ÍNDICE
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INTRODUÇÃO
O Hospital Vila Franca de Xira (HVFX) e o Agrupamento de Centros de Saúde (ACES)
Estuário do Tejo elaboraram em conjunto este Manual de Referenciação Clínica, que
pretende contribuir para a melhoria da resposta assistencial aos Utentes servidos pelas
duas Instituições.
Este Manual resulta da sinergia de vontades das duas Instituições e sintetiza um
conjunto de compromissos, simples e objetivos. Sistematiza as regras de referenciação
pelas quais os intervenientes da prestação dos cuidados de saúde se devem reger,
tornando a referenciação num instrumento de trabalho que deverá responder ao rigor
da Qualidade e Segurança Clínica.
Neste documento simples, identificam-se as situações clínicas que devem ser orien-
tadas para a Consulta Externa das especialidades hospitalares, definem-se normas e
procedimentos para uniformizar essa transferência de cuidados e criam-se regras pro-
cessuais, que deverão ser flexíveis e adaptáveis a futuras realidades organizacionais,
bem como novas abordagens clínicas. Sendo este um documento vivo, será atualizado
sempre que necessário.
Esperamos que este manual seja de consulta regular, tanto pelos especialistas de
Medicina Geral e Familiar como pelos especialistas Hospitalares, e que se traduza num
contributo ativo para a melhoria da prestação de cuidados de saúde, centrados no
indivíduo.
Por fim, não podemos deixar de agradecer a todos aqueles que colaboraram na sua
elaboração.
Obrigado,
Dr. Carlos Rabaçal
Diretor Clínico do Hospital Vila Franca de Xira
MANUAL DE REFERENCIAÇÃO II JULHO 2016
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ACES ESTUÁRIO DO TEJO
CONSTITUIÇÃO DO CONSELHO CLÍNICO E DE SAÚDE
Diretora Executiva
Dra. Maria do Céu Cruz Canhão
219579760 [email protected]
961887325
Presidente Conselho Clinico e de Saúde
Dr. Armando Braz
964391387 [email protected]
Vogal Médico
Dr. Hugo Sousa
964391338 [email protected]
Vogal Médico S. Pública
Dra. Teresa Galhardo
962300682 [email protected]
Vogal de Enfermagem
Enfª Paula Vasques da Costa
219579760 [email protected]
MANUAL DE REFERENCIAÇÃO II JULHO 2016
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ACES ESTUÁRIO DO TEJO
CONTACTOS DAS UNIDADES
USF Villa Longa 219527520 [email protected]
Dr. João Ferreira
219535200 [email protected]
USF FORTE DA CASA
Dra. Ana Neto 219535204 [email protected]
USP Forte Da Casa 219540100 [email protected]
Dra. Judite Catarino
219579760 [email protected]
UCSP Povoa Sta. Iria
Dr. Rui Valério 219936220 [email protected]
UCSP Alverca 219500168 [email protected]
Dr. Bolina Pinto 219500690
UCSP Arcena
Dra. Ana Felício
UCSP Alhandra
Dra. Luisa Borlido
USF Terras De Cira
Dra. Mª Manuel Marques
263279650 [email protected]
MANUAL DE REFERENCIAÇÃO II JULHO 2016
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ACES ESTUÁRIO DO TEJO
CONTACTOS DAS UNIDADES
USF Castanheira Do Ribatejo 263286100 [email protected]
Dr. Francisco Frade 263286139 [email protected]
UCSP Alenquer 263731340 [email protected]
Dra. Eduarda Tralha [email protected]
263979120
USF Arruda
Dr. Rocha Lopes 263516147
USF Benavente
Dra. Emuna Mia
USF Samora
Dra. Julieta Gaspar
263650900 [email protected]
UCSP Azambuja
Dra. Aura Graça
263407600 [email protected]
MANUAL DE REFERENCIAÇÃO II JULHO 2016
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HOSPITAL VILA FRANCA DE XIRA
CONTACTOS
Diretor Clínico 925 414 533
Dr. Carlos Rabaçal [email protected]
Diretora de Enfermagem 961 710 802
Enfª Maria José Lourenço [email protected]
MANUAL DE REFERENCIAÇÃO II JULHO 2016
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ANESTESIOLOGIA
DIRETOR DE SERVIÇO Dr. Nazário Costa
RESPONSÁVEL DA CONSULTA [email protected]
964 005 186
Dr. Nazário Costa
[email protected]
CONSULTAS DISPONÍVEIS
Consulta de Dor Crónica
PATOLOGIAS A REFERENCIAR
Dor crónica não oncológica, com duração superior a 6 meses, de diversas
etiologias e difícil controle.
Dor oncológica necessitando de controle por técnicas invasivas
Referenciação através do Serviço de Oncologia Médica
INFORMAÇÃO QUE DEVE CONSTAR NO PEDIDO DE CONSULTA
História clínica com confirmação de Dor Crónica
Deve incluir dados relevantes da sintomatologia e do exame físico, bem como
estudos efetuados para determinação da etiologia e evolução clínica.
Co-morbilidades associadas e respetivas intervenções.
Medicação efetuada, pertinente para a situação clínica em causa, e seus
resultados.
Outras medicações.
Outra informação considerada pertinente.
DOCUMENTOS/EXAMES COMPLEMENTARES DE QUE O DOENTE DEVE SER
PORTADOR
Meios complementares de diagnóstico efetuados e respetivos resultados, incluindo
exames laboratoriais (especialmente relevantes em situações clínicas de doença reuma-
tológica) e de imagem, com respetivos relatórios.
MANUAL DE REFERENCIAÇÃO II JULHO 2016
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CARDIOLOGIA
DIRETOR DE SERVIÇO Dr. Carlos Rabaçal
[email protected]
RESPONSÁVEL DA CONSULTA
925 414 553
CONSULTAS DISPONÍVEIS: CARDIOLOGIA GERAL
PATOLOGIAS A REFERENCIAR Dr. Luis Nuno
[email protected]
Cardiopatia isquémica com instabilidade sintomática
Cardiopatia valvular sintomática 961 710 814
Insuficiência cardíaca de novo ou agudizada
Disritmias/Perturbações da condução
Hipertensão arterial resistente ao tratamento
INFORMAÇÃO QUE DEVE CONSTAR NO PEDIDO DE CONSULTA
História clínica e exame físico sucintos que incluam
- Início dos sintomas /sinais
- Fatores de risco cardiovascular
Hipóteses diagnósticas e dúvidas a esclarecer
MCDT’s relevantes
Terapêutica/s em curso
DOCUMENTOS/EXAMES COMPLEMENTARES DE QUE O DOENTE DEVE SER PORTADOR
Análises laboratoriais com perfil lipídico e função renal
ECG de 12 derivações
Ecocardiograma
Registo de Holter de 24 horas *
Registo de M.A.P.A. de 24 horas*
*de acordo com patologias em causa, caso se justifique
NOTAS
Sempre que haja dúvidas sobre a referenciação, contactar o responsável da consulta por
telefone ou mail nos dias úteis.
Caso surja alguma questão pontual, sem necessidade de nova avaliação, de Utentes já
seguidos ou que já foram seguidos na consulta de cardiologia, deverá ser utilizado o correio
eletrónico (email).
O responsável pela consulta ou o Diretor do Serviço orientarão a questão para o Cardiolo-
gista assistente, que responderá pela mesma via.
MANUAL DE REFERENCIAÇÃO II JULHO 2016
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CIRURÍGNIADIGCERAL
DIRETOR DE SERVIÇO Dr. Francisco Rodrigues
[email protected]
RESPONSÁVEL DA CONSULTA
961 710 826
CONSULTAS DISPONÍVEIS
Cirurgia geral Dr. Pedro Correia
Cirurgia de ambulatório [email protected]
Cirurgia gastroduodenal
Cirurgia coloretal
Proctologia
Cirurgia endócrina
Cirurgia da obesidade
Senologia
Pé diabético
CONSULTA DE CIRURGIA GERAL
PATOLOGIAS A REFERENCIAR
Patologia da vesícula e vias biliares
Todas as situações do foro da Cirurgia Geral não enquadradas no âmbito
específico dos diversos grupos funcionais do Serviço.
Doentes que embora portadores de patologia suscetível de tratamento em
ambulatório, são excluídos por razões clínicas ou sociais:
- Hérnias da parede abdominal
- Patologia anoretal:
Hemorróidas
Fissura anal
Fístula anal
- Lesões da pele e tecido celular subcutâneo
- Varizes dos membros inferiores
- Pé diabético
INFORMAÇÃO QUE DEVE CONSTAR NO PEDIDO DE CONSULTA
História clínica sucinta
Comorbilidades associadas
Medicação habitual
DOCUMENTOS/EXAMES COMPLEMENTARES DE QUE O DOENTE DEVE SER
PORTADOR
Patologia da vesícula e vias biliares
Ecografia abdominal
Patologia anoretal
Retossigmoidoscopia (se possível)
MANUAL DE REFERENCIAÇÃO II JULHO 2016
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CIRURGIA GERAL
Varizes dos membros inferiores
Ecodoppler dos membros inferiores.
CONSULTA DE CIRURGIA DE AMBULATÓRIO
Responsável da consulta
Dra. Hortênsia Cordas
PATOLOGIAS A REFERENCIAR A ESTA CONSULTA
Patologia da parede abdominal
Excluir – Hérnias recidivadas e hérnias incisionais
Proctologia
Hemorróidas, fístulas, fissuras e quisto pilonidal
Pele e tecido celular subcutâneo
Lesões da cabeça, pescoço, mãos, pés e períneo, suspeitas de
malignidade.
Lesões benignas da cabeça, pescoço e região da nuca, com mais de
3 cm de diâmetro.
Varizes dos membros inferiores
INFORMAÇÃO QUE DEVE CONSTAR NO PEDIDO DE CONSULTA
História clínica sucinta
Comorbilidades associadas
Medicação habitual
DOCUMENTOS / EXAMES COMPLEMENTARES DE QUE DEVE SER PORTADOR
Patologia anoretal
Retossigmoidoscopia (se possível)
Varizes dos membros inferiores
Ecodoppler dos membros inferiores
Em caso de dúvida sobre a existência de hérnia da parede
Ecografia
CONDIÇÕES CLÍNICAS PARA REFERENCIAÇÃO
Idade igual ou superior a 6 anos
Não fazer anticoagulantes orais (não se aplica aos antiagregantes
plaquetários ou à heparina de baixo peso molecular)
Doente saudável ou com doença sistémica controlada (ex.: hipertensão
arterial ou diabetes Mellitus).
MANUAL DE REFERENCIAÇÃO II JULHO 2016
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CIRURGIA GERAL
CONDIÇÕES SOCIAIS PARA REFERENCIAÇÃO
Ser acompanhado por um adulto responsável, que possa estar com o doente
desde a chegada ao hospital até pelo menos 24 horas após a cirurgia.
Ter transporte assegurado em veículo automóvel
Ter telefone/ telemóvel para contactar a Unidade de Cirurgia do Ambulatório
em caso de necessidade
Ter condições logísticas adequadas no domicílio
Tempo de deslocação do seu domicílio para o Hospital Vila Franca de Xira não
superior a 60 minutos
CONSULTA DE PROCTOLOGIA
Responsável da consulta
Dr. Hugo Queimado
PATOLOGIAS A REFERENCIAR A ESTA CONSULTA
Doentes com patologia anoretal complexa, documentada e que ainda não
observados noutra consulta do Hospital Vila Franca de Xira:
BENIGNA
Fístulas anais recidivadas; fístulas na doença de Crohn;
incontinência fecal; obstrução defecatória / inércia cólica; prolapso
retal
MALIGNA do ânus e períneo.
INFORMAÇÃO QUE DEVE CONSTAR NO PEDIDO DE CONSULTA
História clínica sucinta
Comorbilidades associadas
Medicação habitual
DOCUMENTOS / EXAMES COMPLEMENTARES DE QUE DEVE SER PORTADOR
Estudo analítico com marcadores tumorais (se indicado)
Retossigmoidoscopia com biópsia
MANUAL DE REFERENCIAÇÃO II JULHO 2016
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CIRURGIA GERAL
CONSULTA DE CIRURGIA COLORETAL
Responsável da consulta
Dra. Teresa Salgueiro
PATOLOGIAS A REFERENCIAR A ESTA CONSULTA
Doentes com patologia coloretal documentada e que ainda não observados
noutra consulta no Hospital Vila Franca de Xira:
BENIGNA
Doença diverticular confirmada ou sugerida por exames
complementares de diagnóstico.
MALIGNA
Tumores cólon ou do reto, confirmados ou sugeridos por exames
complementares de diagnóstico.
INFORMAÇÃO QUE DEVE CONSTAR NO PEDIDO DE CONSULTA
História clínica sucinta
Comorbilidades associadas
Medicação habitual
DOCUMENTOS / EXAMES COMPLEMENTARES DE QUE DEVE SER PORTADOR
Estudo analítico com marcadores tumorais (se indicado)
Colonoscopia com biópsia
Resultado de biópsia
Tomografia axial computorizada abdominal / pélvica (se possível)
CONSULTA DE CIRURGIA ENDÓCRINA
Responsável da consulta
Dra. Nádia Gonçalves
PATOLOGIAS A REFERENCIAR A ESTA CONSULTA
Doentes com patologia da glândula tiroideia e paratiroideias
Patologia das glândulas suprarrenais
Suspeita de patologia endócrina do pâncreas
INFORMAÇÃO QUE DEVE CONSTAR NO PEDIDO DE CONSULTA
História clínica sucinta
Comorbilidades associadas
Medicação habitual
DOCUMENTOS / EXAMES COMPLEMENTARES DE QUE DEVE SER PORTADOR
Estudo analítico (T4 livre e TSH)
PTH (na patologia paratiroideia)
MANUAL DE REFERENCIAÇÃO II JULHO 2016
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CIRURGIA GERAL
CONSULTA DE CIRURGIA ESÓFAGOGÁSTRICA
Responsável da consulta
Dra. Margarida Brilhante
PATOLOGIAS A REFERENCIAR A ESTA CONSULTA
Doentes com patologia esófagogastroduodenal documentada e que ainda
não tenham sido observados noutra consulta de cirurgia no Hospital Vila
Franca de Xira:
BENIGNA
Do esófago (tumores benignos, divertículos e alterações da
motilidade)
Doença do refluxo gastroesofágico
Hérnias do hiato
Patologia gástrica benigna
MALIGNA
Do estômago
Do esófago (para orientação)
INFORMAÇÃO QUE DEVE CONSTAR NO PEDIDO DE CONSULTA
História clínica sucinta
Comorbilidades associadas
Medicação habitual
DOCUMENTOS / EXAMES COMPLEMENTARES DE QUE DEVE SER PORTADOR
Estudo analítico com marcadores tumorais (se indicado)
Endoscopia digestiva alta com biópsia (se indicado)
Resultado de biópsia
Tomografia axial computorizada toraco-abdomino-pélvica (se possível)
CONSULTA DE CIRURGIA DA OBESIDADE
Responsável da consulta
Dr. João Morais
CRITÉRIOS PARA REFERENCIAÇÃO
Idade compreendida entre os 18 anos e os 65 anos
IMC> ou = a 40kg/m2
IMC> ou = a 30/35 se tiver pelo menos uma das patologias associadas
MANUAL DE REFERENCIAÇÃO II JULHO 2016
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CIRURGIA GERAL
Patologia mais frequentemente associada à obesidade
- Diabetes tipo2
- Hipertensão arterial
- Dislipidémias
- Patologia osteo-articular dos joelhos e ancas
- Patologia respiratória, asma, bronquite
- Apneia do sono
- Patologia cardíaca
SÃO CRITÉRIOS DE EXCLUSÃO:
Existência de doença oncológica
Existência de hepatopatia ativa
Alcoolismo crónico
Dependência de drogas
Alterações psiquiátricas graves ou atraso mental severo
Impossibilidade de follow up
INFORMAÇÃO QUE DEVE CONSTAR NO PEDIDO DE CONSULTA
História clínica sucinta
Comorbilidades associadas
Medicação habitual
Informação do tipo de consulta a que o doente é enviado
DOCUMENTOS / EXAMES COMPLEMENTARES DE QUE DEVE SER PORTADOR
Ecografia abdominal (para exclusão de litíase biliar e avaliação do volume
hepático)
Endoscopia digestiva alta (se possível)
ECG (facultativo)
RX pulmonar (facultativo)
CONSULTA DE SENOLOGIA
Responsável da consulta
Dr. Luís Ramos
CRITÉRIOS DE REFERENCIAÇÃO À CONSULTA DE SENOLOGIA
A - URGENTE (ELEVADA SUSPEIÇÃO DE MALIGNIDADE):
Doentes com alterações imagiológicas suspeitas de malignidade
(BIRADS 4 ou BIRADS 5);
MANUAL DE REFERENCIAÇÃO II JULHO 2016
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CIRURGIA GERAL
Doentes com sinais ou sintomas suspeitos de cancro da mama:
- Lesão palpável;
- Ulceração;
- Retração cutânea;
- Eczema do mamilo;
- Retração recente do mamilo ou distorção ( <3 meses);
- Corrimento mamilar hemático.
B - AVALIAÇÃO NECESSÁRIA MAS NÃO URGENTE (NÃO SUGESTIVOS DE
MALIGNIDADE):
Mamografia com alterações provavelmente benignas (BIRADS 3);
Empastamento que persiste após o ciclo menstrual;
Abcesso mamário
Quisto recidivante ou que não desaparece após aspiração
Dor mamária persistente
Corrimento mamilar não hemático
C - AVALIAÇÃO DE RISCO FAMILIAR (PARA POSTERIOR ESTUDO
GENÉTICO NO INSTITUTO PORTUGUÊS DE ONCOLOGIA DE LISBOA:
Familiar de portador de mutação germinativa patogénica;
Mulher com cancro da mama ou ovário antes dos 30 anos;
Homem com cancro da mama;
Três casos de cancro da mama em duas gerações consecutivas se:
- pelo menos um diagnosticado antes dos 40 anos
- ou os três diagnosticados antes dos 50 anos;
Três casos de cancro da mama em familiares de 1º grau do mesmo
lado da família se um deles for diagnosticado antes dos 50 anos;
Três casos de cancro da mama em familiares do 1º ou do 2º grau
se a linha paterna for a afetada e um deles diagnosticado antes
dos 50 anos;
Um caso de cancro da mama antes dos 45 anos e carcinoma do
ovário em qualquer idade;
Cancro da mama bilateral antes dos 50 anos e um familiar com
cancro da mama ou do ovário;
Duas irmãs com cancro da mama antes dos 40 anos ou uma delas
com cancro do ovário antes dos 50 anos;
Mulher com cancro da mama antes dos 40 anos desde que o
diagnóstico seja de carcinoma indiferenciado ou carcinoma
medular com ausência de expressão de recetores
hormonais e de HER-2.
MANUAL DE REFERENCIAÇÃO II JULHO 2016
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CIRURGIA GERAL
INFORMAÇÃO QUE DEVE CONSTAR NO PEDIDO DE CONSULTA
História clínica sucinta
Comorbilidades associadas
Medicação habitual
DOCUMENTOS / EXAMES COMPLEMENTARES DE QUE DEVE SER PORTADOR
Ecografia mamária
Mamografia
MANUAL DE REFERENCIAÇÃO II JULHO 2016
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DERMATOLOGIA
DIRETOR DE SERVIÇO Dra. Sunita Dessai
RESPONSÁVEL DA CONSULTA [email protected]
961 710 824
Dra. Sunita Dessai
CONSULTAS DISPONÍVEIS
Dermatologia Geral
Dermatologia Pediátrica
Infeções Sexualmente Transmissíveis (Homens)
Patologia da Vulva e Infeções Sexualmente Transmissíveis (Mulheres)
Criocirurgia
Dermatoscopia Digital
Fototerapia
Pequena Cirurgia
Laserterapia de CO2
Pequena Cirurgia Pediátrica
Cirurgia de Ambulatório - situações dermatológicas que exigem abordagem
por técnicas interventivas por vezes com recurso a anestesia geral
Dermatologia de Apoio ao Serviço de Urgência
Dermatologia Muito Prioritária
Dermatologia Prioritária
Dermatologia Muito Prioritária - Pediátrica
PATOLOGIAS A REFERENCIAR
Consulta de Dermatologia Geral
Doenças eritemato-descamativas extensas ou que não tenha tido resposta
ao tratamento iniciado pelo Médico de Família. Incluem-se neste grupo a
psoríase, os eczemas, o acne e outras dermatoses
Reações adversas cutâneas a fármacos;
Urticária crónica ou aguda recidivante;
Erupções acneiformes;
Dermatoses bolhosas auto imunes;
Discromias e alterações da pigmentação;
Infeções cutâneas;
Onicopatias;
Alopecias;
Paniculites;
Nevos melanocíticos com ou sem atipia clínica (regra do ABCDE);
Doentes com Antecedentes Familiares em 1º grau de Melanoma Maligno;
Lesões cutâneas suspeitas de malignidade, nomeadamente melanomas,
carcinomas espinocelulares e basocelulares, devidamente referenciados como
prioritários;
Lesões cutâneas pré malignas ou malignas (queratoses actínicas,
leucoplasia, eritroplasia);
Cicatrizes desfigurantes na face (pós traumatismo ou doença
dermatológica nomeadamente acne ou varicela);
Hiperhidrose primária idiopática;
MANUAL DE REFERENCIAÇÃO II JULHO 2016
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DERMATOLOGIA
Dermatologia Pediátrica
Doenças eritemato-descamativas (Psoríase ou Eczema Atópico);
Dermatite Seborreica;
Reações adversas cutâneas a fármacos;
Urticária crónica ou aguda recidivante;
Acne moderado a grave a carecer de medicação sistémica;
Discromias e alterações da pigmentação incluindo manchas ‘café au lait’ em
número superior a seis e dimensões superiores a 5 mm em idade pré púbere;
Infeções cutâneas;
Onicopatias;
Alopecias e patologia do couro cabeludo incluindo descamação;
Nevos melanocíticos congénitos ou adquiridos com ou sem atipia clínica
(regra do ABCDE);
Doentes com Antecedentes Familiares em 1º grau de Melanoma Maligno;
Lesões cutâneas pré malignas ou malignas (queratoses actínicas, leucoplasia,
eritroplasia, pápula ou nódulo erosionado ou pigmentado com mais de 2
meses de evolução);
Cicatrizes desfigurantes na face (pós acne ou varicela);
Hiperhidrose primária idiopática;
Alterações vasculares (hemangiomas ou mancha cor de vinho do Porto).
Infeções Sexualmente Transmissíveis
Rastreio, diagnóstico, tratamento e acompanhamento de utentes com
suspeita de diagnóstico de IST, excepto infeção VIH: sífilis, condilomas,
úlceras genitais, corrimento uretral entre outras.
Patologia da Vulva
Patologia cutânea vulvar
EXAMES COMPLEMENTARES DE DIAGNÓSTICO DE QUE O DOENTE DEVE SER
PORTADOR
Resultado de exames complementares relacionados com o motivo de envio à
consulta
Estudo pré-operatório no caso de indicação cirúrgica
Deve trazer toda a sua medicação e análises já efetuadas
Consulta de Dermatologia e Venereologia:
- História Clínica sumária – Especificar Localização da dermatose
ou da lesão cutânea, tipo de lesão cutânea, sintomas, tempo de
evolução, tratamentos já realizados);
- Antecedentes Pessoais e/ou Familiares relevantes;
- Medicação habitual (ou o doente deverá trazer esta informação
completa na primeira consulta);
- Descrição relevante resultante do Exame Objetivo (localização
da dermatose ou da lesão cutânea, tipo e características da lesão
cutânea elementar dando ênfase à cor e dimensões).
MANUAL DE REFERENCIAÇÃO II JULHO 2016
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DERMATOLOGIA
Prurido recalcitrante
Hemograma com contagem de plaquetas, glicemia em jejum, função renal, uricemia,
função hepática com parâmetros de colestase, eletroforese de proteínas, função
tiroideia.
Psoríase
Hemograma com contagem de plaquetas, glicemia em jejum, função renal, uricemia,
função hepática, eletroforese de proteínas, calcemia, fosfatemia, VS, perfil lipídico
completo, serologias virais, VDRL
Alopecia
Hemograma com contagem de plaquetas, VS, glicemia em jejum, função renal, urice-
mia, função hepática com parâmetros de colestase, eletroforese de proteínas, função
tiroideia, VDRL, ANA, ferro, zinco.
Na mulher incluir também: FSH; LH; 17-OH-progesterona; testosterona total e livre,
sulfato de dehidroepiandrosterona.
Acne
Hemograma com contagem de plaquetas, glicemia em jejum, função renal, função
hepática.
Na mulher incluir também: FSH; LH; 17-OH-progesterona; testosterona total e livre,
sulfato de dehidroepiandrosterona, B-HCG.
Ecografia ginecológica se justificável pela história ginecológica.
Úlceras de perna
Hemograma com contagem de plaquetas, glicemia em jejum, função renal, uricemia,
função hepática, eletroforese de proteínas, VS, perfil lipídico completo.
Eco Doppler venoso e arterial dos membros inferiores datando do presente ano da
referenciação.
Onicomicose
Hemograma função renal, função hepática.
NOTAS
Constituem situações clínicas que justificam o contacto em Situação de Urgência:
- Toxidermias graves enquadráveis com Necrólise epidérmica tóxica, com
envolvimento das mucosas (oral, genital ou ocular), envolvimento palmo
plantar e/ou descolamento cutâneo;
- Eritrodermia (Síndrome do ‘Red Man’) com eritema com ou sem
descamação de mais de 90% da superfície corporal.
Todas as outras situações deverão ser referenciadas para consulta de Dermatologia
Muito Prioritária.
Em caso de dúvida quanto ao encaminhamento mais correto, poderá ser contactado
o Dermatologista de Apoio ao Serviço de Urgência definido por escala e acessível
através do número: 961710824/263006500.
MANUAL DE REFERENCIAÇÃO II JULHO 2016
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GASTRENTEROLOGIA
DIRETOR DE SERVIÇO Dr. António Queiroz
[email protected]
RESPONSÁVEL PELA CONSULTA EXTERNA
RESPONSÁVEL PELA CONSULTA DE HEPATOLOGIA 912 528 394
RESPONSÁVEL PELA CONSULTA DE PROCTOLOGIA
Dr. António Queiroz
Dra. Paula Cunha
[email protected]
Dra. Cátia Quintela
[email protected]
CONSULTAS DISPONÍVEIS
Gastrenterologia Geral
Gastrenterologia – Prioritários
Hepatologia
Proctologia
PATOLOGIAS A REFERENCIAR
Doença de Refluxo gastro esofágico complicada e patologia motora do
esófago
Dispepsia complicada e doença ulcerosa
Síndromes de má absorção e diarreias crónicas
Doença Inflamatória Intestinal
Patologia /Condições pré-malignas do tubo digestivo (Pólipos, Esófago de
Barrett, entre outras)
Rastreio do Carcinoma do cólon (PSOF + entre 50 e 75 anos)
Pancreatite Crónica e lesões císticas do pâncreas
Doenças hépato-biliares (hepatites, víricas, auto-imunes, tóxicas, cirroses,
entre outras)
Patologia médica ano-rectal (hemorróides, fissuras, entre outras)
Estudo de anemias ferropénicas sem causa evidente
Outras situações que justifiquem exames especializados para diagnóstico
INFORMAÇÃO QUE DEVE CONSTAR NO PEDIDO DE CONSULTA
História clínica precisa com os aspetos relevantes do exame físico
(fundamental)
Problema de diagnóstico que motiva a consulta
Descrição do problema clínico com ênfase no tempo de evolução e
medicações
Descrição sumária dos exames já efetuados
MANUAL DE REFERENCIAÇÃO II JULHO 2016
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GASTRENTEROLOGIA
DOCUMENTOS/EXAMES COMPLEMENTARES DE QUE O DOENTE DEVE SER
PORTADOR
Hepatologia
- Eco (TAC)
- Análises (Hemograma; T.Protrombina, AST, ALT; F.Alc, GGT, Bilirrubinas,
Marcadores víricos - AgHBs, Atc Anti-HBs, Atc HBc, Anti-HCV)
D.I.I., Anemias e Diarreias
- Análises (Hemograma, Ferro, Ureia e Creatinina, ALT, Iono, Coproculturas e
Pesquisa de parasitas - 3 amostras e dispensável nas anemias)
Trazer sempre todos os exames endoscópicos anteriormente realizados e as histolo-
gias respetivas. Trazer exames imagiológicos que tenha (não apenas relatórios)
NOTAS
Situações a referir para Urgência
- Hemorragias digestivas altas
- Hemorragias digestivas baixas com significado clínico
- Situações de disfagia aguda
MANUAL DE REFERENCIAÇÃO II JULHO 2016
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GINECOLOGIA
DIRETOR DE SERVIÇO Dr. Rui Sousa Costa
[email protected]
RESPONSÁVEL DA CONSULTA 925 414 574
CONSULTAS DISPONÍVEIS Dra. Lucinda Mata
Ginecologia (geral) [email protected]
Apoio à fertilidade
Colposcopia
Ginecologia oncológica
Ginecologia Prioritária
Senologia básica
Uroginecologia / Pavimento pélvico
PATOLOGIAS A REFERENCIAR À CONSULTA
DE ACORDO COM OS PROTOCOLOS ESPECÍFICOS ENTRE O SERVIÇO O E O ACES
ESTUÁRIO DO TEJO NO QUAL SE ENCONTRAM DEFINIDOS OS CIRCUITOS DE
REFERENCIAÇÃO E CRITÉRIOS A CUMPRIR.
Hemorragia uterina anormal ou metrorragias pós-menopausa; dor pélvica
crónica; leiomiomas uterinos; endometriose; massas anexiais; patologia endo-
metrial; planeamento familiar definitivo e orientação na escolha do método
contracetivo adequado na presença da comorbilidades
Infertilidade primária ou secundária
Resultados anormais de citologia cérvico-vaginal, lesões macroscópicas do
colo do útero e vulva, prurido vulvar crónico
Patologia oncológica do foro ginecológico
Patologia ginecológica que exige diagnóstico ou terapêutica urgente, seja
pela gravidade dos sintomas apresentados, seja pela suspeita de maligni-
dade
Nódulos mamários e outras alterações imagiológicas mamárias a merecer
esclarecimento, escorrência mamilar ou mastalgia
Prolapso urogenital e/ou incontinência urinária (esforço, urgência, mista,
overflow)
DOCUMENTOS/EXAMES COMPLEMENTARES DE QUE O DOENTE DEVE SER
PORTADOR
Medicação habitual
Exames complementares realizados no âmbito do motivo de consulta
- Ecografias obstétricas
- Estudos analíticos
- Exames relativos à patologia de base
- Relatórios médicos relevantes
MANUAL DE REFERENCIAÇÃO II JULHO 2016
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IMUNO-HEMOTERAPIA
DIRETOR DE SERVIÇO Dra. Dina Pereira
RESPONSÁVEL DA CONSULTA [email protected]
961710893
Dra. Dina Pereira
CONSULTAS DISPONÍVEIS
Imuno-hemoterapia
PATOLOGIAS A REFERENCIAR
Poliglobulias cuja avaliação prévia conclua haver eventual benefício num plano
de flebotomias terapêuticas
Hemocromatoses
Outras patologias que beneficiem de flebotomias terapêuticas, a combinar
caso a caso (ex: Policitemia Vera, Porfíria cutânea tarda com ou sem hepatite
C , sobrecargas de ferro não hemocromatose, cardiopatias congénitas, pós
transplante renal, etc)
Anemias com suspeita de carência de ferro, absoluta ou funcional, sem
resposta à terapêutica oral ou sem via digestiva e que possam ter indicação
para administração de ferro endovenoso
INFORMAÇÃO QUE DEVE CONSTAR NO PEDIDO DE CONSULTA
História clínica sucinta
Dados relevantes da sintomatologia e do exame físico, no âmbito da
patologia em questão
Comorbilidades associadas
Medicação habitual
MEIOS COMPLEMENTARES DE DIAGNÓSTICO
No caso de referenciação de poliglobulias o pedido deve ser acompanhado
por hemograma e idealmente, se possível, gasometria arterial.
Nas hemocromatoses, estudo da função hepática, doseamento da ferritina,
índice de saturação da transferrina, estudo genético se efetuado (genótipo
HFE) e ecografia abdominal.
As anemias devem ser acompanhadas por hemograma com reticulócitos,
ferritina, índice de saturação da transferrina, doseamento de ácido fólico e
vitamina B12.
MANUAL DE REFERENCIAÇÃO II JULHO 2016
23
INFECIOLOGIA
DIRETOR DE SERVIÇO Dr. José Cordeiro Neves
[email protected]
RESPONSÁVEL DA CONSULTA 934257859
CONTACTO DA CONSULTA Dra. Carla Tonel
[email protected]
CONSULTAS DISPONÍVEIS
Infeciologia (geral) 263 006 959
Infeção VIH/SIDA
PATOLOGIAS A REFERENCIAR À CONSULTA
Patologia infeciosa justificando intervenção diferenciada: sífilis tardia,
doenças com manifestações sistémicas
Infeção VIH/SIDA
Co-infeção VIH/SIDA, VHB, VHC
Excluem-se a monoinfeções pelo VHB e/ou VHC, a serem referenciadas à consulta de
Gastrenterologia.
INFORMAÇÃO QUE DEVE CONSTAR NO PEDIDO DE CONSULTA
História clínica
Problema de diagnóstico que motiva a consulta
DOCUMENTOS/EXAMES COMPLEMENTARES DE QUE O DOENTE DEVE SER
PORTADOR
Resultados de exames complementares relevantes
MANUAL DE REFERENCIAÇÃO II JULHO 2016
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MEDICINA INTERNA
DIRETOR DE SERVIÇO Dr. José Barata
[email protected]
COORDENADORA DA CONSULTA EXTERNA
963149739
CONSULTAS DISPONÍVEIS
Medicina Interna geral Dra. Leuta Araújo
Diabetes [email protected]
Extensão: 63162
263006500
CONSULTA DE MEDICINA INTERNA GERAL
Critérios de referenciação:
Doentes com doença estabelecida não grave, mas instável ou agudizada,
necessitando de acompanhamento especializado;
Doentes com doença diagnosticada que necessita da avaliação do grau de
gravidade pelo especialista;
Doentes com doença estabelecida não grave, mas que o médico assistente
tem dificuldade em controlar;
Doentes com doença estabelecida não grave e estável, quando o médico
assistente necessita de uma opinião do especialista sobre a terapêutica;
Doente com suspeita de doença por presença de sintomas típicos, mas cujos
exames não são conclusivos ou são controversos, para avaliação e
diagnóstico pelo especialista.
INFORMAÇÃO QUE DEVE CONSTAR NO PEDIDO DE CONSULTA E DOCUMENTOS/
EXAMES COMPLEMENTARES DE QUE O DOENTE DEVE SER PORTADOR
Problema de diagnóstico que motivaram o pedido consulta
Exames previamente efetuados
Terapêutica em curso e efetuadas anteriormente
Motivo de envio a consulta de especialidade
Contactos do médico responsável pela referenciação
CONSULTA DE DIABETES
Médica responsável: Dra. Mónica Soares
Critérios de referenciação:
Doentes com Diabetes tipo 1
Doentes com Diabetes tipo 2 que não controlados:
Falência da terapêutica oral. Esta deve ser considerada quando tendo pelo
menos 2 antidiabéticos em dose máxima, a Hg A1c seja ≥ 8% em 2
determinações consecutivas.
MANUAL DE REFERENCIAÇÃO II JULHO 2016
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MEDICINA INTERNA
Contra-indicação para terapêutica oral (doentes com insuficiência renal,
intolerância aos antidiabéticos orais)
Doentes já insulinizados mas não controlados (Hg A1c ≥ 8%)
Hipoglicemias recorrentes
INFORMAÇÃO QUE DEVE CONSTAR NO PEDIDO DE CONSULTA E DOCUMENTAÇÃO /
EXAMES COMPLEMENTARES DE QUE O DOENTE DEVE SER PORTADOR
Motivo da referenciação a consulta especializada
Tipo de Diabetes Mellitus
Tempo de evolução da doença
Terapêutica atual (e terapêuticas anteriores que possam ser relevantes na
adequada otimização terapêutica futura)
Outras patologias associadas e terapêutica instituidas:
HTA
Dislipidemia
Doença cardiovascular
Nefropatia (data da última avaliação médica)
Retinopatia (data da última avaliação médica)
Tabagismo
Neuropatia
Doença vascular periférica
Avaliação laboratorial recente onde conste pelo menos: Glicémia em jejum, HbA1c,
avaliação da função renal e perfil lipídico
Contactos do médico responsável pela referenciação.
MANUAL DE REFERENCIAÇÃO II JULHO 2016
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NEURÍNODLIOCGEIA
DIRETOR DE SERVIÇO Dra. Cândida Barroso
[email protected]
RESPONSÁVEL DA CONSULTA
962 344 233
CONSULTAS DISPONÍVEIS
Neurologia Dra. Cândida Barroso
Doenças desmielinizantes [email protected]
Doenças cérebro-vasculares
PATOLOGIAS A REFERENCIAR
Doentes adultos (≥18 anos) com as seguintes patologias, sinais e/ou sintomas:
Enxaqueca frequente com necessidade de terapêutica profilática;
Outras cefaleias para esclarecimento etiológico ou orientação terapêutica;
Epilepsia (não inclui as lipotimias/síncopes, que não pertencem ao foro da
Neurologia);
Declínio cognitivo/demência, que não no contexto de doença psiquiátrica
major, delirium ou hábitos tóxicos por.ex. etanólicos, e com exclusão de
causas tratáveis através da revisão da medicação do doente (para excluir
fármacos com efeitos secundários cognitivos) e da realização de exames
complementares de rotina;
Doenças do movimento: doença de Parkinson, tremor, distonia, coreia, tiques;
Doente com sintomas e sinais neurológicos de instalação progressiva ou
recorrentes (por ex., suspeita de doença desmielinizante do SNC);
Neuropatias (que não no contexto de doenças sistémicas já conhecidas em
que é esperado o seu aparecimento, como a Diabetes Mellitus, a insuficiência
renal avançada, ou os doentes submetidos a quimioterapia prévia);
Polirradiculopatias com defeito neurológico associado na ausência de com
pressão radicular nos exames de neuroimagem (TC e/ou RM da região vérte
bromedular sintomática);
Miopatias (quadros clínicos de mialgias, com fraqueza muscular e/ou elevação
das enzimas musculares);
Miastenia Gravis;
Doença vascular cerebral:
- Doentes com defeito neurológico focal recente e documentação
imagiológica (TC ou RM-CE) de lesão vascular isquémica ou
hemorrágica em topografia correspondente desde que não observa
dos ou seguidos em regime hospitalar pelo referido motivo;
- Doentes com clínica de AVC/AIT e estenose carotídea homolateral
superior a 50% documentada em ecodoppler, Angio-TC ou Angio-RM;
MANUAL DE REFERENCIAÇÃO II JULHO 2016
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NEURÍNODLIOCGEIA
- Doentes previamente submetido a stenting ou endarterectomia
carotídea e sem seguimento regular em consulta de cerebrovascu-
lares, cirurgia vascular ou neurorradiologia de intervenção;
- Doentes com AIT/ AVC de repetição;
- Doentes com história de AVC isquémico de etiologia indeterminada
(ECG Holter sem documentação de FA e Ecodoppler sem estenoses
arteriais significativas em território correspondente);
- AVC/AIT em doentes jovens (<50A);
Não deverão ser referenciados doentes com AVC no passado, mesmo com sequelas,
desde que com etiologia bem definida e seguimento regular assegurado pelo seu
médico de família.
Doenças hereditárias neurológicas;
Outras situações: discutir com o neurologista, caso a caso.
Estas situações constituem os grandes grupos de patologia neurológica que podem
surgir na prática clínica diária. Claro que não é possível, nem muitas vezes necessário, o
médico neurologista ver todos os doentes, pelo que o médico de MGF deve fazer uma
triagem dos casos e deve fazer alguma investigação clínica, incluindo a realização de
meios complementares de diagnóstico.
INFORMAÇÃO QUE DEVE CONSTAR NO PEDIDO DE CONSULTA
Deve constar o motivo da consulta devidamente fundamentado, com sintomas e
sinais e suspeita clínica e medicação feita em ambulatório. Deve ainda constar resultado
de exames complementares de diagnóstico relevantes para o quadro clínico.
DOCUMENTOS/EXAMES COMPLEMENTARES DE QUE O DOENTE DEVE SER
PORTADOR
Cefaleias refratárias e com sinais neurológicos associados
- TC-CE
Epilepsia
- Avaliação analítica geral
- TC-CE
Declínio cognitivo/demência
- Avaliação analítica geral que inclua determinação de vitamina B12, ácido
fólico, função tiroideia, VDRL, serologia VIH, hemograma, função renal,
função hepática, ionograma, glicémia e HbA1c, nos indivíduos diabéticos
ou com suspeita de terem diabetes.
- TC-CE
Tremor
- Avaliação analítica com função tiroideia
Doente com sintomas e sinais neurológicos de instalação progressiva ou
recorrentes
- Avaliação analítica geral
- TC-CE
Doente com AVC isquémico/AIT ou AVC hemorrágico recente
MANUAL DE REFERENCIAÇÃO II JULHO 2016
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NEURÍNODLIOCGEIA
- TC-CE ou RM-CE com documentação da lesão encefálica respetiva
- Avaliação analítica geral com perfil lipídico
- AVC isquémico/AIT: Ecodoppler dos vasos do pescoço,
Ecocardiograma transtorácico, ECG Holter - os exames referidos não
devem em caso algum atrasar a referenciação.
Neuropatias
- Avaliação analítica geral que inclua a determinação da vitamina B12,
ácido fólico, função tiroideia, serologia VIH, hemograma, função renal,
função hepática, ionograma, glicémia em jejum e HbA1c, velocidade de
sedimentação, ANA e eletroforese das proteínas.
Miopatias
Avaliação analítica geral que inclua a determinação de CK total e função
tiroideia.
Doentes com seguimento prévio noutros Hospitais ou em transferência da
Pediatria devem trazer relatórios desse seguimento, lista da medicação já
efetuada/em curso e exames realizados.
NOTAS
Para quaisquer esclarecimentos os colaboradores da Unidade de Neurologia do HVFX
estão disponíveis, de segunda a sexta-feira, das 9h00-10h00 e das 13h00-14h00,
através do telefone geral 263 006 500.
MANUAL DE REFERENCIAÇÃO II JULHO 2016
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OBSTETRÍCIA
DIRETOR DE SERVIÇO Dr. Rui Sousa Costa
RESPONSÁVEL DA CONSULTA [email protected]
925414574
Dr. Rui Sousa Costa
CONSULTAS DISPONÍVEIS
Obstetrícia (risco)
Diabetes e endocrinopatias na gravidez
Gravidez na adolescência
Gravidez múltipla/gemelar
Hipertensão/nefropatias e gravidez
Patologia Infeciosa, auto-imune e hematológica na gravidez
Obstetrícia 3º trimestre
Diagnóstico pré-natal
Interrupção Voluntária da Gravidez (IVG)
PATOLOGIAS A REFERENCIAR À CONSULTA
DE ACORDO COM OS ITEMS ACIMA E COM OS PROTOCOLOS ESPECÍFICOS ENTRE
O SERVIÇO O E O ACES ESTUÁRIO DO TEJO NO QUAL SE ENCONTRA DEFINIDO O
CIRCUITO DE REFERENCIAÇÃO E CRITÉRIOS A CUMPRIR.
INFORMAÇÃO QUE DEVE CONSTAR NO PEDIDO DE CONSULTA
Idade gestacional (ecográfica) e data provável de parto
História clínica resumida
Problema que motiva a solicitação de consulta
Antecedentes médico-cirúrgicos relevantes
Antecedentes pessoais relevantes
DOCUMENTOS/EXAMES COMPLEMENTARES DE QUE O DOENTE DEVE SER
PORTADOR
Cartão de cidadão / Cartão de Utente do SNS ou de Beneficiário de
Subsistema de Saúde
Medicação habitual
Exames complementares realizados no âmbito do motivo de consulta
Ecografias obstétricas
- Estudos analíticos
- Exames relativos à patologia de base
- Relatórios médicos relevantes
PROTOCOLO DIAGNÓSTICO PRÉ-NATAL – 1º E 2º TRIMESTRES DE GESTAÇÃO
O diagnóstico pré-natal do 1º e 2º trimestres de gestação possui um protocolo
específico estabelecido entre partes e o ACES Estuário do Tejo no qual se encontra
definido o circuito de referenciação e critérios a cumprir.
MANUAL DE REFERENCIAÇÃO II JULHO 2016
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OFTALMOLOGIA
DIRETOR DE SERVIÇO Dr. Miguel Amaro
RESPONSÁVEL DA CONSULTA [email protected]
962 344 278
Dr. Miguel Amaro
CONSULTAS DISPONÍVEIS
Consulta geral
Retina Médica
Retina Cirúrgica
Oculoplástica-órbita
Inflamação Ocular
Implanto-refrativa
Córnea
Glaucoma
Oftalmologia Pediátrica
Estrabismo
Neuroftalmologia
PATOLOGIAS A REFERENCIAR
Realização de exame oftalmológico em crianças de alto risco, nos dois
primeiros meses de vida, que, nomeadamente, apresentem potencial para
sofrer de Retinopatia da prematuridade ou que tenham historia familiar e/ou
suspeita clínica de retinoblastoma, de cataratas infantis, de glaucoma
congénito e de doenças genéticas e metabólicas.
Realização de rastreio oftalmológico sistemático, com inclusão na
programação tipo de atuação em saúde infantil e juvenil de, pelo menos,
uma observação oftalmológica das crianças com idades entre os
0 e 2 anos e outra entre os 2 e 5 anos.
Realização de exame oftalmológico ocasional, às pessoas entre os 14 e 45
anos, que apresentem sintomas e queixas de visão deficiente, traumatismo
ou diabetes.
Realização de exame oftalmológico periódico, pelo menos de 4 em 4 anos, às
pessoas com idade igual ou superior a 46 anos.
Realização de exame oftalmológico oportunístico, a todas as pessoas com
elevado risco de desenvolvimento de patologia oftalmológica, com base na
história clínica, história familiar e idade, mesmo na ausência de sintomas.
Divulgação regular, junto dos profissionais de saúde, da localização de
consultas de oftalmologia, com acesso garantido a rastreio e exame
oftalmológico periódicos
INFORMAÇÃO QUE DEVE CONSTAR NO PEDIDO DE CONSULTA
Motivo da consulta
Principal queixa e duração da mesma (Data início de sintomas)
Terapeûtica em curso
Acuidade visual
Última Consulta de Oftalmologia
HBa1C nos pacientes diabéticos
MANUAL DE REFERENCIAÇÃO II JULHO 2016
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OFTALMOLOGIA
DOCUMENTOS/EXAMES COMPLEMENTARES DE QUE O DOENTE DEVE SER
PORTADOR
Exames complementares de Diagnóstico de Oftalmologia
Nota de alta ou informação clínica sobre procedimentos realizados fora do
HVFX.
NOTAS
A seleção do nível de prioridade tem como principal fonte a informação disponibilizada
no pedido de consulta. Para que esta seja eficaz é muito importante o preenchimento
claro e completo dos pedidos de consulta.
MANUAL DE REFERENCIAÇÃO II JULHO 2016
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ONCOLOGIA
DIRETOR DE SERVIÇO Dra. Ana Alcazar
RESPONSÁVEL DA CONSULTA [email protected]
968 166 003
Dra. Ana Alcazar
CONSULTAS DISPONÍVEIS
Tumores sólidos
Cuidados paliativos
Dor crónica
Enfermagem de ostomias
Enfermagem de ostomias ventilatórias
Psicologia clínica
Consulta de orientação multidisciplinar (C.O.M.)
Outras atividades:
Hospital de Dia de Oncologia
Hospital de Dia Polivalente
PATOLOGIAS A REFERENCIAR ÀS CONSULTAS:
Consulta de tumores sólidos
Destinada ao tratamento de Patologia Oncológica do foro ORL, Gastrointestinal, Geni-
to - Urinário, Pele não-melanoma, Mama feminina e masculina.
Exceptuam-se os tumores da idade pediátrica, hemato-oncológicos, primitivos do pul-
mão, do Sistema Nervoso e do Osso, Endocrinológicos, Sarcomas e Melanoma.
Consulta de cuidados paliativos
Patologia oncológica de qualquer topografia, em fase avançada e progressiva, ultra-
passada a fase curativa, motivando dor ou outra sintomatologia de difícil controle e
grande sofrimento, do próprio ou da família. Excetuam-se as patologias pediátricas.
Consulta de dor crónica
Dor crónica não oncológica, com duração superior a 6 meses, de diversas etiologias e
díficil controle.
Dor oncológica necessitando de controle por técnicas invasivas.
Referenciação através do Serviço de Oncologia
Consulta de psicologia clínica
Proporciona apoio psicológico diferenciado na área da Psico-Oncologia, englobando
doentes e familiares com seguimento nas consultas referidas anteriormente, sendo
portanto de referenciação interna.
Consulta de enfermagem de ostomias
Destinada a portadores de ostomias gastrointestinais e urológicas, ou de patologias
em que se prevê a colocação de uma ostomia para marcação de local cirúrgico
MANUAL DE REFERENCIAÇÃO II JULHO 2016
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ONCOLOGIA
Consulta de enfermagem de ostomias ventilatorias
Destinada a portadores de ostomias ventilatórias
Consulta de orientação multidisciplinar (C.O.M.)
Consulta de referenciação interna destinada à elaboração de planos terapêuticos
multidisciplinares
Hospital de dia de oncologia
Destinado a doentes do foro oncológico para administração de terapêutica citotóxica,
suporte transfusional ou outro, terapêutica da dor e realização de técnicas invasivas
diagnósticas, terapêuticas ou paliativas.
Referenciação interna das diferentes consultas do Serviço de Oncologia
Hospital de dia polivalente
Destinado a doentes com patologias não oncológicas necessitando, de forma pro-
gramada, terapêutica intravenosa em perfusão, suporte transfusional ou técnicas
invasivas diagnósticas ou terapêuticas.
Referenciação interna das várias consultas hospitalares, com triagem prévia pelos
respetivos diretores de serviço.
INFORMAÇÃO A CONSTAR NO PROCESSO DE REFERENCIAÇÃO
Consulta de tumores sólidos, cuidados paliativos, orientação multidisciplinar
História clínica com confirmação de doença oncológica ou forte suspeita da
mesma.
Deve incluir dados relevantes da sintomatologia e do exame fisico, bem como
a evolução clínica.
Meios complementares de diagnóstico efetuados e respetivos resultados,
incluindo resultados histológicos, sempre que possível.
Co-morbilidades associadas e respetivas intervenções.
Medicação efetuada, pertinente para a situação clínica em causa, e seus
resultados.
Outras medicações.
Outra informação considerada pertinente.
Consulta de dor crónica
História clínica com confirmação de Dor Crónica.
Deve incluir dados relevantes da sintomatologia e do exame fisico, bem como
estudos efetuados para determinação da etiologia e evolução clínica.
Meios complementares de diagnóstico efetuados e respetivos resultados,
incluindo exames laboratoriais (especialmente relevantes em situações clíni
cas de doença reumatológica), e de imagem com respetivos relatórios.
Co-morbilidades associadas e respetivas intervenções.
Medicação efetuada, pertinente para a situação clínica em causa, e seus
resultados.
Outras medicações.
Outra informação considerada pertinente.
Outras consultas
Breve história clinica evidenciando a situação clinica e a justificação da solicitação da
consulta
MANUAL DE REFERENCIAÇÃO II JULHO 2016
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ORTOPEDIA
DIRETOR DE SERVIÇO Dr. Pedro Afonso
[email protected]
RESPONSÁVEL DA CONSULTA
Extensão 65522
CONSULTAS DISPONÍVEIS 919 771 552
Subespecialidades:
Ortopedia Infantil Dr. Jorge Ramos e Dra. Marina Traça
Patologia da Coluna [email protected]
Patologia do Ombro e Cotovelo [email protected]
Patologia da Mão
Patologia da Anca
Patologia do Joelho
Patologia do Tornozelo e Pé
PATOLOGIAS A REFERENCIAR
PATOLOGIAS A REFERENCIAR À CONSULTA
- Patologia osteo-articular referenciada anteriormente
- Patologia traumática (referenciada do Serviço de Urgência)
PATOLOGIAS A REFERENCIAR À CONSULTA
- Patologia osteo-articular referenciada anteriormente
- Patologia traumática (referenciada do Serviço de Urgência)
INFORMAÇÃO QUE DEVE CONSTAR NO PEDIDO DE CONSULTA
História clínica
Problema de diagnóstico que motiva a consulta
Terapêutica em curso e/ou anteriores
Elementos Auxiliares de Diagnósticos já realizados e respetivos resultados.
DOCUMENTOS/EXAMES COMPLEMENTARES DE QUE O DOENTE DEVE SER
PORTADOR
Ortopedia infantil
- Suspeita de displasia da anca até aos 6 meses
Ecografia da anca
- Suspeita de displasia da anca após os 6 meses
Rx da bacia
- Outra patologia ortopédica infantil
Rx do segmento afetado (suspeito de patologia)
MANUAL DE REFERENCIAÇÃO II JULHO 2016
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ORTOPEDIA
Patologia da Coluna
- Rx face, perfil e hiperflexão e hiperextensão do segmento em
causa; se coluna lombar Rx em carga
- Na Ciatalgia
TC da coluna lombar
- Na Suspeita de radiculopatia cervical ou lombar
Eletromiografia
Patologia do Ombro
- Rx face rotação neutra, rotação externa, rotação interna + perfil Lamy
- Ecografia do ombro + Rx
Não necessita TAC
Patologia da Mão
- Rx face e perfil do segmento afetado
Patologia nodular/tumoral – inclusive suspeitas de quisto sinovial
- Ecografia da lesão para confirmar natureza
- Rx do local para verificar eventual patologia subjacente ou lesão óssea
concomitante
Patologia tendinosa – tenossinovite
- Ecografia
Patologia artrósica/sequelas de traumatismo
- Rx do local
Síndromas compressivos nervosos (Ex.: canal cárpico)
- Eletromiografia
- Ecografia
Patologia da Anca
- Rx da bacia em carga e perfil da anca afetada
Patologia do Joelho
- Rx face e perfil a 30º em carga e axial da rótula a 30º
Não necessita ecografia
- Patologia rotuliana – acrescentar TAC dos joelhos com avaliação das
relações patelofemorais
Patologia do Tornozelo e Pé
- Rx face e perfil em carga
Metatarsalgia central
- Ecografia do antepé
Artrose do tornozelo e/ou pé
- TAC articular do segmento afetado
Suspeita de compressão de nervo no membro inferior
- Eletromiografia
MANUAL DE REFERENCIAÇÃO II JULHO 2016
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ORTOPEDIA
Dismetria dos membros inferiores
- Rx extra-longo dos membros inferiores (face)
NOTAS
O utente deve ser portador dos exames auxiliares de diagnóstico já realizados e não
apenas do relatório.
MANUAL DE REFERENCIAÇÃO II JULHO 2016
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OTORRINOLARINGOLOGIA
DIRETOR DE SERVIÇO
Dra. Carla Branco
[email protected]
962 344 299
RESPONSÁVEL DA CONSULTA
Dr. João Martins
[email protected]
CONSULTAS DISPONÍVEIS
Existem 4 consultas de subespecialidade que não recebem referenciação externa:
Vertigem
Patologia da voz
Patologia cervical
Rinoplastia e cirurgia facial
PATOLOGIAS A REFERENCIAR:
Todas as patologias do foro da otologia, rinologia, cavidade oral e faringe, laringologia,
glândulas salivares e tiróide, incluindo patologia oncológica (ver quadro resumo na
NOTAS)
INFORMAÇÃO QUE DEVE CONSTAR NO PEDIDO DE CONSULTA:
História clínica
Terapêutica em curso e/ou anteriores
Antecedentes médico-cirúrgicos
DOCUMENTOS/EXAMES COMPLEMENTARES DE QUE O DOENTE DEVE SER
PORTADOR:
Dependendo da patologia:
- Audiograma e impedanciometria
- TAC dos Seios Peri-nasais
- Ecografia do pescoço, glândulas salivares e tiróide
NOTAS
Quadro resumo de situações a referenciar e respetivos exames complementares de
diagnósticos a acompanhar:
ECD DE 1ªLINHA SITUAÇÕES A REFERENCIAR
SURDEZ . Audiograma com imped- 1. Hipoacusia de transmissão
anciometria (não realizar
se cerúmen obstrutivo) 2. Hipoacusia neurossensorial assimétrica
. Timpanograma 3. Hipoacusia mista
(se idade inferior a 4
anos). 4. Se hipoacusia súbita unilateral com otoscopia sem alterações
e sem infeção respiratória associada
—URGENTE
MANUAL DE REFERENCIAÇÃO II JULHO 2016
38
OTORRINOLARINGOLOGIA
ECD DE 1ªLINHA SITUAÇÕES A REFERENCIAR
OTORREIA . Audiograma 1. Otorreia persistente mesmo após tratamento adequado
e Impedanciometria após (ponderar otite externa bacteriana ou fúngica)
o desaparecimento da
otorreia 2. Otorreia recorrente
OTALGIA 3. Otorreia associado a sintomas que sugerem complicação de
otite (paralisia facial, cefaleias intensas, vertigens, protusão
. Audiograma com do pavilhão auricular)
Impedanciometria --URGENTE
VERTIGEM 1. Otalgia recorrente (ponderar otalgia reflexa)
OBSTRUÇÃO . TAC SPN 2. Otalgia persistente mesmo após tratamento adequado
NASAL ( ponderar otite externa)
. Rx perfil cavum
(se criança) 3. Otorreia associado a sintomas que sugerem complicação de
otite --URGENTE
EPISTÁXIS
1. Vertigem posicional
. Ecografia do pescoço e
tiroide 2. Episódios de vertigem com sintomas auditivos associados
UMEFAÇÃO . TAC do pescoço 3. Desequilíbrio
CERVICAL
4. Vertigens associadas a sintomas ou sinais neurológicos
DISFINIA/ --URGENTE
ESTRIDOR
1. Obstrução nasal crónicas
2. Lesões nasais
3. Lesões nasais unilaterais associadas a rinorreia purulenta/
hemática com ou sem cheiro fétido -- URGENTE
1. Epistáxis recorrentes
2. Epistáxis não controláveis com medidas gerais
1. Tumefação cervical única unilateral ou central com mais de 3
semanas de evolução
2. Tumefações cervicais múltiplas com mais de 3 semanas de
evolução principalmente se associadas a outro sintoma (od-
inofagia, otalgia reflexa, disfonia, obstrução nasal, etc.)
3. Tumefação cervical de instalação aguda, acompanhada de
outros sinais inflamatórios (dor, calor, rubor, trismus, odinofa-
gia, torticolis,...) –URGENTE
4. Tumefação cervical com fistulização à pele.
1. Estridor (bradipneia inspiratória) —EMERGENCIA.
2. Disfonia mantida por mais de 3 semanas de evolução.
3. Disfonia acompanhada de odinofagia e dispneia de gravidade
crescente —URGENTE.
4. Disfonia flutuante acompanhada por disfagia.
5. Disfonias e dispneias associadas a história de ingestão de CE
--URGENTE
6. Disfonia após traumatismo cervical anterior fechado ou
Aberto —URGENTE.
7. Disfonia associada a enfisema subcutâneo —URGENTE.
MANUAL DE REFERENCIAÇÃO II JULHO 2016
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PEDIATRIA
DIRETOR DE SERVIÇO
Dr. Mário Paiva
[email protected]
968 048 738
RESPONSÁVEL DA CONSULTA
Dr. Mário Paiva
Telefone direto das consultas: 263 006 624
ENFERMEIRA RESPONSÁVEL DA CONSULTA DE PEDIATRIA
Dra. Teresa Conceição
263 006 500
MÉDICOS TRIADORES
Dr. Mário Paiva
Florbela Cunha
CONSULTAS DISPONÍVEIS
Pediatria Geral
Vertente Neuropediatra – Gustavo Queiroz
Vertente Patologia Respiratória – David Lito
Vertente Hematológica – Marta Correia
Vertente Primeira Infância – Mara Ferreira
Vertente Geral – Paulo Roque do Vale
PATOLOGIAS A REFERENCIAR
Patologias ou dúvidas relativas quer às vertentes consideradas quer qualquer outra
que depois será analisada na triagem do pedido.
INFORMAÇÃO QUE DEVE CONSTAR NO PEDIDO DE CONSULTA
Toda a informação clínica e de exames complementar achada pertinente
DOCUMENTOS/EXAMES COMPLEMENTARES DE QUE O DOENTE DEVE SER
PORTADOR
Dependente caso a caso
NOTAS
Os pedidos de consulta devem, idealmente, conter resumo da História da criança,
dos Exames complementares efetuados, uma Apreciação do Médico Assistente e ,
perante esta, uma Proposta de Consulta
MANUAL DE REFERENCIAÇÃO II JULHO 2016
40
PEDIATRIA
CONSULTA DE ALERGOLOGIA PEDIÁTRICA PEDIATRA RESPONSÁVEL
PATOLOGIAS A REFERENCIAR Dra. Cândida Mendes
263 006 500
HORÁRIO DA CONSULTA:
Segunda-feira, das 14h00 às 18h00
Terça-feira, das 10h00 às 13h00
Problema clínico a Avaliação clínica Avaliação laboratorial Orientação
referenciar
Episódios de Dificuldade - Tempo de evolução IgE enviar à consulta
Respiratória - Existência ou não de Opcional: de Pediatria Geral
período livre - Phadiotop inalante
- Há história familiar? - Phadiotop alimentar
- Fator de risco ?
Dermatite - História. IgE Se IgE e Phadiotop
- Fatores agravantes Phadiotop inalante negativos:
Eczema - Tempo de evolução Phadiotop alimentar enviar à consulta
de Dermatologia
Urticária
Alergia ou intolerância
alimentar, a heminop-
teros ou medicamentosa
Angioedema - História e Descrição História clínica e Observação clínica
do caso
Anafilaxia - Suspeita de alergia/
intolerância a medica-
mentos?
CONSULTA DE ALERGOLOGIA PEDIÁTRICA
PEDIATRA RESPONSÁVEL
Dra. Alexandra Carvalho
263 006 624
HORÁRIO DA CONSULTA:
Segunda-feira, das 10h00 às 13h00
Quarta-feira, das 14h00 às 17h30
PATOLOGIAS A REFERENCIAR
Patologia ou dúvidas em Recém-Nascido ou lactentes, nomeadamente
Não atingimento das metas nas várias idades e/ou alterações exame
neurológico
Má evolução estaturo ponderal;
Clínica de dificuldade de alimentação, infeções (que comprometam a
normal evolução), ACIU/RCIU, anomalias congénitas, prematuridade
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PEDIATRIA
INFORMAÇÃO QUE DEVE CONSTAR NO PEDIDO DE CONSULTA
Os pedidos de consulta devem conter um resumo da história da criança, exames com-
plementares efetuados, uma apreciação do Médico Assistente e, perante esta, uma
proposta de consulta.
CONSULTA DE APOIO DE ENDOCRINOLOGIA PEDIÁTRICA
PEDIATRA RESPONSÁVEL
Dra. Patrícia Ferreira
263 006 634
HORÁRIO DA CONSULTA:
Quinta-feira, das 13h00 às 17h30
PATOLOGIAS A REFERENCIAR
Desaceleração de crescimento
Baixa estatura com sinais de patologia:
- Idade óssea normal mas avaliação laboratorial anormal
- Idade óssea e avaliação laboratorial anormal
Baixa estatura e dismorfias
Obesidade
Critérios de referenciação para consulta hospitalar
Obesidade e:
- Dislipidémia, HTA, DM2 , intolerância à glicose, esteatose hepática
- Síndrome ovário poliquístico, puberdade precoce
- Perturbação psicossocial: depressão, distúrbio comportamento
alimentar
- Pseudotumor cerebri, Apneia do sono
- Doença Blount, epifisiólise femoral
- Obesidade < 2 anos
- Obesidade grave (IMC ≥ P99 ou IMC ≥ 35 para a idade e género
segundo as curvas da OMS)
- Obesidade endógena (associada a Síndrome genético ou Doença
Endócrina) ou secundária a fármacos
INFORMAÇÃO QUE DEVE CONSTAR NO PEDIDO DE CONSULTA
História pessoal
Resumo da Observação
- Exames necessários
Hemograma completo
Velocidade de sedimentação e proteína C reativa
Ionograma, cálcio, fósforo e fosfatase alcalina
Função renal (creatinina e ureia)
Função hepática (AST, ALT, bilirrubinas e gamaGT)
Urina tipo II e Urinocultura
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PEDIATRIA
Pesquisa de Giardia, ovos, quistos e parasitas nas fezes
Função tiroideia – TSH e T4L (valores normais consoante a idade)
Rx do punho e mão do membro não dominante
Opinião do Médico Assistente que fundamente o pedido
DOCUMENTOS/EXAMES COMPLEMENTARES DE QUE O DOENTE DEVE SER
PORTADOR
Antes enunciados
CONSULTA DE DESENVOLVIMENTO
MÉDICO RESPONSÁVEL
Dra. Ana Peres e Dra. Inês Silva
263 006 634
[email protected]
HORÁRIO DA CONSULTA:
Quinta-feira, das 10h00 às 16h00
Sexta-feira, das 14h00 às 16h00
PATOLOGIAS A REFERENCIAR
Evidente e continuada perturbação da evolução psico-motora até aos cinco
anos
INFORMAÇÃO QUE DEVE CONSTAR NO PEDIDO DE CONSULTA
Deve constar do pedido a história pessoal resumida, observação do médico
assistente e correspondente opinião, de preferência sequencial
DOCUMENTOS/EXAMES COMPLEMENTARES DE QUE O DOENTE DEVE SER
PORTADOR
Devem constar relatórios ou opiniões (educadores, psicólogos ou outros)
NOTAS
Deve o médico assistente, concomitantemente com o pedido de consulta de
desenvolvimento, referenciar a criança à equipa de intervenção precoce
MANUAL DE REFERENCIAÇÃO II JULHO 2016
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PEDIATRIA
CONSULTA DE APOIO AO DESENVOLVIMENTO
MÉDICO RESPONSÁVEL
Dr. Mário Paiva
263 006 634
[email protected]
HORÁRIO DA CONSULTA:
Segunda-feira, das 13h00 às 16h30
PATOLOGIAS A REFERENCIAR
Referenciação de crianças em idade escolar com situações de dificuldade de
aprendizagem ou de comportamento.
- Prioridade a crianças entre os 6 e os 12 anos;
- Fundamental ser portador de relatório da Docente e da Psicóloga (Escolar
ou Clínica)
- Deve constar opinião do Médico Assistente e suas observações
- Compromisso de colaboração na vigilância e acompanhamento da criança
INFORMAÇÃO QUE DEVE CONSTAR NO PEDIDO DE CONSULTA
Resumo da história da criança, resumo das opiniões dos docentes da criança e resumo
dos exames psicológicos (clínicos, escolares, terapia da fala, outros) e apreciação do
médico assistente e, perante esta, uma proposta de consulta
DOCUMENTOS/EXAMES COMPLEMENTARES DE QUE O DOENTE DEVE SER
PORTADOR
Cópia dos exames psicológicos ou outros realizados
NOTAS
Deve haver uma cooperação entre o centro de saúde e a consulta para um
acompanhamento conjunto, nomeadamente na revisão terapêutica.
MANUAL DE REFERENCIAÇÃO II JULHO 2016
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PEDIATRIA
CONSULTA DE APOIO AO DESENVOLVIMENTO
MÉDICO RESPONSÁVEL
Dra. Paula Pastlha
263 006 634
PATOLOGIAS A REFERENCIAR
Infeções urinárias altas
Infeções urinárias, comprovadas, de repetição (mais de duas por ano)
Nefropatia (IgA, PHS)
Síndrome Nefrótico ou Nefrítico
Enurese, acima de 6 anos, se primária
Enurese secundária no momento do diagnóstico
INFORMAÇÃO QUE DEVE CONSTAR NO PEDIDO DE CONSULTA
Resumo da História da criança, identificação de fator de risco (imunos supressão, por
exemplo), resumo da observação e dependente da patologia, urina sumária e agente
identificado com o número de colónias contadas e tipo de colheita;
História familiar de patologia, nomeadamente de hipoacusia
DOCUMENTOS/EXAMES COMPLEMENTARES DE QUE O DOENTE DEVE SER
PORTADOR
Urocultura recente
Urina II recente
Ecografia renal
Ecografia vesical com estudo pós miccional
MANUAL DE REFERENCIAÇÃO II JULHO 2016
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PEDIATRIA
CONSULTA DE APOIO AO DESENVOLVIMENTO
MÉDICO RESPONSÁVEL
Dra. Florbela Cunha
263 006 634
PATOLOGIAS A REFERENCIAR
Infeções de evolução crónica exceto HIV
INFORMAÇÃO QUE DEVE CONSTAR NO PEDIDO DE CONSULTA
Resumo da história da criança, dos exames complementares efetuados, uma apre-
ciação do médico assistente e, perante esta, uma proposta de consulta
DOCUMENTOS/EXAMES COMPLEMENTARES DE QUE O DOENTE DEVE SER
PORTADOR
Os existentes e consentâneos com a patologia evocada
MANUAL DE REFERENCIAÇÃO II JULHO 2016
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PEDOPSIQUIATRIA
DIRETOR DE SERVIÇO Dra. Maria Moura
[email protected]
RESPONSÁVEL PELA PSIQUIATRIA
DA INFÂNCIA E ADOLESCÊNCIA [email protected]
Extensão 61142
CONSULTAS DISPONÍVEIS
Consultas de Pedopsiquiatria Dra. Maria Moura
Apoio Psicoterapêutico individual
Grupos Terapêuticos
Grupos Multifamiliares
Avaliação Psicológica
PATOLOGIAS A REFERENCIAR
PHDA com co-morbilidades;
Perturbações do Comportamento significativas;
Perturbações do humor persistentes (Depressivas ou maniformes);
Perturbações de Ansiedade graves ou persistentes;
Pertubações somatoformes graves ou persistentes;
Perturbação Espeto do Autismo (suspeita diagnóstica ou necessidade de
intervenção sintomática).
Outras situações com impacto significativo que suscitem dúvidas
diagnósticas.
INFORMAÇÃO QUE DEVE CONSTAR NO PEDIDO DE CONSULTA:
História clínica sumária;
Motivo de encaminhamento;
Co-morbilidades psíquicas e médicas;
Dúvidas a esclarecer/ Expetativa em relação à consulta;
Psicofarmacologia atual e anterior;
Intervenções já efetuadas (ex: apoio Pedopsiquiátrico prévio, apoio esco
lar, apoio psicológico) – importante anexar relatórios (ou via e-mail).
- Salvaguardar articulação prévia com Técnicos presentemente
envolvidos no processo terapêutico dos casos encaminhados (ex:
Psicólogo assistente).
DOCUMENTOS/EXAMES COMPLEMENTARES DE QUE O DOENTE DEVE SER PORTA-
DOR:
Plano Terapêutico atualizado
Relatório de avaliação psicológica (se existir)
Informação escolar atualizada (se necessária)
Exames complementares que sejam considerados relevantes
MANUAL DE REFERENCIAÇÃO II JULHO 2016
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PEDOPSIQUIATRIA
NOTAS
Situações clinicas para contacto direto com o SU de Pedopsiquiatria do Hospital Dona
Estefânia (HDE) – (articulação prévia com a Pedopsiquiatria do HVFX de casos já em
acompanhamento):
- Suspeita de ideação suicida e/ou tentativa de suicídio
- Episódios Psicóticos
- Risco iminente para o próprio ou terceiros.
Vias de Referenciação:
- Pedidos Internos do Hospital
- Pedidos Externos
Medicina Geral e Familiar
Referenciações em Contexto de Reuniões Comunitárias,
nomeadamente com Psicólogos do ACES
MANUAL DE REFERENCIAÇÃO II JULHO 2016
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PNEUMOLOGIA
DIRETOR DE SERVIÇO Dra. Paula Rosa
RESPONSÁVEL DA CONSULTA [email protected]
961 710 825
Dra. Paula Rosa
CONSULTAS DISPONÍVEIS
Pneumologia geral
Cessação tabágica
Patologia Obstrutiva do sono
Pneumologia oncológica
Doenças do interstício pulmonar
Insuficiência Respiratória
Avaliação pré-operatória
PATOLOGIAS A REFERENCIAR
Asma, DPOC, Síndrome de Apneia Obstrutiva do Sono, Neoplasia do pulmão, Bron-
quiectasias, Doenças da pleura, Doenças Profissionais Respiratórias, Doença do
Interstício Pulmonar.
INFORMAÇÃO QUE DEVE CONSTAR NO PEDIDO DE CONSULTA:
Profissão, história clínica sucinta (realçando hábitos tabágicos), gravidade da situação,
dúvida clínica e medicação atual.
DOCUMENTOS/EXAMES COMPLEMENTARES DE QUE O DOENTE DEVE SER PORTA-
DOR:
Em todos os doentes: Radiografia de tórax recente (e anteriores se for necessário
comparar)
Quando a patologia indicar: TAC tórax, espirometria, testes de sensibilidade cutânea,
análises recentes. Estudo do sono (nos doente que já o fizeram); CPAP ou BiPAP, caso
os doentes já usem este equipamento
NOTAS
No caso de doente para referenciação emergente (nomeadamente em caso de suspei-
ta de neoplasia do pulmão) especificar no pedido de consulta essa urgência ou contac-
tar directamente por mail ou por telefone para a responsável da consulta ou para ana.
[email protected] ou [email protected].
MANUAL DE REFERENCIAÇÃO II JULHO 2016
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PSIQUIATRIA
DIRETOR DE SERVIÇO Prof. Miguel Talina
RESPONSÁVEL DA CONSULTA [email protected]
964620595
Dra. Joana Lopes
[email protected]
CONSULTAS DISPONÍVEIS
Consulta de Psiquiatria Geral
Consulta de Primeiro Surto Psicótico
Consulta de Perturbação Bipolar Resistente
Consulta de ligação à Cirurgia Bariátrica
PATOLOGIAS A REFERENCIAR
Psicoses agudas ou crónicas
Perturbações afetivas bipolares
Perturbações depressivas unipolares resistentes aos tratamentos e com
limitação do funcionamento psicossocial
Perturbações de ansiedade resistentes aos tratamentos e com limitação do
funcionamento psicossocial
Demências com alteração grave do comportamento (exceto as já
acompanhadas em consulta de neurologia)
Outras perturbações psiquiátricas que determinem uma incapacidade de
funcionamento psicossocial (exemplo: perturbação da hiperatividade e deficit
de atenção, perturbações de controle de impulsos)
INFORMAÇÃO QUE DEVE CONSTAR NO PEDIDO DE CONSULTA:
Motivo de referenciação
Resumo da doença atual com referência à medicação e doses já efetuadas
Antecedentes psiquiátricos e acompanhamentos noutras instituições
Abusos de álcool ou drogas
Outras doenças relevantes
DOCUMENTOS/EXAMES COMPLEMENTARES DE QUE O DOENTE DEVE SER
PORTADOR:
Agradecemos análises recentes, incluindo provas de função tiroideia e VDRL.
Nos casos de declínio cognitivo incluir ainda doseamento de vitamina B12,
ácido fólico, HIV, calcémia e TAC crânio-encefálico recente, se possível.
Notas de Alta, relatórios de avaliações psicológicas, relatórios da TAC crânio-encefáli-
ca, sempre que existirem.
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