I - por saída espontânea de algum dos coralistas;
II - por afastamento, no caso das faltas, e;
III - quando o coral resolver estender o número de seus componentes.
Artigo 3° – São requisitos para o ingresso e participação efetiva
como coralista:
I - realização do teste de voz com o regente, para definição de naipe vocal;
II - inscrição com a secretária do coral, deixando assim seus dados
pessoais cadastrados;
III - definição da data de pagamento da contribuição;
IV - aquisição da beca do coral;
V - pontualidade e presença nos ensaios e apresentações;
VI - participação e envolvimento em todos os eventos.
Dos ensaios
Artigo 4° – Os ensaios realizar-se-ão todos os sábados às
14h30, salvo em determinados casos previstos e anuncia-
dos antecipadamente aos coralistas.
Parágrafo único – Para o bom andamento e proveito
dos ensaios é preciso que cada coralista:
I - respeite os momentos dos ensaios;
II - não participe de conversas paralelas;
III - não saia no horário dos ensaios para irem ao ba-
nheiro ou beber água. Se fizer, que seja antes ou de-
pois do horário do ensaio;
IV - todas as justificativas devem ser feitas no dia
da ausência por telefone ou pessoalmente com
um dos integrantes da diretoria do coral.
V- Os coralistas devem se apresentar confor-
51
me regulamento da igreja no tocante a roupas e acessórios. Saia para
mulheres e calças para homens.
Das Faltas
Artigo 5° – Caso o coralista tenha faltado, a alguma das apresentações ou
ensaios, ficará impedido de participar na apresentação seguinte.
Sanção Caso o coralista consiga obter 3 (três) faltas consecutivas, no pe-
ríodo compreendido entre 1 (um) semestre, sem justificativa, será afas-
tado das apresentações, e seu lugar será considerado: vago.
Artigo 6° – Poderá o “coralista afastado” retornar ao coral no semestre
seguinte. Cabe lembrar, que se o coral estiver com a lista dos compo-
nentes completa, terá o “coralista afastado” que esperar juntamente e na
ordem da lista, o momento que sobrar eventual vaga.
Artigo 7° – Sempre antes de cada apresentação, será realizada uma aná-
lise conjunta pelo regente, diretor (a) e vice-diretor (a), para certificar se
há condições de assumir o evento.
Parágrafo único – Além de outras condições, será visto se o coral terá
no mínimo 90% de seus componentes no dia em que ocorrerá o evento.
Esta condição será vista no próprio ensaio com os coristas.
Artigo 8° – Todas as justificativas devem ser feitas com antecedência por
telefone ou pessoalmente a um dos integrantes da diretoria do coral.
Das mensalidades
Artigo 4° – A contribuição é obrigatória e essencial para a participação
efetiva do coralista no coral. A contribuição será no valor de R$ 20,00
(vinte reais) por semestre.
§1° O prazo para pagamento da contribuição será no mês conforme sor-
teio realizado no início de cada semestre de atividades.
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§2° A mensalidade será usada para realização de atividade do coral,
compra de equipamento, materiais e incentivos.
Sanção O não pagamento de mensalidade acarretará em não partici-
par das atividades sociais que envolvam o coral.
Das becas
Artigo 5° As becas são propriedades de uso exclusivo para apresen-
-tações do coral.
§1° Cada coralista deve cuidar de sua beca, dobrando-a após as
apresentações.
§2° A aquisição da beca do coral compreende o valor de R$47,00
(quarenta e sete reais).
Sanção O não pagamento da beca acarretará em não participar das
apresentações. Será sempre dada a prioridade aqueles que estão em
dia com o coral.
OBS.: Passível de mudanças de acordo com necessidades com-
provadas pela diretoria do coral.
O presente estatuto tem vigência até que a diretoria
julgar necessário e se fizerem alterações na mesma.
___________________________________
_______/______/_______
Os coralistas abaixo relacionados e assinados estão
de pleno acordo com este estatuto que foi levado
a plenário nos dias
______/______/_________
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Nome completo Assinatura
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METAS PARA O MINISTÉRIO DA MÚSICA EM
NOSSAS IGREJAS
Queremos, pela graça de Deus, que em cada igreja ou congregação
o ministério da música cumpra o seu papel com dedicação e esme-
ro. Vejamos algumas coisas importantes para que tudo aconteça da
melhor maneira possível:
1. Organizar a diretoria do Ministério da Música na igreja local:
• Diretor (a)
• Diretor (a) associado (a)
• Secretário (a)
• Tesoureiro (a)
• Pianista
• Ancião ou conselheiro
• Diretor (a) do coral
• Operador de som
• Responsável pelo momento de louvor
2. Preparar um calendário de atividades e manter reu-
niões regulares durante o ano, para planejamento e
avaliação das atividades.
3. Organizar e manter um coral jovem ou grupo musical.
4. Realizar um evento especial (concurso, seminário,
concerto, FEMUSA, etc.) a nível de distrito ou região.
5. Informar os eventos e atividades realizados em
seu distrito para a secretária do Ministério Jovem
de sua Associação.
55
6. Colaborar com o pastor na organização da liturgia dos cultos da igreja
(hinos para a doxologia, recolhimento das ofertas, saída após o culto, e etc.).
7. Velar pela manutenção dos equipamentos musicais e de sons da igreja
8. Organizar as apresentações musicais em todos os cultos da igreja.
9. De acordo com cada programa, preparar, ajudar ou dirigir o momento
de louvor.
10. Recomendar à comissão da igreja o nome de cantores, participantes
de grupos musicais e quartetos, duetos, solistas, regentes, pianistas, ins-
trumentistas, etc, para que possam exercer suas funções.
11. Dar suporte musical a todos os programas evangelísticos da igreja.
12. Incentivar o maior número possível de juvenis, jovens e adultos a
estudarem canto ou algum instrumento musical.
13. Promover e organizar: palestras, seminários, sermões, debates, estu-
dos em grupo, festivais de louvor, encontros de corais, quartetos e etc.
14. Coordenar, através de uma escala, os diversos ensaios dos grupos
musicais, determinando dia, hora e local para cada um.
15. O operador de som deve:
• Montar um equipamento apropriado e aprovado pela comissão
da igreja
• Organizar uma escala de serviço para que todos os cultos sejam
atendidos e observar pontualmente os horários.
• Manter todos os equipamentos em perfeito funcionamento.
• Não permitir que pessoas alheias aos equipamentos os manuseiem.
• Indicar à comissão de música os CDs ou DVDs que deverão ser
usados na igreja.
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PENSAMENTOS PARA REFLETIR SOBRE MÚSICA
“Os que fazem do canto uma parte do culto divino, devem escolher hi-
nos com música apropriada para a ocasião, não notas de funeral, porém
melodias alegres e, todavia, solenes. A voz pode e deve ser modulada,
suavizada e dominada”. Signs of the Times, 22 de junho de 1882.
“O canto é um dos mais eficazes meios de impressionar o cora-
ção com a verdade espiritual. Muitas vezes têm sido descerradas as
fontes do arrependimento e da fé, mediante as palavras do cântico
sagrado. Membros da igreja, tanto adultos como jovens, devem ser
educados para sair a proclamar esta mensagem final ao mundo. Se
eles vão com humildade, anjos de Deus os acompanharão, ensinan-
do-os a erguer a voz em oração, em hinos, e a proclamar a mensa-
gem evangélica para este tempo”. Mensagens aos Jovens, p. 217
“Há pessoas que têm um dom especial para cantar, e há ocasiões em
que uma mensagem especial é apresentada por uma pessoa can-
tando sozinha, ou por várias, unidas num cântico. Mas o canto
raramente deve ser feito por poucos. O cantar bem é um
dom que exerce influência, e Deus deseja que todos
o cultivem e empreguem para glória do Seu nome”.
Obreiros Evangélicos, p. 359
“Nunca se deve perder de vista o valor do canto como
meio de educação. Que haja canto no lar, de hinos que
sejam suaves e puros, e haverá menos palavras de cen-
sura e mais de animação, esperança e alegria. Haja
canto na escola, e os alunos serão levados para mais
perto de Deus, dos professores e uns dos outros”.
Mensagens aos Jovens, p. 292
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“A música pode ser uma grande força para o bem; não fazemos, entre-
tanto, o máximo com esse ramo de culto. O canto é feito em geral por
impulso ou para atender a casos especiais, e outras vezes deixam-se os
cantores ir errando, e a música perde o devido efeito no espírito dos
presentes. A música deve ter beleza, emoção e poder. Ergam-se as vozes
em hinos de louvor e devoção. Chamai em vosso auxílio, se possível, a
música instrumental, e deixai ascender a Deus a gloriosa harmonia, em
oferta aceitável”. Testemunhos Seletos, vol. 1, p. 457
“Assim como os filhos de Israel, jornadeando pelo deserto, suavizavam
pela música de cânticos sagrados a sua viagem, Deus ordena a Seus filhos
hoje que alegrem a sua vida peregrina. Poucos meios há mais eficazes
para fixar Suas palavras na memória do que repeti-las em cânticos. E tal
cântico tem maravilhoso poder. Tem poder para subjugar as naturezas
rudes e incultas; poder para suscitar pensamentos e despertar simpatia,
para promover a harmonia de ação e banir a tristeza e os maus pressen-
timentos, os quais destroem o ânimo e debilitam o esforço”. Mensagens
aos Jovens, pp. 291-292.
“Aqueles que, a despeito de tudo mais, se põem nas mãos de Deus, para
ser e fazer tudo quanto Ele queira que façam, verão o Rei em Sua for-
mosura. Verão Seus incomparáveis encantos e, tocando suas harpas de
ouro, encherão todo o Céu com preciosa música e com os cantos do
Cordeiro”. Evangelismo, p. 503.
“A voz humana que entoa a música de Deus vinda de um coração cheio
de reconhecimento e ações de graças, é incomparavelmente mais apra-
zível a Ele do que a melodia de todos os instrumentos de música já inven-
tados pelas mãos humanas”. Ellen White, Carta 2c, 1892.
58
BIBLIOGRAFIA
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