la sobre a alma de N... Possam as nossas preces e a tua comiseração abrandar a acerbidade dos sofrimentos que ele está experimentando, por não haver tido a coragem de aguardar o fim de suas provas. Bons Espíritos, que tendes por missão assistir os desgraçados, tomai-o sob a vossa proteção; inspirai-lhe o pesar da falta que cometeu. Que a vossa assistência lhe dê forças para suportar com mais resignação as novas provas por que haja de passar, a fim de repará-la. Afastai dele os maus Espíritos, capazes de o impelirem novamente para o mal e prolongar-lhe os sofrimentos, fazendo-o perder o fruto de suas futuras provas. A ti, cuja desgraça motiva as nossas preces, nos dirigimos também, para te exprimir o desejo de que a nossa comiseração te diminua o amargor e te faça nascer no íntimo a esperança de melhor porvir! Nas tuas mãos está ele; confia na bondade de Deus, cujo seio se abre a todos os arrependimentos e só se conserva fechado aos corações endurecidos. Pelos Espíritos penitentes 73. Prefácio. Fora injusto incluir na categoria dos Espíritos maus os sofredores e penitentes que pedem preces. Podem eles ter sido maus, porém, já não o são, desde que reconhecem suas faltas e as deploram; são apenas infelizes. Já alguns começam mesmo a gozar de relativa felicidade. 74. Prece. – Deus de misericórdia, que aceitas o arrependimento sincero do pecador, encarnado ou desencarnado, aqui está um Espírito que se há comprazido no mal, porém, que reconhece seus erros e entra no bom caminho. Digna-te, ó meu Deus, de recebê-lo como filho pródigo e de lhe perdoar. Bons Espíritos, doravante ele deseja ouvir a vossa voz, que até hoje desatendeu; permiti-lhe que entreveja a felicidade dos eleitos do Senhor, a fim de que persista no desejo de purificar-se para alcançá-la. Amparai-o em suas boas resoluções e dai-lhe forças para resistir aos seus maus instintos. Espírito N... nós te felicitamos pela mudança que em ti se operou e agradecemos aos bons Espíritos que te ajudaram. Se te comprazias outrora em fazer o mal, é que não compreendias quão doce é o gozo de fazer o bem; também te sentias por demais baixo para esperar consegui-lo. Do momento, porém, em que puseste o pé no bom caminho, uma luz nova brilhou aos teus olhos; começaste a gozar


Coletânea de preces espíritas 363 de uma felicidade que desconhecias e a esperança te entrou no coração. É que Deus ouve sempre a prece do pecador que se arrepende; não repele a nenhum dos que o buscam. Para entrares de novo e completamente na sua graça, esforça-te daqui por diante não só para não mais praticares o mal, senão que para fazeres o bem e, sobretudo, reparares o mal que fizeste. Terás então satisfeito à Justiça de Deus; cada uma das boas ações que praticares apagará uma das tuas faltas passadas. Já está dado o primeiro passo; agora, quanto mais avançares no caminho, tanto mais fácil e agradável ele te parecerá. Persevera, pois, e um dia terás a glória de ser contado entre os Espíritos bons e os bem-aventurados. Pelos Espíritos endurecidos 75. Prefácio. Os maus Espíritos são aqueles que ainda não foram tocados de arrependimento; que se deleitam no mal e nenhum pesar por isso sentem; que são insensíveis às reprimendas, repelem a prece e muitas vezes blasfemam do nome de Deus. São essas almas endurecidas que, após a morte, se vingam nos homens dos sofrimentos que suportam, e perseguem com o seu ódio aqueles a quem odiaram durante a vida, quer obsidiando-os, quer exercendo sobre eles qualquer influência funesta. (Cap. X, item 6; cap. XII, itens 5 e 6.) Duas categorias há bem distintas de Espíritos perversos: a dos que são francamente maus e a dos hipócritas. Infinitamente mais fácil é reconduzir ao bem os primeiros do que os segundos. Aqueles, as mais das vezes, são naturezas brutas e grosseiras, como se nota entre os homens; praticam o mal mais por instinto do que por cálculo e não procuram passar por melhores do que são. Há neles, entretanto, um gérmen latente que é preciso fazer desabrochar, o que se consegue quase sempre por meio da perseverança, da firmeza aliada à benevolência, dos conselhos, do raciocínio e da prece. Por meio da mediunidade, a dificuldade que eles encontram para escrever o nome de Deus é sinal de um temor instintivo, de uma voz íntima da consciência que lhes diz serem indignos de fazê-lo. Nesse ponto estão a pique de converter-se e tudo se pode esperar deles: basta se lhes encontre o ponto vulnerável do coração. Os Espíritos hipócritas quase sempre são muito inteligentes, mas nenhuma fibra sensível possuem no coração; nada os toca; simulam todos


Capítulo XXVIII 364 os bons sentimentos para captar a confiança, e felizes se sentem quando encontram tolos que os aceitam como santos Espíritos, pois que possível se lhes torna governá-los à vontade. O nome de Deus, longe de lhes inspirar o menor temor, serve-lhes de máscara para encobrirem suas torpezas. No mundo invisível, como no mundo visível, os hipócritas são os seres mais perigosos, porque atuam na sombra, sem que ninguém disso desconfie; têm apenas as aparências da fé, mas fé sincera, jamais. 76. Prece. – Senhor, digna-te de lançar um olhar de bondade sobre os Espíritos imperfeitos, que ainda se encontram na treva da ignorância e te desconhecem, particularmente sobre N... Bons Espíritos, ajudai-nos a fazer-lhe compreender que, induzindo os homens ao mal, obsidiando-os e atormentando-os, ele prolonga os seus próprios sofrimentos; fazei que o exemplo da felicidade de que gozais lhe seja um encorajamento. Espírito que ainda te comprazes no mal, vem ouvir a prece que por ti fazemos; ela te há de provar que desejamos o teu bem, conquanto faças o mal. És desgraçado, pois não se pode ser feliz fazendo o mal. Por que então te conservarás no sofrimento quando de ti depende evitá-lo? Olha os bons Espíritos que te cercam; vê quão ditosos são e se te não seria mais agradável fruir da mesma felicidade. Dirás que te é impossível; porém, nada é impossível àquele que quer, porquanto Deus te deu, como a todas as suas criaturas, a liberdade de escolher entre o bem e o mal, isto é, entre a felicidade e a desgraça, e ninguém se acha condenado a praticar o mal. Assim como tens vontade de fazê-lo, também podes ter a de fazer o bem e de ser feliz. Volve para Deus o teu olhar; dirige-lhe por um instante o teu pensamento e um raio da divina Luz virá iluminar-te. Dize conosco estas simples palavras: Meu Deus, eu me arrependo, perdoa-me. Tenta arrepender-te e fazer o bem, em vez de fazer o mal, e verás que logo a sua misericórdia descerá sobre ti, que um bem-estar indizível substituirá as angústias que experimentas. Desde que hajas dado um passo no bom caminho, o resto deste te parecerá fácil de percorrer. Compreenderás então quanto tempo perdeste de felicidade por culpa tua; mas um futuro radioso e pleno de esperança se abrirá diante de ti e te fará esquecer o teu miserável passado, prenhe de perturbação e de torturas morais, que seriam para ti o inferno, se


Coletânea de preces espíritas 365 houvessem de durar eternamente. Dia virá em que essas torturas serão tais que a qualquer preço quererás fazê-las cessar; porém, quanto mais te demorares, tanto mais difícil será isso. Não creias que permanecerás sempre no estado em que te achas; não, que isso é impossível. Duas perspectivas tens diante de ti: a de sofreres muitíssimo mais do que tens sofrido até agora e a de seres ditoso como os bons Espíritos que te rodeiam. A primeira será inevitável, se persistires na tua obstinação, quando um simples esforço da tua vontade bastará para te tirar da má situação em que te encontras. Apressa-te, pois, visto que cada dia de demora é um dia perdido para a tua felicidade. Bons Espíritos, fazei que estas palavras ecoem nessa alma ainda atrasada, a fim de que a ajudem a aproximar-se de Deus. Nós vo-lo pedimos em nome de Jesus Cristo, que tão grande poder tinha sobre os maus Espíritos. V – Preces pelos doentes e pelos obsidiados Pelos doentes 77. Prefácio. As doenças fazem parte das provas e das vicissitudes da vida terrena; são inerentes à grosseria da nossa natureza material e à inferioridade do mundo que habitamos. As paixões e os excessos de toda ordem semeiam em nós germens malsãos, às vezes hereditários. Nos mundos mais adiantados, física ou moralmente, o organismo humano, mais depurado e menos material, não está sujeito às mesmas enfermidades e o corpo não é minado surdamente pelo corrosivo das paixões. (Cap. III, item 9.) Temos, assim, de nos resignar às consequências do meio onde nos coloca a nossa inferioridade, até que mereçamos passar a outro. Isso, no entanto, não é de molde a impedir que, esperando tal se dê, façamos o que de nós depende para melhorar as nossas condições atuais. Se, porém, malgrado os nossos esforços, não o conseguirmos, o Espiritismo nos ensina a suportar com resignação os nossos passageiros males. Se Deus não houvesse querido que os sofrimentos corporais se dissipassem ou abrandassem em certos casos, não houvera posto ao nosso alcance meios de cura. A esse respeito, a sua solicitude, em conformidade com o instinto de conservação, indica que é dever nosso procurar esses meios e aplicá-los.


Capítulo XXVIII 366 A par da medicação ordinária, elaborada pela Ciência, o magnetismo nos dá a conhecer o poder da ação fluídica e o Espiritismo nos revela outra força poderosa na mediunidade curadora e a influência da prece. (Ver, no cap. XXVI, a notícia sobre a mediunidade curadora.) 78. Prece. (Para ser dita pelo doente.) – Senhor, pois que és todo justiça, a enfermidade que te aprouve mandar-me necessariamente eu a merecia, visto que nunca impões sofrimento algum sem causa. Confio-me, para minha cura, à tua infinita misericórdia. Se for do teu agrado restituir-me a saúde, bendito seja o teu santo nome. Se, ao contrário, me cumpre sofrer mais, bendito seja ele do mesmo modo. Submeto-me, sem queixas, aos teus sábios desígnios, porquanto o que fazes só pode ter por fim o bem das tuas criaturas. Dá, ó meu Deus, que esta enfermidade seja para mim um aviso salutar e me leve a refletir sobre a minha conduta. Aceito-a como uma expiação do passado e como uma prova para a minha fé e a minha submissão à tua santa vontade. (Veja-se a prece do item 40.) 79. Prece. (Pelo doente.) – Meu Deus, são impenetráveis os teus desígnios e na tua sabedoria entendeste de afligir a N... pela enfermidade. Lança, eu te suplico, um olhar de compaixão sobre os seus sofrimentos e digna-te de pôr-lhes termo. Bons Espíritos, ministros do Onipotente, secundai, eu vos peço, o meu desejo de aliviá-lo; encaminhai o meu pensamento, a fim de que vá derramar um bálsamo salutar em seu corpo e a consolação em sua alma. Inspirai-lhe a paciência e a submissão à vontade de Deus; dai-lhe a força de suportar suas dores com resignação cristã, a fim de que não perca o fruto desta prova. (Veja-se a prece do item 57.) 80.Prece. (Para ser dita pelo médium curador.) – Meu Deus, se te dignas servir-te de mim, indigno como sou, poderei curar esta enfermidade, se assim o quiseres, porque em ti deposito fé. Mas, sem ti, nada posso. Permite que os bons Espíritos me cumulem de seus fluidos benéficos, a fim de que eu os transmita a esse doente, e livra-me de toda ideia de orgulho e de egoísmo que lhes pudesse alterar a pureza. Pelos obsidiados 81. Prefácio. A obsessão é a ação persistente que um Espírito mau exerce sobre um indivíduo. Apresenta caracteres muito diversos,


Coletânea de preces espíritas 367 desde a simples influência moral, sem perceptíveis sinais exteriores, até a perturbação completa do organismo e das faculdades mentais. Oblitera todas as faculdades mediúnicas; traduz-se, na mediunidade escrevente, pela obstinação de um Espírito em se manifestar, com exclusão de todos os outros. Os Espíritos maus pululam em torno da Terra, em virtude da inferioridade moral de seus habitantes. A ação malfazeja que eles desenvolvem faz parte dos flagelos com que a Humanidade se vê a braços neste mundo. A obsessão, como as enfermidades e todas as tribulações da vida, deve ser considerada prova ou expiação e como tal aceita. Do mesmo modo que as doenças resultam das imperfeições físicas, que tornam o corpo acessível às influências perniciosas exteriores, a obsessão é sempre o resultado de uma imperfeição moral, que dá acesso a um Espírito mau. A causas físicas se opõem forças físicas; a uma causa moral, tem-se de opor uma força moral. Para preservá-lo das enfermidades, fortifica-se o corpo; para isentá-lo da obsessão, é preciso fortificar a alma, pelo que necessário se torna que o obsidiado trabalhe pela sua própria melhoria, o que as mais das vezes basta para o livrar do obsessor, sem recorrer a terceiros. O auxílio destes se faz indispensável, quando a obsessão degenera em subjugação e em possessão, porque aí não raro o paciente perde a vontade e o livre-arbítrio. Quase sempre, a obsessão exprime a vingança que um Espírito tira e que com frequência se radica nas relações que o obsidiado manteve com ele em precedente existência. (Veja-se: cap. X, item 6; cap. XII, itens 5 e 6.) Nos casos de obsessão grave, o obsidiado se acha como que envolvido e impregnado de um fluido pernicioso, que neutraliza a ação dos fluidos salutares e os repele. É desse fluido que importa desembaraçá-lo. Ora, um fluido mau não pode ser eliminado por outro fluido mau. Mediante ação idêntica à do médium curador nos casos de enfermidade, cumpre se elimine o fluido mau com o auxílio de um fluido melhor, que produz, de certo modo, o efeito de um reativo. Esta a ação mecânica, mas que não basta; necessário, sobretudo, é que se atue sobre o ser inteligente, ao qual importa se possa falar com autoridade, que só existe onde há superioridade moral. Quanto maior for esta, tanto maior será igualmente a autoridade. E não é tudo: para garantir-se a libertação, cumpre induzir o Espírito perverso a renunciar aos seus maus desígnios; fazer que nele despontem o


Capítulo XXVIII 368 arrependimento e o desejo do bem, por meio de instruções habilmente ministradas, em evocações particulares, objetivando a sua educação moral. Pode-se então lograr a dupla satisfação de libertar um encarnado e de converter um Espírito imperfeito. A tarefa se apresenta mais fácil quando o obsidiado, compreendendo a sua situação, presta o concurso da sua vontade e da sua prece. O mesmo não se dá, quando, seduzido pelo Espírito embusteiro, ele se ilude no tocante às qualidades daquele que o domina e se compraz no erro em que este último o lança, visto que, então, longe de secundar, repele toda assistência. É o caso da fascinação, infinitamente mais rebelde do que a mais violenta subjugação. (O livro dos médiuns, 2a Parte, cap. XXIII.) Em todos os casos de obsessão, a prece é o mais poderoso auxiliar de quem haja de atuar sobre o Espírito obsessor. 82. Prece. (Para ser dita pelo obsidiado.) – Meu Deus, permite que os bons Espíritos me livrem do Espírito malfazejo que se ligou a mim. Se é uma vingança que toma dos agravos que eu lhe haja feito outrora, Tu a consentes, meu Deus, para minha punição e eu sofro a consequência da minha falta. Que o meu arrependimento me granjeie o teu perdão e a minha liberdade! Mas, seja qual for o motivo, imploro para o meu perseguidor a tua misericórdia. Digna-te de lhe mostrar o caminho do progresso, que o desviará do pensamento de praticar o mal. Possa eu, de meu lado, retribuindo-lhe com o bem o mal, induzi-lo a melhores sentimentos. Mas também sei, ó meu Deus, que são as minhas imperfeições que me tornam passível das influências dos Espíritos imperfeitos. Dá-me a luz de que necessito para as reconhecer; combate, sobretudo, em mim o orgulho que me cega com relação aos meus defeitos. Qual não será a minha indignidade, pois que um ser malfazejo me pode subjugar! Faze, ó meu Deus, que me sirva de lição para o futuro este golpe desferido na minha vaidade; que ele fortifique a resolução que tomo de me depurar pela prática do bem, da caridade e da humildade, a fim de opor, daqui por diante, uma barreira às más influências. Senhor, dá-me forças para suportar com paciência e resignação esta prova. Compreendo que, como todas as outras, há de ela concorrer para o meu adiantamento, se eu não lhe estragar o fruto com os meus queixumes, pois me proporciona ensejo de mostrar a minha


Coletânea de preces espíritas 369 submissão e de exercitar minha caridade para com um irmão infeliz, perdoando-lhe o mal que me fez. (Cap. XII, itens 5 e 6; cap. XXVIII, itens 15 e seguintes, 46 e 47.) 83. Prece. (Pelo obsidiado.) – Deus Onipotente, digna-te de me dar o poder de libertar N... da influência do Espírito que o obsidia. Se está nos teus desígnios pôr termo a essa prova, concede-me a graça de falar com autoridade a esse Espírito. Bons Espíritos que me assistis e tu, seu anjo guardião, dai-me o vosso concurso; ajudai-me a livrá-lo do fluido impuro em que se acha envolvido. Em nome de Deus Onipotente, adjuro o Espírito malfazejo que o atormenta a que se retire. 84. Prece. (Pelo Espírito obsessor.) – Deus infinitamente bom, a tua misericórdia imploro para o Espírito que obsidia N... Faze-lhe entrever as divinas claridades, a fim de que reconheça falso o caminho por onde enveredou. Bons Espíritos, ajudai-me a fazer-lhe compreender que ele tudo tem a perder, praticando o mal, e tudo a ganhar, fazendo o bem. Espírito que te comprazes em atormentar N..., escuta-me, pois que te falo em nome de Deus. Se quiseres refletir, compreenderás que o mal nunca sobrepujará o bem e que não podes ser mais forte do que Deus e os bons Espíritos. Possível lhes fora preservar N... dos teus ataques; se não o fizeram, foi porque ele (ou ela) tinha de passar por uma prova. Todavia, quando essa prova chegar a seu termo, toda ação sobre tua vítima te será vedada. O mal que lhe houveres feito, em vez de prejudicá-la, terá contribuído para o seu adiantamento e para torná-la por isso mais feliz. Assim, a tua maldade tê-la-ás empregado em pura perda e se voltará contra ti. Deus, que é Todo-Poderoso, e os Espíritos superiores, seus delegados, mais poderosos do que tu, serão capazes de pôr fim a essa obsessão e a tua tenacidade se quebrará de encontro a essa autoridade suprema; mas por ser Deus bom, quer Ele deixar-te o mérito de fazeres que ela cesse pela tua própria vontade. É uma mora que te concede; se não a aproveitares, sofrer-lhe-ás as deploráveis consequências. Grandes castigos e cruéis sofrimentos te esperarão. Serás forçado a suplicar a piedade e as preces da tua vítima, que já te perdoa e ora por ti, o que constitui grande merecimento aos olhos de Deus e apressará a libertação dela.


Capítulo XXVIII 370 Reflete, pois, enquanto ainda é tempo, visto que a Justiça de Deus cairá sobre ti, como sobre todos os Espíritos rebeldes. Pondera que o mal que neste momento praticas terá forçosamente um limite, ao passo que, se persistires na tua obstinação, aumentarão de contínuo os teus sofrimentos. Quando estavas na Terra, não terias considerado estúpido sacrificar um grande bem por uma pequena satisfação de momento? O mesmo acontece agora, quando és Espírito. Que ganhas com o que fazes? O triste prazer de atormentar alguém, o que não obsta a que sejas desgraçado, digas o que disseres, e que te tornes ainda mais desgraçado. A par disso, vê o que perdes; observa os bons Espíritos que te cercam e dize se não é preferível à tua a sorte deles. Da felicidade de que gozam, também tu partilharás, quando o quiseres. Que é preciso para isso? Implorar a Deus e fazer, em vez do mal, o bem. Sei que não te podes transformar repentinamente; mas Deus não exige o impossível; quer apenas a boa vontade. Experimenta e nós te ajudaremos. Faze que em breve possamos dizer em teu favor a prece pelos Espíritos penitentes (item 73) e não mais considerar-te entre os maus Espíritos, enquanto te não contes entre os bons. (Veja-se também, o item 75: “Preces pelos Espíritos endurecidos.”) Observação – A cura das obsessões graves requer muita paciência, perseverança e devotamento. Exige também tato e habilidade, a fim de encaminhar para o bem Espíritos muitas vezes perversos, endurecidos e astuciosos, porquanto há os rebeldes ao extremo. Na maioria dos casos, temos de nos guiar pelas circunstâncias. Qualquer que seja, porém, o caráter do Espírito, nada se obtém, é isto um fato incontestável, pelo constrangimento ou pela ameaça. Toda influência reside no ascendente moral. Outra verdade igualmente comprovada pela experiência tanto quanto pela lógica, é a completa ineficácia dos exorcismos, fórmulas, palavras sacramentais, amuletos, talismãs, práticas exteriores, ou quaisquer sinais materiais. A obsessão muito prolongada pode ocasionar desordens patológicas e reclama, por vezes, tratamento simultâneo ou consecutivo, quer magnético, quer médico, para restabelecer a saúde do organismo. Destruída a causa, resta combater os efeitos. (Veja-se: O livro dos médiuns, 2a Parte, cap. XXIII – Da obsessão. Revue spirite, fevereiro e março de 1864; abril de 1865: exemplos de curas de obsessões.)


Nota Explicativa28 Hoje creem e sua fé é inabalável, porque assentada na evidência e na demonstração, e porque satisfaz à razão. [...] Tal é a fé dos espíritas, e a prova de sua força é que se esforçam por se tornarem melhores, domarem suas inclinações más e porem em prática as máximas do Cristo, olhando todos os homens como irmãos, sem acepção de raças, de castas, nem de seitas, perdoando aos seus inimigos, retribuindo o mal com o bem, a exemplo do divino modelo. (KARDEC, Allan. Revista Espírita de 1868. 1. ed. Rio de Janeiro: FEB, 2005. p. 28, janeiro de 1868.) A investigação rigorosamente racional e científica de fatos que revelavam a comunicação dos homens com os Espíritos, realizada por Allan Kardec, resultou na estruturação da Doutrina Espírita, sistematizada sob os aspectos científico, filosófico e religioso. A partir de 1854 até seu falecimento, em 1869, seu trabalho foi constituído de cinco obras básicas: O Livro dos Espíritos (1857), O Livro dos Médiuns (1861), O Evangelho segundo o Espiritismo (1864), O Céu e o Inferno (1865), A Gênese (1868), além da obra O Que é o Espiritismo (1859), de uma série de opúsculos e 136 edições da Revista Espírita (de janeiro de 1858 a abril de 1869). Após sua morte, foi editado o livro Obras Póstumas (1890). O estudo meticuloso e isento dessas obras permite-nos extrair conclusões básicas: a) todos os seres humanos são Espíritos imortais criados por Deus em igualdade de condições, sujeitos às mesmas leis naturais de progresso que levam todos, gradativamente, à perfeição; b) o progresso 28 N.E.: Esta Nota Explicativa, publicada em face de acordo com o Ministério Público Federal, tem por objetivo demonstrar a ausência de qualquer discriminação ou preconceito em alguns trechos das obras de Allan Kardec, caracterizadas, todas, pela sustentação dos princípios de fraternidade e solidariedade cristãs, contidos na Doutrina Espírita.


Nota Explicativa 372 ocorre através de sucessivas experiências, em inúmeras reencarnações, vivenciando necessariamente todos os segmentos sociais, única forma de o Espírito acumular o aprendizado necessário ao seu desenvolvimento; c) no período entre as reencarnações o Espírito permanece no Mundo Espiritual, podendo comunicar-se com os homens; d) o progresso obedece às leis morais ensinadas vivenciadas por Jesus, nosso guia e modelo, referência para todos os homens que desejam desenvolver-se de forma consciente e voluntária. Em diversos pontos de sua obra, o Codificador se refere aos Espíritos encarnados em tribos incultas e selvagens, então existentes em algumas regiões do Planeta, e que, em contato com outros polos de civilização, vinham sofrendo inúmeras transformações, muitas com evidente benefício para os seus membros, decorrentes do progresso geral ao qual estão sujeitas todas as etnias, independentemente da coloração de sua pele. Na época de Allan Kardec, as ideias frenológicas de Gall, e as da fisiognomonia de Lavater, eram aceitas por eminentes homens de Ciência, assim como provocou enorme agitação nos meios de comunicação e junto à intelectualidade e à população em geral, a publicação, em 1859 — dois anos depois do lançamento de O Livro dos Espíritos — do livro sobre a Evolução das Espécies, de Charles Darwin, com as naturais incorreções e incompreensões que toda ciência nova apresenta. Ademais, a crença de que os traços da fisionomia revelam o caráter da pessoa é muito antiga, pretendendo-se haver aparentes relações entre o físico e o aspecto moral. O Codificador não concordava com diversos aspectos apresentados por essas assim chamadas ciências. Desse modo, procurou avaliar as conclusões desses eminentes pesquisadores à luz da revelação dos Espíritos, trazendo ao debate o elemento espiritual como fator decisivo no equacionamento das questões da diversidade e desigualdade humanas. Allan Kardec encontrou, nos princípios da Doutrina Espírita, explicações que apontam para leis sábias e supremas, razão pela qual afirmou que o Espiritismo permite “resolver os milhares de problemas históricos, arqueológicos, antropológicos, teológicos, psicológicos, morais, sociais etc.” (Revista Espírita, 1862, p. 401.) De fato, as leis universais do amor, da caridade, da imortalidade da alma, da reencarnação, da evolução constituem novos parâmetros para a compreensão do desenvolvimento dos grupos humanos, nas diversas regiões do Orbe.


Nota Explicativa 373 Essa compreensão das Leis Divinas permite a Allan Kardec afirmar que: O corpo deriva do corpo, mas o Espírito não procede do Espírito. Entre os descendentes das raças apenas há consanguinidade. (O Livro dos Espíritos, item 207, p. 176.) [...] o Espiritismo, restituindo ao Espírito o seu verdadeiro papel na Criação, constatando a superioridade da inteligência sobre a matéria, faz com que desapareçam, naturalmente, todas as distinções estabelecidas entre os homens, conforme as vantagens corporais e mundanas, sobre as quais só o orgulho fundou as castas e os estúpidos preconceitos de cor. (Revista Espírita, 1861, p. 432.) Os privilégios de raças têm sua origem na abstração que os homens geralmente fazem do princípio espiritual, para considerar apenas o ser material exterior. Da força ou da fraqueza constitucional de uns, de uma diferença de cor em outros, do nascimento na opulência ou na miséria, da filiação consanguínea nobre ou plebeia, concluíram por uma superioridade ou uma inferioridade natural. Foi sobre este dado que estabeleceram suas leis sociais e os privilégios de raças. Deste ponto de vista circunscrito, são consequentes consigo mesmos, porquanto, não considerando senão a vida material, certas classes parecem pertencer, e realmente pertencem, a raças diferentes. Mas se se tomar seu ponto de vista do ser espiritual, do ser essencial e progressivo, numa palavra, do Espírito, preexistente e sobrevivente a tudo cujo corpo não passa de um invólucro temporário, variando, como a roupa, de forma e de cor; se, além disso, do estudo dos seres espirituais ressalta a prova de que esses seres são de natureza e de origem idênticas, que seu destino é o mesmo, que todos partem do mesmo ponto e tendem para o mesmo objetivo; que a vida corporal não passa de um incidente, uma das fases da vida do Espírito, necessária ao seu adiantamento intelectual e moral; que em vista desse avanço o Espírito pode sucessivamente revestir envoltórios diversos, nascer em posições diferentes, chega-se à consequência capital da igualdade de natureza e, a partir daí, à igualdade dos direitos sociais de todas as criaturas humanas e à abolição dos privilégios de raças. Eis o que ensina o Espiritismo. Vós que negais a existência do Espírito para considerar apenas o homem corporal, a perpetuidade do ser inteligente para só encarar a vida presente, repudiais o único princípio sobre o qual é fundada, com razão, a igualdade de direitos que reclamais para vós mesmos e para os vossos semelhantes. (Revista Espírita, 1867, p. 231.)


Nota Explicativa 374 Com a reencarnação, desaparecem os preconceitos de raças e de castas, pois o mesmo Espírito pode tornar a nascer rico ou pobre, capitalista ou proletário, chefe ou subordinado, livre ou escravo, homem ou mulher. De todos os argumentos invocados contra a injustiça da servidão e da escravidão, contra a sujeição da mulher à lei do mais forte, nenhum há que prime, em lógica, ao fato material da reencarnação. Se, pois, a reencarnação funda numa lei da Natureza o princípio da fraternidade universal, também funda na mesma lei o da igualdade dos direitos sociais e, por conseguinte, o da liberdade. (A Gênese, cap. I, item 36, p. 42-43. Vide também Revista Espírita, 1867, p. 373.) Na época, Allan Kardec sabia apenas o que vários autores contavam a respeito dos selvagens africanos, sempre reduzidos ao embrutecimento quase total, quando não escravizados impiedosamente. É baseado nesses informes “científicos” da época que o Codificador repete, com outras palavras, o que os pesquisadores europeus descreviam quando de volta das viagens que faziam à África negra. Todavia, é peremptório ao abordar a questão do preconceito racial: Nós trabalhamos para dar a fé aos que em nada creem; para espalhar uma crença que os torna melhores uns para os outros, que lhes ensina a perdoar aos inimigos, a se olharem como irmãos, sem distinção de raça, casta, seita, cor, opinião política ou religiosa; numa palavra, uma crença que faz nascer o verdadeiro sentimento de caridade, de fraternidade e deveres sociais. (KARDEC, Allan. Revista Espírita de 1863 – 1. ed. Rio de Janeiro: FEB, 2005. – janeiro de 1863.) O homem de bem é bom, humano e benevolente para com todos, sem distinção de raças nem de crenças, porque em todos os homens vê irmãos seus. (O Evangelho segundo o Espiritismo, cap. XVII, item 3, p. 348.) É importante compreender, também, que os textos publicados por Allan Kardec na Revista Espírita tinham por finalidade submeter à avaliação geral as comunicações recebidas dos Espíritos, bem como aferir a correspondência desses ensinos com teorias e sistemas de pensamento vigentes à época. Em Nota ao capítulo XI, item 43, do livro A Gênese, o Codificador explica essa metodologia: Quando, na Revista Espírita de janeiro de 1862, publicamos um artigo sobre a “interpretação da doutrina dos anjos decaídos”, apresentamos essa teoria como simples hipótese, sem outra autoridade afora a de uma opinião pessoal controvertível,


Nota Explicativa 375 porque nos faltavam então elementos bastantes para uma afirmação peremptória. Expusemo-la a título de ensaio, tendo em vista provocar o exame da questão, decidido, porém, a abandoná-la ou modificá-la, se fosse preciso. Presentemente, essa teoria já passou pela prova do controle universal. Não só foi bem-aceita pela maioria dos espíritas, como a mais racional e a mais concorde com a soberana justiça de Deus, mas também foi confirmada pela generalidade das instruções que os Espíritos deram sobre o assunto. O mesmo se verificou com a que concerne: à origem da raça adâmica. (A Gênese, cap. XI, item 43, Nota, p. 292.) Por fim, urge reconhecer que o escopo principal da Doutrina Espírita reside no aperfeiçoamento moral do ser humano, motivo pelo qual as indagações e perquirições científicas e/ou filosóficas ocupam posição secundária, conquanto importantes, haja vista o seu caráter provisório decorrente do progresso e do aperfeiçoamento geral. Nesse sentido, é justa a advertência do Codificador: É verdade que esta e outras questões se afastam do ponto de vista moral, que é a meta essencial do Espiritismo. Eis por que seria um equívoco fazê-las objeto de preocupações constantes. Sabemos, aliás, no que respeita ao princípio das coisas, que os Espíritos, por não saberem tudo, só dizem o que sabem ou que pensam saber. Mas como há pessoas que poderiam tirar da divergência desses sistemas uma indução contra a unidade do Espiritismo, precisamente porque são formulados pelos Espíritos, é útil poder comparar as razões pró e contra, no interesse da própria doutrina, e apoiar no assentimento da maioria o julgamento que se pode fazer do valor de certas comunicações. (Revista Espírita, 1862, p. 38.) Feitas essas considerações, é lícito concluir que na Doutrina Espírita vigora o mais absoluto respeito à diversidade humana, cabendo ao Espírita o dever de cooperar para o progresso da Humanidade, exercendo a caridade no seu sentido mais abrangente (“benevolência para com todos, indulgência para as imperfeições dos outros e perdão das ofensas”), tal como a entendia Jesus, nosso Guia e Modelo, sem preconceitos de nenhuma espécie: de cor, etnia, sexo, crença ou condição econômica, social ou moral. A Editora


Índice Geral29 A Abnegação devotamento e – VI, 8 Abuso gozos terrestres e – II, 6 Ação autor e – introd., IV, XIII cristão e – XVIII, 16 liberdade de – V, 24 preventiva contra o mal – VIII, 17 valorização das pessoas pela – introd., IV, XIII Aceitação doutrina de Jesus e – XVII, 5 Acidente ocorrência de – V, 6 Acusação culpa e – X, 12 Adolfo, bispo de Argel beneficência, A. (Bordeaux, 1861) – XIII, 11 duelo, O (Marmande, 1861) – XII, 11 orgulho e a humildade, O (Marmande, 1862) – VII, 12 Adoração holocaustos e – I, 9 29 N.E.: Remete aos números dos capítulos em romanos e dos itens em números arábicos. Adultério autoridade moral e – X, 12 participação em – XXII, 5 pensamento e – VIII, 5 reforma íntima e – VIII, 6 Advento do Espírito de Verdade Espírito de Verdade, O (Paris, 1860, 1861; Havre, 1863) – VI, 5-8 Afabilidade e a doçura, A Lázaro (Paris, 1861) – IX, 6 Afabilidade genuína – IX, 6 Afeição coisas materiais e – XI, 9 reinos da natureza e – XI, 9 Afinidade paz e – XXV, 10 Agostinho, Santo divulgador do Espiritismo – I, 11 duelo, O (Paris, 1862) – XII, 12 (Bordeaux, 1861) – XII,15 felicidade que a prece proporciona (Paris, 1861) – XXVII, 23 ingratidão dos filhos e os laços de família, A (Paris, 1862) – XIV, 9 mal e o remédio, O (Paris, 1863) – V, 19


Índice Geral 378 mundos de expiações e de provas (Paris, 1862) – III, 13 mundos regeneradores (Paris, 1862) – III, 16 progressão dos mundos (Paris, 1862) – III, 19 Agradecimento provas rudes e – XIV, 9 Água real sentido de – IV, 8 Alegria boas ações e – XIII, 12 desespero e – XIII, 11 tristeza e – V, 2 Além-túmulo alternativas no – IV, 23 caridade e – XXVIII, 67 desencarnação e despertamento no – XXVIII, 40 Alimento material e espiritual – XXVIII, 3, IV Alma corpo físico e – introd., IV, XIX eternidade e – introd., IV, VII graus de desmaterialização da – introd., IV, VIII imortalidade da – II, 2; IV, 13; XXVIII, 50 migrações da – XIV, 8 penas eternas e – IV, 22 plano espiritual e – V, 21 posse de bens de uso da – XVI, 9 preexistência da – IV, 9; IV, 17; XXV, 2 vida futura e – XXVIII, 62 Amai os vossos inimigos XII, 1-16 Amar o próximo como a si mesmo XI, 1-15 Ambição lado positivo da – XVI, 8 natural e legítima – XXV, 2 nobre – III, 10 Amor divindade do – XI, 9 divórcio e – XXII, 5 evolução e – VIII, 19 fraternidade e – XI, 9 gradação da sublimidade do – XXIII, 2 infância intelectual e – VIII, 18 inimizade e – XII, 2 lei de – XI, 8 materno e sofrimento – VII, 11 ódio e – XII, 10 perdão e – X, 17 recapitulação por Jesus da lei de – XV, 2 recíproco – XI, 9 reencontro e – IV, 20 sofrimento e – VIII, 19 união dos sexos e – XXII, 3 Amor-equilíbrio astros e – introd., IV, XVI Ânimo novo para Espírito sofredor – XXVII, 18 Anjo guardião assistência do – XXVIII, 11 doutrina de – introd., IV, V Anjo guardião, Um Provas voluntárias. O verdadeiro cilício (Paris, 1863) – V, 26 Anjos decaídos doutrina dos – introd., IV, I Aparência reforma íntima e – VIII, 8 Apego bens terrenos e – XVI, 14; XXIII, 6 orgulho e – XVI, 14 Arrependimento conduta e – V, 4 reparação e – XVIII, 15 Árvore fruto e – XXI, 8 qualidade da – XXI, 8


Índice Geral 379 Assassínio premeditado – XII, 13 Assistência condição de Jesus para – VI, 2 piedade filial e – XIV, 3 prestação de – XVI, 11 voluntária – XIII, 4 Assistência espiritual dificuldades e – XXVII, 8 Espíritos bons e – XXVII, 12 médium e – XXVIII, 9 oração e – XXVIII, 23 pedido de – XXV, 5 situação de perigo e – XXVIII, 37 tentação e – XXVIII, 22 trabalho e – XXV, 1 Astúcia hipocrisia e – XI, 5 Atendimento pedidos e – XXVII, 7 Ato pensamento e – VIII, 7 Autor ação e – introd., IV, XIII Autoridade humana e divina – I, 2 moral – X, 12; XIX, 1 responsabilidade e – XVII, 9 Avareza preservação da – XVI, 3 prodigalidade exagerada e – XVI, 14 representação da – XVI, 6 riqueza improdutiva e – XVI, 6 B Bem aparência e – XIX, 9 desinteressado – XIII, 19 esforço continuado no – XVIII, 15 homem de – XVII, 3 mal e – V, 22; VIII, 14 ostentação e – XIII, 1 trabalho no – XIX, 9 Bem-aventurados os aflitos – V, 1-31 os pobres de espírito – VII, 1-13 os que são brandos e pacíficos – IX, 1-10 os que são misericordiosos – X, 1-21 os que têm fechados os olhos. Vianney, cura d’Ars (Paris, 1863) – VIII, 20 os que têm puro o coração – VIII, 1-21 Bem-aventuranças brandura e – IX, 1 misericórdia e – X, 1 pacífico e – IX, 2 pobreza de espírito e – VII, 1 pureza e – VIII, 1 sofrimento e – V, 1-31 Bem e mal sofrer Lacordaire (Havre, 1863) – V, 18 Bem-estar material – XVI, 12 procura de – II, 6 Bênçãos humildade e – V, 1 Beneficência amor aos inimigos e – XIII, 20 aproveitamento de – XIII, 19 ausência de preconceito e – XIII, 4 caridade e – XIII, 11 esquecimento do passado e – V, 11 estímulo e – XIII, 13 exclusiva – XIII, 20 fraternidade e – XIII, 20 imposição de reconhecimento por – XIII, 3 ingratidão e – XIII, 19 modéstia e – XIII, 3 mútua de encarnados e desencarnados – VI, 5 óbolo da viúva e – XIII, 5 parábola do bom samaritano e – XIII, 20 prevenção da miséria e – XVI, 13 promoção da – XIII, 6


Índice Geral 380 protecionismo e – XIII, 18 recursos financeiros e – XIII, 6 Beneficência, A Adolfo, Bispo de Argel (Bordeaux, 1861) – XIII, 11 Cárita (Lyon, 1861) – XIII, 13 e 14 Espírito protetor, Um (Lyon, 1861) – XIII, 15 João (Bordeaux, 1861) – XIII, 16 Vicente de Paulo, São (Paris, 1858) – XIII, 12 Benefícios pagos com a ingratidão guia protetor (Sens, 1862) – XIII, 19 Benevolência felicidade e – VII, 12 manifestações da – IX, 6 mútua – VII, 12 orgulho e – VII, 12 ostentação e – XIII, 8 pobreza envergonhada e – XIII, 4 prática de virtudes e – II, 8 Bens exteriores bens terrenos e – IX, 5 Bens terrenos administração de – XVI, 10 apego aos – XVI, 2; XVI, 7; XXIII, 6 bens exteriores e – IX, 5 desprendimento de – XXV, 6 distribuição de – XVI, 10 insensatez e – XVI, 3 inveja e – V, 23 opção pelos – II, 5 prova dos – introd., IV, XIV; VI, 6 Bernardino, Espírito protetor dever-se-á pôr termo às provas do próximo? (Bordeaux, 1863) – V, 27 Bíblia tradução da – I, 2 Bondade magnitude da * de Jesus – XX, 1 Brandura bem-aventuranças e – IX, 1 falsa – IX, 6 misericórdia e – X, 4 Buscai e achareis XXV, 1-11 C Calamidades impulso generoso e – XIII, 4 Calma sofrimento e – V, 23 Caracteres do verdadeiro profeta Erasto (Paris, 1862) – XXI, 9 Caráter retidão de – introd., IV, XV Caridade alegria espiritual e – XIII, 12 além-túmulo e – XXVIII, 67 amor aos inimigos e – XXVIII, 46 aspectos da – XIII, 14 beneficência e – XIII, 11 compreensão e – X, 21 crenças e – XV, 7 criminoso e – XI, 14 cumprimento da lei de – XIV, 3 dinheiro e – XIII, 6 egoísmo e – XI, 4 e 11; XV, 3 ensinos de Jesus e – XIII, 12 esmola e – XI, 14; XIII, 14 expositor espírita e – XIII, 14 fé e – XI, 13 fé, esperança e – XIX, 11 fraternidade e – XI, 3 indulgência e – XIII, 15 justiça divina e – XIII, 15 material e moral – XIII, 3; XIII, 9 misericórdia divina e – XXVIII, 69 mútuo amor e – XI, 12 necessidade da – XV, 6 necessidade, supérfluo e – XIII, 5


Índice Geral 381 oração e – XXVIII, 45 oração por outrem e – XXVI, 4 orfandade e – XIII, 18 parentela e – XIII, 14 Paulo, e – XV, 6 perdão e – IX, 7 piedade e – XIII, 17 pobres e – XIII, 14; XVI, 2 pobreza envergonhada e – XIII, 13 prática da – X, 18; XIII, 10 e 14 prática universal da – XV, 7 primazia da – XIII, 12 princípio da – XII, 3 provação alheia e – V, 27 próximo e – introd., IV, XII; XI, 4 recursos financeiros e – XIII, 15 retribuição e – XIII, 7 salvação e – XV, 1 sofrimento oculto e – XIII, 4 verdadeira – XVII, 2; XXVIII, 48 virtudes e – XV, 7 Caridade material e a caridade moral, A Espírito protetor, Um (Lyon, 1860) – XIII, 10 Rosália, Irmã (Paris, 1860) – XIII, 9 Caridade para com os criminosos Isabel de França (Havre, 1862) – XI, 14 Cárita Beneficência, A (Lyon, 1861) – XIII, 13 e 14 Casamento conveniência e – XXII, 3 indissolubilidade do – XXII, 1 separação e – XXII, 1 uniões irregulares e indissolubilidade do – XXII, 4 Cegueira espiritual – V, 24; VII, 9 expiação e – VIII, 20 moral – XVI, 12 Censura direção da – X, 19 faltas alheias e – X, 13 impertinência de – V, 22 Certeza fé e – XIX, 2 Charlatanismo falsos profetas e – XXI, 11 Cheverus Emprego da riqueza (Bordeaux, 1861) – XVI, 11 Ciência atuação do Espiritismo e da – XXIV, 6 coração e amor unidos à – I, 10 futuro da – I, 8 milagres, prodígios, sobrenatural e – XXI, 5 reconhecimento do elemento espiritual pela – I, 8 religião e – I, 8 Civilização sabedoria e – XXV, 2 Cobiça riqueza e – XVI, 14 Codificação espírita médiuns e – introd., I, nota Cólera caridade e – IX, 9 equilíbrio e – IX, 9 humildade e – IX, 9 Cólera, A Espírito protetor, Um (Bordeaux, 1863) – IX, 9 Hahnemann (Paris, 1863) – IX, 10 Coletânea de preces espíritas XXVIII, 1-84 Compaixão sentimento de – XI, 3 Compreensão condições para – IV, 11 da vida espiritual – V, 21 dificuldade de – III, 11


Índice Geral 382 revelação paulatina e – XXIV, 4 sofrimento alheio e – XI, 10 Comunicabilidade Agostinho, Santo e * dos Espíritos – I, 11 Comunicação apócrifa – XXI, 6 e 10 Espíritos e – XXVI, 8 Concordância coincidência e – introd., II ensino e – introd., II pureza doutrinária e o princípio da – introd., II sanção da – introd., II Condenação venda de perdão, bênçãos divinas e – XXVI, 6 Conduta alheia – X, 13 espírita e vingança – XII, 5 hipocrisia e – XVIII, 9 lei de amor e – VII, 12; XII, 10 moral desejável – XVII, 1 reciprocidade e – XI, 7 regra de – XIV, 3 superioridade de – XVII, 1 Conhecimento culpa e – XVIII, 12 fatuidade do – introd., IV, XXI negligência e – XVIII, 15 responsabilidade e – XVIII, 11 Consanguinidade laços de família e – XIV, 8 Consciência respeito e – XXV, 11 voz da – XIII, 10 Conselho espírita e – XXI, 8 oração e – XXVIII, 25 Consolação abrandamento das penas e – XI, 10 pranto e – V, 1 sofrimento e – VI, 2 Consolador prometido por Jesus – VI, 3 Constantino, Espírito protetor últimos serão os primeiros, Os (Bordeaux, 1863) – XX, 2 Contraste doutrina de Jesus e – XXIII, 3 Controle universal ensino dos Espíritos e – introd., II Conversão tempo para – XXIV, 9 Convocação luta contra iniquidade e – XX, 4 reforma íntima e – XX, 1 socorro a necessitados e – XIII, 16 Coração consentimento do – IX, 8 pureza de – introd., IV, XV; VIII, 2 simplicidade de – VII, 2 Coragem fé e – XXIV, 13 moral e suicídio – V, 16 necessidade de – XI,11 tomada de decisão e – XXVIII, 20 tribulações e – XXIV, 19 Corpo físico alma e – introd., IV, XIX criação do – XIV, 8 cuidados com – V, 26 desencarnação e – XVI, 14 dever e – IV, 25 Espírito e – XVI, 12; XVII, 11; XXIII, 8 livre-arbítrio e – IV, 25 reencarnação e – IV, 12 sadio – XVII, 11 Corrigenda reprovação e – X, 20 vício e – IX, 10


Índice Geral 383 Corrupção encarnação e – introd., IV, III Costume certeza na ajuda providencial e – XXV, 11 Covardia moral e suicídio – V, 16 Crença em Espíritos íncubos e súcubos – I, 11 oração e – XXVIII, 1 Criança desencarnação e – XXVIII, 60 desenvolvimento físico e mental da – VIII, 4 Jesus e – VIII, 18 oração pelo nascimento de – XXVIII, 54 pais e – XXVIII, 53 reencarnação e – VIII, 3 Crime duelo e – XII, 11 punição e – V, 6 Criminoso caridade e – XI, 14 oração e – XI, 14; XXVIII, 70 Cristão egoísmo, orgulho, vaidade e – XI, 13 espírita e – XVII, 4 lei primeira do – IX, 4 seitas e – XXIII, 15 verdadeiro – XVIII, 16 Cristianismo adulterações e – VIII, 10 paganismo e – XXIII, 14 paixões e conflitos no – XXIII, 18 práticas exteriores e – VIII, 10 revolução de ideias e – XXIII, 9 Sócrates, Platão e – introd., IV timidez e – XXIV, 14 união entre Judaísmo e – introd., III vitória do – XXIII, 13 Cristo advento do – I, 10 coadjutores na missão do – introd., IV, XI consolador, O – VI, 1-8 presença do – XXI, 8 ultrajes ao – XII, 12 Cristo ver também Jesus Cuidar do corpo e do Espírito Georges, Espírito protetor (Paris, 1863) – XVII, 11 Culpa acusação e – X, 12 conhecimento e – XVIII, 12 faltas e – V, 7 grau de – XII, 15 sentimento de – X, 12 Culto exterior combate ao – I, 3 hipocrisia e – XXVII, 1 prática do – VIII, 8 e 9; XVIII, 2 Cura fé e – XIII, 2; XIX, 1, 5 e 12 oração e – VIII, 20 simonia e mediunidade de – XXVI, 1 D Dádiva alarde e – XIII, 3 Dai gratuitamente o que gratuitamente recebestes – XXVI, 1-10 Dar-se-á àquele que tem Espírito amigo, Um (Bordeaux, 1862) – XVIII, 13 Decálogo caráter divino do – I, 2 lista dos mandamentos do – I, 2 moral cristã e – I, 9 supressão de palavras do – XIV, 4 Deixai que venham a mim as criancinhas Espírito protetor, Um (Bordeaux, 1861) – VIII, 19 João Evangelista (Paris, 1863) – VIII, 18


Índice Geral 384 Delfina de Girardin Desgraça real, A (Paris, 1861) – V, 24 Depósito posse e – XVI, 14 Desânimo resistência ao – V, 25 Descobrimento fato encoberto e – XXIV, 4 invenção e – XXV, 4 ocultação e – XXIV, 5 Desejo incessante do melhor – XXV, 2 Desencarnação corpo físico e – XVI, 14 desligamento do Espírito e – XXVIII, 40 destino do Espírito após a – IV, 14 erraticidade e – introd., IV, V homem de bem e – V, 22 oração e – XXVIII, 41, 58 e 60 volta ao mundo espiritual e – introd., IV, I Desencarnado bagagem e – introd., IV, X médium e – XIX, 10 oração pelo – XXVII, 19 respeito ao – XXIII, 8 Deserção vantagens da vida física e – XVII, 5 Desgraça real, A Delfina de Girardin (Paris, 1861) – V, 24 Desigualdade sofrimento e – V, 3 Desmaterialização alma e – introd., IV, VIII Espírito e – IV, 24 Desprendimento exemplos de – XII, 7 perturbação e – XXVIII, 59 riqueza e – XVI, 14 Desprendimento dos bens terrenos Lacordaire (Constantina, 1863) – XVI, 14 Desprezo ensinos do Evangelho e – XVII, 5 Destino homem e – XI, 13 Destruição meio de transformação – III, 19 Deus amor a * e ao próximo – XV, 4 atributos de – V, 3; VII, 9 bem agradável a – XIII, 19 criação do Universo e – XXVIII, 3, I povo hebreu e conceito de – I, 2 existência de – VII, 8; XXVIII, 3, I leis humanas, leis morais e – I, 8 Mamon e – XVI, 1 paternal solicitude de – XXVIII, 3, I perdão e – X, 17 poder de – VI, 8 representação semimaterial de – I, 9 sabedoria e bondade de – XVI, 8 Dever autoridade e – XVII, 9 cumprimento do – V, 18; XVII, 7 filial – XIV, 2 humano – XV, 10 limites do – XVII, 7 moral – XVII, 7 oração diária como – XXVII, 22 Dever, O Lázaro (Paris, 1863) – XVII, 7 Dever-se-á pôr termo às provas do próximo? Bernardino, Espírito protetor (Bordeaux, 1863) – V, 27 Deve-se expor a vida por um malfeitor? Lamennais (Paris, 1862) – XI, 15 Devotamento abnegação e – VI, 8 risco de vida e – XI, 15 Dificuldade superação de – XXVII, 7


Índice Geral 385 Dignidade aperfeiçoamento espiritual e – XXIV, 15 Dinheiro caridade e – XIII, 6 Discrição divulgação e – XIII, 2 Divórcio casamento e – XXII, 5 Divulgação Espiritismo e – XXIV, 8 verdade e – XXIV, 3 Doutrina Espírita ver Espiritismo Duelo antigo juízo de Deus e – XII,13 caridade e – XII, 11 covardia moral – XII, 12 grandeza da alma e – XII, 12 latrocínio e – XII, 15 Duelo, O Adolfo, bispo de Argel (Marmande, 1861) – XII, 11 Agostinho, Santo (Paris, 1862) – XII, 12; (Bordeaux, 1861) – XII, 15 Francisco Xavier (Bordeaux, 1861) – XII, 14; nota Dufêtre, bispo de Nevers indulgência, A (Bordeaux) – X, 18 Dúvida autoconfiança e – XIX, 2 momentos de – XXVIII, 24 trabalho no bem e – XIX, 9 E Egoísmo afeto e – XI, 9 amor à parentela e – IV, 20 aprovisionamento de reservas espirituais e – XVI, 3 ascensão da Terra e – XI, 11 caridade e – XI, 4 e 11 combate ao – XI, 11 corrupção e – VII, 12 gênero de – XVI, 14 ingratidão e – XIV, 9 insulamento e – XVII, 10 piedade e – XI, 3 virtude e – XVI, 14 Egoísmo, O Emmanuel (Paris, 1861) – XI, 11 Pascal (Sens, 1862) – XI, 12 Emancipação da alma lembrança do passado e – V, 11 lucidez e – III, 9 provisória – XXVIII, 38 Emmanuel Egoísmo, O (Paris, 1861) – XI, 11 Emprego da riqueza Cheverus (Bordeaux, 1861) – XVI, 11 Espírito protetor, Um (Cracóvia, 1861) – XVI, 12 Fénelon (Argel, 1860) – XVI,13 Empréstimo aplicação de * divino – XVI, 6 restituição e – XVI, 14 Encargo entrega de – XXI, 9 pais e – XXVIII, 55 Encarnação benefícios da – IV, 25 corrupção e – introd., IV, III desregramento e – V, 21 Espírito puro e – III, 5 família espiritual e – IV, 19 lei de progresso e – III, 5 limites da – IV, 24 mundos inferiores e – IV, 24 necessidade da – IV, 25 transitoriedade da – IV, 25 Encarnado missão de – V, 25


Índice Geral 386 Enfermidade eutanásia e – V, 28 oração e – XXVIII, 58 e 78 Enfermo oração pelo – XXVIII, 79 Ensino falsidade e – XI, 6 letra e espírito do – XII, 8 moral e felicidade futura – introd., I proporcional à inteligência – XXIV, 4 técnicas de – XXIV, 3 universalidade do – introd., II Entes queridos desencarnação de – V, 21 perda de – V, 6 Equilíbrio agressividade e – XII, 16 cólera e – IX, 9 Erasto Caracteres do verdadeiro profeta (Paris, 1862) – XXI, 9 Erasto, anjo da guarda do médium Missão dos espíritas (Paris, 1861) – XX, 4 Erasto, discípulo de Paulo falsos profetas da erraticidade, Os (Paris, 1862) – XXI, 10 nova era, A (Paris, 1863) – I, 11 Erraticidade desmaterialização do Espírito e – IV, 24 estado dos Espíritos na – III, 2 falsos profetas da – XXI, 10 Erro difamação e – X, 20 lei humana e – V, 5 reincidência no – X, 12 responsabilidade pelo – XXVIII, 18 Escândalo causa de – VIII, 20 destruição da causa de – VIII, 17 necessidade do – VIII, 14 sentido evangélico do – VIII, 12 Escolhido chamado e – XVIII, 1 Escravo prêmio e – VII, 4 Escribas conceito de – introd., III Esmola caridade e – XI, 14 salário e – XVI, 13 Espaço habitantes do – introd., IV, VI Esperança caridade e fé – XIX, 11 Espírita amor aos inimigos na visão do – XII, 4 bom – XVII, 4 conselho dos Espíritos ao – XVIII, 12 cristão e – XVII, 4 divulgação do Espiritismo e – XXIV, 10 imperfeito – XVII, 4 indulgência e – XII, 5 missão do – XX, 4 materialismo, eutanásia e – V, 28 parábola do semeador e categorias de – XVII, 6 suicídio e – V, 17 trabalhadores da última hora e – XX, 2 verdadeiro – XVII, 4 verdadeiro e cristão – XV, 10 Espiritismo adeptos do – XX, 4 ausência de mistérios no – XXIV, 7 caráter do – pref.; introd., II causas dos sofrimentos e – VI, 4 confirmação do exposto no – introd., II dilatação do pensamento e – II, 7 divulgação do – V, 20; XXIV, 8 encarnação e – III, 4 ensinos de Jesus e – VI, 4


Índice Geral 387 erro das revoltas e – VI, 6 força do – introd., II função do – XXV, 8 ingratidão filial e esclarecimentos do – XIV, 9 iniciador do – VIII, 18 inimigos do – XXVIII, 50 missão do – I, 5 missão dos Espíritos e finalidade do – XIII, 6 moral e – XVII, 4 obra do Cristo – I, 7 oração e – XXVII, 10 oração pelos inimigos do – XXVIII, 52 orações de credos e – XXVIII, 1 palavra dos Espíritos e – V, 3 promessa de Jesus e – VI, 3; XXIII, 17 propagação do – introd., II proselitismo e – XXV, 11 publicidade de pontos não elucidados pelo – introd., II reencarnação e – XI, 8 resumo do – pref. revelações do – XXI, 6 suicídio e – V, 17 unidade futura do – introd., II vestígios do – introd., I Espiritista ver Espírita Espírito comunicação séria e – XXVI, 8 corpo físico e – IV, 8; XVI, 12; XVII, 11; XXIII, 8 criação do – XIV, 8 desligamento do – XXVIII, 40 desmaterialização do – IV, 24 desprendimento e evolução do – IV, 24 humildade de – VII, 2 liberdade do – V, 22 salvação do – XV, 1 sono e – XXVIII, 38 trabalho e – XI, 8 Espírito amigo, Um dar-se-á àquele que tem (Bordeaux, 1862) – XVIII, 13 paciência, A (Havre, 1862) – IX, 7 Espírito bom distinção entre o mau e o – XXI, 7 linguagem superior do – XXI, 6 qualidade do – XXI, 2 Espírito de Verdade advento do – VI, 5 envio do – XXIII, 16 incentivo do – pref. primeiro e segundo ensinos do – VI, 5 Espírito de Verdade, O advento do Espírito de Verdade (Paris, 1860, 1861; Havre, 1863) – VI, 5-8 obreiros do Senhor, Os (Paris, 1862) – XX, 5 Espírito desmaterializado introd., II Espírito enganador introd., II Espírito familiar, Um órfãos, Os (Paris, 1860) – XIII, 18 Espírito hipócrita conceito de – XXVIII, 75 Espírito inferior oração por – XXVIII, 17 e 76 Espírito israelita, Um nova era, A (Mulhouse, 1861) – I, 9 Espírito leviano – introd., II Espírito mau conceito de – XXVIII, 75 Espírito protetor anjo guardião e – XXVIII, 11 fé e a caridade, A (Cracóvia, 1861) – XI, 13 missão de – XXVIII, 11 oração e – XXVIII, 13 Espírito protetor, Um beneficência, A (Lyon, 1861) – XIII, 15 caridade material e a caridade moral, A (Lyon, 1860) – XIII, 10 cólera, A (Bordeaux, 1863) – IX, 9 deixai que venham a mim as criancinhas (Bordeaux, 1861) – VIII, 19


Índice Geral 388 emprego da riqueza (Cracóvia, 1861) – XVI, 12 homem no mundo, O (Bordeaux, 1863) – XVII, 10 Espírito puro encarnação de – III, 5 Espírito sofredor oração por – XXVII, 18; XXVIII, 65, 66 e 74 tribulações e – V, 8 Espíritos advertência dos – I, 10 classes de – introd., II comunicabilidade dos – introd., IV, V distinção entre maus e bons – introd., IV, XIII famílias de – XIV, 9 habitação dos – introd., IV, VI instruções dos * e os preceitos evangélicos – introd., I oração e ação dos bons – XXVII, 11 Espíritos superiores evolução e – III, 8 princípios adotados nas revelações pelos – introd., II Esquecimento do passado benefícios do – V,11 reencarnação e – IV, 9 vivências anteriores e – V, 11 Essênios conceito de – introd., III Jesus e os – introd., III Esseus estranha moral – XXIII, 1-18 significado da palavra – introd., III Eternidade alma e – introd., IV, VII grandes verdades e – introd., IV, XI Eutanásia enfermidade e – V, 28 Espiritismo, materialismo e – V, 28 Evangelho compreensão de passagens do – introd., III; IV, 17 conversão ao – XXV, 10 convite à prática do – introd., I dificuldades no entendimento do – introd., I ensino dos Espíritos e – XVIII, 12 ensinos e – XVII, 6 Espíritos reveladores e – introd., I estrutura do – introd., I estudo do – XIII, 12 pregação do – XVIII, 2 refazimento e aprendizado do – VI, 1 Evangelhos apreensão de pontos dos * e estudo do Espiritismo – introd., I explicação das passagens obscuras dos – introd., I partes dos – introd., I Evangelho segundo o espiritismo, O objetivo da obra – introd., I Evolução amor e – VIII, 19 moral – XVI, 12 posturas ante a – III, 11 prática da lei de amor e – XI, 10 reencarnação e – introd., IV, IV Exemplo amor ao próximo e – XI, 12 conhecimento e – XVIII, 10 fé e – XIX, 11 prática da caridade e – XIII, 4 teoria e – XVIII, 6 Expiação cegueira e – VIII, 20 habitação na Terra e – III, 14 provas e – V, 9 queixa e – V, 9 remorso e – XVI, 5 vinda para o planeta e – III, 14


Índice Geral 389 Expiações e provas, mundos de ver Mundos de expiações e provas F Falibilidade humana – III, 18 Falsidade profetas e – XXI, 5 Falsos profetas da erraticidade, Os Erasto, discípulo de Paulo (Paris, 1862) – XXI, 10 Falsos profetas, Os Luís (Bordeaux, 1861) – XXI, 8 Família corporal e espiritual – XIV, 8 encargo e – XXVIII, 56 entrecruzamento na – XXIII, 6 humana – XIV, 5 Jesus e renúncia à – XXIII, 4 reencarnação e – IV, 18 tirania doméstica e – IX, 6 Fanatismo fé cega e – XIX, 6 Fariseus conceito de – introd., III Fascinação crivo da razão, da lógica e – XXI, 10 Fatalidade iniciativa e – XXVII, 6 Favor obtenção de – XXVIII, 28 oração e – XXVIII, 29 Fé abjuração forçada e – XXVIII, 51 aquisição da – XIX, 7 caridade e – XI, 13 caridade e esperança – XIX, 11 cega e raciocinada – XIX, 6 coragem e – XXIV, 13 cura e – XIII, 2; XIX, 5 espírita e – V, 17 humana e divina – XIX, 12 justiça divina e – XII, 8 poder da – XIX, 1 e 5 presunção e – XIX, 4 propagação da – XXVI, 2 raciocinada e cega – XIX, 6 razão e – XIX, 7 religiosa – XIX, 6 resignação e – V, 13 sinceridade e – XXIV, 19 sincera e verdadeira – XIX, 2 sofrimento e – V, 19 vacilante – XIX, 2 vida futura e – XII, 8 Fé, A: mãe da esperança e da caridade José, Espírito protetor (Bordeaux, 1862) – XIX, 11 Fé e a caridade, A Espírito protetor (Cracóvia, 1861) – XI, 13 fé transporta montanhas, A – XIX, 1-12 Felicidade ânsia de – V, 20 busca da – V, 20 chave para a – XIII, 12 distribuição desigual da – V, 7 Espírito puro e – V, 10 ilusão e – V, 24 melancolia e – V, 25 mundo e – V, 20 mundos de regeneração e – III, 17 oração e – XXVII, 23 sofrimento e – V, 18 Felicidade não é deste mundo, A François-Nicolas Madeleine, cardeal Morlot (Paris, 1863) – V, 20 Felicidade que a prece proporciona Agostinho, Santo (Paris, 1861) – XXVII, 23 Fénelon emprego da riqueza (Argel, 1860) – XVI, 13


Índice Geral 390 lei de amor, A (Bordeaux, 1861) – XI, 9 nova Era, A (Poitiers, 1861) – I, 10 ódio, O (Bordeaux, 1861) – XII, 10 se fosse um homem de bem, teria morrido (Sens, 1861) – V, 22 tormentos voluntários, Os (Lyon, 1860) – V, 23 Ferdinando, Espírito protetor missão do homem inteligente na Terra (Bordeaux, 1862) – VII, 13 Figueira infrutífera – XIX, 8 Filhos amor de * a pai e mãe – XIV, 2 ingratidão dos – XIV, 9 rejeição de – XIV, 9 Flagelos naturais – V, 6 Fluido universal encarnados, desencarnados e – XXVII, 10 Fluidos lei dos – XII, 3 Fome fartura e – V, 2 sofrimento e – XIII, 11 Fora da caridade não há salvação XV, 1-10 Paulo, o apóstolo (Paris, 1860) – XV, 10 Força espiritual e ajuda a si mesmo – XXVII, 8 Fortalecimento luta e – V, 25 Fracasso reencarnação e – XX, 2 Francisco Xavier duelo, O (Bordeaux, 1861) – XII, 14; nota François de Genève melancolia, A (Bordeaux) – V, 25 François-Nicolas-Madeleine felicidade não é deste mundo, A (Paris, 1863) – V, 20 superiores e os inferiores, Os (Paris, 1863) – XVII, 9 virtude, A (Paris, 1863) – XVII, 8 Fraqueza amparo divino e – XXVIII, 3, VI Fraternidade amor e – XI, 9 caridade e – XI, 3 família humana e – XI, 10 prática da – introd., II prova de – XXVII, 19 próximo e – XXV, 8 Fraude credulidade e – XXI, 11 Fruto bom – XXI, 3 Futuro compreensão do – XI, 10 G Gentios Evangelho e – XXIV, 10 Geração fases de uma – XXIV, 4 Georges, Espírito protetor cuidar do corpo e do Espírito (Paris, 1863) – XVII, 11 Guerra seitas cristãs e – XXIII, 15 Guia protetor benefícios pagos com a ingratidão (Sens, 1862) – XIII, 19 H Há muitas moradas na casa de meu Pai III, 1-19


Índice Geral 391 Hahnemann cólera, A (Paris, 1863) – IX, 10 Harmonia ciência e religião em – I, 8 Haverá falsos cristos e falsos profetas – XXI, 1-11 Hebraico tradução do – XXIII, 3 Hebreus primeiro convite aos – XVIII, 2 Henri Heine últimos serão os primeiros, Os (Paris, 1863) – XX, 3 Herança direito de – XVI, 15 reencarnações e – V, 11 Hilelismo Hillel e – introd., III, nota Hipocrisia aparências e – IX, 6 conduta e – XVIII, 9; XXVIII, 15 culto e – XXVII, 1 defeitos alheios e – X, 9 luta contra a – X, 21 malícia e – XI, 5 torpezas e – XXI, 9 Homem alternativas no além-túmulo e – IV, 23 desobediência do – XVIII, 16 destino do – XI, 13 deveres do – XV, 10 falibilidade do – III, 18 morte e – VII, 11 mundo e – XVII, 10 produção moral do – XXI, 1 progresso do – XI, 8 religião e – VIII, 10 Terra e missão do – XVII, 9 vicioso – introd., IV, XVI Homem de bem autenticidade e – introd., IV, X oração do – XXVII, 13 qualidades do – XVII, 3 Homem no mundo, O Espírito protetor, Um (Bordeaux, 1863) – XVII, 10 Honrai a vosso pai e a vossa mãe – XIV, 1-9 Humanidade alavanca de progresso da – I, 9 insensatez da – X, 10 população da Terra e – III, 6 sistemas utópicos e – XIX, 9 união de homem e mulher na origem da – XXII, V Humildade bem-aventurança da – V, 2 bênçãos e – V, 2 encarnações sucessivas e – VII, 6 Espírito possuidor de – VII, 2 honraria e – VII, 5 Jesus e o princípio da – VII, 6 orgulho e – VII, 2 e 11; XV, 3 primazia da – VII, 11 servo e – VII, 4 virtude e – XVII, 8 I Ideia combate à nova – XXIII, 12 nova e amor – XXVIII, 51 Idioma hebraico e pobreza de linguagem – XXIII, 3 oração e – XXVII, 16 Idolatria advertência contra a – XX, 4 Israel e – VII, 11 Ignorância crítica e – introd., IV, XVIII


Índice Geral 392 Igreja salvação e – XV, 8 Igualdade desiguais e – VII, 11 diferença de sentimento e – XII, 1 diferença para melhor na – XVII, 1 princípio da – XV, 8 sofrimento e – XVII, 7 virtudes e – VII, 11 Ilusão felicidade e – V, 24 Imortalidade alma e – introd., IV, I; XXVIII, 50 certeza da – IV, 14 ensino do Cristo e – II, 2 princípio da – II, 3 Imperfeição oração e – XXVIII, 19 repreensão e – X, 19 Imposto pagamento de – introd., III Incredulidade exigências e – VII, 9 zombaria da – VII, 2 Incrédulo amor aos inimigos na visão do – XII, 4 Íncubos Espíritos – I, 11 Indiferença culposa – XIII, 17 moral – IX, 8 Indulgência caridade e – XIII, 15 erros e – X, 13 espiritista e – XII, 5 faltas alheias e – VII, 11; X, 17 julgamento e – X, 11 perdão e – X, 16 severidade e – X, 16 Indulgência, A Dufêtre, bispo de Nevers (Bordeaux) – X, 18 João, bispo de Bordeaux (1862) – X, 17 José, Espírito protetor (Bordeaux, 1863) – X, 16 Infância combate aos maus instintos na – XIV, 9 intelectual e amor – VIII, 18 orfandade e – XIII, 18 pureza e – VIII, 3 Infelicidade conceitos de – V, 24 Inferior superior e – XVII, 9 Influência efeito da oração e * dos bons Espíritos – XXVII, 14 Ingratidão abandono e – XIV, 3 beneficência e – XIII, 19 egoísmo, família e – XIV, 9 perseverança na – XIII, 19 prática do bem e – XIII, 19 Ingratidão dos filhos e os laços de família, A Agostinho, Santo (Paris, 1862) – XIV, 9 Inimigo encarnado e desencarnado – XII, 6 ternura e – XII, 3 Inimizade amor e – XII, 2 desencarnação e – XII, 5 oração e – XXVIII, 47 e 68 reconciliação e – X, 5 e 7 Injúria violência e – IX, 3 perdão e – X, 14 Inocência anterioridade da alma e – VIII, 4


Índice Geral 393 Insensatez vícios, ódio, orgulho e – XVIII, 7 Inspiração oração e – XXVIII, 25 Instinto lei de amor e – XI, 9 Instruções dos Espíritos I, 9-11; II, 8; III, 8-19; IV, 24 e 25; V, 18-31; VI, 5-8; VII, 11-13; VIII, 18-21; IX, 6-10; X, 14-21; XI, 8-15; XII, 9-16; XIII, 9-20; XIV, 9; XV, 10; XVI, 9-15; XVII, 7-11; XVIII, 13-16; XIX, 11 e 12; XX, 2-5; XXI, 8-11; XXVII, 22 e 23 Inteligência emprego da – VII, 13 humana, ciência e religião – I, 8 missão e – VII, 13 necessidades materiais e – XXV, 7 razão e – XXVII, 6 Intercâmbio mediúnico – XIII, 12; XIX, 10 Intercessão sofrimento e – XXVIII, 42 Interesse maioria e – X, 21 Interpretação palavras de Jesus e – XIV, 6 Intuição passado e – XIV, 9 Inutilidade esterilidade e – XIX, 8 Inveja moderação e – V, 13 prova da riqueza e – XVI, 14 riqueza e – V, 23 Invenção descobertas e – XXV, 4 Irradiação poder de – XXVIII, 5 Isabel de França caridade para com os criminosos (Havre, 1862) – XI, 14 Israel idolatria e – VII, 11 vizinhos de – XXIV, 10 J Jeremias e os falsos profetas Luoz, Espírito protetor (Carlsruhe, 1861) – XXI, 11 Jesus caminho para – XXIII, 1 chamamento de * e regiões inferiores – VIII, 18 doutrina de * e os essênios – introd., IV exemplo de – introd., IV, XV; I, 4 família de – XIV, 5 interpretação da palavra de – XIV, 6 humildade e – VII, 11 identificação de – IV, 1 magistério de – I, 4 missão de – I, 3 modificação da lei moisaica e – I, 3 palavras de * mal compreendidas – XIV, 6 presença de – XXVIII, 4 promessa de – V, 3; XIV, 4 reino de – II, 4 Terra e – II, 8 vida corpórea, espiritual e – II, 4 Zaqueu e – XVI, 4 Jesus ver também Cristo João beneficência, A (Bordeaux, 1861) – XIII, 16 João Batista reencarnação do profeta Elias e – IV, 3 João, bispo de Bordeaux indulgência, A (1862) – X, 17 João Evangelista deixai que venham a mim as criancinhas (Paris, 1863) – VIII, 18


Índice Geral 394 José, Espírito protetor fé, A: mãe da esperança e da caridade (Bordeaux, 1862) – XIX, 11 indulgência, A (Bordeaux, 1863) – X, 16 Judeus festas principais dos – introd., III reencarnação e – IV, 16 Juízo fé ingênua e * de Deus – XII, 13 Julgamento abstenção de – XI, 14 apressado – XXVII, 3 bons, maus e – XV, 1 critério único de – XV, 3 defeitos do próximo e – introd., IV, XVIII indulgência e – X, 11 orgulho e – X, 9 próximo e – XVIII, 14 Júlio Olivier vingança, A (Paris, 1862) – XII, 9 Justiça sofrimento e – V, 1 e 3 Justiça divina abrandamento da – XXVIII, 71 aplicação da – II, 3 caridade e – XIII, 15 incessante – V, 7 penas eternas e – XXVII, 19 preço para a – XXVI, 4 Juventude desencarnação na – V, 21 ilusões e – VII, 11 L Lacordaire bem e mal sofrer (Havre, 1863) – V, 18 desprendimento dos bens terrenos (Constantina, 1863) – XVI, 14 orgulho e a humildade, O (Constantina, 1863) – VII, 11 Lamennais deve-se expor a vida por um malfeitor? (Paris, 1862) – XI, 15 Lázaro afabilidade e a doçura, A (Paris, 1861) – IX, 7 dever, O (Paris, 1863) – XVII, 7 lei de amor, A (Paris, 1862) – XI, 8 obediência e resignação (Paris, 1863) – IX, 8 Lei áurea – introd., IV, XII áurea e reciprocidade – XI, 7 cumprimento da – I, 1 perenidade da – I, 1 Lei de amor, A Fénelon (Bordeaux, 1861) – XI, 9 Lázaro (Paris, 1862) – XI, 8 Sanson, ex-membro da Sociedade Espírita de Paris (1863) – XI, 10 Lei de causa e efeito aplicação da – V, 7 justiça das aflições e – V, 3 pena de talião e – VIII, 16 superior, inferior e – XVII, 9 Lei divina aplicação na Terra inteira – I, 3 eficácia da oração e imutabilidade da – XXVII, 20 lei civil e – XXII, 2 percepção e – VII, 7 prática da – XXVIII, 3, II rebeldia e descumprimento da – XXVII, 12 resumo da – XXVII, 21 Lei do progresso diferentes moradas dos Espíritos e – III, 1 submissão à – III, 19 Lei do trabalho Espíritos reveladores e – XXV, 4


Índice Geral 395 Lei humana erros e – V, 5 Linguagem pobreza da * humana – XII, 3 superior dos bons Espíritos – XXI, 11 Lisonja vícios e – VII, 12 Literatura pessimismo e – V,16 Livre-arbítrio dever e – XVII, 7 sofrimento e – V, 13 Lógica fé raciocinada e – XIX, 7 Loucura suicídio e – V, 14 Luís falsos profetas, Os (Bordeaux, 1861) – XXI, 8 Luís, São é permitido repreender os outros... (Paris, 1860) – X, 19-21 limites da encarnação (Paris, 1859) – IV, 24 necessidade da encarnação (Paris, 1859) – IV, 25 proveito dos sofrimentos para outrem (Paris, 1860) – V, 31 sacrifício da própria vida (Paris, 1860) – V, 29 e 30 será lícito abreviar a vida de um doente que sofra sem esperança de cura? (Paris, 1860) – V, 28 transmissão da riqueza (Paris, 1860) – XVI, 15 Luoz, Espírito protetor Jeremias e os falsos profetas (Carlsruhe, 1861) – XXI, 11 Luta fortalecimento e – V, 25 fratricida – XXIII, 16 M M., Espírito protetor (Bruxelas, 1861). A verdadeira propriedade – XVI, 9 Mãe filhos e rejeição por – XIV, 9 Magistério Jesus e o exercício do – I, 4 Magnetismo fé e – XIX, 12 Mal bem e – V, 22 caminho do – XVIII, 5 causa primária do – XXVIII, 3, VI escândalo e – VIII, 13 pensamento e – VIII, 7 resistência ao – XII, 7 vingança e – XII, 7 Mal e o remédio, O Agostinho, Santo (Paris, 1863) – V, 19 Maledicência erro e – X, 20 Mamon Deus e – XVI, 1 Mandamento maior – XI, 1; XV, 4 recapitulação por Jesus de – XIV, 1; XVI, 2 Maneira de orar V. Monod (Bordeaux, 1862) – XXVII, 22 Mãos imposição das – VIII, 20 Maria relacionamento de Jesus com – XIV, 7 Materialismo o nada e – introd., IV, IX propagação do – V, 16 Materialista eutanásia, espírita e – V, 28


Índice Geral 396 Maturidade senso moral e – XVII, 4 Mau prosperidade momentânea do – V, 6 Médico enfermos e – XXIV, 12 Médium atuação de – XXI, 2 autenticidade e – XXI, 3 conceito de – XXVIII, 9 curador – XXVI, 10 ensino dos Espíritos e – XXVIII, 9 Espírito desencarnado e – XIX, 10 Espírito enganador e – XXI, 11 Espíritos e – XXVI, 7 facilidade na comunicação e – XXIV, 12 fé e – XIX, 1 mistificação e – XXI, 3 oração e – XXVIII, 10 produção de – XXI, 2 responsabilidade do – XVIII, 12 revelação e – XXI, 2 Mediunidade comunicação pela – introd., IV, VI curadora – XXVI, 10 desobsessão e – XIX, 1 dom da – XVIII, 14; XIX, 10; XXIV, 12 Espírito enfermo e – XIX, 1 exercício da – XXVIII, 8 gratuita – XXVI, 7 leviandade e – XXI, 3 moral e – XXIV, 11 mundo invisível e – XXVIII, 9 paga – XXI, 11 perda da – XXIV, 12 perda e estagnação da – XVIII,15 prática da – XXVI, 7 e 9 profissionalização da – XXVI, 9 simonia e – XXVI, 2 Melancolia felicidade e – V, 25 Melancolia, A François de Genève (Bordeaux) – V, 25 Mentira profecias e – XXI, 11 Mérito bem praticado e – XIII, 3 prática da caridade e – XVI, 14 sacrifício e – VII, 4; XVI, 13 Meu reino não é deste mundo II, 1-8 Miguel piedade, A (Bordeaux, 1862) – XIII, 17 Milagre causas desconhecidas e – XIX, 12; XXI, 5 Miséria causas da – III, 6 criança e – XIII, 9 oculta – XIII, 11 Misericórdia amor ao próximo e – XV, 2 bem-aventuranças e – X, 1 brandura e – X, 4 perdão e – X, 2 próximo e – XV, 2 Missão confiança em Deus e – XXI, 9 Cristianismo e – XXIII, 9 encarnado e – V, 25 espírita e – XX, 4 Espírito protetor e – XXVIII, 11 humana na Terra – XVII, 9 inteligência e – VII, 13 Jesus e – I, 3 parentela e – XIV, 7 profetas e – XXI, 4 Missão dos espíritas Erasto, anjo da guarda do médium (Paris, 1861) – XX, 4 Mistificação médium e – XXI, 3


Índice Geral 397 Moderação inveja e – V, 13 Modéstia virtude e – XVII, 8 Moisés decálogo e – I, 2 legislação e – I, 2 lei de talião e – XII, 8 lei do divórcio e – XXII, 1 Monod, V. maneira de orar (Bordeaux, 1862) – XXVII, 22 Monoteísmo pregação do Evangelho e – XXIV, 9 Montanha conceito de – XIX, 2 Moradas lei do progresso e – III, 2 Moral decálogo e – I, 9 Espiritismo e – XVII, 4 estranha – XXIII, 1 evangélica – introd., I mediunidade e – XXIV, 11 preconceito – XXIV, 12 Morte fatalidade da – VII, 11 inimizade e – X, 6 Morto ver Desencarnado Movimento espírita ideias de justiça, de renovação e – XI, 10 Muitos os chamados poucos os escolhidos – XVIII, 1-16 Mulher adúltera e parábola – X, 12 Mundo felicidade e – V, 20 homem no – XVII, 10 inferior e superior – III, 8 Mundo de regeneração transição para – III, 19 Mundo ditoso Deus e – III, 12 perenidade da paz e – III, 10 Mundo espiritual reencontro e – introd., IV, XI Mundo invisível negação da existência do – VII, 2 Mundo primitivo Espíritos imperfeitos e – VIII, 15 Mundo superior Terra e – V, 20 Mundos de expiações e de provas Agostinho, Santo (Paris, 1862) – III, 13 habitantes dos – III, 13 variedade infinita de – III, 15 Mundos de regeneração amor e – III, 17 características dos – III, 16 Mundos evoluídos banição do mal e – VIII, 15 Mundos habitados diferentes condições dos – III, 3 distinção e classificação dos – III, 4 pluralidade dos – introd., IV, XX Mundos habitados ver também Pluralidade dos mundos habitados Mundos primitivos Espíritos recém-criados e – III, 13 Mundos regeneradores Agostinho, Santo (Paris, 1862) – III, 16 N Nada vida futura e o – introd., IV, IX Não ponhais a candeia debaixo do alqueire XXIV, 1-19


Índice Geral 398 Não saiba a vossa mão esquerda... XIII, 1-20 Não se pode servir a Deus e a Mamon XVI, 1-15 Não separeis o que Deus juntou XXII, 1-5 Não vim destruir a lei I, 1-11 Nascimento adversidade desde o – V, 6 herança com o – V, 11 oração pelo * de criança – XXVIII, 54 Natureza amor universal como lei da – introd., IV, XVI imutabilidade da lei da – XXII, 2 Nazarenos conceito de – introd., III Necessário caridade, supérfluo e – XIII, 5 providência divina e – XXV, 6 supérfluo e – IX, 5; XVI, 14; XXV, 7 Necessidade da encarnação Luís, São (Paris, 1859) – IV, 25 Negligência conhecimento e – XVIII, 15 Nicodemos diálogo de Jesus com – IV, 5 missão de Jesus e – IV, 5 reencarnação e – IV, 5 Reino de Deus e – IV, 5 Ninguém pode ver o Reino de Deus... IV, 1-26 Nova era ideias de liberdade e – I, 9 prosseguimento na – I, 9 Nova era, A Espírito israelita, Um (Mulhouse, 1861) – I, 9 Novidade resistência à – XXVIII, 51 O Obediência amor e – VIII, 19 ensinos evangélicos e – XVIII, 16 orgulho, egoísmo e – IX, 8 resignação e – IX, 8 Obediência e resignação Lázaro (Paris, 1863) – IX, 8 Óbolo caridade e * da viúva – XIII, 5 Obras é que se reconhece o cristão, Pelas suas Simeão (Bordeaux, 1863) – XVIII, 16 Obreiro ver trabalhador Obreiros do Senhor Espírito de Verdade, O (Paris, 1862) – XX, 5 Obsessão cura da – XXVIII, 84 encarnado e – X, 6 médium e – XXI, 10 obsidiado e – XXVIII, 81 oração e – XXVIII, 82 Ódio amor e – XII, 10 aos pais – XXIII, 1 Ódio, O Fénelon (Bordeaux, 1861) – XII, 10 Ofensa esquecimento completo da – X, 15 esquecimento de – X, 4; XXVIII, 46 perdão e – X, 14; XXVIII, 3, V próximo e – X, 14 Olhos abertos e fechados – VIII, 20


Índice Geral 399 Opinião coragem e – XXIV, 15 orgulho e – VII, 10 Oposição ideias novas e – XXIII, 12 Oração ação da – XXVII, 9 e 12 amor e – XXVIII, 63 anjo guardião e – XXVIII, 12 e 14 assistência espiritual e – XXVIII, 23 ato de – XVII, 10 caridade e – XXVIII, 45 coletiva – XXVII, 15 comunhão de pensamento e – XXVIII, 5 conselho e – XXVIII, 25 conteúdo da – XXVII, 22 crença e – XXVIII, 1 criminoso e – XXVIII, 70 cura e – VIII, 20 desencarnação e – XXVIII, 41 e 60 dever da – XVII, 1 diariamente – XXVII, 22 dominical – XXVIII, 2 eficácia da – XXVII, 5 endereço da – XXVII, 10 enfermidade e – XXVIII, 58 enfermo e – XXVIII, 79 Espírito inferior e – XXVIII, 17 e 76 Espírito sofredor e – XXVII, 18; XXVIII, 65 e 74 Espíritos e – XXVIII, 1 favor e – XXVIII, 29 fé e – V, 18 felicidade e – XXVII, 23 finalidade da – II, 8 forma da – XXVII, 22 imperfeição e – XXVIII, 19 inimigos do Espiritismo e – XXVIII, 52 inimizade e – XXVIII, 47 e 68 inspiração e – XXVIII, 25 inteligível – XXVII, 16; XXVIII, 1 intercessora – XXVII, 14 íntimo do ser e – XVIII, 9 médium e – XXVIII, 10 médium curador e – XXVIII, 80 multiplicidade de palavras e – XXVII, 4 nascimento de criança e – XXVIII, 54 natureza de pedidos e – XXVII, 7 objetivo da – XXVIII, 1 objeto da – XXVII, 9 obsessor e – XXVIII, 84 obsidiado e – XXVIII, 82 e 83 paga – XXVI, 3 paga e inconveniências – XXVI, 4 pensamento e – XXVIII, 1 perigo e – XXVIII, 35 poder da – XXVII, 14 por nós mesmos, pelos encarnados e desencarnados – XXVIII, 3, nota proferida pelo doente – XXVIII, 78 qualidade da – XXVII, 1; XXVIII, 1 repouso e – XXVIII, 39 resignação e – XXVIII, 31 reunião e – XXVIII, 6 socorro e – XXVIII, 37 sofrimento e – XXVIII, 27; XXVIII, 43 submissão e – XXVIII, 61 suicida e – XXVIII, 72 tempo, lugar e extensão da – XXVII, 15 tentação e – XXVIII, 21 Orador sinceridade de – XIX, 9 Orfandade infância e – XIII, 18 Órfãos, Os Espírito familiar, Um (Paris, 1860) – XIII, 18 Orgulho apego à fortuna e – XVI, 14 cegueira espiritual e – VII, 10 cólera e – IX, 9 dissimulação dos próprios defeitos e – X, 10 escândalo e – VIII, 12 ferido – IX, 9 fonte de todos os males – VII, 12


Índice Geral 400 humildade e – VII, 2 e 11 humilhações e – V, 26 imperfeições e – introd., IV, XVIII indulgência e – VII, 12 julgamento e – X, 9 obstáculos ao progresso e – introd., IV, XVIII opinião e – VII, 10 personalismo e – XVII, 5 posição privilegiada e – VII, 5 prática do bem, desinteresse e – XIII, 19 reconhecimento do mundo invisível e – VII, 2 surgimento do – XII, 14 virtude e – XVII, 8 Orgulho e a humildade, O Adolfo, bispo de Argel (Marmande, 1862) – VII, 12 Lacordaire (Constantina, 1863) – VII, 11 Ostentação benevolência e – XIII, 8 bens e – XIII, 1 caridade, humildade e – VII, 11 P Paciência desventuras e – V, 15 sofrimento e – IX, 7 Paciência, A Espírito amigo, Um (Havre, 1862) – IX, 7 Pagamento oração e – XXVI, 4 Paganismo Cristianismo e – XXIII, 14 Pai Nosso oração do – XXVIII, 2 Pais criança e – XXVIII, 53 erros dos – XIV, 3 ódio aos – XXIII, 2 responsabilidade dos – XIV, 9 Palavra despojamento da * odiar da acepção atual – XXIII, 3 ideia e entendimento da – XXVII, 17 ofensiva – IX, 4 Parábola caridade e * do bom samaritano – XV, 2 ensino essencial pela – XXIV, 6 Espíritos evoluídos e – XXIV, 6 sentido oculto da – XVIII, 2 Parábola da candeia divulgação e – XXIV, 1 Parábola da figueira que secou narração da – XIX, 8 Parábola do fariseu e do publicano humildade e – XXVII, 3 Parábola do festim de bodas narração da – XVIII, 1 Parábola do mau rico narração da – XVI, 5 Parábola do semeador explicação por Jesus da – XVII, 5 narração da – XVII, 5 Parábola dos talentos narração da – XVI, 6 responsabilidade na vida terrena e – XVI, 6 Parábola dos trabalhadores da última hora narração da – XX, 1 Parentela corporal e espiritual – XIV, 8 Pascal egoísmo, O (Sens, 1862) – XI, 12 Passado relações do – XIV, 8 Passe espiritual – VIII, 20 médium curador e – XXVI, 10 Patrimônio desigualdade de – V, 3


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