The words you are searching are inside this book. To get more targeted content, please make full-text search by clicking here.
Discover the best professional documents and content resources in AnyFlip Document Base.
Search
Published by , 2017-10-03 11:43:42

PCM_CarreiraProfissional

PCM_CarreiraProfissional

SECRETÁRIO DE EDUCAÇÃO DE NOVO HORIZONTE/SP
VISITA CATALÃO

Paulo Magri vai a cidade de Catalão para assessorar esta na construção de um sistema de Educação modelo.

O secretário de Educação do município de Novo Horizonte (SP), Paulo Magri, está em Catalão
para trocar experiências que possam contribuir para o avanço do ensino público na cidade. Na
segunda-feira, 13, o secretário da cidade paulista participou do Horário de Trabalho Pedagógico
Coletivo (HPTC) de Catalão. No encontro, professores de toda a rede municipal estudam e planejam
suas aulas agrupados por séries, promovendo o ensino de conteúdos em rede. Nesta terça, 14. Paulo
Magri visitou escolas e se reuniu com diretores e coordenadores pedagógicos da cidade.

“Promover este intercâmbio de informações e experiências bem sucedidas vai ajudar Catalão
a dar o salto de qualidade no ensino público que almejamos", afirmou o prefeito Jardel Sebba.

"O prefeito Jardel Sebba determinou que trabalhássemos para que Catalão se torne uma cidade
de referência em educação. Esperamos que a visita de Paulo Magri nos ajude a implantar algumas
atividades desenvolvidas para nos aproximarmos ainda mais desse objetivo", declarou Sousa Filho.

Na quarta-feira,15, Paulo Magri se encontra com professores e coordenadores de 5° anos para
apresentação e implantação da proposta de simulados. Com o tema "Catalão em Ritmo de Prova
Brasil", o grupo se reúne na Escola de Formação, antigo NTE, na praça Marca Tempo, no Centro.

A parceria entre as pastas surgiu durante visita do secretário de Educação de Catalão, Sousa
Filho, à cidade paulista que obteve o melhor desempenho no Índice de Desenvolvimento da Educacão
Básica (Ideb) de todo o País.

Novo Horizonte Visita Catalão, 13/05/2013.

JORNAL LIBERDADE

EQUIPE PEDAGÓGICA DE CATALÃO(GO) VISITA NOVO HORIZONTE
Um grupo da equipe pedagógica da Secretaria de Educação do município de Catalão(GO) vi-

sitou a rede municipal de ensino de Novo Horizonte. Eles foram recebidos pelo secretário municipal de
educação Paulo Magri e, na oportunidade, aproveitaram para conhecer as escolas que têm o ensino
municipalizado, como a Francisco Álvares Florence, José Luis Tomazi, Hebe de Almeida Leite Cardoso
e Maria José de Oliveira.

Aos representantes da área educacional de Catalão, Paulo Magri explicou detalhes de como
a educação de Novo Horizonte alcançou números significativos ao longo dos anos e como é aplicado
aos alunos. Magri destacou a competência dos professores, o auxílio dos pais e a insistência em fazer
com que o alunado aprenda o que é ensinado em sala de aula. Ele ainda citou a aplicação de simulados
de Matemática e Português todas as semanas, como forma de incentivar os alunos a estudar em casa
o conteúdo didático.

"Trabalhamos os alunos em todos os aspectos. Nossa equipe é
formada por gente compromissada em fazer com que as disciplinas se-
jam ensinadas da melhor forma possível. Os alunos não podem sair da
escola com dúvidas. Isso é inadmissível", comenta Paulo Magri.

O secretário da educação de Catalão, Souza Filho, disse que conheceu o nível educacional de
Novo Horizonte por meio da Revista Veja. "Fiquei admirado com o trabalho do professor Paulo Magri
e de toda sua equipe, pessoal unido e bem estruturado. Realmente é fantástico a gente ver a dedicação
de todos os envolvidos. Muitas ideias serão implantadas na educação de Catalão. Pude observar o
diferencial do ensino em Novo Horizonte. As escolas da rede municipal são realmente diferenciadas e

nossa equipe irá focar ao máximo para implementar o que for de grande valia para Catalão", destaca
Souza Filho.

"É importante deixar bem claro aos visitantes que, tanto os alunos, quanto os professores, são
motivados esse trabalho em grupo só dá certo quando há diálogo entre eles. O papel da família, em
casa, é muito importante, pois os pais devem cobrar dos filhos como eles estão na escola" destaca
Magri. -Foi um prazer enorme para nós ter recebido a Delegação de educadores de Catalão. Fico feliz
em saber que a nossa educação também servirá de modelo para aquele município", diz o prefeito
Toyota.

Luciano Eid

Jornal Liberdade, 15/05/2013.

ATIVIDADE DESENVOLVIDAS POR PAULO MAGRI

1º DIA: 13/05/2013

• 18h30 às 20h30: Participação no Horário de Trabalho Pedagógico Coletivo com Professores
dos 59 anos.

2º DIA: 14/05/2013
Período da Manhã: Visita às unidades escolares:

• 7h30 às 8h40: CAIC "São Francisco de Assis";
• 8h45 às 9h40: Escola Municipal "Nilza Ayres Pires";
• 10h às 11h15: Escola Municipal "Pedro Netto Paranhos"

Período da Tarde:
• 13h30 às 17h
• Local: Escola de Formação (Antigo NTE — Praça Marca Tempo)
• Pauta: PALESTRA: IDEB — Uma Experiência de Sucesso: ABC do Resultado

-Convoca-se para participar deste momento: Diretores das Unidades Escolares que tenham 52
anos e Coordenadores responsáveis pelo acompanhamento destas turmas.
3° DIA:15/05/2013

• Período da Manhã: 7h30 às 11h30
• Período da Tarde: 13h30 às 17h
• Local: Escola de Formação (Antigo NTE — Praça Marca Tempo)
-Convoca-se para participar deste momento: Professores das turmas de 5° anos de todas as
Unidades Escolares e Coordenadores que acompanham estas turmas.
Pauta:
• Encontro com Professores e Coordenadores dos 59 anos para apresentação e

implantação da Proposta de Simulados: "CATALÃO EM RITMO DE PROVA BRASIL".
• Trabalhando conteúdos e mostrando o que tem por trás dos Descritores da Prova Brasil, ali-

nhados ao material didático da rede.
• Apresentação e orientação do uso de materiais didáticos como:

- Bingo da Tabuada, Dominó da Tabuada;
- Malha Quadriculada; Passos da Divisão.

Cronograma de atividades Paulo Magri, 13 a 15/05/2013.

RESULTADO DA PESQUISA PERANTE CATALÃO

RESULTADO DA PESQUISA DE RECEPTIVIDADE DAS PROPOSTAS APRESENTADAS
PELO SECRETÁRIO MUNICIPAL DE EDUCAÇÃO, DA CIDADE DE NOVO HORIZONTE –
SP, FEITA COM DIRETORES E COORDENADORES DAS ESCOLAS MUNICIPAIS DE CA-
TALÃO-GO

1- A impressão que você teve das Diretrizes de Trabalho apresentadas pelo Secretário de Novo
Horizonte foi positiva? SIM: 100%
✓ Comentários (Transcritos literalmente, com as palavras utilizadas pelo Diretor ou Coordenador de

cada escola que respondeu às questões perguntadas):

• "Desenvolver atividades para habilidades dos alunos. Incentivo à leitura para atender as
necessidades de cada aluno."

• "É a forma que eu sempre acreditei que a educação deveria funcionar."

• "Tudo o que disse me levou a refletir sobre o nosso dia a dia e buscar cada vez mais
trabalhar em equipe."

• "A praticidade da proposta, sem fichas e muitos papéis, isto é, professor em sala
dando aula e aluno tendo aula. Cada um na sua função."

• "É um profundo conhecedor da dinâmica da Educação."

• "Vem ao encontro com as idéias e anseios da nossa equipe."

• "Nós poderíamos trabalhar em equipes e assim fazer uma educação de qualidade."

• "A exposição do professor Paulo demonstra uma realidade possível de se fazer em
nossa rede, pois, há pouca diferença da nossa."

• "Muito criativo e entusiasmado na aplicação das metas e objetivos:'

• "Acredito que quando há o trabalho em equipe, realmente pode se fazer a diferença
na educação."

• "Apenas penso que a realidade de Catalão é um pouco diferente em termos sociais,
pois, são mais escolas na rede e a cultura dos pais e alunos é diferente, etc."

• "Sim, pois proporcionou oportunidade de reflexões, crescimento e o descortinar de
novas possibilidades, 'Novos Horizontes', literalmente."

• "Acredito que as Diretrizes apresentadas irão ajudar os educadores em sua prática,
como também, sua valorização profissional."

• "Ele transmitiu com muita segurança, no relato de sua experiência. Creio que é por aí,
trabalhar em rede, socializando as experiências."

• "Apesar de parecer tradicionalista, nada mais inovador."

• "Gostei muito do assunto abordado pelo Secretário e da maneira como ele o
apresentou."

• "Parece-me muito bom!"

2- Você gostaria que as sugestões apresentadas hoje fossem efetivadas nas Unidades Escolares de
nossa cidade? SIM: 100%
✓ Comentários:

• “HTPC em todas as séries (anos), apoio na questão pedagógica, promover e
incentivar encontros, cursos e visitas, buscando aperfeiçoamento.”

• “Todas as ações apresentadas são bastante atrativas e percebemos que as mesmas
são possíveis de serem realizadas.”

• “A implantação dos HTPC para todas as séries e também, os simulados semanais.”

• “Todas”

• “Todas, se possível.”

• “Ditado, tarefa todo dia, avaliações (simulados).”

• “Colocar o aluno, que não é alfabetizado, de 32 e 42 anos, nas séries iniciais.”

• “Simulado semanalmente e o HTPC”

• “O simulado semanalmente e o HTPC para todas as turmas.”

• “A participação mais presente dos pais e da comunidade.”

• “Atendimento aos pais, estímulos à efetivação da educação.”

• “Escolas atrativas, mais envolvimento da família e atendimentos individuais.”

• “A implantação do HTPC para as outras séries do ensino, a utilização do simulado
como forma de avaliação.”

• “Aquelas que dizem respeito ao trabalho coletivo (HTPC).”

• “Seria muito importante que os demais funcionários da escola tivessem essa
oportunidade de participar.”

• “Todas, ou melhor, a maioria.”

3- Como Gestor/Coordenador você estaria disposta a mobilizar toda a Comunidade Escolar a realizar
o trabalho proposto? SIM: 100%
✓ Comentários:

• “Estou disposta e concordo plenamente.”

• “Não basta ouvir, é preciso uma prática efetiva do que foi falado.”

• “A guisa do incentivo e mostrando que é possível acreditar numa educação de
qualidade.”

• “Acredito no trabalho em equipe.”

• “Será difícil, todavia, possível de ser realizado.”

• “Sim, pois, vem ao encontro dos meus anseios e aspirações.”

• “Creio que uma proposta desta envergadura não se concretiza por outro caminho.”

• “Penso que seria ideal que,.além dos gestores, pudéssemos contar com a equipe
da secretaria da educação.”

• “Sim, seria primordial no auxílio e na participação com críticas e sugestões.”

• “Sim, o objetivo único é uma educação de qualidade para todos.”

• “Sim, o objetivo é uma educação de qualidade onde os pais e a comunidade tem
papel importante nisso.”

• “Conscientizar da importância dessas práticas no nosso cotidiano.”

• “Com certeza, pois, acredito que a parceria é fundamental para o êxito da
educação.”

• “Dialogando sempre!”

4- Você concorda que o Horário de Trabalho Pedagógico Coletivo (HTPC) seja implantado para todos
os professores de todos os anos/séries? SIM: 100%
✓ Comentários:

• “Porque, se não tiver esse momento, não vamos conseguir trabalhar em equipe.”

• “Pela necessidade de aperfeiçoamento da maioria dos professores.”

• “A restrição seria quanto ao período noturno.”

• “Muito positivo que a rede fale a mesma língua.”

• “Com o encontro de hoje, pudemos perceber a importância da troca de experiências para
enriquecer nosso trabalho.”

• “Nesises momentos é possível haver trocas de ideias, experiências e aprender
coletivamente, e assim superar dificuldades.”

• “Esses momentos enriquecem muito a prática educacional.”

• “O trabalho pedagógico coletivo deve ser implantado, pois, a troca de experiências ajuda
na melhoria da qualidade educacional.”

• “Seria bom para maior participação prática dos docentes.”

• “É extremamente importante esse momento para trocas de experiências e repensar a
educação na Unidade Escolar.”

• “Sim, é muito importante para trocas de experiências.”

• “Isso representa interação, cooperação e trocas de experiências.”

• “Quando se troca experiências, aumentamos as nossas estratégias de trabalho.”

• “A troca de experiências é extremamente rica.”

• “Deve acontecer de imediato.”

• “Esse horário está sendo muito enriquecédor para os professores dos 52 anos.”
5- Sugestões:

• “Encontros periódicos para Troca de Experiências, não só entre professores e coorde-
nadores, mas também, entre Diretores.”

• “Que uma palestra deste porte seja realizada para todos os professores da rede munici-
pal, mesmo que seja uma vez por ano.”

• “Excelente parceria. Continuar.”

Pesquisa de Receptividade de Catalão(GO) perante Novo Horizonte(SP), 14/05/2013.

OFÍCIO CATALÃO(GO) À NOVO HORIZONTE(SP)

Ofício n2. 101 / 2.013 — SEMEC Catalão-GO, 28 de maio de 2013.

Ao Senhor
Paulo César Magri
Diretor Municipal de Educação
Novo Horizonte — São Paulo

Assunto: Primeira visita às Unidades Escolares da cidade de Catalão-GO.

Prezado Senhor Paulo César Magri,

A avaliação de sua primeira visita à nossa cidade, para conhecimento da realidade das
Unidades Escolares, foi muito relevante e positiva, pois, o trabalho desenvolvido junto aos gestores,
coordenadores e professores, teve ótima receptividade, devido às experiências exitosas
compartilhadas, em relação à Rede Municipal de Educação de Novo Horizonte, São Paulo.

O Plano de Ação apresentado para Rede Municipal de Educação de Catalão foi elogiado e
considerado, de forma unânime entre os gestores e ainda, entre coordenadores e professores, como
possível de ser aplicado, pela praticidade, coesão e coerência apresentadas.

Os gestores, coordenadores e professores manifestaram a relevância da implantação do
"Horário de Trabalho Pedagógico Coletivo", para os demais anos, gradativamente, em razão do
sucesso dos resultados observados com o HTPC que já está acontecendo com os 5° anos de nossas
Unidades Escolares.

Destacamos ainda que, a aplicação do 1° Simulado de Matemática para os 5° anos ocorreu
de forma tranquila, com compromisso e boa receptividade dos envolvidos. A avaliação foi muito
positiva em relação à necessidade desta ação para a unificação da rede e, consequentemente, melhor
visão do trabalho a ser feito em prol da melhoria da aprendizagem das crianças e satisfação dos
professores e de todos os responsáveis pela educação em nossa cidade. Com isto sentimo-nos
dispostos e confiantes em utilizar esta metodologia de trabalho para demais anos do ensino
fundamental e outras disciplinas, assim que possível.

Portanto, salientamos o comprometimento dos envolvidos com a Educação Municipal de nossa
cidade, com a metodologia iniciada e com o sucesso, a cada dia, de nossas crianças e jovens.

Vale ressaltar o quanto os participantes das reuniões (gestores, professores, coordenadores,
tutoras e outros) destacaram a sua dinamicidade, compromisso e entusiasmo com a educação. Ficou
o exemplo e a veracidade de uma história de sucesso!

Agradecemos sua disponibilidade e aguardamos a próxima visita.

Atenciosamente

ARCILON DE SOUSA FILHO

Secretário Municipal de Educação

Catalão – Goiás

Ofício enviado de Catalão(SO) à Novo Horizonte(SP), 28/05/2013.

OURINHOS-SP

DIRETOR DE EDUCAÇÃO DE MUNICÍPIO DESTAQUE NO IDEB MINISTRA PALESTRA
EM OURINHOS

Atendendo a convite da Secretaria Municipal de Educação, o professor e Diretor de Educação
e Cultura do Município de Novo Horizonte – SP, Paulo César Magri ministrou curso de capacitação
para professores, coordenadores, diretores, vice-diretores e psicopedagogos da Rede de Ensino
Municipal de Ourinhos, na terça-feira (4/6), no CREF. Maria Tereza, disse que o interesse em trazer,
Paulo para Ourinhos foi pelo destaque da Educação em Novo Horizonte. A educação publica na cidade
é considerada uma das melhores no país, sendo que Novo Horizonte por várias vezes atingiu a melhor
nota no IDEB (Índice de Desenvolvimento da Educação Básica). “Hoje é momento de reflexão, uma
oportunidade de analisarmos nossas práticas e o que podemos melhorar com a contribuição dele”, diz
Tereza. Desde a municipalização do ensino fundamental, promovida em 2005, Paulo revolucionou a
educação em Novo Horizonte, com metodologia de trabalhar em rede, conhecida entre os gestores
como: “Rede Ideal de Ensino”.

De acordo com Magri, o trabalho em rede tem como objetivo a melhoria da qualidade de ensino.
São ministradas provas semanais, Ciclos de Simulados no qual cinco mil provas são aplicadas para
os alunos a partir do 3º ano, oportunidade que os educadores têm de avaliar o empenho de cada aluno.
Ainda segundo ele, os professores da rede se encontram no mesmo horário e local para o HTPC-
(Horário de Trabalho Pedagógico Coletivo), com o mesmo objetivo de criar um cronograma das
atividades que serão desenvolvidas na semana e também a troca de experiência. “Resumindo,
trabalhar em rede é um trabalho árduo, que requer comprometimento, confiança, olhar no olho, amor
no que faz, sem distinção de classe.

Nós educadores temos que saber educar todos da melhor forma, seja quem for, seja um filho
do traficante, ‘filhinho de papai’, usuário de drogas, crianças violentadas, enfim, não podemos deixar
com que essas crianças e adolescentes cresçam sem saber ler e escrever, isso é direito delas”, explica
Magri. MARIA TEREZA QUER QUE O TRABALHO EM REDE SEJA APLICADO EM OURINHOS
Agora, esperamos que esse processo em rede seja aplicado em Ourinhos, “As escolas já trabalham
em rede, mas de forma diferente. A idéia agora é que todas as escolas falem a mesma língua, só não
sabemos se iremos usar o mesmo processo de Novo Horizonte”. diz Maria Tereza.

Notícia - www.ourinhosnoticias.com.br, 05/06/2013.

ESTÂNCIA TURÍSTICA DE PARANAPANEMA

VISITA DO PROFESSOR PAULO CÉSAR MAGRI À PARANAPANEMA
Pauta:
Dia: 01/07/2013

• 8h — Reunião com o Prefeito - SMEC
Visita as escolas a fim de obter um primeiro contato com a rede municipal de ensino.
EMEF Holambra II
EMEN Daisy
EMEF Serrinha e CEI
EMEF Tibiriçá e CEI
EMEF JGM
EMEF ALD
EMEIF JLO
CEI - CDIIU

• 14h - Palestra: IDEB — Uma Experiencia de Sucesso, "ABC do Resultado", público alvo: pro-
fessores e Equipe Gestora da rede municipal de ensino. Local — Câmara Municipal de
Paranapanema

• 16h — Café da tarde
• 18h- Previsão para o termino
Dia: 02/07/2013
• 7h30 - Café da manhã — SMEC
• 8h - Encontro com coordenadores e professores de 4" e 5° anos para apresentação e implan-

tação da proposta: “PARANAPANEMA EM RITMO DE SIMULADOS”, trabalhando conteúdos
e mostrando o que tem por trás dos descritores da Prova Brasil.
• 11h30 - Almoço
• 13h - Estabelecer cronograma de Simulados, relacionando: contendo do material utilizado
com descritores.
• 15h - Encerramento.

Visita de Paulo Magri a Paranapanema(SP), 01 e 02/07/2013.

PREFEITURA MUNICIPAL DE CACHOEIRO DE
ITAPEMIRIM(ES)

EDUCADOR DE CIDADE COM MELHOR IDEB FEZ PALESTRA EM CACHOEIRO
Cerca de 250 profissionais da rede pública

municipal de ensino de Cachoeira de
Itapemirim(ES) participaram nos últimos dias de
uma frmação com o educador Paulo César Magri,
Diretor de Educação e Cultura de Novo
Horizonte(SP), cidade que tem a Rede Municipal
de Ensino Fundamental mais bem avaliada pelo
Ministério Educação.

Magri ministrou a palestra “IDEB – Uma
Experiência de sucesso (ABC do Resultado)” na
segunda-feira (26), para gestores, professores e
pedagogos que atuam em turmas de 5º ano, e
nessa terça-feira (27), para professores de
matemática e pedagogos que atuam nas turmas do 9º ano.
A capacitação teve com oobjetivo articular o desenvolvimento curricular em matemática, a
formação de professores e o processo de avaliação.
“A Educação Pública em Novo Horizonte, é considerada uma das melhores do país, atingindo
por várias vezes a melhor nota Índice de Desenvolvimento da Educação Básica (IDEB). É, por tanto,
um exemplo a ser seguido. A partir dessa formação, trouxemos um poruco dessa experiência para o
Cachoeiro”, ressalta a secretária municipal de Educação, Cristiane Paris.
O trabalhos em rede desenvolvido em Novo Horizonte será aplicado em Cachoeiro durante os
próximos 4 meses que antecedem a Prova Brasil, que mede habilidades e cmpetências em Português
e Matemática de alunos do 5º e 9 anos do Ensino Fundamental. Todo o material utilizado por
Magri para avaliar o desempenho de alunos utilizado nas escolas municipais.
“Nossas escolas já trabalham em Rede, mas a idéia agora é intensificar esse trabalho,
para que todas falem a mesma língua e obtenham resultados semelhantes”, explica a
secretária municipal de Educação, Cristiane Paris.

Cachoeiro de Itapemirim(SP), 27/08/2013.

IDEB – UMA EXPERIÊNCIA DE SUCESSO

MUNICÍPIO REFERÊNCIA NO ENSINO BRASILEIRO REPASSA SUA EXPERIÊNCIA
PARA PARCEIROS DO SISTEMA DE ENSINO EXPOENTE

A educação municipal oferecida em Novo Horizonte (SP), parceira do Grupo Expoente desde
2001, foi recentemente chamada de “um exemplo raro e louvável” pela Revista Veja. O município figura
entre as melhores notas nacionais do Ensino Fundamental no Índice de Desenvolvimento da Educação
Básica - IDEB. A reportagem especial afirma que “um conjunto de ações bem executadas garante o
avanço de Novo Horizonte rumo a uma educação universal de qualidade”. Para repassar esta

experiência de sucesso, Paulo César Magri, professor
e secretário de Educação e Cultura do Município de
Novo Horizonte realizou palestras em municípios
conveniados ao Expoente, oferecendo uma
oportunidade de reflexão das práticas educacionais
públicas.

Em junho, professores, coordenadores, diretores,
vice-diretores e psicopedagogos da rede de ensino
municipal de Ourinhos, no interior de São Paulo,
assistiram à apresentação “Ideb – uma experiência de
sucesso”.

O secretário contou que desde a municipalização do ensino fundamental, promovida em 2005,
ele revolucionou a educação em Novo Horizonte com a metodologia de trabalho em rede, conhecida
entre os gestores como “Rede Ideal de Ensino”. De acordo com Magri, o desenvolvimento de
atividades em rede tem é um dos segredos da melhoria da qualidade de ensino.

Além de provas semanais, os alunos participam de Ciclos de Simulados, quando são aplicadas
em torno de cinco mil testes para as turmas a partir do 3º ano. Assim, os educadores tem a
oportunidade de avaliar o desempenho individual dos estudantes. Aos que apresentam difuculdades,
é oferecido o aprofundamento escolar, um reforço de estudos sob a orientação de um coordenador
pedagógico.

Segundo Paulo César Magri, os professores de toda a rede municipal se encontram no mesmo
horário e local para o Horário de Trabalho Pedagógico Coletivo - HTPC, com o objetivo de criar um
cronograma das atividades que serão desenvolvidas também trocar experiências. Nesse encontro
semanal, os educadores, agrupados em séries, estudam e planejam suas aulas. “Com a educação em
rede, se uma criança precisar mudar de escola, não sofrerá para se adaptar ao conteúdo, pois todas
as unidades estão em sintonia”, afirma Magri.

“Resumindo, trabalhar em rede é um trabalho árduo, que requer compromentimento, confiança,
olhar no olho, amor no que faz, sem distinção de classe. Nós educadores temos que saber educar
todos da melhor forma, não podemos deixar que crianças e adolescentes cresçam sem saber ler e
escrever, isso é direito delas”, explica Magri.

Todos os alunos da rede municipal utilizam o material didático do Sistema de Ensino e
participam anualmente do Sistema de Avaliação Expoente (SAE), que estimula a melhoria constante
das escolas conveniadas, por meio de uma cultura avaliativa. O Grupo Expoente garante à área pública
o mesmo material oferecido à área privada, possibilitando a todos o acesso a um ensino de qualidade.

Impressão Pedagógica, 26/09/2013.

JORNAL O ESTADO DE SÃO PAULO

RS SE DESTACA EM ANOS FIANIS; MG É MELHOR NOS ANOS INICIAIS
Nos anos finais do ensino fundamental – do 6º ao 9º ano -, a melhor rede municipal do Brasil

está em Picada, no Rio Grande do Sul, com IDEB de6,9, O município de Novo Horizonte, em São
Paulo, é o segundo neste ranking, com nota 6,7. O terceiro na lista também é uma rede paulista:
Itápolis, com a nota 6,6.

O resultado dos dois municípios paulistas dos dois municípios paulistas chamou a atenção do
coordenador de projetos da Fundação Lemann, Ernesto Martins Faria. “Ambos os municípios
apresentarem um IDEB acima de 7 nos anos iniciais do ensino fundamental, elas apresetaram avanços
importantes nos anos finais.”

A pior rede municipal nos anos finais está em Almadina, na Bahia, com 1,5. Outro munípio com
esta nota é Coronel Ezequiel, no Rio Grande do Norte.

Já nos anos iniciais, onde as notas costumam ser maiores, a melhor rede municipal está em
São José da Barra, município de Minas, com nota 8. O índice está dois pontos acima da média para
2021, que foi estimada em 6. A primeira cidade paulista que aparece nesta lista é Monte Castelo, com
IDEB de 7,6, mesma nota do município de Paulistânia, também em São Paulo./B.F.S., L.F.T. e V.V.

Jornal O Estado de São Paulo, 07/09/2014.

DIÁRIO DA REGIÃO

O 2º MELHOR ENSINO DO BRASIL
NOTA DO IDEB DE NOVO HORIZONTE É A PRIMEIRA NO ESTADO DE SÃO PAULO NOS ANOS FINAIS E A
SEGUNDA MELHOR NACIONALMENTE; NO PERÍODO INICIAL, CIDADE FICOU EM SEGUNDO LUGAR NO ES-

TADO E EM SEXTO NO PAÍS

Novo Horizonte foi a cidade da região que mais se destacou na nota estadual e nacional do
Índice de Desenvolvimento da Educação Básica (IDEB) de 2013. A média atingida nos anos iniciais
(4º e 5º) foi 7,4 pontos, enquanto a dos anos finais (8º e 9º) foi de 6,7, notas acima das metas projetadas
para 2021 pelo Ministério da Educação.

Acidade ficou em segundo lugar no Estado e em sexto no Brasil, no período letivo inicial. No
período final, figurou em segundo lugar na classificação nacional em primeiro na estadual.

O indicador leva em conta dois fatores que interferem na qualidade da educação: o rendimento
escolar (que inclui taxa de aprovação, reprovação e abandono) e metas de desempenho na Prova
Brasil, em uma escala de 0 a 10.

Segundo o diretor municipal de Educação e Cultura de Novo Horizonte, Paulo César Magri, o
destaque é resultado do tipo de ensino aplicado em toda rede. “Não temos uma com nota nove e outra
com nota dois. Atingimos um parâmetro, uma média boa entre todas as escolas”, afirma.

Entre disciplinas com melhor desempenho nas instituições de ensino da cidade estão as de
língua portuguesa e matemática. “Primeiro focamos o fundamental no ensino do Português, voltado a
ensinar quando o conteúdo não é aprendido. Temos aprofundamento em matemática, para aqueles
que tem destaque e também a complementação para os alunos em dificuldade”.

Outro fator importante ressaltado pelo diretor é a existência de uma equipe multiprofissional,
com psicólogos, fonoaudiólogos, terapeuta educacional, psiquiatra infantil, neuropsiquiatria, pedagogo
familiar, psicopedagogo e assistente social. “Eles trabalhando junto às famílias, que são atuantes, para
garantir o aprendizado, impedindo que o prossiga sem estar dominando as habilidades e competências
para tal. O horário pedagógico é coletivo. Então em um mesmo dia, horário e locar, são traçadas as

ações e objetivos da semana, o que permite a troca de experiências entre os anos letivos e as disci-
plinas”, afirma Magri.

EMPENHO PARA CONQUISTAR NOTA

De Acordo com a diretora de uma das escolas de ensino fundamental nos anos iniciais, Cibele
Gonçalves Teodoro da Silva, o bom resultado pode ser explicado pela liderança eficiente e pelo traba-
lho em equipe. “Se é uma rede, temos que andar juntos, trabalhando com quatro apostilas por
bimestres e com os simulados”, afirma Cibele, que também desta a participação dos pais na escola
como indispensável

Para a professora de língua portuguesa Ana Maria Soares Sales, a nota foi conquistada graças
a muito empenho. “Acreditar na criança é fundamental. Elas ficam entusiasmadas na sexta-feira com
o simulado, são comprometidas, perguntam sobre a própria porcentagem e da sala. O aluno precisa
se sentir bem no locar em que estuda”, diz Ana Maria.

Segundo a coordenadora pedagógica Norma Sueli Bertoluci do Santos, os educadores seguem
o mesmo padrão. “Todos falam a mesma língua, verificamos aquele aluno que tem dificuldade no
aprendizado, sempre estimulando o aumento no ensinamento. Há preocupação com uma constante
sistematização”, afirma Norma.

João Vitor tem 10 anos e está no 5º ano do ensino fundamental. Ele diz que evita sempre faltar
as aulas. “Falo para os meus pais: Não posso faltar, porque preciso estudar bastante, para ser Presi-
dente do Brasil”, diz João Vitor.

Rafaelly Maria Silva Ferreira, de 10 anos, está no 5º ano do ensino fundamental e pretende ser
veterinária. “Gosto mais das aulas de matemática, mas sei que tenho que aprender muito mais”, afirma
Rafaelly.

Gabriel Cardoso Lucas, de 10 anos, também no 5º ano e pretende seguir outra profissão. “As
aulas de matemática são as mais legais, mas quero ser dentista quando crescer. Como os professores
são exigentes precisamos estudar muito”. (CZ).

INTERESSE NO INÍCIO PARA COBRAR DEPOIS

De acordo com a coordenadora de língua portuguesa Adriana Vieira da Silva, Até mesmo os
pequenos problemas são encarados com muita seriedade, algo que tem despertado a paixão dos alu-
nos pelo estudo. “Para todo pequeno problema que aparece buscamos solução. Temos também a
preocupação com os alunos enquanto seres humanos. Queremos saber se ele começou, se vem de
uma família bem estruturada. Tudo para conhecer o limite do próprio aluno”, diz.

Para a professora de língua portuguesa Adriana
Virginia Maximiano Gomes o resultado da prova é uma
prova do compromisso e da responsabilidade de cada
profissional. “Aplicamos os ensinamentos com muito
amor, não estamos aqui só para estudar, mas sim para
passar conteúdo, já que a família é responsável por edu-
car e exigir tarefas. Quando um aluno falta, buscamos
os pais para participarem das atividades em sala de
aula”, afirma Adriana.

Zelo de mais não é motivo para exigir pouco. A diretora Daisy Basaglia Almagro, de uma das
escolas municipais de Novo Horizonte nos anos finais, aponta que as instituições têm estrutura para
atender os alunos. “A rede oferece assistência a alunos faltosos evadidos ou com baixo rendimento,
que precisam de atendimento especializado. Nossa escola é cheia de regras. Aqui o aluno está real-
mente para estudar”, diz Daisy.

Maria Isadosa Basaglia da Silva de 14 anos, estudando no 9º ano do ensino fundamental,
afirma que é motivada a ler muitos livros. “Gosto de todas as matérias, leio muitos livros de literatura
e ficção científica. Passamos pelo período de adaptação de todas as regras na escola e hoje respeita-
mos muito cada um. Se não fosse a cobrança, não teríamos chegado nesse resultado tão bom”, afirma
Maria.

Lara Lis Torsani Gomes estuda com Maria Isadora e considera os grupos de estudos outro
elemento importante na educação. “Temos grupos de estudo para alunos que tem dificuldade e alunos
que tem facilidade e podem se aprofundar em um tema. Sempre buscando o nosso melhor. Vemos
que cada professor se dedica bastante para nos ajudar e consideramos o ambiente escolar nossa
segunda casa”, diz Lara.

Jornal Diário da Região-Catanduva, 11/09/2014.

JORNAL LIBERDADE

EDUCAÇÃO DE NOVO HORIZONTE RECEBE ELOGOIS DO MAIOR EDUCADOR E
PEDAGOGO DO BRASIL

Uma resposta. Nada mais.

A circunstância de viver viajando pelo país inteiro, das selvas do norte aos pampas do sul,
somada ao fato de ser geografo em minha primeira formação acadêmica e, mais ainda, e de adorar
conversar com pesso-as que acabo de conhecer, quase sempre acaba por dar origem a uma mesma
pergunta: - Qual o melhor município do Brasil para se viver?

Embora eu tenha a resposta sem-pre na "ponta da língua" adoro esticar o papo e proponho que
adivinhem a resposta, impondo-se algumas ques-tões desafiadoras.

Assim, a conversa rola livre solta e, geralmente, pela noite adentro, vou esclarecendo que o
município do Brasil que eu adoraria viver não tem praias paradisíacas, não possui ser-ras coroadas
pela neve ou neblina, não possui os edifícios mais altos do planeta e nem portas abertas ao mar, de
onde chegam gentes e produtos do mundo inteiro. As negativas se sucedem e bem sei que após o na-
tural cansaço pelas respostas que desafiam, outra pergunta surge: Mas, se esse município que voce
elegeu como símbolo não possui essas atrações, porque sua escolha?

Explico então que a escolha de um torrão ideal quase sempre se liga a nossa profissão e nossos
sonhos e como sou professor idealizo um município, esteja ele onde estiver e que faz da educação de
seus alu-nos o ponto crucial de suas metas. Município que eleva a qualidade do seu ensino a
patamares somente possíveis aos que enseja plantar amanhã e criar gerações de pessoas pensantes,
criativas, arrojadas e que sabem que nasceram em um lugar onde a aprendizagem fala mais alto que
estátuas iluminadas, que espetá-culos públicos de orgia em custos ou ainda tantas e tão tolas
proclamações de grandeza que não se escoram na realidade dos números.

Digo, finalmente, que gostaria de viver onde todos os brasileiros mereceriam viver, onde o olhar
para o futuro fosse pleno de esperanças e de certezas. Concluo dizendo que é município em que os
índices de avaliação (IDEB) ocupam a posição de primeira do estado e uma das primeiras do Brasil.

Sem mais delongas vou con-cluindo a conversa, anunciando seu nome que, curiosamente,
parece até se confundir com a esperança maior da educação brasileira: Novo Horizonte. Isso mesmo,
como é bom acreditar em um novo horizonte.

CELSO ANTUNES:
Educador. Consultor Educacional da Fundação Roberto Marinho,

sócio fundador do movimento Todos pela Educação, autor de mais de
200 obras educacionais publicadas pelas mais importantes editoras do
país e algumas traduzidas para países da América Latina, América do
Norte e Europa. Em 10/09/2014.

Jornal Liberdade, 13/09/2014.

JORNAL LIBERDADE

EDUCAÇÃO DE NOVO HORIZONTE É 1ª DO ESTADO COM NOTAL 6,7

“MUNICÍPIO OCUPA O 2º LUGAR DO BRASIL”

Trabalho, dedicação, empenho e muita força de vontade. Tudo isso faz parte do dia a dia da
equipe pedagógica da DMEC (Diretoria Municipal de Educação e Cultura) da Prefeitura de Novo Hori-
zonte.

Todo o conteúdo didático ensinado em sala de aula, incluindo atividades extracurriculares e
simulados aplicados semanalmente aos alunos, fez com que a educação de Novo Horizonte fosse
apontada, mais uma vez, pelo IDEB (Índice de Desenvolvimento da Educação Básica), como referên-
cia no Estado de São Paulo e no País.

Os dados divulgados pelo Governo Federal mostram a evolução do ensino de Novo Hori-
zonte. O município alcançou, de acordo com o IDEB, nota 7,4 no ensino fundamental I (5° ano),
classificada com a segunda maior do Estado e a 6" maior do Brasil. Além desta pontuação, a educa-
ção do município obteve nota 6,7 no ensino fundamental II (9º ano), atingindo o 1º lugar do Estado e
o 2º lugar do Brasil.

O IDEB é um indicador geral da educação nas redes privada e pública. Foi criado cm 2007 pelo
Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (IDEB) e leva em conta dois
fatores que interferem na qualidade da educação: rendimento escolar (taxas de aprovação, reprovação
e abandono) e médias de desempenho na Prova Brasil, em uma escala de 0 a 10.

Contente com a notícia, o Diretor Municipal de Educação e Cultura de Novo Horizonte, Paulo
César Magri, diz que um conjunto de ações bem executadas garante o avanço de Novo Horizonte
rumo a urna educação universal de qualidade.

Entre as ações, lembra o Diretor, estão a adoção de um currículo unificado, avaliação frequente
de alunos, cooperação para formação dos professores e também avaliação dos docentes, incentivo à
participação dos pais na vida escolar e combate a fraquezas identificadas na rede.

"Isso é mérito de toda uma equipe, pessoas que confio e atribuo funções que fazem com que
a educação seja tratada de forma muito séria. Trabalho com gratules educadores, gente que se de-
dica ao máximo", lembra Paulo Magri.

O Poder Público Municipal também acredita e investe na qualidade educacional do município.

"Fico muito contente em saber mais uma vez que a educação de Novo Horizonte está entre a
melhor do Estado e do Brasil. Isso mostra que estanhos no caminho certo, ou seja, oferecendo condi-
ções dignas de estudo às nossas crianças, como escolas bem estruturadas e equipadas e material
didático apostilado. Cito, também, o trabalho da equipe da Diretoria de Educação, mestres comprome-
tidos pela arte de ensinar e deformar grandes cidadãos. Parabenizo a todos pela grande conquista,
novamente", diz o prefeito Toshio Toyota.

De acordo com o IDEB, São Paulo foi o estado que apresentou o mais alto índice de Desenvol-
vimento da Educação Básica.

Para chegar ao índice, o MEC calcula a relação entre rendimento escolar (taxas de aprovação,
reprovação e abandono) e desempenho na Prova Brasil aplicada para crianças do 5º e 9º ano do
fundamental e do 3° ano do ensino médio. O índice é divulgado a cada dois anos e tem metas proje-
tadas até 2021, quando a expectativa para os anos iniciais da rede estadual é de uma nota 6,0.

Assessoria de Comunicação/ Prefeitura de Novo Horizonte.

Jornal Liberdade, 13/09/2014.

INSTITUTO HOLOS

Certificado do Institudo Holos de Qualidade, 07/2015.

REVISTA IMPRESSÃO PEDAGÓGICA

HORA DE COMEÇAR
A REDE MUNICIPAL DE ESCOLAS DA CIDADE DE BALSAS (MA), CONSIDERADA A “PRINCESINHA DO SUL
DO MARANHÃO”, É AGORA CONVENIADA COM O SISTEMA DE ENSINO EXPOENTE (SEE)

Foto: Divulgação/Expoente.

O Grupo Expoente fornecerá materiais didáticos, assessoria pedagógica especializada, entre
outras soluções educacionais e tecnológicas, para atender a professores e alunos dos 5º aos 9º anos
do Ensino Fundamental.

O início da parceria começou com a implantação do SEE pela assessora pedagógica do Grupo
Expoente, Elenize Maria Maffei, e pela secretária de Educação do município, Ana Lúcia Noleto Bastos,
em meados deste ano. Os encontros aconteceram na Universidade Federal do Maranhão (UFMA) e
contaram com a presença dos professores de Língua Portuguesa, Matemática e Ciências dos seg-
mentos de 5º a 9º anos. Esse evento contou também com a presença da secretária de Educação do
município, que enfatizou a importância da parceria com o Grupo Expoente para melhorar o Índice de
Desenvolvimento da Educação Básica (IDEB) do município.

Os professores também puderam acompanhar a palestra do secretário de Educação de Novo
Horizonte (SP), Paulo Magri, que compartilhou sua experiência no município em que atua para inspirar
os educadores, e conhecer o Portal Escola Interativa, que foi apresentado a eles. A implantação con-
templou ainda a palestra da educadora Sheila Santos, que falou sobre o tema pedagógico do biênio
2015– 2016, "Vínculos e aprendizagem", mostrando a importância dos vínculos afetivos na relação
professor-aluno para melhorar a aprendizagem.

“A receptividade foi maravilhosa. Estamos muito felizes em oferecer o sistema de ensino para
Balsas, pois temos a certeza de que poderemos contribuir muito para a melhoria da qualidade do
ensino no município”, conta Elenize.

“Gostei da apresentação do material e do
apoio oferecido pelo Portal Escola Interativa.”
- Laila Cristina Alves de Souza, professora de
Matemática da Escola Municipal Elias Alfredo
Cury.

“A exposição do Portal Escola Interativa foi
clara e precisa. Meu sonho é ver a adoção do
Sistema de Ensino Expoente nas escolas de
Ensino Fundamental, pois assegura muitos
procedimentos educacionais para todos envol-
vidos na comunidade escolar.” - Gilgran Costa
Guimarães, professor do 5º ano da Escola Mu-
nicipal Raimundo Lopes dos Santos.

“Estou satisfeita com a palestra do Paulo Magri
e as trocas de experiências maravilhosas. Vo-
cês estão de parabéns!” - Francilene Lima de
Souza, professora da Escola Municipal Menino
Jesus.

"Simplesmente excelente!” - Priscila Marques
da Silva, professora de Língua Portuguesa da
Escola Municipal Cirilo Joaquim dos Santos.

SOB UM NOVO OLHAR
COMO PARTE DA FORMAÇÃO CONTINUADA, PROFESSORES E GESTORES DA PREFEITURA DE CAMPOS
DOS GOYTACAZES (RJ), CONVENIADA COM O SISTEMA DE ENSINO EXPOENTE (SEE), RECEBERAM

UM CICLO DE PALESTRAS TRANSFORMADORAS NO PERÍODO DE VOLTA ÀS AULAS DO SEGUNDO
SEMESTRE

O ciclo de palestras foi denominado "Avaliação significativa – aprender é a perspectiva" e con-
tou com a parceria entre o Grupo Expoente e a Secretaria de Educação do município, a qual atende a
mais de 45 mil alunos em escolas urbanas e rurais.

Para orientar os educadores, que são os responsá-
veis por todo o universo de cabecinhas pensantes em
sala de aula, o doutor em Educação e professor Júlio
Furtado falou sobre a importância do planejamento
para as aprendizagens significativas.

Já o palestrante Rafael Silva Pereira abordou
o tema dislexia ou falta de estímulo de competências
iniciais para a leitura e a escrita. A terceira e última
palestra do dia – "IDEB: a experiência que deu certo"
– trouxe um case de sucesso do SEE, em parceria
com a Prefeitura de Novo Horizonte (SP), e contou
com a fala do secretário de Educação do município
paulista, Paulo Magri, que comentou sobre a experi-
ência em seu município.

O público se mostrou muito animado com a troca
de experiências e conhecimentos proporcionada pelo
evento. “Incrível este palestrante, Paulo Magri, para-
béns! Lindo o projeto implantado na cidade”,
comentou a professora Jocinete Salvo da Silva.

Revista Impressão Pedagógica #56 - pag 18 a 21, 08 a 12/2015.

REVISTA SUPERINTERESSANTE

UMA ESCOLA NÃO É UMA ILHA

Prof.ª Hebe Almeida Leite Cardoso

Novo Horizonte(SP):

Habitantes – 32.432

Taxa de Alfabetização - .89,7%

Alunos – 1.100

Até 2007, as escolas de Novo Horizonte, a 410 km de São Paulo, não eram diferentes do este-
reótipo da escola pública no Brasil: grades nos corredores, cadeiras quebradas, muros pichados,
alunos fora das salas e índices de desempenho baixos. A mudança começou quando as escolas pas-
saram das mãos do Estado para as do município. Para Paulo César Magri, secretário de Educação e
Cultura, o primeiro passo foi deixar o ambiente escolar agradável.

Um dos pioneiros na mudança foi o colégio Prof.ª Hebe de Almeida Leite Cardoso. Carteiras
foram trocadas, salas de aula pintadas e climatizadas. Nas áreas comuns, brotaram ipês, primaveras
e orquídeas.

Em todas as escolas da cidade foram criados espaços de convivência: quiosques, bibliotecas
com sofás, salas de música com piano e banheiros com toalhas e espelhos. “Nunca mais tivemos
entupimento, pichação ou quebra de bancos. Os alunos entenderam que a escola também é deles e
passaram a zelar”, conta Paulo.

Hoje, a manutenção da Hebe é feita com cerca de R$ 10 mil anuais recebidos da Prefeitura, e
com doações dos pais e dinheiro arrecadado em festas. “Muito se fala sobre investimento em infraes-
trutura, mas economizamos cuidando do que já temos”, conta a diretora Maria Cristina Bertolini do
Prado.

Os alunos ocuparam a escola, reduzindo a evasão. É comum encontrar estudantes de outros
períodos na biblioteca, fazendo atividades extracurriculares. Em 2014, nenhum aluno largou a escola
– no Brasil, em 2014, cerca de 450 mil alunos deixaram a escola nos anos finais.

Para combater a evasão, vale tudo. Secretário há 16 anos, Paulo vai à rádio local convocar os
pais para se envolver na vida escolar dos filhos. “É um direito dos alunos ter ensino gratuito e de
qualidade, e obrigação dos pais fazer valer esse direito”, afirma.

Para acompanhar o desempenho dos alunos e a qualidade do ensino, as escolas municipais fazem
avaliações semanais simultâneas com os alunos. A medida ajuda a medir constantemente os níveis
de aprendizado no município. “Assim, as escolas conseguem crescer juntas”, afirma o secretário.
“Construímos uma cultura de avaliação que não é punitiva. Avaliamos para saber se os alunos estão
aprendendo e como podemos ajudá-los a avançar”, explica a diretora Maria Cristina.

Segundo a coordenadora pedagógica Thaís Machado, o trabalho em redes ajuda na troca de
conhecimento entre professores de diferentes escolas. Uma vez por semana, os docentes municipais,
divididos por disciplinas, discutem a melhor maneira de abordar os conteúdos. “Os professores de

matemática discutem, por exemplo, como ensinar triângulos retângulos. Os de português, como me-
lhorar na leitura, e assim por diante. Compartilhando os métodos fica mais fácil entender como ensinar
melhor”, revela Thaís.

Para Paulo, essas discussões possibilitam trocas de saberes muito ricas. “Deixamos de ver as
escolas como ilhas isoladas, mas como grandes redes de trocas e vivências”, explica. Todo o esforço
é recompensado financeiramente e também pelos alunos. Para os professores, o salário – maior do
que o que ganhavam na época em que as escolas da cidade eram estaduais -, ajuda, claro.

Mas a maior gratificação mesmo fica por conta do reconhecimento dos alunos e a revalorização
da profissão. Victoria ainda não terminou o Ensino Fundamental, mas já pensa no magistério: “A edu-
cação realmente pode transformar a vida das pessoas. Isso já está acontecendo comigo. O mundo
que eu vejo hoje não é mais o mesmo do que eu via quando cheguei aqui. Quero ser professora para
fazer isso pelos outros também”, complementa.

Revista Super Interessante, 12/2015.

INFORMATIVO ESTIVA

Quase 500 alunos das redes públicas e particular de ensino de Novo Horizonte participaram da
cerimônia de formatura do Proerd — Programa de Repressão as Drogas e a Violência, realizada no
dia 15 de junho, no Ginásio de Esportes da Soreprima que estava totalmente lotado com os familiares,
educadores e convidados.

Ana Ester Moraes de Biasi e Dra. Nancy Machado de Biasi foram as madrinhas dos alunos na
edição 2016 e externaram sua satisfação em estar entre os jovens estudantes falando de um assunto
tão sério. "Consideramos este evento uma das mais importantes e nobres iniciativas da Policia Militar
e é com muita honra que participamos", falou Dra. Nancy. A mesma alegria encheu o coração de dona
Ana Ester que agradeceu a honra de ser madrinha dos alunos. "Foi o melhor presente já recebido, tao
carinhosamente, este convite para ser madrinha de vocês. Estarei sempre ao lado de todos, pedindo
a Deus que sejam vitoriosos em suas realizações e conquistas", afirmou.

Realizado pela Policia Militar, o Proerd é desenvolvido no primeiro semestre com alunos do 5°
ano do Ensino Fundamental e a formatura é sempre um grande acontecimento, que conta com o pa-
trocínio da Usina Estiva. O apoio da empresa inclui ainda camisetas para os alunos e os prêmios para
os autores das melhores redações sobre o programa: bicicletas para os melhores de casa sala de aula,
smartphone para os vencedores de cada escola e um notebook para a autora da melhor redação do
ano, a aluna Rafaela Vitoria Teixeira de Oliveira, da Escola Municipal Hebe de Almeida Leite Cardoso.

Sandro Cabrera, Roberto de Biasi e sua esposa Joseli Magri de Biasi, e Lilian Maria de Biasi
Gomes, representantes da Usina Estiva, participaram da cerimonia e da entrega dos prêmios. Sandro
contou, em breves palavras que um jovem, que fez o Proerd há mais de cinco anos, tentava ajudar um
amigo que se envolvera com drogas e emocionou o monitor do projeto, cabo PM Miron, ao lembrar
que seu belo trabalho rende frutos maravilhosos. "São 15 anos deste projeto maravilhoso e a Usina
Estiva e muito grata por fazer parte disto, é gratificante demais", disse Sandro.

O diretor municipal de Educação e Cultura, Paulo Magri, lembrou Pitágoras ao dizer que o
trabalho do Proerd, da escola e da família é o de "educar as crianças Para não precisar punir os adul-
tos" e, mais uma vez, agradeceu todo o apoio que a Estiva da as ações educacionais, especialmente
ao Proerd. A cerimônia contou com a presença de autoridades civis e militares, entre estas o padre
Fabio Pagotto Cordeiro; promotores de justiça Luiz Rebellato e Gabriella Passos; o juiz Mateus de
Campos; vereadores e dirigentes de entidades que foram recepcionados pelo comandante da Policia
Militar, tenente-coronel Jose Roberto Salgado dos Santos e o capitão Ronaldo Cheruti Moreto, que
comanda o policiamento de Novo Horizonte.

Houve apresentação de dança, pelas alunas da EMEF Hebe A.L. Cardoso, coreografadas pelos
professores Ródnei do Vale e Maristela Glad, que também colocam duas estátuas vivas logo na en-
trada do ginásio. A Banda Regimental da Polícia Militar, sob a regência do subtenente Pavaneti,
executou o Hino Nacional e outras belas canções, entre elas a música Estrada da Vida, da dupla
sertaneja Milionário e Zé Rico.

Informativo Estiva, 06/2016.

INFORMATIVO ESTIVA

ERA UMA VEZ BRASIL – A CAMINHO DE PORTUGUAL
Emoção, ansiedade, expectativa, esperança eram apenas alguns dos sentimentos que se mis-

turavam no coração e transpareciam em olhares ansiosos de 87 alunos no Centro Cultural Gino de
Biasi Filho, na noite de 14 de setembro.

Junto com seus familiares, professores e amigos, os estudantes esperavam o anuncio dos dez
selecionados para a terceira etapa do Era Uma Vez... Brasil, projeto de arte-educação patrocinado
pela Usina Estiva, com apoio da Lei Rouanet, realizado pela Origem Produções e em parceria com a
Diretoria de Educação de Novo Horizonte.

Os dez selecionados foram, Luiza Bento Luna; Barbara Lorena Casagrande; Enzo Colombo
Perini; Samuel Videira da Silva; Mariana Francisquini e Alia Delsin de Souza da Escola Francisco Al-
vares Florence; Elisa Cardoso, da Escola Hebe A. Leite Cardoso; Anthony de Souza, da Escola Manoel
Roque; Lyvia Araújo Cosme, da Escola Pedro Teixeira de Queiroz, e Ludmila Pereira Coelho, da Es-
cola Mario Florence.

O grupo se completa com o professor Jailson Jose Zanini, da Escola Francisco Alvares Flo-
rence e da professora Mariana Cabrera, da Escola Pedro Teixeira de Queiroz e da diretora da Escola
Hebe, Maria Cristina Bertolini do Prado.

O diretor de Educação de Novo Horizonte,
Paulo Magri, lembrou o quanto e importante in-
vestir em educação, pois ela 6 a "ferramenta que
constrói um pais, que transforma vidas" e voltou
a destacar o papel importante que a Usina Estiva
desempenha no município. "Uma empresa que
conhece o poder da educação, que acredita nisto.
Eu tenho tanto orgulho desta parceria e agradeço
muito a todos vocês", apontou Paulo ao se dirigir
a Sandro Cabrera, Valeria de Biasi Cabrera e Li-
lian de Biasi Gomes, que representavam toda a
diretoria da empresa no evento.

Sandro também falou sobre o sucesso da parceria entre a Usina Estiva e a Diretoria Municipal
de Educação. "E uma parceria de sucesso que busca os mesmos objetivos, ver estes jovens ganhando
o mundo", apontou.

Sandro abriu o envelope com os nomes dos finalistas e elogiou o empenho de cada um e das
famílias, que apoiaram o empenho dos filhos. Também afirmou aos que não foram selecionados, o
quanto a experiencia será marcante em suas vidas. "Aos que chegaram até aqui fica a certeza de que
ganharam muito em aprendizado e experiencia, momentos que ficarão gravados fazendo a diferença
na vida de cada um de vocês", disse Sandro.

O empresário ainda falou aos professores das escolas sobre o papel importante exercem para
as crianças. “Vocês são muito importantes na vida de nossos filhos". E ainda agradeceu a confiança
que os pais depositam na Usina Estiva. “Nós, junto com todos os que estão trabalhando por este
projeto, agradecemos e faremos de tudo para que possamos proporcionar uma linda experiencia para
os filhos de vocês''.

Marici Vila, da Origem Produções também participou do anúncio dos finalistas para a terceira
e última etapa do projeto. Enaltecendo a importância na escola na vida das pessoas, Marici elogiou o
grupo de Novo Horizonte e disse aos alunos que busquem compartilhar o que vão vivenciar na viagem.
"Levem para a vida de vocês a missão de retribuir suas conquistas e experiencias e que esta viagem,
este projeto, façam grandes transformações".

A viagem deverá acontecer em novembro quando o grupo se reunira com outros estudantes de
escolas da Bahia, Pernambuco e Rio de Janeiro para intercambio de dez Bias em Lisboa. O escritor
Laurentino Gomes vai acompanhar os estudantes e professores passando pelos mesmos lugares onde
a corte portuguesa passou antes de vir ao Brasil.

Informativo Estiva, 08 09/2016.

REVISTA EXAME

QUEM COPIA MELHORA
EXPERIÊNCIAS EM CIDADES BRASILEIRAS MOSTRAM QUE PROFESSORES E DIRETORES ESCOLARES ES-
TÃO, AOS POUCOS, APRENDENDO UNS COM OS OUTROS A MELHORAR A QUALIDADE DA EDUCAÇÃO.
FALTA O MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO APRENDER A LIÇÃO.

Desde 2005 os 39 000 mo-radores de No-vo Ho-ri--zonte, no interior paulista, estão presenci-
ando um verdadeiro salto de qualidade no ensino público. A nota média dos alunos do 5o ano da
cidade no Ideb, principal indicador da educação brasileira, feito com provas aplicadas a cada dois anos
em estudantes do 5o e do 9o ano, subiu de 5 para 7,4 (numa escala de zero a 10). É uma melhoria
que o Ministério da Educação (MEC) esperava que a cidade alcançasse após 2021. De cada dez
alunos do 5o ano nas escolas de Novo Horizonte, cinco têm conhecimentos de matemática acima do
esperado para a idade. Na média nacional, apenas 10% ostentam a mesma habilidade. Praticamente
não há repetência na cidade: ao menor sinal de que um aluno está indo mal nos estudos, ele é convo-
cado para aulas de reforço não raro ministradas pelos melhores docentes da cidade. O diagnóstico é
rápido porque, exceto feriados, toda sexta-feira os 5 500 alunos da rede municipal fazem provas for-
muladas pela Secretaria de Ensino local. As notas são tabuladas no mesmo dia e, na semana seguinte,
viram tema de estudo num encontro dos 320 docentes municipais. Os encontros têm um quê de sessão
de terapia em grupo. Professores cujos pupilos tiraram notas más precisam explicar em público os
motivos do mau desempenho. Docentes mais experientes, e que atuam como tutores, estabelecem
um plano de ação com metas para contornar o resultado. Quem não melhora, ou não demonstra inte-
resse na tutoria, é tirado da sala de aula e vai cuidar de funções administrativas. Já o professor que
apresenta resultados consistentemente acima da média vira consultor da rede para falar de suas téc-
nicas para atingir a excelência. A troca de dicas versa sobre aspectos bem práticos: como montar uma
prova que realmente teste os conhecimentos dos alunos, de que maneira controlar uma classe baru-
lhenta, e por aí vai. O resultado é que hoje as cinco escolas de Novo Horizonte têm notas acima de 7
no Ideb para o 5o ano do ensino fundamental — a diferença entre elas é de 0,5 ponto. Em 2007,
quando o MEC passou a divulgar notas separadas por escola, a diferença era de 1,3 ponto — a pior
havia tirado 4,5. “A troca de experiências permitiu a toda a rede melhorar o resultado”, afirma Paulo
Magri, secretário municipal de Educação em Novo Horizonte.

Escola em Novo Horizonte (SP): os professores se reúnem semanalmente
para discutir táticas para seus pupilos aprenderem mais e melhor

A revolução do ensino em Novo Horizonte, se de-
pendesse do Ministério da Educação, ficaria restrita aos O MEC colhe frustrações em seus

novo-horizontinos. Nos sites e conteúdos produzidos pelo projetos. No Proninfância, apenas

ministério, não há nenhuma linha sequer sobre a receita da
excelência educacional da cidade. Num país com 5 570 36% das creches saíram do papel

municípios — e 5 570 secretários de Educação —, trata-se desde 2007

de uma enorme oportunidade perdida. “Há muita inovação

no ensino que não é replicada porque o MEC não sabe reproduzir histórias de sucesso”, diz Ricardo

Paes de Barros, economista-chefe do Instituto Ayrton Senna, professor na escola de negócios Insper

e um dos maiores especialistas em educação no Brasil. Historicamente preso à armadilha de pensar

em políticas públicas de cima para baixo, o ministério há anos colhe frustrações nos projetos que

encabeça. A começar pelo Programa Alfabetização na Idade Certa, anunciado em 2012 com um in-

vestimento de 2,7 bilhões de reais para a formação de professores em universidades públicas a fim de

garantir que todas as crianças chegassem aos 8 anos sabendo ler e escrever. Os primeiros resultados

foram controversos: uma avaliação com alunos de 3o ano do ensino fundamental, e divulgada no fim

do ano passado, mostrou que 22% dos alunos não conseguem compreender um texto simples e mal

esboçam uma frase completa. O Proinfância, lançado em 2007 para destinar 10 bilhões de reais à
construção de 8 700 creches, concluiu apenas 36% da meta. Há mais de 3 400 obras paradas, cance-

ladas ou não iniciadas. Embora o orçamento da pasta tenha triplicado desde 2003, a média geral do

Ideb brasileiro para alunos do 5o ano subiu apenas 0,7 ponto. Na última avaliação, de 2013, pela
primeira vez o país não atingiu a meta formulada pelo próprio MEC. “Faltou diálogo com estados e

municípios para melhorar a gestão escolar”, afirma o ministro Mendonça Filho, indicado em maio pelo

presidente interino Michel Temer. Até o fim do ano, Mendonça Filho deverá divulgar um plano nacional

para melhoria do ensino médio em parceria com estados e municípios (veja entrevista ao lado).

ONDE HÁ TROCA DE IDEIAS

Sem a devida publicidade do governo federal, fica a cargo dos próprios gestores escolares, e
da sociedade civil, a organização para espalhar os bons exemplos. A história de Novo Horizonte foi
uma das selecionadas para o Excelência com Equidade, projeto da Fundação Lemann, entidade de-
dicada à melhoria da educação, que, em 2012, mapeou práticas de excelência em comum em 250
escolas públicas com ótimo desempenho no Ideb país afora. Os conhecimentos, reunidos numa carti-
lha, foram colocados à disposição gratuitamente na internet e estão virando parte da bibliografia para
gestores escolares. As redes de ensino de Ceilândia, no Distrito Federal, e do Ceará incluíram a bibli-
ografia na formação de professores. Na internet, os resultados de Novo Horizonte chamaram a atenção
de gestores de outras cidades. “Já fiz palestras para mais de 10 000 professores de sete estados”, diz
Magri. “A maioria me procura depois de ler algo sobre nós no Google.” Foi o caso do professor goiano
Arcilon Sousa Filho, que visitou Magri em 2013, pouco depois de assumir a gestão da Educação na
prefeitura de Catalão, município de 100 000 habitantes a 256 quilômetros de Goiânia. Uma das primei-
ras medidas como secretário foi importar o sistema de reuniões periódicas entre professores adotado
em Novo Horizonte. Além disso, implantou um sistema de sessões de aconselhamento profissional
para os 800 professores municipais, com recursos do Itaú Social, organização voltada para a melhoria
do ensino. Os resultados apareceram logo: no Ideb seguinte, ao fim de 2013, as escolas da cidade
melhoraram as notas, em média, 30% sobre o exame anterior. Atualmente com nota 6,7 entre os alu-
nos do 5o ano, a rede de Catalão ostenta o oitavo lugar entre as melhores de Goiás. No exame anterior,
realizado em 2011, ocupava o 82o lugar. “Eu não conseguiria criar sozinho os métodos de avaliação
dos professores”, afirma Sousa.

A bem da verdade, o Ministério da Educação oferece diversas informações para o gestor esco-
lar realizar bem seu trabalho, como convênios para repasse de recursos, diretrizes para formação de
professores e regras do transporte escolar. Mas achar os dados em meio ao emaranhado de páginas
eletrônicas, tabelas de Excel e arquivos em PDF que o ministério costuma produzir é outra história.

“Nem sempre o sistema do MEC é palatável, até mesmo para quem tem experiência na área”, afirma
o educador Alessio Costa Lima, presidente da União Nacional dos Dirigentes Municipais de Educação
(Undime). Em parceria com o Instituto Natura e outras fundações privadas, em 2013 a Undime criou o
Conviva, site que reúne orientações sobre como aproveitar 11 programas do MEC, incluindo o Proin-
fância e o Pnaic. Dentro do Conviva há um fórum no qual gestores tiram dúvidas com seus pares. Do
ano passado para cá, a realização de videoconferências com educadores famosos, em que é possível
fazer perguntas ao vivo, fez a audiência do Conviva superar os 6 000 visitantes mensais, oriundos de
1 500 municípios. O site também armazena documentos internos de uma Secretaria de Educação. É
comum, ao fim do mandato de um prefeito, os gestores de saída levarem com eles boa parte da pa-
pelada. “Convênios importantes, como os de merenda ou transporte escolar, costumam ser cancelados
nas transições de governo”, afirma Karina Rizek, gerente de projetos do Instituto Natura. “Sem um bom
fluxo interno de informações não é possível melhorar a educação. ”

Enquanto o Brasil engatinha na cultura de troca de informações na educação, a experiência
internacional mostra que a colaboração está por trás de grandes revoluções no ensino. Em Xangai, na
China, o governo local tem desde os anos 2000 um programa em que escolas de alto desempenho
assumiram a gestão de outras consideradas ruins. Nessa força-tarefa, o diretor e um grupo seleto de
professores experientes da escola boa permanecem de um a dois anos no comando daquela que
precisa de reforço. Nesse perío-do, o pessoal da escola ruim fica numa espécie de castigo nas escolas
boas a fim de absorver práticas de excelência. O sistema é tido como responsável pela redução da
distância nas notas entre os estudantes chineses — no Pisa, teste internacional de qualidade do en-
sino, a diferença tem sido a menor entre 65 países. “A troca de funções tem o efeito de gerar
incubadores de ideias inovadoras que o sistema inteiro pode aprender”, afirma Andreas Schleicher,
diretor de educação e habilidades da OCDE, o clube de países ricos que coordena o Pisa.

Na mesma época que Xangai, o governo inglês lançou um programa semelhante para elevar o
rendimento de estudantes secundaristas de escolas da região central de Londres, área degradada
para os padrões locais. Por lá, a proporção de alunos que tiravam boas notas no GCSE, uma avaliação
dos secundaristas, era até 10 pontos percentuais menor do que a de estudantes de escolas de subúr-
bios, onde vive a classe média londrina. O resultado é que hoje os estudantes da cidade inteira tiram,
em média, 5 pontos mais do que a média inglesa. Em 2011, o programa foi estendido para Manchester
e Birmingham, metrópoles que até hoje convivem com escolas de baixo desempenho em bairros com
mais famílias pobres. “As técnicas das escolas de excelência elevam a capacidade e a confiança das
lideranças das escolas fracas”, afirma Tony McAleavy,- diretor da Education Development Trust, um
dos maiores institutos de pesquisa em educação do Reino Unido. Soluções para as desigualdades no
ensino do Brasil não faltam — basta o MEC querer disseminá-las.

Revista Exame - pag 50 a 55, 17/08/2016.

A GAZETA DA TARDE

REVISTA EXAME DESTACA A EDUCAÇÃO EM NH
A Educação de Novo Horizonte volta a ser destaque em nosso país. Esta semana uma das

revistas de maior circulação em todo o Brasil, a EXAME, em sua edição de número 1 119, de 17 de
agosto enaltece o trabalho, o dinamismo e a inventividade do Diretor Municipal de Educação, o pro-
fessor Paulo Magri, que repaginou o sistema educacional do município, que se tornou um dos maiores
orgulhos de nossa terra.

Em uma longa matéria de seis páginas a EXAME sugere aos demais municípios brasileiros que
sigam o exemplo de Novo Horizonte, tal qual fez a cidade de Catalão-GO, fazendo citação do reco-
nhecimento da Fundação Lemann. Antes a educação de Novo Horizonte já havia sido manchete e
destaque de outras grandes revistas do meio empresarial como: VEJA e Super Interessante.

Parabéns ao diretor Paulinho Magri e todos os profissionais envolvidos, que o orgulho de ser
exemplo por órgãos da imprensa de reconhecida idoneidade seja motivação para continuar traba-
lhando ainda mais por nossas crianças.

Na foto alunos da Escola Municipal de Educação Básica “Professora Hebe de Almeida Leite
Cardoso”.

A Gazeta da Tarde, 27/08/2016.

JORNAL VALOR

PROCESSO AJUDA EMPRESAS A CORRIGIR RUMOS DE PROJETOS

DE SÃO PAULO

Avaliar para corrigir os rumos de projetos apoiados pela iniciativa privada e alguns desenvolvi-
dos de forma isolada por Estados e municípios já é uma realidade em algumas regiões do país. O
Instituto Natura adota desde 2013 sistemas para monitorar e avaliar o impacto de seus projetos. Criou
para isso uma área específica de produção de conhecimento, avaliação e advocay para realizar estu-
dos e pesquisas que servem de subsídios para iniciativas realizadas em conjunto com o poder público,
como a escola integral.

Um dos programas é realizado com o Insti-
tuto de Corresponsabilidade pela Educação (ICE) e
o outro é o Programa de Ensino Integral (PEI), par-
ceria com a Secretaria de Educação do Estado de
São Paulo. "Entendemos ser fundamental qualificar
essas avaliações e articular seus resultados", diz o
diretor presidente do Instituto Natura, David Saad.

David Saad, do Instituto Natura: Resultados vão permitir As avaliações mostram se a estratégia e o
redefinir ações e entender melhor a contribuição do pro- plano de ação estão corretos, caso contrário é pos-
sível fazer as correções para atingir as metas. Uma
jeto das ações em avaliação este ano é o projeto Trilhas,
adotado para preparar os professores para que os
alunos alcancem altos resultados de letramento.

O processo de avaliação deverá identificar em que medida o projeto contribui para aperfeiçoar
as práticas pedagógicas dos professores envolvidos com o uso do material. Os resultados vão permitir
redefinir ações, qualificar as estratégias de implementação e entender melhor como o projeto pode
contribuir para os docentes da educação infantil e das séries iniciais cio ensino fundamental.

O Instituto Ayrton Senna ado-a sistemas de avaliações em todos os projetos educacionais de-
senvolvidos em parceria com as redes públicas de ensino. Um deles avalia o projeto Solução
Educacional para o Ensino Médio, desenvolvido desde 2013 em parceria com a rede estadual de en-
sino do Rio de janeiro.

Os dados ainda são preliminares, mas já apontam urna estimativa de impacto em relação à
aprendizagem dos alunos. Os estudantes admitidos em 2013 na escola de referência desse projeto, o
Colégio Estadual Chico Anysio, apresentaram, ao fim do ensino médio, um desempenho em matemá-
tica superior ao grupo de comparação, integrado por estudantes que participaram do processo seletivo
aplicado, mas não cursaram o ensino médio nesta escola.

No interior de São Paulo, um conjunto de ações adotadas pela Secretaria de Educação de Novo
Horizonte garantiu às escolas municipais um posicionamento no Índice de Desenvolvimento da Edu-
cação Básica (IDEB) 34% superior ao registrado pelas escolas estaduais do município. Além de um
currículo unificado, os alunos passam por avaliações semanais e os pais recebem incentivos para
participar da vida escolar dos filhos.

Toda sexta-feira, um simulado com o conteúdo da semana é aplicado aos alunos e os resulta-
dos são avaliados durante o horário de trabalho pedagógico coletivo, nas segundas-feiras. "Além de
avaliar os alunos, os professores fazem autocrítica sobre a ministração da prova", explica o secretário
de Educação de Novo Horizonte, Paulo Magri.

Há 16 anos à frente da Secretaria de Educação, Magri se manteve no posto apesar da mu-
dança de partidos político no comando da cidade ao longo desses anos. A continuidade das ações,
admite o secretário, é outro segredo do sucesso na melhoria da qualidade do ensino de Novo Hori-
zonte.

Jornal Valor, 31/08/2016.

NOVA ESCOLA

O MUNICÍPIO NOVO HORIZONTE - SP
• População: 39 mil habitantes*
• Principais atividades: Plantio e processamento de cana, comércio
• Renda média per capita: 1.264 reais/mês, Brasil-1.296 reais/mês
• Número de alunos matriculados na escola: 662 – do 6º ao 9º ano (2013)
• Desenvolvimento humano (IDH-M): 0,753(nível alto), Brasil-0,727

*Estimativa 2015, demais dados 2013. Fontes: IBGE e altas do desenvolvimento humano no Brasil.

O homem que todos esperavam chega ao auditório da EMEF Hebe de Almeida Leite Cardoso
aparentando cansaço. Tem olheiras, barba rala por fazer e a camisa amarrotada na cintura. Marcas
cotidianas de dois hábitos persistentes — noites curtas de sono e jornadas de trabalho de até 14 horas.
Passa das 6 da tarde e Paulo César Magri, secretário de Educação de Novo Horizonte, em São Paulo,
se prepara para falar a uma centena de educadores da rede municipal. Professor Paulinho, como é
conhecido, traz boas notícias. São os resultados prévios do Ideb 2015, inéditos para a maioria da
plateia.

Os slides se sucedem e impressionam tanto pelas notas altas como pela semelhança no de-
sempenho. Ideb 7,1 na escola Hebe; 7,7 na Moacyr de Freitas; José Luiz Tomazi com 7,5; e assim por
diante. Tudo muito superior ao desempenho do estado, dos municípios do entorno, das escolas esta-
duais que ainda restam na cidade e da mítica nota 6,0 projetada no Brasil apenas para 2021.

Com exceção de um punhado de cidades muito pequenas, em que o total de estudantes não
alcança a casa do milhar, os números de Novo Horizonte só encontram paralelo em Sobral, no Ceará.
A rede municipal paulista perde nos anos iniciais (Ideb 7,4 ante 7,8), mas ganha nos finais (6,7 a 5,8)
e — detalhe importante — registra menor diferença entre as escolas. Do ponto de vista das avaliações
externas, Novo Horizonte possui, hoje, a melhor Educação pública do país.

O que torna o município um ponto fora da curva não é seu perfil. Novo Horizonte é uma cidade
organizada e tranquila no noroeste de São Paulo. Fica a 408 quilómetros da capital, conta com o Rio
Tietê já limpo num de seus limites e duas usinas de açúcar e álcool, as maiores empregadoras adoras
de seus 39 mil habitantes. A cidade se situa na faixa de alto desenvolvimento humano, o saneamento
atende 100% das residências e não existem favelas. Mas há, sim, bairros pobres, com problemas
conhecidos dos entornos vulneráveis: drogas, violência e serviços precários.

Dinheiro também não é o segredo. Em 2015, a cidade gastou 448 reais mensais por aluno. É
o dobro do mínimo investido no Brasil (215 reais), mas está longe de ser uma fortuna. "Em escolas
particulares de classe média, as mensalidades estão em torno de 1.200 reais", compara José Marce-
lino de Rezende Pinto, especialista da USP em financiamento da Educação.

Na verdade, o principal ingrediente do sucesso do município está, naquela terça-feira de
agosto, gesticulando em frente a uma audiência de professores felizes com o resultado de seu traba-
lho. Em Educação não se faz nada sozinho, mas, no caso de Novo Horizonte, até os adversários
admitem que o ensino deve quase todas suas virtudes e vícios à atuação do secretário.

Magri é um sobrevivente do jogo político. Ocupa a Diretoria Municipal de Educação e Cultura
(DMEC), o equivalente local da Secretaria de Educação, há 16 anos. Uma eternidade em relação ao
MEC, que coleciona cinco ministros nos últimos 21 meses. Sua equipe o define como um sujeito ligado
no 220 volts. Fala passeando as mãos pelos cabelos grisalhos, chacoalha a perna esquerda, se re-
mexe na cadeira, bate na mesa para sublinhar uma ideia. Numa conversa de duas horas e meia,
serviu-se de sete cafés e dois cigarros. Quando está com a palavra — basicamente o tempo todo —,
põe ênfase nas frases, faz pausas dramáticas. Adora silabações ("professor ma-ra-vi-lho-so","coorde-
nadora excelente") e se empolga com suas escolas. "Nossas creches... são um hotel! Aquele Carandiru
piorado... virou um palácio!".

Quase tudo que existe na rede nasceu antes na cabeça do secretário: questões de simulados
que ele elabora, apostilas sobre a Prova Brasil que ele escreve, materiais didáticos que ele compra
nas viagens. Seu foco, como gosta de ressaltar, é pedagógico. O dia a dia administrativo fica por conta
da equipe técnica da DMEC e o corpo a corpo político se restringe aos pedidos do prefeito Toshio
Toyota (PPS). Nas manhãs de quinta e sexta-feira, Magri dá aulas de Matemática no Ensino Médio do
Colégio Coopen Objetivo. Além de manter contato com a profissão que abraçou há 32 anos, a docência
na rede particular ajuda a complementar o salário de 8.297 reais que recebe como gestor público.
"Estou secretário, mas sou professor", diz. No restante do tempo, ele se dedica a seu esporte preferido:
conferir pessoalmente como andam as escolas do município.

A REDE

• Alunos: 5,2 mil
• Professores: 304
• Funcionários: 242
• Escolas: 21 (13 de Educação Infantil e 8 de Fundamental)
• Gasto por aluno: 5.380 reais/mês
• Piso do professor: 2.075 reais (30 horas semanais, Fundamental 1)

*Em 2015, demais dados 2016. Fontes: FNDE/SIOPE e DMEC Novo Horizonte.

"ELE QUER COMER NO BANHEIRO"

Receber uma visita do secretário costuma deixar os gestores em alerta. "O Paulo diz que quer
comer dentro do banheiro. Quando chega, vê se tem sabonete, toalha, se está tudo limpo", conta
Janete Maria Delsin de Sousa, diretora da EMEF Maria José de Oliveira. A atenção à higiene, herdada
da mãe ("Uma mulher limpíssima, dessas de faxinar rodapé:'), é uma das obsessões pessoais que se
tornaram marca da rede. Estive em dez escolas e em todas o asseio era impressionante. Ambientes
impecáveis, quase nenhum lixo no chão, mobiliário imaculado e de boa qualidade.

Tudo muito diferente de 2005, quando começou a EM DOIS MESES DE MUNICIPALIZAÇÃO,
municipalização do ensino. O baque de assumir unida- MAGRI SERROU GRADES DE ESCOLAS,
des estaduais como a Hebe de Almeida Leite Cardoso

merece de Magri uma descrição teatral. "Imagina um lu- PLANTOU FLORES E COMPROU TALHERES

gar horrível. Não, não", meneia a cabeça, "não dá para DE VERDADE
imaginar". Conhecida por ter duas alas em estilo prisão e

um enorme pátio de terra batida, a escola era alvo de depredações constantes. Para marcar a mu-

dança de gestão, o secretário adaptou os equipamentos da Hebe ao padrão da rede municipal, que

até então só cuidava da Educação Infantil. Pôs toalha e sabonete nos banheiros, trocou os pratos e

copos de plástico por vidro, comprou talheres de verdade. "Foi essencial. Quando viram o tratamento

de respeito, os alunos e as famílias começaram a acreditar no projeto", afirma. Em seguida, plantou

grama e flores no pátio e, para desespero dos subordinados, mandou serrar todas as grades de por-

tões e janelas, medida adotada depois em toda a rede. "Em um mês, mudei tudo. Houve problemas,

mas, se arrebentavam um vaso, botava outro no lugar e não avisava ninguém. Até hoje é assim';
afirma, em sua adaptação intuitiva da teoria das janelas quebradas — a ideia de que, quando se con-

serta danos ao patrimônio rapidamente, a probabilidade de novos ataques é menor, pois cria-se uma

atmosfera de ordem. Na Hebe, a grama verdeja e o vandalismo acabou, algo que os professores jul-

gavam impossível.

Outra ideia fixa é com o controle. Inspirado

em irmã Celinda, diretora da primeira escola em

que lecionou ("Exigentíssima, daquelas que ins-

pecionam lista de exercícios:'), Magri se orgulha

de saber detalhes da atuação de cada um dos

304 professores. As aulas apostiladas são um

dos instrumentos de monitoramento. Desde

2001, Novo Horizonte utiliza materiais do grupo

Expoente, de Curitiba. Adotado da Educação In-

A troca de talheres de plástico por metal foi elogiada fantil ao 99 ano, o sistema custou em 2016 cerca
de 800 mil reais, 3% do orçamento da pasta.

pelas famílias O professorado chiou no início, mas hoje a

resistência é bem menor. A maioria dos docentes

com quem falei aprecia a economia de tempo no planejamento. Para os gestores, facilita ter toda a

equipe no mesmo ponto. A observação da rotina

escolar, entretanto, deixa a impressão de que a

padronização é excessiva. O esquema de aula

expositiva e lista de exercícios predomina na

maioria das classes. As crianças passam boa

parte do tempo respondendo a questões e resol-

vendo testes. Faltam pesquisas autônomas e
produções de alunos nas paredes das salas —

elas são decoradas com alfabetos, quadros nu-

méricos e mapas produzidos previamente pela

DMEC. Na época de implantação das apostilas,

Magri enfrentou as críticas com mão de ferro. Na escola Hebe, o pátio de chão batido deu lugar a

"Não pedi opinião. Cheguei e fiz." A mesma ati- gramado e árvores
tude se repete em outros pontos nevrálgicos da

gestão, como a escolha do local em que profes-

sores e gestores vão trabalhar. Essas coisas o secretário decide pessoalmente. "Tudo é feito com

diálogo", garante, "mas lembro a cada educador que o concurso é para a rede, não para uma escola

determinada". Quem trabalha no município precisa, ainda, bloquear a agenda uma noite por semana

NINGUÉM CONSEGUE VER ALGO para o horário de trabalho coletivo (HTPC). Por determinação de
Magri, a atividade é unificada. Sob a liderança de professores
QUEBRADO SEM TOMAR PROVIDÊN- tutores, todos os docentes se reúnem no mesmo horário, dividi-

CIA. POR INFLUÊNCIA DO dos em salas diferentes por ano na Educação Infantil e no

SECRETÁRIO, LIMPEZA E ORGANI- Fundamental 1, ou por disciplina, no Fundamental 2. "O trabalho
centralizado é um dos segredos da rede. Fica mais fácil identifi-
ZAÇÃO SÃO HOJE OBSESSÕES DE car problemas comuns e partilhar boas experiências", afirma.

TODA A REDE

CINCO FIÉIS ESCUDEIROS

Com o passar dos anos, o que começou como um exército de um homem só cresceu. Hoje,
Magri se cerca de um pequeno grupo de confiança, a quem delega parte dos afazeres. São cinco os
escolhidos. Marlene Aparecida Siviero coordena o curso de Magistério do município. Amábile Milani
Garcia de Arruda dirige a Educação Infantil. José Regynaldo Rota Filho assumiu o trabalho pedagógico
do secretário em Matemática, e Luci Helena Corrêa Miller faz os materiais de Língua Portuguesa.

Completa o time a supervisora Oliana Pereira Na ronda pelas escolas, Magri não perde a
Ascêncio. Braço direito do secretário desde a década chance de ajudar nas aulas
de 1990, quando ele comandava uma escola estadual,
a ex-professora de Geografia é quem melhor reproduz
o jeito inquieto e rigoroso do chefe. O dia a dia dela é
rodar pelas escolas e garantir que a rede esteja funci-
onando, o que significa auxiliar coordenadores com a
nados, ouvir queixas da equipe, agilizar trocas de equi-
pamentos e até ajudar a servir o café aos convidados
de Magri no gabinete. “Não tenho cerimônia. Estou
aqui para tudo”.

Outra função é espalhar pela equipe a aversão do secretário por persianas tortas, carteiras
riscadas e vasos quebrados. "Quem vê algo errado tem a obrigação de agir", diz Oliana. Não interessa
quem seja e não importam as relações hierárquicas, como testemunhei na visita à EMEF Maria José
de Oliveira. Bete, a merendeira, chamou Oliana de canto e sorriu: "Esse freezer é velhinho, mas eu
preciso dele". A supervisora entendeu o recado e olhou para Magri: era o pedido de um novo aparelho.
Sem dizer nada, o secretário fez que sim com a cabeça. Mão no celular, a supervisora acionou o
financeiro da DMEC, solicitando três orçamentos para um novo congelador — despesas abaixo de 8

mil reais dispensam os demorados processos de licitação. "Não consigo antes do fim da semana",
respondeu Júlio, o responsável pelas compras. Oliana agradeceu e ligou para Amábile. "Tudo bem,
faço a cotação nas lojas do centro depois do expediente", disse a coordenadora do Ensino Infantil. No
dia seguinte, já estava pronto o pedido de empenho de verba. Magri assinou o documento e a compra
estava liberada.

É a versão empírica de outro moderno princípio de gestão: a cultura de dono, noção deque
cada funcionário deve se sentir proprietário da
empresa, com responsabilidade pelo resultado e
autonomia para tomar decisões. "Aqui não temos
cargos, temos encargos", resume a coordena-
dora Marlene, que interrompeu minha carona
para dar bronca em alguns meninos que tenta-
vam pular o muro da escola Hebe.

Na lista de obsessões do secretário de

Educação, a preocupação com a avaliação ocupa

o topo do ranking. Os alunos de Novo Horizonte

fazem muitas provas. Além dos tradicionais exa- Falar com alunos também faz parte da rotina sema-
mes bimestrais, as turmas do 3º ao 9º ano nal do secretário
enfrentam, toda sexta-feira, dez testes de Mate-

mática e dez de Língua Portuguesa. O foco é alternado: a cada 15 dias cobra-se, como diz a equipe

técnica, o "arroz com feijão" (o básico do material apostilado) e, na outra quinzena, os descritores da

Prova Brasil. O processo é ágil. Para não tomar tempo de aula, os testes são corrigidos e tabulados

pelos coordenadores, que se utilizam de um gabarito furado para abreviar a tarefa. Na própria sexta

os resultados estão disponíveis e, no início da semana seguinte, são discutidos em aula com os alunos

e com os professores no horário coletivo. O acompanhamento detalhado do que cada aluno sabe

orienta as ações que cada professor vai tomar.

ENSINO CLÁSSICO, TÉCNICAS TRADICIONAIS

Magri traz na ponta da língua as vantagens da cultura de avaliação. "Dá para identificar e re-
parar rapidamente as dificuldades de aprendizagem e habituar as crianças a fazer provas." Os
questionamentos dizem respeito, claro, à avalanche de exames e a um ensino excessivamente voltado
para a Prova Brasil. O secretário reage. "As competências e habilidades exigidas pelo MEC são o
básico. Vamos além e educamos para a vida.

"Nas aulas que acompanhei, a padroniza-

ção caminha lado a lado com o ensino tradicional,

o que inclui estratégias tidas como ultrapassadas

por muitos especialistas em didáticas específicas,

como a apresentação das famílias de sílabas em

ordem específica na alfabetização (a reportagem

bit.ly/alfadisputa traz o que funciona, o que não Na alfabetização, a regra ainda
dá certo e o que ainda está sendo discutido sobre

o tema). Presenciei um trabalho assim na pré-es- é ensinar as famílias de síla-

cola. A professora desenha na lousa a letra J com bas em ordem específica

uma carinha de tristeza e diz à turma: "Para ficar

feliz, ela precisa encontrar suas amigas, as vogais", dando início aos exercícios de vocalização do ja-
je-ji-jo-ju. Novamente, tudo ocorre à imagem e semelhança das crenças de Magri — que, nesse ponto,

não pretende mudar. "Não abro mão da Educação tradicional", afirma.

Já a ideia de "Educação para a vida" inclui,

na única escola de período integral, aulas de

balé, jiu-jitsu e teatro e, em toda a rede, uma forte

dose do componente religioso. Não há aula es-

pecífica para o tema, mas ele está presente nas

práticas diárias. Menções a Deus são constantes

nas conversas com os educadores, que enfati-

zam o poder disciplinador da religião, e mesmo

nos materiais oficiais. "Agradecemos ao Criador,

Senhor do Universo, pelo dom da vida e pela

imensa capacidade de criar", lê-se na edição de

agosto de 2006 da revista Educação em Ação, de

responsabilidade da DMEC. Nas três unidades

A acolhida matinal com uma oração mostra a força em que pude acompanhar o início das aulas, o

da religião no ensino período letivo começa com a reza do Pai-Nosso
— uma "oração neutra", como me definiu uma

gestora. "Nunca houve reclamação", afirma a supervisora Oliana.

Agosto já vai e, com ele, também o entusiasmo com os números no Ideb. Outubro se aproxima

e, com ele, a expectativa para saber se Magri sobreviverá a mais uma eleição municipal. Sem preparar

sucessores, o secretário quer continuar, mas em seu balanço pessoal diz que já valeu a pena ter
dedicado uma vida toda à Educação. “Varei muita madrugada fazendo material didático e simulado.

Não vi meus dois filhos crescerem, mas não me arrependo.
Tenho orgulho de possibilitar ensino de qualidade a todos", O ENSINO TEM MATERIAL APOSTI-

afirma. Carismático e personalista, tradicional e apressado, LADO DESDE A PRÉ-ESCOLA,

criativo e nem sempre democrático, fez da rede uma engrena- REFORÇO AOS VALORES FAMILIARES
gem exemplar em alguns aspectos e questionável em outros.
Há vários caminhos que levam ao topo. Novo Horizonte esco- E INÍCIO DE AULAS COM O PAI-
lheu o seu. NOSSO

Revista Nova Escola,-pag 42 a 49, 09/2016.

DIÁRIO DA REGIÃO - JÃO JOSÉ DO RIO PRETO

ESCOLA DE NOVO HORIZONTE É A 5ª MELHOR DO PAÍS

Cidade conhecida por bons resultados em educação pública e por figurar entre as maiores
notas nas avaliações, Novo Horizonte tem uma escola com a 5ª melhor nota do País no Ideb 2015 nos
anos finais - 6° ao 9° ano - na categoria escolas municipais.

A escola Francisco Alvares Florence obteve nota 7 e divide a quinta posição no ranking nacional
com a escola Maria Glaucineide Firmiano da Silva, que fica em Pentecoste, no Ceará.

A nota da escola é a melhor do Estado entre as que oferecem o ensino nos anos finais. "Nosso
método de trabalho é em rede. O que uma escola desenvolve outra também faz. Embora tenhamos
nível socioeconômico diferente, trabalhamos o mesmo conteúdo, de formas diferentes. Todas cami-
nham juntas nesse sentido. Fazemos avaliações semanais para saber a evolução dos alunos e corrigir
o que não foi aprendido. Não queremos ilhas de excelência, mas sim uma boa educação como um
todo", disse o secretário de Educação de Novo Horizonte, Paulo Cesar Magri.

Na média geral dos anos finais, a cidade teve nota 6,7, a melhor do Estado e a 12ª do Brasil.

Já nos anos iniciais - 1° ao 5° ano - o Ideb de Novo Horizonte foi de 7,6, o nono melhor do Estado de

São Paulo. (ER)

Diário da Região – São José do Rio Preto, 09/09/2016.

A GAZETA DA TARDE

IDEB: NOVO HORIZONTE É DESTAQUE

Dia 8 de Setembro de a Educação Municipal vibrou novamente com os
resultados do IDEB (Índice de Desenvolvimento da Educação Básica), índice
este que mede a qualidade de ensono oferecida no País tendo como meta
atingir no ano de 2022 (Bicentenário da Independência) a média 6. Novo Ho-
rizonte já atingiu essa meta no ano 2013.

Para a Alegria dos alunos, familiares, educadores, gestores e funcioná-
rios da Rede Municipal de Ensino, no ano de 2015. Novo Horizonte obteve o
1º lugar do Estado de São Paulo e o 2° do Brasil no IDEB dos Anos Finais do
Ensino Fundamental (6º ao 9° ano) com a média 6,7.

A média dos Anos Iniciais do Ensino Fundamental (1° ao 5° ano) passou de 7,4 para 7,6 o que
significa um grande avanço ria qualidade de Ensino.

O mais importante é ressaltar que o trabalho em rede está em destaque Nacional, uma vez que
não possuímos ilhas de excelência e sim urna rede de excelência, pois todas as Escolas de Ensino
Fundamental 1 obtiveram médias de 7,1 a 7,8 gerando assim o IDED 7,6 para os Anos Iniciais do
Ensino Fundamental.

O nosso país conta com 5.570 municípios e Novo Horizonte se destaca novamente. Esse re-
sultado deve-se aos alunos, professores, familiares, gestores e funcionários que busca a equidade de
ensino.

O trabalho realizado semanalmente através do HTPC (Horário de Trabalho Pedagógico Cole-
tivo) que é garantido no Inciso V, do Artigo 67 da LDB – “Período reservado a estudos, planejamento
e avaliação, incluído na carga de trabalho”, juntamente com os simulados semanais, garantem uma
aprendizagem de qualidade.

Com tudo isso, ainda tempos muito a avançar, pois a educação tem que ser feita com constante
investimento, empenho, dedicação e compromisso, diz o Secretário de Educação, Paulo César Magri.

É importante ressaltar que embora muitos municípios tenham melhorado de acordo com os
índices do país, ainda têm muito a fazer.

IDEB

Anos Iniciais Anos Finais

Brasil 5,3 4,2
Estado de São Paulo
Novo Horizonte 6,2 4,7

7,6 6,7

O desafio na Educação não é somente atingir as metas, mas também manter esses Índices
que demonstram o comprometimento em garantir os direitos previstos nos artigos 205 e 206 da Cons-
tituição Federai e no artigo 4º da Lei de Diretrizes e Bases da Educação.

A Gazeta da Tarde, 10/09/2016.

JORNAL A GAZETA DA TARDE NEWS

ESCOLA DA INTELIGÊNCIA

A OECA — Oficina Educacional da Cri-
ança e do Adolescente de Novo Horizonte,
iniciou neste mês de setembro a implantação do
Projeto Escola da em parceria com o Instituto Au-
gusto Cury, cujo fundador que dá nome ao
instituto, desenvolveu o programa estruturado
sabre os pilares da Inteligência Multifocal, teoria
criada coma resultado dos seus mais de trinta
anos de experiencia como médico psiquiatra, psi-
canalista, e hoje estudada em renomadas
instituições acadêmicas dos Estados Unidos, au-
tor de vários livros publicado em mais de trinta
países: Ensinar a pensar antes de agir ou reagir.
O programa é também aplicado em instituições de ensino público e privado no território nacional com
comprovada eficácia. A extensão do Programa a Instituições Sociais, faz parte de um projeto do Insti-
tuto Augusto Cury, que gratuitamente realiza parcerias, fornecendo treinamento e todo a material
pedagógico, possibilitando que os conteúdos que tem mudado a perspectiva de vida presente e futura
de muitos jovens chegue a base de um sério problema social no Brasil que é a situação de risco social
de milhares de crianças, adolescentes e jovens brasileiros:

A capacitação teve início no dia 05 de agosto deste ano na sede do Instituto, em Ribeirão Preto,
depois nova fase em São Jose do Rio Preto em 05 de setembro, contando com a participação de
funcionários, monitores e diretores OECA. Ha dezoito anos a OECA vem prestando serviço de Assis-
tência Social Básica a crianças e adolescentes de Novo Horizonte, fortalecendo vínculos com a família,
escola e a sociedade através de Projetos Culturais, o Circulando Cultura por exempla, que são esten-
didos inclusive a comunidade, com aulas de teatro, canto dança e violão, na instituição e no Centro
Cultural da Cidade, com o apoio das Usinas São Jose da Estiva e Santa Isabel. A atual diretoria da
OECA e formada por Maria Eugenia Veiga Chaim — Presidente, Gisele de Biasi Godoi — Vice Presi-
dente, Silene Casagrande – 1ª Tesoureira, Alcides Rodrigues Zana — 2° Tesoureiro, Evelise
Marquardt Siqueira — 1ª Secretaria, Joseli Magri de Biasi — 2ª Secretaria, foi empossada em 28 de
maço de 2016 e visa com esta e outras ações buscar as condições financeiras, pedagógicas e estru-

turais para que a OECA cumpra a sua
missão e se tome cada vez mais, sem de-
mérito de outras iniciativas, tornar-se uma
referência cada vez major na Assistência a
Crianças e Adolescentes em nossa regido.
Sua presidente em nome de todos agra-
dece a colaboração de dezenas de
voluntários bem como de toda a comuni-
dade de Novo Horizonte que sempre apoia
e acolhe as iniciativas da OECA dando
sempre uma resposta generosa diante dos
desafios que se apresentam.

Obrigada Novo Horizonte.

EDUCAÇÃO DE NH VOLTA A SER DESTAQUE NACINAL
Para o orgulho de todos nós novorizontinos, uma vez mais a educação

de Novo Horizonte voltou a ser alvo de destaque de um grande veículo de
divulgação. Em matéria de oito páginas a REVISTA NOVA ESCOLA, deu
enorme ênfase sobre o grande trabalho feito pelo diretor municipal de educa-
ção, Paulinho Magri, que inclusive é a foto de capa da revista. Com o título "O
cara da melhor rede do Brasil" a revista mostra os excelentes índices alcança-
dos pelo IDEB, além do trabalho realizado dentro das escolas, o
comprometimento de toda equipe pedagógica e a qualidade das escolas onde
o ensino foi municipalizado. A REVISTA NOVA ESCOLA é a maior revista de
Educação do país que há e 30 anos contribui para a melhoria da qualidade de
ensino.

Todos os meses, ela traz práticas educacionais, além dos conteúdos mais relevantes para a
Educação Infantil e o Ensino Fundamental. Dentro de Nova Escola, você também encontra a revista
Gestão Escolar, na qual você pode ler sobre aprendizagem, administração, formação e muito mais.

Alvani Soares de Lima

A Gazeta da Tarde News, 01/10/2016.

A GAZETA DA TARDE

JORGE PAULO LEMANN, MAIOR EMPRESÁRIO DO BRASIL, VISITOU NH

Paulo Magri, Jorge Paulo Lemann e Prefeito Toyota

O helicóptero que trouxe o empresário Jorge Paulo Lemann a Novo Horizonte na manhã desta
sexta-feira pousou no Aeródromo Municipal por volta das 8h45. Lá, o dono da Fundação Lemann e um
dos homens mais ricos do Brasil, já era aguardado pelo Diretor Municipal de Educação e Cultura, Paulo
Magri, e pelo prefeito Toyota.

Como passado por sua assessoria direta, a visita de Jorge Paulo Lemann ao município está
diretamente ligada aos projetos educacionais implantados em Novo Horizonte e que alcançaram re-
sultados positivos. Sabendo que o município possui a maior rede educacional do Brasil, Lemann quis

vir pessoalmente conhecer como funciona toda essa metodologia de ensino aplicada dentro das esco-
las onde ocorreu o processo de municipalização.

Depois de um bate-papo de aproximadamente uma hora na Diretoria de Educação com o Dire-
tor Paulo Magri, prefeito Toyota, equipe pedagógica e assessores, Jorge Paulo Lemann visitou as
Escolas Salete Lati& e Hebe de Almeida Leite Cardoso.

"É um privilégio muito grande para o nosso município receber o Senhor Jorge Paulo Lemann,
pessoa empreendedora, que busca aperfeiçoar a educação brasileira através de projetos inovadores.
Feliz por Novo Horizonte, possuir unia educação de excelência e com reconhecimento nacional, ga-
rante o prefeito Toyota. A Fundação criada por Lemann em 2002 busca contribuir para que cada aluno
brasileiro tenha acesso a uma educação de qualidade e aposta, ainda, na transformação social do
Brasil por meio da formação de uma rede de líderes de alto impacto. Com essa missão, atua direta-
mente em escolas públicas e disponibiliza uma variedade de ferramentas offline disponíveis aos
estudantes; apoia na formação de gestores educacionais e implantação de novos modelos de forma-
ção de professores; ajuda a buscar evidências e a levá-las aos tomadores de decisão do setor
educacional; oferece bolsas de pós graduação das melhores universidades do mundo e apoia no de-
senvolvimento de carreira desses profissionais para que alcancem posições de alto impacto na
transformação social do Brasil.

Apontado corno o homem mais rico do Brasil, com uma fortuna avaliada pela revista Forbes
em US$ 25 bilhões, um valor superior a R$ 81 bilhões, Lemann é também o 26° com a maior fortuna
do planeta, em um ranking liderado pelo norte-americano Bill Gates, fundador da Microsoft. O empre-
sário é um dos idealizadores do Instituto Tênis, também fundado em 2002 e apoiado pela Fundação
Lemann. O projeto acredita na disseminação do esporte e segue modelo pautado no mundo dos ne-
gócios, com metodologia baseada nos conceitos e princípios da meritocracia. O principal objetivo é
desenvolver o tênis no Brasil e colocar atletas ¡brasileiros no topo do ranking mundial.

Ao lado de Marcel Telles e Beto Sicupira, é cofundador e membro do conselho da Fundação
Estudar. Criada em 1991, a organização trabalha para despertar o potencial de jovens brasileiros atra-
vés da formação de unia comunidade de líderes, do estímulo à experiência acadêmica no exterior e
do apoio à tornada de decisão de carreira.

Recentemente, a Heinz, que também é do grupo comandado por Jorge Paulo Lemann, se uniu
a Kraft Foods, e formarão a quinta maior empresa de alimentos e bebidas do mundo. Entre as marcas
sob o domínio da nova aquisição de Lemann estão Lacta, Royal, Tang, Trakinas e Trident - entre
muitas outras. É também um dos donos da Cervejaria AB InBev, dona das marcas de cerveja Stella
Artois, Budweiser, Corona, Skol, Brahma, Bohemia, Antarctica, Polar, Nortefía, Bud Light, Quilmes. O
grupo 3G, do qual ele é sócio, também é dono da rede de fast food Burger King.

Assessoria de Comunicação/Prefeitura de Novo Horizonte.

A Gazeta da Tarde, 26/11/2016.

A GAZETA DA TARDE

JORGE PAULO LEMANN, UM DOS HOEMNS MAIS PODEROSOS DO BRASIL, CONHE-
CEU A EDUCAÇÃO DE NH

A visita, do Senhor Jorge Paulo Lemann ao mu-
nicípio de Novo Horizonte na sexta-feira, 25 de
novembro, foi um sucesso. O empresário mais bem-
sucedido do Brasil esteve na cidade justamente para
saber como funciona a educação em rede mais famosa
do Brasil. Ele chegou em um helicóptero por volta das
8h45 da manhã no Aeródromo Municipal acompa-
nhado de assessores. Lá ele já era aguardado pelo
prefeito Toyota e pelo Diretor Municipal de Educação,
Paulo Magri.

Depois de um bate-papo na Diretoria Municipal de
Educação com o Diretor Paulo Magri, prefeito Toyota e
membros de sua equipe, Jorge Paulo Lemann conhe-
ceu as escolas Hebe de Almeida Leite Cardoso e Salete
Laude e os projetos que cada urna desenvolve.

Recebido com festa e alegria pelos alunos, Lemann
ficou encantado com a estrutura física das escolas mu-
nicipais e com a metodologia aplicada em sala de aula.
A integração entre alunos e professores também foi co-
mentada por ele.

O passo a passo de como é o dia-a-dia nas escolas da rede municipal de ensino foi detalhado
por Paulo Magri, que também fez questão de explicar como funciona a avaliação dos alunos por meio
da aplicação de simulados todas as semanas.

Homem de poucas palavras, mas de um raciocínio rápido, Jorge Paulo Lemann prestou aten-
ção em tudo que viu, inclusive em uma aula de geografia, sua disciplina favorita.

"Se toda criança brasileira tivesse a educação que vimos em Novo Horizonte, o Brasil seria um
país muito melhor, mais justo e avançado", concluiu Jorge Paulo, filho de Jorge Paulo Lemann, con-
selheiro da Fundação Lemann, entidade criada em 2002 e que busca contribuir para que o Brasil tenha,
até 2018, soluções inovadoras de alta qualidade no cotidiano da educação de 30 milhões de pessoas,
mais 200 mil professores capazes de garantir o aprendizado de todos os seus alunos, 65 líderes pro-
movendo e acelerando transformações
sociais de alto impacto e um padrão claro e
de altas expectativas do que é esperado
que todos os alunos aprendam.

Em sua página na rede social, a
turma da Fundação Lemann deixou o se-
guinte recado: "Agradecemos a todos que
nos receberam em Novo Horizonte. Encer-
ramos este ciclo de imersões inspirados e
inquietos para continuar perseguindo
nossa missão: contribuir para uma aprendi-
zagem de qualidade para todos os
brasileiros".

TRAJETÓRIA
Jorge Paulo Lemann é nada mais nada menos que o empresário mais

bem sucedido do Brasil, considerado em 2015 pela Forbes como a 26' pessoa
mais rica do planeta, liderando alguns dos maiores negócios do mundo. Com
a ajuda dos seus sócios, Lemann ergueu em pouco mais de 4 décadas, o
maior império da história do capitalismo brasileiro e um dos maiores do
mundo, dominando atualmente o setor mundial de alimentos, com ativos que
superam 260 bilhões de dólares.
Ele controla o fundo 3G Capital que é atualmente detentor de empresas como Burguer King,
Tim Hortons, Heinz, Lojas Americanas e Submarino. Além disso, Jorge Paulo Lemann é controlador
da AB InBev que conta com mais de duzentas marcas de bebidas, entre as quais se destacam a
Budweiser, Corona, Stella Artois, Skol, Brahma, Antarctica e muitas outras. Emprega 154.000 pessoas
e opera em 140 países da América, Europa e Ásia. Ele escalou na vida empresarial com pulso firme
seguindo uma cultura regida por conceitos como meritocracia, simplicidade e busca incessante por
redução de custos.
Em suas empresas mediocridade não tem vez, apenas há lugar para quem entrega resultados
excepcionais e esses têm mesmo a chance de se virem a tornar seus sócios. O empresário é um, dos
idealizadores do Instituto Tênis, também fundado em 2002 e apoiado Pela Fundação Lemann. O pro-
jeto acredita na disseminação do esporte e segue modelo pautado no mundo dos negócios, com
metodologia baseada nos conceitos a e princípios da meritocracia. O Principal objetivo é de desenvol-
ver o tênis no Brasil e colocar atletas brasileiros no topo do ranking mundial.
Conceituado no mundo dos negócios, Jorge Paulo Lemann credita todo seu sucesso em 10
segredos que, segundo ele, são essenciais para se tornar um grande empreendedor: Aprenda com os
erros; Invista nos goleiros; Aprenda a tornar risco aos poucos; Foco é essencial; Tenha um sonho
grande; Procure gente boa; Seja eficiente; O poder das ideias; Desenvolva uma visão de longo prazo;
Dê sempre o seu melhor.
Segundo a revista "Forbes Brasil, 1", seu patrimônio passou de R$ 49 85 bilhões, em 2014,
para R$ 83,70 bilhões, em 2015 - um salto de R$ 33,85 bilhões. Isso representa um ganho de R$ 92,74
milhões por dia, ou R$ 3,86 milhões por hora em um ano.

Assessoria de Comunicação/Prefeitura de Novo Horizonte.

A Gazeta da Tarde, 03/12/2013.


Click to View FlipBook Version