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Contém a essência do ensino moral de Jesus. Oferece um roteiro seguro para a nossa transformação espiritual, indispensável na caminhada evolutiva para Deus.
É obra eminentemente consoladora, de cunho evangélico, que trará ao leitor a verdadeira e importante dimensão de Jesus e o real significado de seus ensinamentos.

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Published by Evoluir, 2017-05-11 21:23:33

O Evangelho Segundo o Espiritismo

Contém a essência do ensino moral de Jesus. Oferece um roteiro seguro para a nossa transformação espiritual, indispensável na caminhada evolutiva para Deus.
É obra eminentemente consoladora, de cunho evangélico, que trará ao leitor a verdadeira e importante dimensão de Jesus e o real significado de seus ensinamentos.

Keywords: Allan Kardec,Jesus de Nazaré,Evangelho,Espiritismo

Coletânea de preces espíritas

h­ ouvessem de durar eternamente. Dia virá em que essas torturas serão
tais que a qualquer preço quererás fazê-las cessar; porém, quanto mais te
demorares, tanto mais difícil será isso.

Não creias que permanecerás sempre no estado em que te achas;
não, que isso é impossível. Duas perspectivas tens diante de ti: a de sofreres
muitíssimo mais do que tens sofrido até agora e a de seres ditoso como os
bons Espíritos que te rodeiam. A primeira será inevitável, se persistires na
tua obstinação, quando um simples esforço da tua vontade bastará para te
tirar da má situação em que te encontras. Apressa-te, pois, visto que cada
dia de demora é um dia perdido para a tua felicidade.

Bons Espíritos, fazei que estas palavras ecoem nessa alma ainda atra-
sada, a fim de que a ajudem a aproximar-se de Deus. Nós vo-lo pedimos em
nome de Jesus Cristo, que tão grande poder tinha sobre os maus Espíritos.

V – Preces pelos doentes e pelos obsidiados

Pelos doentes

77. Prefácio. As doenças fazem parte das provas e das vicissitudes da
vida terrena; são inerentes à grosseria da nossa natureza material e à inferiorida-
de do mundo que habitamos. As paixões e os excessos de toda ordem semeiam
em nós germens malsãos, às vezes hereditários. Nos mundos mais adiantados,
física ou moralmente, o organismo humano, mais depurado e menos material,
não está sujeito às mesmas enfermidades e o corpo não é minado surdamente
pelo corrosivo das paixões. (Cap. III, item 9.) Temos, assim, de nos resignar às
consequências do meio onde nos coloca a nossa inferioridade, até que mereça-
mos passar a outro. Isso, no entanto, não é de molde a impedir que, esperando
tal se dê, façamos o que de nós depende para melhorar as nossas condições
a­ tuais. Se, porém, malgrado os nossos esforços, não o conseguirmos, o Espiri-
tismo nos ensina a suportar com resignação os nossos passageiros males.

Se Deus não houvesse querido que os sofrimentos corporais se dis-
sipassem ou abrandassem em certos casos, não houvera posto ao nosso
alcance meios de cura. A esse respeito, a sua solicitude, em conformidade
com o instinto de conservação, indica que é dever nosso procurar esses
meios e aplicá-los.

365

Capítulo XXVIII

A par da medicação ordinária, elaborada pela Ciência, o magnetis-
mo nos dá a conhecer o poder da ação fluídica e o Espiritismo nos revela
outra força poderosa na mediunidade curadora e a influência da prece.
(Ver, no cap. XXVI, a notícia sobre a mediunidade curadora.)

78. Prece. (Para ser dita pelo doente.) – Senhor, pois que és todo
justiça, a enfermidade que te aprouve mandar-me necessariamente eu a me-
recia, visto que nunca impões sofrimento algum sem causa. Confio-me, para
minha cura, à tua infinita misericórdia. Se for do teu agrado restituir-me a
saúde, bendito seja o teu santo nome. Se, ao contrário, me cumpre sofrer
mais, bendito seja ele do mesmo modo. Submeto-me, sem queixas, aos teus
sábios desígnios, porquanto o que fazes só pode ter por fim o bem das tuas
criaturas.

Dá, ó meu Deus, que esta enfermidade seja para mim um aviso salu-
tar e me leve a refletir sobre a minha conduta. Aceito-a como uma expiação
do passado e como uma prova para a minha fé e a minha submissão à tua
santa vontade. (Veja-se a prece do item 40.)

79. Prece. (Pelo doente.) – Meu Deus, são impenetráveis os teus
desígnios e na tua sabedoria entendeste de afligir a N... pela enfermidade.
Lança, eu te suplico, um olhar de compaixão sobre os seus sofrimentos e
digna-te de pôr-lhes termo.

Bons Espíritos, ministros do Onipotente, secundai, eu vos peço, o
meu desejo de aliviá-lo; encaminhai o meu pensamento, a fim de que vá
derramar um bálsamo salutar em seu corpo e a consolação em sua alma.

Inspirai-lhe a paciência e a submissão à vontade de Deus; dai-lhe a
força de suportar suas dores com resignação cristã, a fim de que não perca
o fruto desta prova. (Veja-se a prece do item 57.)

80. Prece. (Para ser dita pelo médium curador.) – Meu Deus, se te
dignas servir-te de mim, indigno como sou, poderei curar esta enfermida-
de, se assim o quiseres, porque em ti deposito fé. Mas, sem ti, nada posso.
Permite que os bons Espíritos me cumulem de seus fluidos benéficos, a fim
de que eu os transmita a esse doente, e livra-me de toda ideia de orgulho e
de egoísmo que lhes pudesse alterar a pureza.

Pelos obsidiados

81. Prefácio. A obsessão é a ação persistente que um Espírito
mau exerce sobre um indivíduo. Apresenta caracteres muito diversos,

366

Coletânea de preces espíritas

desde a simples influência moral, sem perceptíveis sinais exteriores, até
a ­perturbação completa do organismo e das faculdades mentais. Oblite-
ra todas as faculdades mediúnicas; traduz-se, na mediunidade escrevente,
pela obstinação de um Espírito em se manifestar, com exclusão de todos
os outros.

Os Espíritos maus pululam em torno da Terra, em virtude da infe-
rioridade moral de seus habitantes. A ação malfazeja que eles desenvolvem
faz parte dos flagelos com que a Humanidade se vê a braços neste mundo.
A obsessão, como as enfermidades e todas as tribulações da vida, deve ser
considerada prova ou expiação e como tal aceita.

Do mesmo modo que as doenças resultam das imperfeições físi-
cas, que tornam o corpo acessível às influências perniciosas exteriores, a
obsessão é sempre o resultado de uma imperfeição moral, que dá acesso
a um Espírito mau. A causas físicas se opõem forças físicas; a uma causa
moral, tem-se de opor uma força moral. Para preservá-lo das enfermida-
des, fortifica-se o corpo; para isentá-lo da obsessão, é preciso fortificar
a alma, pelo que necessário se torna que o obsidiado trabalhe pela sua
própria melhoria, o que as mais das vezes basta para o livrar do obsessor,
sem recorrer a terceiros. O auxílio destes se faz indispensável, quando a
obsessão degenera em subjugação e em possessão, porque aí não raro o
paciente perde a vontade e o livre-arbítrio.

Quase sempre, a obsessão exprime a vingança que um Espírito tira
e que com frequência se radica nas relações que o obsidiado manteve com
ele em precedente existência. (Veja-se: cap. X, item 6; cap. XII, itens 5 e 6.)

Nos casos de obsessão grave, o obsidiado se acha como que envolvi-
do e impregnado de um fluido pernicioso, que neutraliza a ação dos fluidos
salutares e os repele. É desse fluido que importa desembaraçá-lo. Ora, um
fluido mau não pode ser eliminado por outro fluido mau. Mediante ação
idêntica à do médium curador nos casos de enfermidade, cumpre se elimi-
ne o fluido mau com o auxílio de um fluido melhor, que produz, de certo
modo, o efeito de um reativo. Esta a ação mecânica, mas que não basta;
necessário, sobretudo, é que se atue sobre o ser inteligente, ao qual importa
se possa falar com autoridade, que só existe onde há superioridade moral.
Quanto maior for esta, tanto maior será igualmente a autoridade.

E não é tudo: para garantir-se a libertação, cumpre induzir o Espírito
perverso a renunciar aos seus maus desígnios; fazer que nele despontem o

367

Capítulo XXVIII

arrependimento e o desejo do bem, por meio de instruções habilmente
ministradas, em evocações particulares, objetivando a sua educação moral.
Pode-se então lograr a dupla satisfação de libertar um encarnado e de con-
verter um Espírito imperfeito.

A tarefa se apresenta mais fácil quando o obsidiado, compreendendo
a sua situação, presta o concurso da sua vontade e da sua prece. O mesmo
não se dá, quando, seduzido pelo Espírito embusteiro, ele se ilude no to-
cante às qualidades daquele que o domina e se compraz no erro em que
este último o lança, visto que, então, longe de secundar, repele toda assis-
tência. É o caso da fascinação, infinitamente mais rebelde do que a mais
violenta subjugação. (O livro dos médiuns, 2a Parte, cap. XXIII.)

Em todos os casos de obsessão, a prece é o mais poderoso auxiliar de
quem haja de atuar sobre o Espírito obsessor.

82. Prece. (Para ser dita pelo obsidiado.) – Meu Deus, permite
que os bons Espíritos me livrem do Espírito malfazejo que se ligou a mim.
Se é uma vingança que toma dos agravos que eu lhe haja feito outrora, Tu
a consentes, meu Deus, para minha punição e eu sofro a consequência da
m­ inha falta. Que o meu arrependimento me granjeie o teu perdão e a mi-
nha liberdade! Mas, seja qual for o motivo, imploro para o meu perseguidor
a tua misericórdia. Digna-te de lhe mostrar o caminho do progresso, que o
desviará do pensamento de praticar o mal. Possa eu, de meu lado, retribuin-
do-lhe com o bem o mal, induzi-lo a melhores sentimentos.

Mas também sei, ó meu Deus, que são as minhas imperfeições que
me tornam passível das influências dos Espíritos imperfeitos. Dá-me a luz
de que necessito para as reconhecer; combate, sobretudo, em mim o orgu-
lho que me cega com relação aos meus defeitos.

Qual não será a minha indignidade, pois que um ser malfazejo me
pode subjugar!

Faze, ó meu Deus, que me sirva de lição para o futuro este golpe
desferido na minha vaidade; que ele fortifique a resolução que tomo de me
depurar pela prática do bem, da caridade e da humildade, a fim de opor,
daqui por diante, uma barreira às más influências.

Senhor, dá-me forças para suportar com paciência e resignação
esta prova. Compreendo que, como todas as outras, há de ela con-
correr para o meu adiantamento, se eu não lhe estragar o fruto com
os meus queixumes, pois me proporciona ensejo de mostrar a minha

368

Coletânea de preces espíritas

submissão e de exercitar minha caridade para com um irmão infeliz,
­perdoando-lhe o mal que me fez. (Cap. XII, itens 5 e 6; cap. XXVIII,
itens 15 e seguintes, 46 e 47.)

83. Prece. (Pelo obsidiado.) – Deus Onipotente, digna-te de me
dar o poder de libertar N... da influência do Espírito que o obsidia. Se está
nos teus desígnios pôr termo a essa prova, concede-me a graça de falar com
autoridade a esse Espírito.

Bons Espíritos que me assistis e tu, seu anjo guardião, dai-me o vosso
concurso; ajudai-me a livrá-lo do fluido impuro em que se acha envolvido.

Em nome de Deus Onipotente, adjuro o Espírito malfazejo que o
atormenta a que se retire.

84. Prece. (Pelo Espírito obsessor.) – Deus infinitamente bom, a
tua misericórdia imploro para o Espírito que obsidia N... Faze-lhe entrever
as divinas claridades, a fim de que reconheça falso o caminho por onde en-
veredou. Bons Espíritos, ajudai-me a fazer-lhe compreender que ele tudo
tem a perder, praticando o mal, e tudo a ganhar, fazendo o bem.

Espírito que te comprazes em atormentar N..., escuta-me, pois que
te falo em nome de Deus.

Se quiseres refletir, compreenderás que o mal nunca sobrepujará o
bem e que não podes ser mais forte do que Deus e os bons Espíritos. Pos-
sível lhes fora preservar N... dos teus ataques; se não o fizeram, foi porque
ele (ou ela) tinha de passar por uma prova. Todavia, quando essa prova
chegar a seu termo, toda ação sobre tua vítima te será vedada. O mal que
lhe houveres feito, em vez de prejudicá-la, terá contribuído para o seu
adiantamento e para torná-la por isso mais feliz. Assim, a tua maldade
tê-la-ás empregado em pura perda e se voltará contra ti.

Deus, que é Todo-Poderoso, e os Espíritos superiores, seus delega-
dos, mais poderosos do que tu, serão capazes de pôr fim a essa obsessão e
a tua tenacidade se quebrará de encontro a essa autoridade suprema; mas
por ser Deus bom, quer Ele deixar-te o mérito de fazeres que ela cesse pela
tua própria vontade. É uma mora que te concede; se não a aproveitares,
s­ofrer-lhe-ás as deploráveis consequências. Grandes castigos e cruéis sofri-
mentos te esperarão. Serás forçado a suplicar a piedade e as preces da tua
vítima, que já te perdoa e ora por ti, o que constitui grande merecimento
aos olhos de Deus e apressará a libertação dela.

369

Capítulo XXVIII

Reflete, pois, enquanto ainda é tempo, visto que a Justiça de Deus
cairá sobre ti, como sobre todos os Espíritos rebeldes. Pondera que o mal
que neste momento praticas terá forçosamente um limite, ao passo que, se
persistires na tua obstinação, aumentarão de contínuo os teus sofrimentos.

Quando estavas na Terra, não terias considerado estúpido sacrifi-
car um grande bem por uma pequena satisfação de momento? O mesmo
acontece agora, quando és Espírito. Que ganhas com o que fazes? O triste
prazer de atormentar alguém, o que não obsta a que sejas desgraçado, digas
o que disseres, e que te tornes ainda mais desgraçado.

A par disso, vê o que perdes; observa os bons Espíritos que te cercam
e dize se não é preferível à tua a sorte deles. Da felicidade de que gozam,
também tu partilharás, quando o quiseres. Que é preciso para isso? Implo-
rar a Deus e fazer, em vez do mal, o bem. Sei que não te podes transformar
repentinamente; mas Deus não exige o impossível; quer apenas a boa von-
tade. Experimenta e nós te ajudaremos. Faze que em breve possamos dizer
em teu favor a prece pelos Espíritos penitentes (item 73) e não mais con-
siderar-te entre os maus Espíritos, enquanto te não contes entre os bons.

(Veja-se também, o item 75: “Preces pelos Espíritos endurecidos.”)

Observação – A cura das obsessões graves requer muita paciência, perseverança e
devotamento. Exige também tato e habilidade, a fim de encaminhar para o bem
Espíritos muitas vezes perversos, endurecidos e astuciosos, porquanto há os rebel-
des ao extremo. Na maioria dos casos, temos de nos guiar pelas circunstâncias.
Qualquer que seja, porém, o caráter do Espírito, nada se obtém, é isto um fato
incontestável, pelo constrangimento ou pela ameaça. Toda influência reside no
ascendente moral. Outra verdade igualmente comprovada pela experiência tan-
to quanto pela lógica, é a completa ineficácia dos exorcismos, fórmulas, pala-
vras sacramentais, amuletos, talismãs, práticas exteriores, ou quaisquer sinais
m­ ateriais.

A obsessão muito prolongada pode ocasionar desordens patológicas e reclama, por
vezes, tratamento simultâneo ou consecutivo, quer magnético, quer médico, para
restabelecer a saúde do organismo. Destruída a causa, resta combater os efeitos.
(Veja-se: O livro dos médiuns, 2a Parte, cap. XXIII – Da obsessão. Revue spirite,
fevereiro e março de 1864; abril de 1865: exemplos de curas de obsessões.)

370

Nota Explicativa28

Hoje creem e sua fé é inabalável, porque assentada na evidência e na demonstra-
ção, e porque satisfaz à razão. [...] Tal é a fé dos espíritas, e a prova de sua força é
que se esforçam por se tornarem melhores, domarem suas inclinações más e porem
em prática as máximas do Cristo, olhando todos os homens como irmãos, sem
acepção de raças, de castas, nem de seitas, perdoando aos seus inimigos, retribuin-
do o mal com o bem, a exemplo do divino modelo. (KARDEC, Allan. Revista
Espírita de 1868. 1. ed. Rio de Janeiro: FEB, 2005. p. 28, janeiro de 1868.)

A investigação rigorosamente racional e científica de fatos que re-
velavam a comunicação dos homens com os Espíritos, realizada por Allan
Kardec, resultou na estruturação da Doutrina Espírita, sistematizada sob
os aspectos científico, filosófico e religioso.

A partir de 1854 até seu falecimento, em 1869, seu trabalho foi
constituído de cinco obras básicas: O Livro dos Espíritos (1857), O Livro
dos Médiuns (1861), O Evangelho segundo o Espiritismo (1864), O Céu e
o Inferno (1865), A Gênese (1868), além da obra O Que é o Espiritismo
(1859), de uma série de opúsculos e 136 edições da Revista Espírita (de
janeiro de 1858 a abril de 1869). Após sua morte, foi editado o livro
Obras Póstumas (1890).

O estudo meticuloso e isento dessas obras permite-nos extrair con-
clusões básicas: a) todos os seres humanos são Espíritos imortais criados
por Deus em igualdade de condições, sujeitos às mesmas leis naturais de
progresso que levam todos, gradativamente, à perfeição; b) o progresso

28 N.E.: Esta Nota Explicativa, publicada em face de acordo com o Ministério Público Federal, tem por
objetivo demonstrar a ausência de qualquer discriminação ou preconceito em alguns trechos das
obras de Allan Kardec, caracterizadas, todas, pela sustentação dos princípios de fraternidade e solida-
riedade cristãs, contidos na Doutrina Espírita.

Nota Explicativa

ocorre através de sucessivas experiências, em inúmeras reencarnações, vi-
venciando necessariamente todos os segmentos sociais, única forma de
o Espírito acumular o aprendizado necessário ao seu desenvolvimento;
c) no período entre as reencarnações o Espírito permanece no Mundo
Espiritual, podendo comunicar-se com os homens; d) o progresso obe-
dece às leis morais ensinadas vivenciadas por Jesus, nosso guia e modelo,
referência para todos os homens que desejam desenvolver-se de forma
consciente e voluntária.

Em diversos pontos de sua obra, o Codificador se refere aos Espíritos
encarnados em tribos incultas e selvagens, então existentes em algumas
regiões do Planeta, e que, em contato com outros polos de civilização,
vinham sofrendo inúmeras transformações, muitas com evidente benefício
para os seus membros, decorrentes do progresso geral ao qual estão sujeitas
todas as etnias, independentemente da coloração de sua pele.

Na época de Allan Kardec, as ideias frenológicas de Gall, e as da
fisiognomonia de Lavater, eram aceitas por eminentes homens de Ciência,
assim como provocou enorme agitação nos meios de comunicação e junto
à intelectualidade e à população em geral, a publicação, em 1859 — dois
anos depois do lançamento de O Livro dos Espíritos — do livro sobre a
Evolução das Espécies, de Charles Darwin, com as naturais incorreções e
incompreensões que toda ciência nova apresenta. Ademais, a crença de
que os traços da fisionomia revelam o caráter da pessoa é muito antiga,
pretendendo-se haver aparentes relações entre o físico e o aspecto moral.

O Codificador não concordava com diversos aspectos apresentados
por essas assim chamadas ciências. Desse modo, procurou avaliar as con-
clusões desses eminentes pesquisadores à luz da revelação dos Espíritos,
trazendo ao debate o elemento espiritual como fator decisivo no equacio-
namento das questões da diversidade e desigualdade humanas.

Allan Kardec encontrou, nos princípios da Doutrina Espírita, expli-
cações que apontam para leis sábias e supremas, razão pela qual afirmou
que o Espiritismo permite “resolver os milhares de problemas históricos,
arqueológicos, antropológicos, teológicos, psicológicos, morais, sociais
etc.” (Revista Espírita, 1862, p. 401.) De fato, as leis universais do amor,
da caridade, da imortalidade da alma, da reencarnação, da evolução consti-
tuem novos parâmetros para a compreensão do desenvolvimento dos gru-
pos humanos, nas diversas regiões do Orbe.

372

Nota Explicativa

Essa compreensão das Leis Divinas permite a Allan Kardec afirmar que:

O corpo deriva do corpo, mas o Espírito não procede do Espírito. Entre os des-
cendentes das raças apenas há consanguinidade. (O Livro dos Espíritos, item 207,
p. 176.)

[...] o Espiritismo, restituindo ao Espírito o seu verdadeiro papel na Criação, cons-
tatando a superioridade da inteligência sobre a matéria, faz com que desapareçam,
naturalmente, todas as distinções estabelecidas entre os homens, conforme as van-
tagens corporais e mundanas, sobre as quais só o orgulho fundou as castas e os
estúpidos preconceitos de cor. (Revista Espírita, 1861, p. 432.)

Os privilégios de raças têm sua origem na abstração que os homens geralmente
fazem do princípio espiritual, para considerar apenas o ser material exterior. Da
força ou da fraqueza constitucional de uns, de uma diferença de cor em outros,
do nascimento na opulência ou na miséria, da filiação consanguínea nobre ou ple-
beia, concluíram por uma superioridade ou uma inferioridade natural. Foi sobre
este dado que estabeleceram suas leis sociais e os privilégios de raças. Deste ponto
de vista circunscrito, são consequentes consigo mesmos, porquanto, não conside-
rando senão a vida material, certas classes parecem pertencer, e realmente perten-
cem, a raças diferentes. Mas se se tomar seu ponto de vista do ser espiritual, do ser
essencial e progressivo, numa palavra, do Espírito, preexistente e sobrevivente a
tudo cujo corpo não passa de um invólucro temporário, variando, como a roupa,
de forma e de cor; se, além disso, do estudo dos seres espirituais ressalta a prova de
que esses seres são de natureza e de origem idênticas, que seu destino é o mesmo,
que todos partem do mesmo ponto e tendem para o mesmo objetivo; que a vida
corporal não passa de um incidente, uma das fases da vida do Espírito, necessária
ao seu adiantamento intelectual e moral; que em vista desse avanço o Espírito
pode sucessivamente revestir envoltórios diversos, nascer em posições diferentes,
chega-se à consequência capital da igualdade de natureza e, a partir daí, à igual-
dade dos direitos sociais de todas as criaturas humanas e à abolição dos privilégios
de raças. Eis o que ensina o Espiritismo. Vós que negais a existência do Espírito
para considerar apenas o homem corporal, a perpetuidade do ser inteligente para
só encarar a vida presente, repudiais o único princípio sobre o qual é fundada,
com razão, a igualdade de direitos que reclamais para vós mesmos e para os vossos
semelhantes. (Revista Espírita, 1867, p. 231.)

373

Nota Explicativa

Com a reencarnação, desaparecem os preconceitos de raças e de castas, pois o
mesmo Espírito pode tornar a nascer rico ou pobre, capitalista ou proletário, che-
fe ou subordinado, livre ou escravo, homem ou mulher. De todos os argumen-
tos invocados contra a injustiça da servidão e da escravidão, contra a sujeição da
mulher à lei do mais forte, nenhum há que prime, em lógica, ao fato material da
reencarnação. Se, pois, a reencarnação funda numa lei da Natureza o princípio da
fraternidade universal, também funda na mesma lei o da igualdade dos direitos
sociais e, por conseguinte, o da liberdade. (A Gênese, cap. I, item 36, p. 42-43.
Vide também Revista Espírita, 1867, p. 373.)

Na época, Allan Kardec sabia apenas o que vários autores contavam
a respeito dos selvagens africanos, sempre reduzidos ao embrutecimento
quase total, quando não escravizados impiedosamente.

É baseado nesses informes “científicos” da época que o Codificador
repete, com outras palavras, o que os pesquisadores europeus descreviam
quando de volta das viagens que faziam à África negra. Todavia, é peremp-
tório ao abordar a questão do preconceito racial:

Nós trabalhamos para dar a fé aos que em nada creem; para espalhar uma crença
que os torna melhores uns para os outros, que lhes ensina a perdoar aos inimigos,
a se olharem como irmãos, sem distinção de raça, casta, seita, cor, opinião política
ou religiosa; numa palavra, uma crença que faz nascer o verdadeiro sentimento de
caridade, de fraternidade e deveres sociais. (KARDEC, Allan. Revista Espírita de
1863 – 1. ed. Rio de Janeiro: FEB, 2005. – janeiro de 1863.)

O homem de bem é bom, humano e benevolente para com todos, sem distinção
de raças nem de crenças, porque em todos os homens vê irmãos seus. (O Evangelho
segundo o Espiritismo, cap. XVII, item 3, p. 348.)

É importante compreender, também, que os textos publicados por
Allan Kardec na Revista Espírita tinham por finalidade submeter à avalia-
ção geral as comunicações recebidas dos Espíritos, bem como aferir a cor-
respondência desses ensinos com teorias e sistemas de pensamento vigentes
à época. Em Nota ao capítulo XI, item 43, do livro A Gênese, o Codifica-
dor explica essa metodologia:

Quando, na Revista Espírita de janeiro de 1862, publicamos um artigo sobre a “in-
terpretação da doutrina dos anjos decaídos”, apresentamos essa teoria como sim-
ples hipótese, sem outra autoridade afora a de uma opinião pessoal ­controvertível,

374

Nota Explicativa

porque nos faltavam então elementos bastantes para uma afirmação peremptória.
Expusemo-la a título de ensaio, tendo em vista provocar o exame da questão,
decidido, porém, a abandoná-la ou modificá-la, se fosse preciso. Presentemente,
essa teoria já passou pela prova do controle universal. Não só foi bem-aceita pela
maioria dos espíritas, como a mais racional e a mais concorde com a soberana
justiça de Deus, mas também foi confirmada pela generalidade das instruções que
os Espíritos deram sobre o assunto. O mesmo se verificou com a que concerne: à
origem da raça adâmica. (A Gênese, cap. XI, item 43, Nota, p. 292.)

Por fim, urge reconhecer que o escopo principal da Doutrina Es-
pírita reside no aperfeiçoamento moral do ser humano, motivo pelo qual
as indagações e perquirições científicas e/ou filosóficas ocupam posição
secundária, conquanto importantes, haja vista o seu caráter provisório de-
corrente do progresso e do aperfeiçoamento geral. Nesse sentido, é justa a
advertência do Codificador:

É verdade que esta e outras questões se afastam do ponto de vista moral, que é a
meta essencial do Espiritismo. Eis por que seria um equívoco fazê-las objeto de
preocupações constantes. Sabemos, aliás, no que respeita ao princípio das coisas,
que os Espíritos, por não saberem tudo, só dizem o que sabem ou que pensam
saber. Mas como há pessoas que poderiam tirar da divergência desses sistemas uma
indução contra a unidade do Espiritismo, precisamente porque são formulados
pelos Espíritos, é útil poder comparar as razões pró e contra, no interesse da pró-
pria doutrina, e apoiar no assentimento da maioria o julgamento que se pode fazer
do valor de certas comunicações. (Revista Espírita, 1862, p. 38.)

Feitas essas considerações, é lícito concluir que na Doutrina Espírita
vigora o mais absoluto respeito à diversidade humana, cabendo ao Espírita
o dever de cooperar para o progresso da Humanidade, exercendo a carida-
de no seu sentido mais abrangente (“benevolência para com todos, indul-
gência para as imperfeições dos outros e perdão das ofensas”), tal como a
entendia Jesus, nosso Guia e Modelo, sem preconceitos de nenhuma es-
pécie: de cor, etnia, sexo, crença ou condição econômica, social ou moral.

A Editora

375



Índice Geral29

A Adultério

Abnegação autoridade moral e – X, 12
participação em – XXII, 5
devotamento e – VI, 8 pensamento e – VIII, 5
reforma íntima e – VIII, 6
Abuso
Advento do Espírito de Verdade
gozos terrestres e – II, 6
Espírito de Verdade, O (Paris, 1860,
Ação 1861; Havre, 1863) – VI, 5-8

autor e – introd., IV, XIII Afabilidade e a doçura, A
cristão e – XVIII, 16
liberdade de – V, 24 Lázaro (Paris, 1861) – IX, 6
preventiva contra o mal – VIII, 17
valorização das pessoas Afabilidade

pela – introd., IV, XIII genuína – IX, 6

Aceitação Afeição

doutrina de Jesus e – XVII, 5 coisas materiais e – XI, 9
reinos da natureza e – XI, 9
Acidente
Afinidade
ocorrência de – V, 6
paz e – XXV, 10
Acusação
Agostinho, Santo
culpa e – X, 12
divulgador do Espiritismo – I, 11
Adolfo, bispo de Argel duelo, O (Paris, 1862) – XII, 12

beneficência, A. (Bordeaux, 1861) – XII,15
(Bordeaux, 1861) – XIII, 11 felicidade que a prece proporciona

duelo, O (Marmande, 1861) – XII, 11 (Paris, 1861) – XXVII, 23
orgulho e a humildade, O ingratidão dos filhos e os laços de
(Marmande, 1862) – VII, 12
família, A (Paris, 1862) – XIV, 9
Adoração mal e o remédio, O (Paris, 1863) – V, 19

holocaustos e – I, 9

29 N.E.: Remete aos números dos capítulos em romanos e dos itens em números arábicos.

Índice Geral

mundos de expiações e de provas Amor
(Paris, 1862) – III, 13
divindade do – XI, 9
mundos regeneradores (Paris, divórcio e – XXII, 5
1862) – III, 16 evolução e – VIII, 19
fraternidade e – XI, 9
progressão dos mundos (Paris, gradação da sublimidade do – XXIII, 2
1862) – III, 19 infância intelectual e – VIII, 18
inimizade e – XII, 2
Agradecimento lei de – XI, 8
materno e sofrimento – VII, 11
provas rudes e – XIV, 9 ódio e – XII, 10
perdão e – X, 17
Água recapitulação por Jesus da lei de – XV, 2
recíproco – XI, 9
real sentido de – IV, 8 reencontro e – IV, 20
sofrimento e – VIII, 19
Alegria união dos sexos e – XXII, 3

boas ações e – XIII, 12 Amor-equilíbrio
desespero e – XIII, 11
tristeza e – V, 2 astros e – introd., IV, XVI

Além-túmulo Ânimo

alternativas no – IV, 23 novo para Espírito sofredor – XXVII, 18
caridade e – XXVIII, 67
desencarnação e despertamento Anjo guardião

no – XXVIII, 40 assistência do – XXVIII, 11
doutrina de – introd., IV, V
Alimento
Anjo guardião, Um
material e espiritual – XXVIII, 3, IV
Provas voluntárias. O verdadeiro
Alma cilício (Paris, 1863) – V, 26

corpo físico e – introd., IV, XIX Anjos decaídos
eternidade e – introd., IV, VII
graus de desmaterialização doutrina dos – introd., IV, I

da – introd., IV, VIII Aparência
imortalidade da – II, 2; IV, 13; XXVIII, 50
migrações da – XIV, 8 reforma íntima e – VIII, 8
penas eternas e – IV, 22
plano espiritual e – V, 21 Apego
posse de bens de uso da – XVI, 9
preexistência da – IV, 9; IV, 17; XXV, 2 bens terrenos e – XVI, 14; XXIII, 6
vida futura e – XXVIII, 62 orgulho e – XVI, 14

Amai os vossos inimigos Arrependimento

XII, 1-16 conduta e – V, 4
reparação e – XVIII, 15
Amar o próximo como a si mesmo
Árvore
XI, 1-15
fruto e – XXI, 8
Ambição qualidade da – XXI, 8

lado positivo da – XVI, 8
natural e legítima – XXV, 2
nobre – III, 10

378

Índice Geral

Assassínio ostentação e – XIII, 1
trabalho no – XIX, 9
premeditado – XII, 13
Bem-aventurados
Assistência
os aflitos – V, 1-31
condição de Jesus para – VI, 2 os pobres de espírito – VII, 1-13
piedade filial e – XIV, 3 os que são brandos e pacíficos – IX, 1-10
prestação de – XVI, 11 os que são misericordiosos – X, 1-21
voluntária – XIII, 4 os que têm fechados os olhos. Vianney,

Assistência espiritual cura d’Ars (Paris, 1863) – VIII, 20
os que têm puro o coração – VIII, 1-21
dificuldades e – XXVII, 8
Espíritos bons e – XXVII, 12 Bem-aventuranças
médium e – XXVIII, 9
oração e – XXVIII, 23 brandura e – IX, 1
pedido de – XXV, 5 misericórdia e – X, 1
situação de perigo e – XXVIII, 37 pacífico e – IX, 2
tentação e – XXVIII, 22 pobreza de espírito e – VII, 1
trabalho e – XXV, 1 pureza e – VIII, 1
sofrimento e – V, 1-31
Astúcia
Bem e mal sofrer
hipocrisia e – XI, 5
Lacordaire (Havre, 1863) – V, 18
Atendimento
Bem-estar
pedidos e – XXVII, 7
material – XVI, 12
Ato procura de – II, 6

pensamento e – VIII, 7 Bênçãos

Autor humildade e – V, 1

ação e – introd., IV, XIII Beneficência

Autoridade amor aos inimigos e – XIII, 20
aproveitamento de – XIII, 19
humana e divina – I, 2 ausência de preconceito e – XIII, 4
moral – X, 12; XIX, 1 caridade e – XIII, 11
responsabilidade e – XVII, 9 esquecimento do passado e – V, 11
estímulo e – XIII, 13
Avareza exclusiva – XIII, 20
fraternidade e – XIII, 20
preservação da – XVI, 3 imposição de reconhecimento por – XIII, 3
prodigalidade exagerada e – XVI, 14 ingratidão e – XIII, 19
representação da – XVI, 6 modéstia e – XIII, 3
riqueza improdutiva e – XVI, 6 mútua de encarnados e

B desencarnados – VI, 5
óbolo da viúva e – XIII, 5
Bem parábola do bom samaritano e – XIII, 20
prevenção da miséria e – XVI, 13
aparência e – XIX, 9 promoção da – XIII, 6
desinteressado – XIII, 19
esforço continuado no – XVIII, 15
homem de – XVII, 3
mal e – V, 22; VIII, 14

379

Índice Geral

protecionismo e – XIII, 18 Brandura
recursos financeiros e – XIII, 6
bem-aventuranças e – IX, 1
Beneficência, A falsa – IX, 6
misericórdia e – X, 4
Adolfo, Bispo de Argel (Bordeaux,
1861) – XIII, 11 Buscai e achareis

Cárita (Lyon, 1861) – XIII, 13 e 14 XXV, 1-11
Espírito protetor, Um (Lyon,
C
1861) – XIII, 15
João (Bordeaux, 1861) – XIII, 16 Calamidades
Vicente de Paulo, São (Paris,
impulso generoso e – XIII, 4
1858) – XIII, 12
Calma
Benefícios pagos com a ingratidão
sofrimento e – V, 23
guia protetor (Sens, 1862) – XIII, 19
Caracteres do verdadeiro profeta
Benevolência
Erasto (Paris, 1862) – XXI, 9
felicidade e – VII, 12
manifestações da – IX, 6 Caráter
mútua – VII, 12
orgulho e – VII, 12 retidão de – introd., IV, XV
ostentação e – XIII, 8
pobreza envergonhada e – XIII, 4 Caridade
prática de virtudes e – II, 8
alegria espiritual e – XIII, 12
Bens exteriores além-túmulo e – XXVIII, 67
amor aos inimigos e – XXVIII, 46
bens terrenos e – IX, 5 aspectos da – XIII, 14
beneficência e – XIII, 11
Bens terrenos compreensão e – X, 21
crenças e – XV, 7
administração de – XVI, 10 criminoso e – XI, 14
apego aos – XVI, 2; XVI, 7; XXIII, 6 cumprimento da lei de – XIV, 3
bens exteriores e – IX, 5 dinheiro e – XIII, 6
desprendimento de – XXV, 6 egoísmo e – XI, 4 e 11; XV, 3
distribuição de – XVI, 10 ensinos de Jesus e – XIII, 12
insensatez e – XVI, 3 esmola e – XI, 14; XIII, 14
inveja e – V, 23 expositor espírita e – XIII, 14
opção pelos – II, 5 fé e – XI, 13
prova dos – introd., IV, XIV; VI, 6 fé, esperança e – XIX, 11
fraternidade e – XI, 3
Bernardino, Espírito protetor indulgência e – XIII, 15
justiça divina e – XIII, 15
dever-se-á pôr termo às provas do material e moral – XIII, 3; XIII, 9
próximo? (Bordeaux, 1863) – V, 27 misericórdia divina e – XXVIII, 69
mútuo amor e – XI, 12
Bíblia necessidade da – XV, 6
necessidade, supérfluo e – XIII, 5
tradução da – I, 2

Bondade

magnitude da * de Jesus – XX, 1

380

Índice Geral

oração e – XXVIII, 45 faltas alheias e – X, 13
oração por outrem e – XXVI, 4 impertinência de – V, 22
orfandade e – XIII, 18
parentela e – XIII, 14 Certeza
Paulo, e – XV, 6
perdão e – IX, 7 fé e – XIX, 2
piedade e – XIII, 17
pobres e – XIII, 14; XVI, 2 Charlatanismo
pobreza envergonhada e – XIII, 13
prática da – X, 18; XIII, 10 e 14 falsos profetas e – XXI, 11
prática universal da – XV, 7
primazia da – XIII, 12 Cheverus
princípio da – XII, 3
provação alheia e – V, 27 Emprego da riqueza (Bordeaux,
próximo e – introd., IV, XII; XI, 4 1861) – XVI, 11
recursos financeiros e – XIII, 15
retribuição e – XIII, 7 Ciência
salvação e – XV, 1
sofrimento oculto e – XIII, 4 atuação do Espiritismo e da – XXIV, 6
verdadeira – XVII, 2; XXVIII, 48 coração e amor unidos à – I, 10
virtudes e – XV, 7 futuro da – I, 8
milagres, prodígios, sobrenatural e – XXI, 5
Caridade material e a caridade moral, A reconhecimento do elemento

Espírito protetor, Um (Lyon, espiritual pela – I, 8
1860) – XIII, 10 religião e – I, 8

Rosália, Irmã (Paris, 1860) – XIII, 9 Civilização

Caridade para com os criminosos sabedoria e – XXV, 2

Isabel de França (Havre, 1862) – XI, 14 Cobiça

Cárita riqueza e – XVI, 14

Beneficência, A (Lyon, 1861) Codificação espírita
– XIII, 13 e 14
médiuns e – introd., I, nota
Casamento
Cólera
conveniência e – XXII, 3
indissolubilidade do – XXII, 1 caridade e – IX, 9
separação e – XXII, 1 equilíbrio e – IX, 9
uniões irregulares e indissolubilidade humildade e – IX, 9

do – XXII, 4 Cólera, A

Cegueira Espírito protetor, Um (Bordeaux,
1863) – IX, 9
espiritual – V, 24; VII, 9
expiação e – VIII, 20 Hahnemann (Paris, 1863) – IX, 10
moral – XVI, 12
Coletânea de preces espíritas
Censura
XXVIII, 1-84
direção da – X, 19
Compaixão

sentimento de – XI, 3

Compreensão

condições para – IV, 11
da vida espiritual – V, 21
dificuldade de – III, 11

381






































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