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Sínodo da Amazônia: da escuta à conversão integral
Com encontros da Semana da Família 2020

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Published by MOBON, 2020-07-30 07:04:09

ROTEIRO AGOSTO 2020

Sínodo da Amazônia: da escuta à conversão integral
Com encontros da Semana da Família 2020

Keywords: grupo de reflexão,Papa Francisco,semana da família

ROTEIRO PARA OS GRUPOS DE
REFLEXÃO

AGOSTO 2020 / CADERNO 461 /

SÍNODO DA AMAZÔNIA
Três Reuniões e um Plenário sobre:

Da Escuta à
Conversão Integral

CONTÉM A SEMANA DA FAMÍLIA 2020

2ºAno de Teologia – Seminário Diocesano Nossa Senhora do Rosário de Caratinga:
Evandro de Pádua Marcial, João Paulo Gonçalves Roriz, Marcio Antônio da Silva e

Reginaldo Fernandes (Desenho do Espírito Santo)

1

ORAÇÃO INICIAL PARA TODOS OS DIAS

D: Caríssimos irmãos e irmãs, saudemos a Santíssima Trindade, que
está no meio de nós!

T: Em nome do Pai e do Filho e do Espírito Santo. Amém!
D: Nosso encontro de fraternidade, a partir da reflexão da Palavra
de Deus, nos fortalece a sermos “uma Igreja que caminha para uma
ecologia integral”. É o Espírito Santo quem nos inflama e impulsiona,
com seus dons, a não desanimarmos. Nesta prece rezemos:
T: Vinde, Espírito Santo, / enchei os corações dos vossos fiéis / e
acendei neles o fogo do Vosso Amor. / Enviai o Vosso Espírito e tudo
será criado / e renovareis a face da terra. – Oremos: / Ó Deus, que
instruístes os corações dos vossos fiéis, com a luz do Espírito Santo, /
fazei que apreciemos retamente todas as coisas segundo o mesmo
Espírito / e gozemos sempre da sua consolação. / Por Cristo Senhor
Nosso. Amém!
Leitor 1: “Nós vos rogamos, Senhor, que prepareis as nossas ações
com a vossa inspiração, / e as acompanheis com a vossa ajuda, / a fim
de que todas as nossas reflexões e orações / em vós comecem e
convosco acabem.”
Todos: Que o Espírito Santo nos ilumine, / a fim de que
possamos compreender o que dizem as Escrituras.
Leitor 2: Que possamos sentir, durante esta reunião, / o coração
ardente, como os discípulos, no caminho de Emaús. / Que possamos
encontrar sentido e coragem, / esperança e rumo, para nossa vida, /
para a vida de nossa Família / e para a vida de toda a nossa
Comunidade.

Na SEMANA DA FAMÍLIA, acrescentar:
Lado 1: Senhor Jesus Cristo, Filho Unigênito do Pai, / Vós nos

destes a vida e nos revelastes o verdadeiro amor / transbordante e
inesgotável, que brota da Família Trinitária.

Lado 2: Queremos colocar nossas Famílias na mesma sintonia e
intensidade desse amor, generoso e gratúito, sempre aberto à vida e,
“como Igreja Doméstica, sermos fermento de vida nova para a
Sociedade” (AL 292).

2

Todos: Mas, sobretudo, que nós, todas as Famílias e todos
os cristãos / possamos aprender a ter fé, / amar e viver mais
intensamente a vossa Palavra, / no serviço aos irmãos mais
pobres e necessitados. / Amém!

ORAÇÃO FINAL PARA TODOS OS DIAS

D: Estamos no mês de agosto, Mês Vocacional. A cada semana
rezamos por uma vocação específica: matrimonial, sacerdotal, religiosa
e missionária. Celebramos também a Semana da Família. Por todas
essas intenções, rezemos juntos a Oração Vocacional:

T: Senhor da messe e pastor do rebanho. / Fazei ressoar em nossos
ouvidos vosso forte e suave convite: “Vem e segue-me!”. / Derramai
sobre nós o vosso Espírito; / que Ele nos dê sabedoria para ver o
caminho e generosidade para seguir a vossa voz. / Despertai nossas
comunidades para a missão. / Ensinai nossa vida a ser serviço. /
Fortalecei os que querem dedicar-se ao Reino, na vida consagrada e
religiosa. / Sustentai a fidelidade de nossos bispos, padres, diáconos e
ministros, missionários, leigos e leigas. / Dai perseverança a nossos
seminaristas. Despertai o coração de nossos jovens para o ministério
pastoral em vossa Igreja. / Senhor, chamai-nos para o serviço do
vosso povo. / Maria, Mãe da Igreja, modelo dos servidores do
Evangelho, / ajudai-nos a responder sim. Amém!

Na SEMANA DA FAMÍLIA, acrescentar:
T: Fazei que nossas Famílias, a exemplo da Família de Nazaré, sejam
missionárias do vosso Reino!

D: Sempre nos alimente com os ensinamentos da fé e nos faça
perseverar nas boas obras. T: Amém!

D: Oriente para ele os nossos passos e nos mostre o caminho da
caridade e da paz. T: Amém!

D: Abençoe-nos Deus todo-poderoso, Pai e Filho † e Espírito Santo.
T: Amém!

D: Ide em paz, e o Senhor nos acompanhe. T: Graças a Deus!

3

APRESENTAÇÃO

Neste mês de agosto, com nosso Roteiro de Reflexão, vamos meditar
e rezar, juntos, a Exortação Apostólica Pós-Sinodal “Querida
Amazônia”, do Papa Francisco.

Na Exortação, conforme as próprias palavras do Papa, há um desejo
enorme de que a Igreja caminhe junto das realidades e encontre
soluções para os desafios da atualidade, já abordados por ele em
documentos anteriores.

Por isso, após escutar, dialogar e discernir sobre todos os assuntos
tratados no Sínodo, o Sumo Pontífice apresenta quatro sonhos para a
realidade eclesial amazônica, mas, que diz respeito a uma preocupação
mundial:

1. Sonho com uma Amazônia que lute pelos direitos dos mais
pobres, dos povos nativos, dos últimos, de modo que a sua voz seja
ouvida e sua dignidade promovida;

2. Sonho com uma Amazônia que preserve a riqueza cultural que a
caracteriza e, na qual, brilha de maneira tão variada a beleza humana;

3. Sonho com uma Amazônia que guarde zelosamente a sedutora
beleza natural que a adorna, a vida transbordante que enche os seus
rios e as suas florestas;

4. Sonho com comunidades cristãs capazes de se devotar e encarnar
de tal modo na Amazônia, que deem à Igreja rostos novos, com traços
amazônicos.” Assim, com espírito aberto às reflexões em nossos
encontros, possamos, neste mês vocacional, em nossas diversas
vocações, compreender a preciosidade que está em nossas mãos – a
obra da Criação – e que a partilha e vivência deste Roteiro de Reflexão
nos ajude e oriente para um cuidado integral, criativo e harmonioso,
contribuindo com Deus no cuidado da “casa comum”.

Este mês, celebraremos também a Semana Nacional da Família, que
tem este ano o tema bíblico: “Eu e minha casa serviremos ao Senhor”
(Josué 24, 15). Bom proveito a todos.

Equipe do Seminário Diocesano Nª Sª do Rosário, Caratinga, MG.

4

1ª REUNIÃO

A vida dos povos amazônicos

Semana de 03 a 09/08/2020

1. Iniciando nosso encontro

a) Preparação do ambiente: Bíblia, vela acesa, fotos de ministros
ordenados; b) Cântico meditativo: Senhor se tu me chamas eu quero te ouvir,
se queres que eu te siga, respondo: Eis-me aqui! c) Oração inicial (Página 2);
d) Partilhar as tarefas da semana anterior.

2. Preparando para ouvir a Palavra de Deus
Leitor(a) 1: Estamos iniciando o mês das vocações. Nesta primeira

semana, somos chamados a refletir e a rezar por todos os ministros
ordenados: os nossos bispos, presbíteros e diáconos. No Evangelho que
vamos ouvir, Jesus vem encorajar todos nós, pois, mesmo diante das
tempestades da vida, Ele jamais nos deixa desamparados. Quando
permanecemos em Cristo, não afundamos; mas, longe Dele, podemos
fracassar. Por isso, confiemos no Senhor, é Ele que nos conduz, nos
caminhos da vida.

Cantando: Eu confio em Nosso Senhor, / com Fé, Esperança e Amor!
(bis)

3. Deus nos fala
Ler na Bíblia: Mateus 14, 22-33.
Chave de leitura:
a) Como os discípulos viveram aquela tempestade?
b) Por que Pedro começou a afundar? O que Jesus fez?
c) Temos experimentado a presença de Jesus, nas tempestades de

nossa vida?

4.Refletindo um pouco mais
L2: O Papa Francisco nos ajuda a meditar que a tempestade

desmascara a nossa vulnerabilidade e deixa a descoberto as falsas e
supérfluas seguranças, com que construímos os nossos programas, os
nossos projetos, os nossos hábitos e prioridades. Mostra-nos como

5

deixamos adormecido e abandonado aquilo que nutre, sustenta e dá
força à nossa vida e à nossa Comunidade. Não somos autossuficientes.
Sozinhos, afundamos. Precisamos do Senhor, como os antigos
navegadores precisavam das estrelas. Convidemos Jesus a subir para o
barco da nossa vida. Confiemos-Lhe os nossos medos, para que Ele os
vença. Com Ele a bordo, experimentaremos – como os discípulos – que
não há naufrágio. Porque esta é a força de Deus: fazer transformar em
bem tudo o que nos acontece, mesmo as coisas ruins. Ele serena as
nossas tempestades, porque, com Deus, a vida não morre jamais.

Cantando: “Ó Jesus, não me deixes jamais caminhar solitário, / Pois
conheces a minha fraqueza e o meu coração! / Vem! Ensina-me a viver a
vida na tua presença, / no amor dos irmãos, na alegria, na paz, na união! //
Te amarei, Senhor! Te amarei, Senhor! / Eu só encontro a paz e a alegria
bem perto de Ti! (Bis)

5. Comentando o tema da Reunião
L3: Na Exortação Apostólica Pós-Sinodal “Querida Amazônia”, o

Papa Francisco vislumbra o sonho de uma Amazônia que integre todos
os seus habitantes, para que, assim, seja consolidado o bem viver. É
necessário um grito profético em favor dos pobres, pois o cuidado
ecológico deve ser também uma preocupação social, integrando a
justiça nos debates sobre o meio ambiente, para ouvir tanto o clamor
da terra, como o clamor dos povos amazônicos. A devastação ambiental
da Amazônia é uma ameaça à dignidade humana das suas populações:
as suas vidas e preocupações, a maneira de lutar e sobreviver não são
interesse dos exploradores e até mesmo dos poderes locais. A desculpa
do progresso faz parte de alianças com o objetivo de devastar a floresta,
com todas as formas de vida que ela abriga.

Cantando: “É Jesus este pão de igualdade, / viemos pra comungar,

com a luta sofrida do povo / que quer ter voz, ter vez, lugar. / Comungar é
tornar-se um perigo, viemos pra incomodar, / com a fé e a união, nossos
passos um dia vão chegar!”

L4: As operações econômicas, nacionais e internacionais, que
danificam a Amazônia e não respeitam o direito dos povos nativos,
podem ser consideradas como injustiça e crime. A disparidade do
poder é enorme: os fracos não têm recursos para se defender, enquanto
o vencedor continua a levar tudo. Ao acompanhar tudo isto, vemos
graves violações dos direitos humanos, novas escravidões e miséria. Os
povos amazônicos sofrem com a desigualdade, ao migrarem para as
periferias das cidades. Nosso Senhor deseja que todos tenham vida em

6

abundância. Por isso, é preciso que a luta pela conservação do meio
ambiente seja também a luta pela vida digna de todos os povos
amazônicos.

Cantando: “Vem, / que a terra espera / quem possa e queira realizar,
com amor, / a construção de um mundo novo, muito melhor! // Sim, eu irei e
levarei teu nome aos meus irmãos, / Iremos nós, e o teu amor, vai construir,
enfim, a paz!”

L5: FATO DA VIDA – Conhecer a vida e o martírio do Pe. Ezequiel
Ramin é permitir entrar nas nossas vidas, o testemunho profético de
um jovem missionário. Ele é recordado pelos pobres, como um padre
alegre e simples, que gostava de visitar as famílias e ficar com o povo.
Pe. Ezequiel veio da Itália em 1980, e encontrou no Brasil uma Igreja
que caminhava junto com o povo, comprometida com os pobres, e
atenta às questões sociais. Cheio de entusiasmo, entrou na realidade do
povo de Rondônia: um contexto de desigualdades pela falta de reforma
agrária; e pelo uso da violência pelos poderosos, que grilavam terras
para ampliar seus latifúndios; e expulsavam ou matavam os indígenas,
para ficarem com as suas terras. Essa realidade incomodava Pe.
Ezequiel, que não se continha, diante das desigualdades sociais, da
concentração dos bens da criação nas mãos de poucos, das injustiças,
do uso da violência ou da manipulação das leis, para oprimir os
pequenos. Diante disso, colocou-se corajosamente em defesa dos
indígenas, na luta pelo direito à terra e à vida digna, vivendo de modo
muito concreto a opção pelos pobres. Pe. Ezequiel foi brutalmente
assassinado, em 1985, quando voltava de uma missão de paz.
Defendendo os índios e os pobres, foi morto pelo seu compromisso com
a vida digna dos povos amazônicos.

6. Puxando conversa
a) Jesus tem sido convidado para entrar no barco de nossa vida, de

nossas famílias e de nossa Comunidade? b) O que nos chamou mais a
atenção nos comentários da nossa reunião de hoje?

7. Pergunta para o Plenário
A nossa Comunidade tem se preocupado com os mais pobres e

desprotegidos? Como podemos melhorar?

8. Rezando a Palavra de Deus na vida

7

a) Senhor Jesus, ajudai-nos a vencer todo medo e desespero, para
que, assim, as tempestades da vida possam ser superadas na Vossa
presença; rezemos:

T: Senhor, atendei a nossa súplica!
b) Jesus, Bom Pastor, confirmai o chamado dos nossos bispos,
presbíteros e diáconos, a fim de que possam ser pastores dedicados ao
rebanho a eles confiado; rezemos:
c) Senhor da vida, amparai e protegei todos os povos amazônicos, na
luta por uma vida digna; rezemos:
Preces espontâneas, Pai Nosso, Ave Maria.
9. Compromissos da semana
a) Rezar por todos os ministros ordenados, especialmente pelo
padre da nossa Paróquia.
b) Ler em casa o Evangelho do próximo domingo: Lucas 1, 39-56.
10. Encerramento
Avisos, Cânticos e Oração final (Página 2).

8

SEMANA
NACIONAL

DA
FAMÍLIA

De 09 a 15 de agosto de 2020

(Desenho da 1ª página do Manual da Semana da Família: Eu e
minha casa

serviremos ao Senhor)

9

1° Encontro (9 de agosto)

Celebração do Dia dos Pais

1. Orações iniciais (Página 2).

2. Preparando para ouvir a Palavra
Leitor(a) 1: Sejam todos bem-vindos! Hoje, Dia dos Pais, vamos

recordar as maravilhas que Deus realizou em São José, homem justo,
humilde e exemplo de paternidade. E vamos juntos louvar a Deus, Pai
de todos nós, por todos e cada um de nossos pais. Com a ajuda do
Evangelho e do Papa Francisco, vamos assumir compromissos que nos
levem a realizar os Sonhos de Amor de Deus, para cada um de nós e
para nossas Famílias.

3. A Palavra de Deus
Canto de Aclamação
Leitura na Bíblia: Mateus 1, 18-24.
Chave de Leitura (Para relerem o texto e responderem): a) Qual a

angústia de José? b) Será porque Maria não falou com ele o que
acontecera? c) O que São José nos ensina às nossas Famílias?

4. Reflexão da Semana da Família
L2: Referindo-se ao pai de família, o Papa Francisco relata que

muitas crianças e adolescentes hoje são “órfãos na Família”. De um
extremo de pai controlador e autoritário, passou-se ao pai concentrado
em si mesmo e em seu trabalho, esquecendo a sua Família. Ou ainda ao
pai que não sabe o seu lugar na Família e como educar os filhos,
abandonando suas responsabilidades.

L3: O Papa Francisco destaca a necessidade da presença do pai na
Família, para compartilhar tudo com a esposa e para acompanhar, sem
controles excessivos, o crescimento dos filhos: corrigindo erros com
firmeza e respeito, sabendo esperar e perdoar, como o pai
misericordioso do filho pródigo (Lc 15, 11-32). Assim, o filho encontrará
um pai que o espera, quando voltar de seus fracassos, herdando dele
um coração de pai (cf. Pr. 23, 15-16).

5. Partilha (cada um dá sua opinião)

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a) Quais as características de um bom pai? b) Hoje, que dificuldades
são enfrentadas por uma família com pai-ausente?

6. Compromisso
Os pais criarem momentos de diálogo com os filhos, separadamente,

para fortalecerem os laços, o conhecimento e o respeito recíprocos.

7. Bênção Final (Página 2).

2° Encontro (10 de agosto)

Amados e Chamados por Deus

1. Orações iniciais (Página 2).

2. Preparando para ouvir a Palavra
Leitor(a) 1: Neste encontro vamos refletir sobre o tema do mês

vocacional deste ano: “Amados e chamados por Deus”, com a
iluminação bíblica de Isaías: “És precioso a meus olhos... Eu te amo” (cf
Is 43, 4). Sentirmos a alegria de amar e sermos amados.

3. A Palavra de Deus
Canto de Aclamação
Leitura na Bíblia: Isaías 43, 1-5.
Chave de Leitura: a) Deus fala assim com cada membro da nossa

Família: tu és meu! (Comentem); b) Somos preciosos para Deus! C)
Não tenhas medo, eu estou contigo!

4. Reflexão da Semana da Família
L2: O recente 4º Congresso Vocacional do Brasil, realizado em

setembro de 2019, em Aparecida, afirmou que “a Família é um dos
pontos de partida e de chegada de nossa ação pastoral!” (Nº 36). De
fato, a casa, como lugar de reunião familiar, deve conservar a porta
aberta para “acolher a todos e para sair ao encontro das pessoas em
suas realidades, atuando como sal da terra e luz do mundo” (DHAE,
83).

L3: O Papa Francisco, na encíclica A Alegria do Amor (89-119), nos
fala que sentir amor a Deus e aos irmãos é causa de grande alegria. Pois

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o amor é paciente, a ninguém respondendo com ira; o amor nos leva-a
experimentar a felicidade de dar e de se doar.

L4: O amor cura a inveja: amando, não sentimos desgosto pelo bem
do outro, pelo contrário, nos alegramos com isso; o amor não é
arrogante, nem orgulhoso: quem ama não só evita falar muito de si
mesmo, mas sabe manter-se no seu lugar, como Jesus nos disse:
“Quem entre vós quiser ser o primeiro, seja vosso servo” (Mt 20, 27).

5. Partilha (cada um dá sua opinião)
a) Nossas Famílias são acolhedoras, de portas abertas para todos

que de nós precisarem? b) Somos também famílias evangelizadoras,
levando a Palavra de Deus a outras Famílias? c) Temos a alegria de
estar sempre ajudando outras famílias, servindo-as com amor?

6. Compromisso
Rezar pelas vocações sacerdotais e religiosas, ao menos uma vez por

semana; reunir a Família e assistir um filme sobre as vocações
(Sugestão: Moscati, o doutor que virou santo).

7. Bênção Final (Página 2).

3° Encontro (11 de agosto)

Família e Matrimônio

1. Orações iniciais (Página 2).

2. Preparando para ouvir a Palavra
Leitor(a) 1: Quando nos casamos, Jesus Cristo passa a caminhar

conosco até que a morte nos separe. Rezemos, todos os dias, para o
Senhor preservar nossa união como Família, para que nos dê sabedoria
e forças para nos suportarmos, nos amarmos, nos perdoarmos, sermos
fiéis um ao outro.

3. A Palavra de Deus
Canto de Aclamação
Leitura na Bíblia: Gênesis 2, 19-24.

12

Chave de Leitura: a) Para que Deus fez a mulher? (Ver na Bíblia); b)
O que significa Deus tirar a mulher da costela de Adão? c) Que
consequência tem isto para o relacionamento dos esposos em Família?
4. Reflexão da Semana da Família

L2: A Família tem início no matrimônio. Vimos, na Leitura do
Gênesis, Deus criando uma companheira para Adão. Com a vinda de
Jesus, a união entre o homem e a mulher foi elevada à condição de
sacramento.

L3: O Matrimônio é o Sacramento na relação de amor e fé entre os
cônjuges e que tem um caráter unitivo e procriativo. É preciso que os
esposos sejam uma só carne, que haja comunhão de ideias e projetos.
Que sejam parceiros na caminhada, tendo o projeto de fazer o outro
feliz, a exemplo de Cristo e a Igreja.

L4: O Matrimônio é o lugar propício e oportuno do serviço a Deus e
aos irmãos: os esposos se tornam parceiros de Deus: ao educar a prole
na fé, surge uma família missionária, que evangeliza; inseridos na
Igreja, se autoajudam e ajudam aqueles que deles se aproximam; nas
várias situações da vida, como saúde e doença, desentendimentos e
paz, amadurecem relacional e espiritualmente.
5. Partilha (cada um dá sua opinião)

a) O seu matrimônio tem sido fonte de santificação? b) A sua
Família tem servido ao Senhor com fidelidade? c) O que vocês
precisam fazer, para que seu matrimônio seja firme até que a
morte os separe?
6. Compromisso

Em Família, fazer um gesto de caridade, por exemplo, visitar uma
instituição que trabalha com carentes, visitar um doente, colaborar com
alguém necessitado.
7. Bênção Final (Página 2).

13

4° Encontro (12 de agosto)

Família e Educação

1. Orações iniciais (Página 2).

2. Preparando para ouvir a Palavra
Leitor(a) 1: Os judeus contabilizavam na Bíblia Sagrada 613

mandamentos e preceitos de Deus. Era natural que houvesse muitas
dúvidas: quais seriam os mais importantes? Aquele Doutor da Lei
conhecia todos eles. Mas, qual é o maior? Jesus lhe responde, citando
Deuteronômio 6, 4-5: “Ouve, Israel! O Senhor nosso Deus é o único
Senhor. Amarás o Senhor teu Deus, com todo o teu coração, com toda
a tua alma e com todas as tuas forças". Todo judeu não só rezava
sempre esta Palavra Sagrada, mas a trazia escrita nas mãos, na testa,
em faixas na porta de sua casa e nos portões. Mesmo sem ser
perguntado, Jesus fala qual é o segundo mandamento mais importante,
citando Levítico 19, 18: “Amarás o teu próximo com a ti mesmo”. A Lei
e os Profetas era o nome da Bíblia, no tempo de Jesus. Estes dois
mandamentos resumem toda a Bíblia Sagrada no tempo de Jesus, isto
é, todo o Antigo Testamento.

3. A Palavra de Deus
Canto de Aclamação
Leitura na Bíblia: Mateus 22, 37-40.
Chave de Leitura: a) Para Jesus qual é o maior mandamento da Lei?

b) E qual era o segundo maior? c) Estamos obedecendo a estes dois
mandamentos? Como?

4. Reflexão da Semana da Família
L2: Como leigos batizados, é nosso papel ensinar e educar nossos

filhos. Ensiná-los a amar a Deus e ao próximo. Ensiná-los
especialmente com o nosso exemplo. A Família é o lugar de apoio,
acompanhamento, guia, embora tenha de reinventar os seus métodos e
encontrar novos recursos.

L3: Os pais devem orientar e alertar as crianças e os adolescentes,
para saberem enfrentar situações onde possa haver risco, por exemplo,
de agressões, de consumo de drogas. Pais obcecados para saber onde
está seu filho e controlar todos os seus movimentos, isso não educa.

14

L4: A grande questão não é saber em que lugar seus filhos estão,
mas é saber onde estão posicionados, no ponto de vista de suas
convicções, dos seus objetivos, dos seus desejos, do seu projeto de vida.
Deus nos conceda a sabedoria e a força de educar nossos filhos assim.
5. Partilha (cada um dá sua opinião)

a) Nós, pais e mães, leigos cristãos, temos aquele amor, de que Jesus
nos falou hoje, para poder passá-lo aos nossos filhos? b) Como orientar
nossos filhos cristãmente, sobre drogas, sexo e outros temas? c) A
Família que educa seus filhos em casa, está também os educando para a
Sociedade?
6. Compromisso

Em Família, fazer um gesto de caridade, por exemplo, visitar uma
instituição que trabalha com carentes, visitar um doente, colaborar com
alguém necessitado.
7. Bênção Final (Página 2).

15

5° Encontro (13 de agosto)

Hora Santa da Família

Esta Hora Santa pode ser na igreja, mas foi estruturada,
especialmente, para ser usada em casa, com a Bíblia Sagrada,
contemplando a presença divina nas Sagradas Escrituras. (Se houver
um padre ou diácono para trazer o Santíssimo Sacramento e dar a
bênção, melhor). Preparar um lugar de destaque para a Bíblia: mesa,
toalha, flores e velas, como se faz com o Santíssimo.

1. Orações iniciais: Hoje, pode-se iniciar com um cântico a
Jesus Sacramentado e rezar esta invocação a Jesus aqui presente: D:
Nós vos adoramos, Senhor Jesus, e vos bendizemos! T: Presente nas
Palavras da Bíblia Sagrada! (três vezes). Rezar depois as Orações da
página 2.

2. Preparando o Coração
D: Deus está no meio de nós! Em um instante de silêncio, adoremos

sua presença, louvemos a sua Majestade, que desce dos altos Céus para
poder estar mais perto de nós. Entreguemos ao Senhor nossas vidas,
nossas Famílias e tudo o mais que se passa em nosso coração.
Apresentemos a Ele nossas intenções neste dia de espiritualidade.
(Breve silêncio para uma oração pessoal).

3. A Palavra de Deus
Canto de Aclamação
Leitura na Bíblia: Mateus 4, 12-23.
Chave de Leitura: a) O que Jesus pregava no início de seu

ministério? b) Como Jesus iniciou a sua Comunidade? c) Nós também
anunciamos o Reino de Deus? Como?

4. Reflexão da Semana da Família
L2: Estamos felizes com a presença viva de Jesus nesta casa! Ele nos

fala: “Convertei-vos, porque o Reino do Céu está próximo!” Quer dizer:
Deus está próximo de nós! Precisamos então mudar de vida, isto é,
converter-nos.

L3: Os apóstolos chamados deixaram tudo e seguiram Jesus. Será
que Jesus tem nos chamado e temos sido resistentes à sua voz? Ou tem

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havido muita briga, indiferença, falta de perdão? Tenho sido capaz de
transformar minha casa num pedacinho do Céu?

L4: Um grande exemplo do seguimento de Jesus nos vem de Santa
Dulce dos pobres, o anjo bom da Bahia. Ela não só pregou, mas viveu o
Evangelho. Rezemos, para que nossas Famílias se convertam
diariamente, através de gestos concretos de amor para com todos,
ouvindo cada dia o chamado de Jesus.

5. Partilha (Cada um que desejar pode fazer, em voz alta, uma
breve reflexão, aqui, diante de Jesus, aplicando o Evangelho às
nossas Famílias).

6. Oração pela Igreja
T: Deus e Senhor nosso, protegei a vossa Igreja, dai-lhe santos

pastores e dignos ministros, derramai a vossa bênção sobre o nosso
Santo Padre o Papa, sobre o nosso (Arce)Bispo, sobre o nosso Pároco e
todo o Clero, sobre o Chefe da Nação e do Estado, e sobre todas as
pessoas constituídas em dignidade, para que governem com justiça. Dai
ao povo brasileiro paz constante e prosperidade completa. Favorecei,
com os efeitos contínuos da vossa bondade, o Brasil, este
(Arce)Bispado, a Paróquia em que habitamos, cada um de nós em
particular, e a todas as pessoas por quem somos obrigados a orar, ou
que se recomendaram às nossas orações. Tende misericórdia das almas
dos fiéis que padecem no Purgatório. Dai-lhes, Senhor, o descanso e a
luz eterna. Amém.

Pai nosso, Ave Maria, Glória ao Pai.

7. Silêncio de adoração (Fiquemos uns instantes em silêncio de
adoração a Jesus, aqui presente na sua Palavra divina, contida na
Bíblia Sagrada).

T: Canto final.

8. Encerramento
D: Abençoe-nos Deus todo-poderoso, Pai e Filho † e Espírito Santo.
T: Amém!
D: Ide em paz, e o Senhor nos acompanhe.
T: Graças a Deus!

17

6° Encontro (14 de agosto)

Família e Compromisso com a Vida

1. Orações iniciais (Página 2).

2. Preparando para ouvir a Palavra
Leitor(a) 1: Este sexto encontro nos leva a refletir sobre o tema

“Família e Compromisso com a vida”, em comunhão com a Campanha
da Fraternidade 2020. A vida tem seu início no seio da Família, que
precisa estar sempre preparada para assumir o compromisso de gerar,
educar e cuidar da vida, desde a concepção até a morte natural.
Faremos breve reflexão sobre a valorização e o cuidado com a vida.
Nosso modelo é o bom samaritano: ”Ele viu, sentiu compaixão e cuidou
dele”!

3. A Palavra de Deus
Canto de Aclamação.
Leitura na Bíblia: Lucas 10, 25-37.
Chave de Leitura: a) O que Jesus ensinou ao doutor da Lei e a nós,

para sabermos quem é o nosso próximo? b) Qual dos três foi próximo
do homem caído à beira da estrada? Por quê? c) O que Jesus mandou
nossas Famílias fazerem?

4. Reflexão da Semana da Família
L2: Deus quer que a Família seja co-autora da vida, com as funções

de gerar, criar e educar os filhos. Contudo, a Família deve ter garantias
para prover suas necessidades básicas: alimentação, moradia,
educação, saúde, segurança, meio ambiente, entre outros, conforme
nos aponta a CF 2020. São necessidades determinantes na formação
integral da pessoa, para que ela tenha equilíbrio emocional, psíquico,
afetivo, etc. Devemos pensar numa ecologia integral (Cf LS, 137).

L3: A pessoa, ao se tornar adulta e ao assumir sua vocação de
formar outra Família, muito provavelmente irá repetir o que aprendeu
e viveu em sua casa. Infelizmente, a cada dia, vemos mais famílias
desestruturadas, perdidas, destroçadas. Disse-nos São João Paulo II:
“A Família é o lugar onde a vida, dom de Deus, pode ser
convenientemente acolhida e protegida dos múltiplos ataques a que
está exposta” (CA, 39).

18

L4: “Viu, sentiu compaixão e cuidou dele!” Poderíamos citar
inúmeros exemplos onde pessoas cuidaram da vida de outras, em nossa
Família, amigos e lugares distantes. Santa Teresa de Calcutá é um
exemplo universal. Lembremos da nossa Santa Dulce dos Pobres, o
anjo bom do Brasil, que se consumiu cuidando da vida, especialmente
da vida dos mais pobres. A misericórdia, diante de uma vida em
situação de necessidade, é a verdadeira face de Deus.
5. Partilha (cada um dá sua opinião)

a) Qual tem sido a nossa atitude, diante de situações em que a vida
está ameaçada, seja pela violência, pelo abandono ou pela indiferença?
b) Conhecemos as Pastorais ou serviços que atuam na promoção e
defesa da vida, como, por exemplo, a Pastoral da Criança, da Pessoa
Idosa, os trabalhos com Dependentes Químicos, acolhimento às Mães
grávidas em situação de vulnerabilidade? Que mais? Comentemos.
6. Compromisso

Diante de tudo o que refletimos e discutimos, especialmente após
ouvirmos a Parábola do Bom Samaritano, o que poderemos assumir,
como compromisso concreto? Quem sabe, visitar e dar apoio a alguma
Família com dependentes químicos? Famílias passando necessidades?
7. Bênção Final (Página 2).

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7° Encontro (15 de agosto)

Eu e minha Casa serviremos ao Senhor!

1. Orações iniciais (Página 2).

2. Preparando para ouvir a Palavra
Leitor(a) 1: Josué foi o sucessor de Moisés. Ele quem introduziu o

povo de Israel na Terra Prometida. Vendo que o povo estava seguindo
os deuses daquelas terras ocupadas por eles, reuniu então todas as
tribos de Israel, em Siquém. E exigiu que o povo fizesse uma opção: ou
os deuses daqueles povos ou o Senhor! E todos escolheram o Senhor!

3. A Palavra de Deus
Canto de Aclamação.
Leitura na Bíblia: Josué, 14-17.
Chave de Leitura: a) Qual foi a proposta de Josué ao povo? b) O que

Josué e sua Família iriam fazer? c) O que o povo respondeu?

4. Reflexão da Semana da Família
L2: Nossa Família pertence a Jesus e à sua Igreja, é nossa escolha.

Como Josué, eu e minha casa serviremos ao Senhor! Acima de qualquer
coisa, serviremos ao Senhor! E reconhecemos como a melhor escolha,
que nos traz a paz, a alegria e os nossos sonhos de volta, portanto
felizes serviremos!

L3: Deus inspira e pede às Famílias uma convivência amorosa entre
pessoas de personalidades, talentos e sexos diferentes e de várias
gerações. Suas capacidades não são o mais importante, mas sim suas
atitudes de consideração, escuta, solidariedade, sua decisão de amar.

L4: A Igreja é formada por filhos de Deus, Famílias e Comunidades
que se apoiam na caminhada. Ajudando-nos uns aos outros, na alegria
e na tristeza, reconhecendo a luz que vem da Palavra de Deus, para
todos os momentos da vida.

L5: Assim na Família, que busca amar a Deus e ao próximo, as
crianças obedecem, os jovens aprendem, os pais lideram e os avós
compreendem. Em cada fase, a pessoa batizada é sacerdote, profeta e
rei, que enxerga a outra como alguém a ser servido e santificado.

5. Partilha (cada um dá sua opinião)

20

a) Atitudes de indiferença, superioridade, intolerância mostram que
o deus, aquilo que eu ponho acima de tudo, sou eu mesmo.

b) Falta de tempo para os outros e para Deus; não ser capaz de
escutar, de cuidar: o deus é o dinheiro e o trabalho. Busca de conforto e
distração acima de compromissos, exploração do outro: mostram que o
deus é o prazer. Querer ter sempre razão, não aceitar críticas, pela
autoimagem: mostram que deus é o poder. Em que precisamos nos
converter aos sonhos do Senhor para nós?
6. Compromisso

Todos os participantes se voltam para a Bíblia colocada no centro, e
rezam juntos:

T: Senhor Jesus, nós vos prometemos lutar sempre, com a vossa
graça, para que as nossas Famílias tenham como alicerce a Palavra de
Deus, o Pão da Eucaristia, a Caridade no cuidado dos irmãos e a Missão
de espelhar sempre o amor de Deus. Amém.
7. Bênção Final (Página 2).

21

GRUPO DE REFLEXÃO

2ª REUNIÃO

“E, sobre essa pedra, edificarei a minha
Igreja” (Mt 16, 18)

Semana de 17 a 23/08/2020

1. Orações iniciais

a) Preparação do ambiente: Bíblia, vela acesa, fotos da Igreja da
Comunidade e de momentos orantes da mesma – reveladas ou no celular; b)
Cântico meditativo: Deus é amor, arrisquemos viver por amor. Deus é amor,
Ele afasta o medo (2x); c) Oração inicial (Página 2); d) Partilhar as tarefas da
semana anterior.

2. Preparando para ouvir a Palavra de Deus
Leitor(a) 1: O texto que iremos rezar e refletir hoje é lindo. Jesus,

após uma experiência de vida com os doze, deseja saber o que eles têm
ouvido acerca dele, por parte da Comunidade. Essa pergunta inquieta,
pois com ela os discípulos se sentem obrigados a terem sensibilidade
sobre o tipo de experiência que as pessoas fazem com Jesus. Mas Ele
vai além, não se contenta com essa resposta e quer saber deles: “E vós,
quem dizeis que eu sou? Mergulhemos de corpo, alma e coração na
Palavra do Senhor, que é fonte de vida, verdade e inspiração para nossa
experiência de fé com o Senhor.

Todos: Abre meu coração, Senhor, para acolher, com alegria e amor, a
mensagem do Teu ensinamento.

3. Deus nos fala
Canto de Aclamação
Ler na Bíblia: Mateus 16, 13-20.
Chave de leitura:
a) Quais as duas preocupações (perguntas) de Jesus?
b) Qual delas inquieta mais os discípulos?
c) Hoje Jesus pergunta para você: quem sou eu para você? Que

resposta você vai dar?

4. Refletindo um pouco mais

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L2: Jesus é um homem muito preocupado com a EXPERIÊNCIA.
Ele não se contenta, simplesmente, com falatórios, mas sim com a
experiência comunitária: “Quem dizem os homens ser o Filho do
Homem?” – e com a experiência pessoal: “E vós, quem dizeis que eu
sou?”. A fé necessita dessas duas vertentes: individual e comunitária.
Não dá para testemunhar o verdadeiro rosto de Cristo, sem antes tê-Lo
contemplado na solidão, no interior do quarto e do coração. É muito
bonita a expressão que Jesus usa: “e sobre esta pedra”. Não se trata
aqui de pedra de alicerce, mas sim uma caverna. Há alguns meses,
vivemos um surto de pandemia e fomos obrigados a ficar em casa, em
quarentena. Redescobrimos o valor da oração em Família. Nossas
casas, nossas Famílias se tornaram cavernas, onde nos escondemos,
para ficarmos mais juntos uns dos outros e de Deus. Essa é a Igreja que
Jesus sonhou e quer. Um lugar capaz de acolher as pessoas e cuidar
delas. Essa é a pedra, a caverna, que Ele quer que sejamos.

Cantando: O que pensais de mim, / e Pedro respondeu: Tu és o Cristo,
Filho de Deus! (2x)

5. Comentando o tema da reunião
L3: O Papa Francisco, sempre atento aos clamores do Divino

Espírito, por meio da Exortação Apostólica pós-sinodal, QUERIDA
AMAZÔNIA, nos convida, além de muitas atitudes, a indignar-nos e
pedir perdão. Uma pessoa que não se indigna com a situação de
descaso, maldade, pecado social, desrespeito com a vida em sua
plenitude, não pode se dizer cristã. Essa pessoa ouve a Palavra do
Senhor, mas com o coração fechado. Come do Pão da vida, mas não
deixa que a vida humana seja alimentada por Ele. Diante de tantas
situações que colocam a vida em risco, não há outra opção para nós, a
não ser ficarmos indignados, e principalmente deixar que esse
sentimento se transforme em atos de amor.

L4: Quantos índios, por exemplo, foram mortos e continuam sendo,
para saciar a fome e sede de riqueza de poucos empresários? A Igreja
precisa ser voz profética nesse meio e, graças a Deus, tem sido. O
primeiro ato não é outro senão o pedido sincero de PERDÃO.
Infelizmente, até mesmo nós, que estamos sempre na Igreja, nós que
estamos aqui no Grupo de Reflexão, maltratamos e ofendemos a vida!

Cantemos (Refrão): Perdoai-nos, ó Pai, as nossas ofensas, / como nós
perdoamos a quem nos ofendeu. // 1. Se eu não perdoar o meu irmão, / o
Senhor não me dá o seu perdão. / Eu não julgo para não ser julgado, /
perdoando é que serei perdoado.

23

L5: FATO DA VIDA – A experiência missionária edifica e coloca a
Igreja (todos nós), em uma dinâmica de evangelização amorosa.
Ouçamos o relato missionário de um seminarista: “A missão nos coloca
em contato, não só com as pessoas, mas com Deus, que se manifesta
nas mais diversas realidades. Em uma de minhas visitas,
especificamente na cidade de Jacinto, pertencente à Diocese de
Almenara, MG, de forma muito espontânea, uma senhora falava da
alegria que sentia com nossa visita. Ela chorou, ao falar da sua
experiência de fé, que estava sendo vivida, dentro de casa, pois seus
problemas de saúde a impediam de ir à igreja (templo). Foi
emocionante ver, nos olhos e nas palavras dela, o amor pela Igreja. A
forma intensa com que ela falava do desejo que sentia de voltar a estar
com a família cristã foi, realmente, muito forte. Ser cristão exige
postura, precisa de determinação, paixão e amor. Se faltar uma destas
virtudes, caímos na descrença, ou até vamos à igreja, mas não nos
sentimos Igreja. Essa senhora, que visitamos, mostrou-me isso: ela tem
postura, pois não larga a Igreja Católica por nada; é determinada, pois,
mesmo doente, não se afasta de Deus e Nele confia piamente; é
apaixonada, pois fala da fé com um ardor tão grande, que impressiona;
ela ama, pois deixou o pranto rolar de tanta emoção e carinho. Missão é
se envolver!

6. Puxando conversa
a) Nosso Grupo de Reflexão tem sido como uma caverna ou como

uma pedra de tropeço? Estamos abertos para acolher as pessoas, ou
fechados em nós mesmos? b) Como ajudar as pessoas que ainda não
participam da Comunidade sentirem vontade de viver esta experiência
gostosa com a Palavra de Deus?

7. Pergunta para o Plenário
Como discípulos-missionários de Jesus, o que precisamos fazer,

para transformar nossa Comunidade em uma “Caverna”. Por quê?

8. Rezando a Palavra de Deus na vida
a) Senhor da Vida, ensinai-nos a acolher com carinho a vossa

Palavra e deixar que ela se transforme em atos de indignação com o que
fere a vida em sua plenitude. Rezemos:

T: Deus da vida, ouvi-nos!

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b) Senhor de misericórdia, perdoai-nos por tanto desprezo para com
a criação, e dai-nos um coração puro, para reparar o mal que fizemos e
evitar males futuros. Rezemos:

c) Senhor de amor, ensinai-nos a transformar nossas casas e igrejas
em Cavernas de acolhimento das pessoas, em sua totalidade, sem
discriminação. Rezemos:

Preces espontâneas, Pai Nosso, Ave Maria.
9. Compromissos da semana

a) Partilhar a beleza de fazer parte da vida comunitária, com alguém
que está afastado da Comunidade ou até mesmo chateado com ela.

b) Ler em casa o Evangelho do próximo domingo: Mateus 16, 21-
27.
10. Encerramento

Avisos, Cântico e Oração final.

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3ª REUNIÃO

O cuidado com a vida, dom de Deus

Semana de 23 a 30/08/2020

1. Iniciando nosso encontro

a) Preparação do ambiente: Bíblia, vela acesa, cruz, flores; b) Cântico
meditativo: A nós descei, Divina Luz, a nós descei, Divina Luz! / Em nossas
almas acendei / o amor, o amor de Jesus! (Bis); c) Oração inicial (Página 2);
d) Partilhar as tarefas da semana anterior.

2. Preparando para ouvir a Palavra de Deus
Leitor(a) 1: No texto bíblico que vamos refletir hoje e que também

será refletido e meditado no próximo domingo, Jesus nos alerta para os
desafios e as dificuldades, que iremos enfrentar em nossa missão de
batizados, confiada a nós por Deus. E, ao repreender Pedro, Jesus
também repreende a cada um de nós, quando nos deixamos levar pelo
medo, e pedimos a Deus para nos afastar das dificuldades na missão.
Ao contrário, peçamos a Deus que nos dê forças para enfrentar essas
dificuldades. Abramos o nosso coração, para acolher a Palavra de Deus.

Todos: “Escuta, Israel, o Senhor, teu Deus, vai falar! / Fala, Senhor, meu
Deus, Israel quer te escutar!” (Bis).

3. Deus nos fala
Leitura Bíblica: Mateus 16, 21-27.
Chave de leitura:
a) O que o texto bíblico quer nos ensinar?
b) Diante dos desafios de Comunidade, nós pensamos nas coisas de

Deus ou, como Pedro, nas coisas dos homens?
c) Estamos cada dia tomando a cruz para seguir Jesus? Por quê?

4. Refletindo um pouco mais
L2: No trecho do Evangelho que acabamos de ouvir, Jesus nos fala

de alegrias e tristezas. A alegria da sua ressurreição no terceiro dia e,
consequentemente, da nossa ressurreição no último dia. Nós também
faremos a experiência dessa grande alegria. E as tristezas, que são as
dificuldades enfrentadas em nossa missão cotidiana de testemunhar a
Boa Nova do Reino: perseguições, críticas, descréditos, ofensas,
renúncias. Jesus nos pede para renunciar-nos a nós mesmos, isso não é

26

fácil. Lembremo-nos com carinho dos catequistas, que renunciam parte
do seu tempo, para dedicá-lo aos catequizandos, num importantíssimo
trabalho prestado à Comunidade. Jesus nos pede ainda para tomarmos
a nossa cruz e segui-lo. Isso também não é fácil. Isso significa sofrer as
mesmas dores que Jesus sofreu. Mas não nos esqueçamos da sua
promessa: “Eis que eu estou convosco todos os dias, até a consumação
dos séculos!” (Mt 28, 20b).

Cantando: “Como Jesus, vou carregar, a minha cruz, pra poder
ressuscitar!” (bis)

5. Comentando o tema da Reunião
L3: Na sua Exortação Apostólica Pós-Sinodal “Querida Amazônia”,

o Papa Francisco, no capítulo primeiro, ressalta que “A luta social
implica a capacidade de sermos fraternos, um espírito de comunhão
humana. Então, sem diminuir a importância da liberdade pessoal, o
Papa Francisco ressalta que os povos nativos da Amazônia possuem um
forte sentido comunitário. A vida é um caminho comunitário, onde as
tarefas e as responsabilidades são divididas e compartilhadas, em
função do bem comum” (20). A experiência de vida desses povos nos
ensina que o comunitário é mais importante que o individual; a vida é
mais importante que as coisas materiais. A verdadeira felicidade está
no bem comum da Comunidade.

Cantando: “Os cristãos tinham tudo em comum, / dividiam seus bens
com alegria, / Deus espera que os dons de cada um / se repartam com o
amor no dia a dia!” (bis)

L4: Demostrando grande preocupação com a situação de
degradação ambiental na Amazônia, a Igreja, na voz do nosso Pontífice,
vê o diálogo, como uma das principais saídas: “O diálogo não se deve
limitar a privilegiar a opção preferencial pela defesa dos pobres,
marginalizados e excluídos, mas há de também respeitá-los como
protagonistas”, diz Francisco (27). É preciso escutar a voz daqueles que
mais sofrem com a devastação ambiental naquela região. Caso
contrário, será apenas mais “um projeto de poucos para poucos”,
afirma o Papa. Quanto a nós, o fato de estarmos distantes daquela
região, não nos impede de fazermos a nossa parte. Nós também
devemos cuidar da vida humana, animal e vegetal à nossa volta.

Cantando: Seja o verde o sinal da esperança, na Amazônia, / rincão da
aliança, sem os males que gera a cobiça. / Com o Cristo que tudo renova,
haveremos de ver terra nova, / nova terra onde reina a justiça!

27

L5: FATO DA VIDA – “A Pastoral Catequética na região de Costa
Marques/RO, cidade onde morei durante 1 ano e 7 meses, de fevereiro
de 2016 a outubro de 2018, apresentava-se como um desafio, que
percebi ser em toda a região, dentro da diocese de Guajará-Mirim,
Arquidiocese de Porto Velho, Rondônia. As etapas da Iniciação à Vida
Cristã não aconteciam em todas as Comunidades da Paróquia, pois,
muitas careciam de pessoas dispostas para assumir. Algumas
Comunidades eram, na época, formadas por quatro famílias apenas,
por serem eles os únicos a habitarem ali. Outras realidades tinham
apenas cinco ou seis famílias compondo a Comunidade, devido ao
número grande de protestantes. Percebi a necessidade de uma
catequese muito mais evangelizadora, capaz de revelar o rosto amoroso
e misericordioso de Deus, que é sacramental, pois, existe um povo
heterogêneo, de várias culturas, etnias e raças, disposto a acolher a
presença da testemunha fiel do Deus Trino. Um Deus que já se faz
presente lá, no rosto das crianças, no olhar dos sábios anciãos, na
alegria da juventude, em todos os filhos seus.” (Ir. Valdinéia Aparecida
dos Santos, MNSG – Caratinga/MG).

6. Puxando conversa
a) Comentem as dificuldades de Ir. Valdinéia na Rondônia; b) Que

cuidado temos tido com a vida, como um todo, à nossa volta?

7. Pergunta para o Plenário
Quais ações podemos promover, para que o cuidado com a vida, em

todas as dimensões (humana, vegetal e animal), seja ainda maior, em
nossa Comunidade?

8. Rezando a Palavra de Deus na vida
a) Senhor, iluminai o nosso coração e a nossa mente, para que

possamos fazer, cada vez mais, a experiência de viver o bem comum,
em nossa Sociedade; rezemos:

T: Ó Deus, Pai amoroso, ouvi-nos!
b) Senhor, animai os nossos governantes, para que se sensibilizem
com os povos amazônicos, criando medidas que lhes garantam uma
vida digna, respeitando sua cultura e seus costumes; rezemos:
c) Senhor, abençoai a vocação dos nossos catequistas, e inspirai-os
para que continuem doando sua vida e seu trabalho, pela construção do
Reino de Deus; rezemos:

28

Preces espontâneas, Pai Nosso, Ave Maria.
9. Compromissos da semana

a) Procurar alguém da Comunidade, que precise de uma visita
amiga, ou de alguma ajuda material, e lhe prestar solidariedade.

b) Levar, para a celebração do próximo domingo, o nome de seu
catequista ou ex-catequistas e ofertar as vidas deles ou delas ao Senhor.
10. Encerramento

Avisos, Cânticos e Oração final (Página 2).

29

PLENÁRIO

1. Preparando o ambiente

Flores, crucifixo, Bíblia, no altar (se for na igreja) ou em uma mesa à
frente. Organizar os alimentos para a mesa da partilha, no final do encontro.
Receber as pessoas com alegria.

2. Iniciando o nosso encontro

a) Cântico: Eu sou feliz é na Comunidade! / b) Oração inicial (Página 2); c)
Relembrar como foi realizado o gesto concreto, durante o mês, pelos grupos e
famílias.

3. Iniciando a conversa: Uma breve memória do mês
Leitor(a) 1: Neste mês, refletimos sobre a Exortação do Papa

Francisco “Querida Amazônia”, que nos pede para cuidamos da Casa
Comum. Nos encontros, discutimos sobre o cuidado com a Criação, ou
seja, o cuidado que devemos ter com os seres que habitam a Mãe Terra
e de quanto devemos cuidar da Criação de Deus.

L2: Dessa maneira, aprendemos que o jeito de lidar com a terra tem
que estar de acordo com as nossas crenças em Deus, Criador de todas
as coisas, que nos deu a tarefa de cuidar de sua Criação. É importante
lembrarmos sobre o assunto, pois Jesus Cristo convida a cada um dos
seus discípulos a segui-Lo. Nós somos seus discípulos tão queridos. “Se
alguém me quer seguir, renuncie a si mesmo, tome sua cruz cada dia, e
siga-me” (Lc 9, 23).

L3:Viver e anunciar a verdadeira alegria é mais que uma simples
escolha. Mesmo nas dificuldades, mesmo nas constantes quedas, Ele
chama a cada um de nós a um projeto de amor. Portanto, quando o
Senhor nos chama a segui-Lo, assim como fez a Pedro e André, Thiago
e João, às margens do mar da Galileia, somos convidados a fazer parte
de uma nova família, cujos laços, muito mais fortes que a raça ou
sangue, são a fé e a caridade.

L4: A resposta autêntica ao chamado de Jesus deve ser dada com a
nossa vida. O testemunho de batizados vai muito além de belas
palavras lançadas ao vento, pois Jesus nos pede fidelidade e
compromisso, sobretudo no cuidado com o próximo e com a obra da
criação, por amor. Esse caminho só se faz caminhando. Vivermos o
Evangelho cotidianamente, com atitudes. Vivermos nossa vocação de
contribuirmos com Deus, no cuidado com a Obra da Criação.

30

4. Escuta da Palavra de Deus
Canto de aclamação
Ler na Bíblia: Sabedoria 6, 15-27.
Chave de leitura:
a) A verdadeira Sabedoria vem de Deus. Qual o mistério da

Sabedoria?
b) A Sabedoria é o dom de Deus, que forma na pessoa humana o seu

bom senso interior. É graças a esse bom senso, que podemos
humanizar a natureza, sem violentá-la ou destruí-la. Como estamos
vivendo esse dom em nossa Comunidade?

c) A sabedoria, com sua ação transformadora, continua presente na
humanidade para levar o universo à realização do projeto de Deus.
Estamos contribuindo com o projeto de Deus no cuidado integral da
vida?

5. Partilha das perguntas do Plenário
Após cada grupo apresentar o que refletiu durante este mês, o

plenarista faz um apanhado geral de tudo o que precisa ser colocado em
prática em nossa Comunidade, para sermos cada vez mais Igreja de
Cristo.

6. Gesto concreto
O Dirigente, sondando as necessidades da nossa Comunidade,

apresenta o gesto concreto, para a nossa Comunidade caminhar junta,
no próximo mês.

7. Preces espontâneas, Pai Nosso e Ave Maria.

8. Encerramento
Avisos / Canto, bênção final (Página 2).

LEITURAS BÍBLICAS PARA O MÊS DE
AGOSTO DE 2020

INTENÇÕES DO SANTO PADRE O PAPA: Universal
– O mundo do mar. Rezemos por todas as pessoas que trabalham

31

e vivem no mar, entre elas os marinheiros, os pescadores e suas
Famílias.

1. Santo Afonso Maria de Ligório: Jr 26, 11-16.24; Mt 14, 1-12. –
2. 18º DOMINGO DO TEMPO COMUM: Is 55, 1-3; Rm 8, 35.37-39; Mt
14, 13-21 (Multiplicação dos pães). – 3. Jr 28, 1-17; Mt 14, 22-36. – 4.
São João Maria Vianney: Jr 30, 1-2.12-15.18-22; Mt 15, 1-2.10-14. – 5.
Jr 31, 1-7; Mt 15, 21-28. – 6. Transfiguração do Senhor: Dn 7, 9-10.13-
14 ou 2Pd 1, 16-19; Mt 17, 1-9. – 7. Na 2, 1.3; 3, 1-3.6-7; Mt 16, 24-28. –
8. São Domingos de Gusmão: Hab, 1, 12 – 2, 4; Mt 17, 14-20. – 9. 19º
DOMINGO DO TEMPO COMUM: 1Rs 19, 9a.11-13a; Rm 9, 1-5; Mt 14,
22-33 (Jesus e Pedro caminham sobre a água). – 10. São Lourenço,
Diácono e Mártir: 2Cor 9, 6-10; Jo 12, 24-26. – 11. Santa Clara: Ez 2, 8
– 3, 4; Mt 18, 1-5.10.12-14. – 12. Ez 9, 1-7; 10, 18-22; Mt 18, 15-20. –
13. Ez 12, 1-12; Mt 18, 21 – 19, 1. –14. São Maximiliano Maria Kolbe:
Ez 16, 1-15.60.63 ou Ez 16, 59-63; Mt 19, 3-12. – 15. Ez 18, 1-10.13b.30-
32; Mt 19, 13-15. – 16. ASSUNÇÃO DE NOSSA SENHORA: Ap 11, 19a;
12, 1.3-6a.10ab; 1Cor 15, 20-27a; Lc 1, 39-56 (Cântico de Maria). – 17.
Ez 24, 15-24; Mt 19, 16-22. – 18. Ez 28, 1-10; Mt 19, 23-30. – 19. Ez 34,
1-11; Mt 20, 1-16a. – 20. São Bernardo: Ez 36, 23-28; Mt 22, 1-14. – 21.
São Pio X: Ez 37, 1-14; Mt 22, 34-40. – 22. Nossa Senhora Rainha: Is 9,
1-6; Lc 1, 26-38. – 23. 21º DOMINGO DO TEMPO COMUM: Is 22, 19-
23; Rm 11, 33-36; Mt 16, 13-20 (Confissão de Pedro). – 24. São
Bartolomeu, Apóstolo: Ap 21, 9b-14; Jo 1, 45-51. – 25. 2Ts 2, 1-3a.14-
17; Mt 23, 23-26. – 26. 2Ts 3, 6-10.16-18; Mt 23, 27-32. – 27. Santa
Mônica: 1Cor 1, 1-9; Mt 24, 42-51. – 28. Santo Agostinho: 1Cor 1, 17-
25; Mt 25, 1-13. – 29. Martírio de São João Batista: Jr 1, 17-19; Mc 6,
17-29. – 30. 22º DOMINGO DO TEMPO COMUM: Jr 20, 7-9; Rm 12,
1-2; Mt 16, 21-27. – 31. 1Cor 2, 1-5; Lc 4, 16-30.

32


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