Propositalmente esquecidos, os textos gnósticos, dentre os quais este Evangelho de Tomé, só puderam ser conhecidos graças à descoberta casual, em 1945, de uma urna de barro contendo 52 livros de uma biblioteca gnóstica, nas imediações de Nag-Hammadi, no Alto Egito. Entre tantos textos relativos ao cristianismo primitivo, o Evangelho de Tomé destaca-se como um dos seus mais importantes documentos. O autor analisa, junto com um levantamento minucioso das crenças e posições do gnosticismo.