CETEB - 3º ANO 2020 Sexta-Feira, 13 de outubro
PORTO DA SOLIDÃO
E a jornada recomeça...
Caríssimos leitores, as próximas Os Anos de Ouro do cinema, a
páginas deste respeitoso jornal vão primeira animação colorida é
causar tremenda nostalgia acerca da exibida pelo Walt Disney e é um
década de 30. A redação separou as grande sucesso!! Este é o seu
melhores matérias para relembrarmos porto, curioso leitor, venha e
fatos importantes ocorridos nos desembargue rumo a história e a
âmbitos social, econômico, político um dos romances mais
e cultural. O autoritarismo e a denunciadores já escrito. Quem
censura implantados por Vargas foram sabe não se aprenderemos com o
marcantes, já que tal líder político passado e daremos um basta nesta
conseguiu centralizar o poder em sua solidão das crianças
figura e fomentar um movimento desamparadas, a lei existe desde
populista de grande potência. 1927, falta cumprir... Todos têm
direitos, mas nem todos são
Através da Constituição de 1934, garantidos.
Getúlio desenvolve a economia
brasileira por investir na geração
de renda nacional, assim sem
esquecer de cultivar o apoio do
povo... Leis trabalhistas e direitos
democráticos foram assegurados, a
prova de que era tudo balela está na
validade desta constituição: apenas
três anos.
Logo vem um golpe e a
implantação do Estado Novo, desde
então tudo piorou.... A população
mais pobre nunca se beneficiou com
este governo, criança pobre muito
menos, vários Capitães de Areias
circulam ainda hoje por várias
cidades espalhadas por todo Brasil,
os problemas se repetem até mesmo em
relação aos maus tratos em
instituições corretivas. Apesar de
tudo isso houve uma válvula de
escape...
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derrocada comunista
Em março de 1936, Luís Carlos Prestes foi preso, perdeu o posto de capitão. Um
dos chefes da revolução comunista, está sendo condenado a 16 anos e 8 meses de
prisão. Ele ganhou fama nacional ao liderar a Coluna Prestes na década de 1920.
Enquanto Plínio Salgado representava a extrema-direita, Prestes era visto como
símbolo da extrema-esquerda.
início de uma era conseqências
econômicas
No dia 10 de novembro de 1937, o então
presidente declarou Estado Novo, Intervenção governamental
instaurando o regime autoritário. O nome
Estado Novo, adotado para o regime (desvalorização cambial,
varguista, foi o mesmo utilizado por
António Oliveira Salazar, que usou pela expansão da oferta
primeira vez no regime fascista português.
O golpe liderado por Vargas e apoiado por monetária, retenção e queima
muitos, como o General Góes Monteiro,
consistia no fechamento do Congresso dos estoques do café)
Nacional, e fazer vigorar a Constituição
de Francisco Campos. Dentre as principais resultou na sustentação do
ideias destaca-se o combate ao comunismo,
tido como obstáculo á soberania nível de renda nominal e do
brasileira.
produto. Deslocamento do
centro dinâmico da economia
para a indústria e o mercado
interno, com o investimento
(I) privado e os gastos
governamentais (G) assumindo
preeminência
na demanda agregada.
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Jeitinho
político
O Brasil em 1937 parou, e dois eventos
não tão inovadores ocorreram: um falso
plano comunista e uma nova constituição.
A grande questão era como obter
legalidade em uma postura contra a
constituição até então vigente, a
constituição de 1934, a qual ajudou o
Brasil a sair da condição de país
agrário-exportador para a de urbano-
industrial.
Leis trabalhistas e direitos
democráticos caracterizavam o
nacionalismo econômico presente em tal
constituição. Mas, meu querido leitor,
saiba que a resposta mais prática e
efetiva para se manter no poder é a
repressão, por isso, o ideal se torna
ditar as regras do jogo, e nada melhor
que a lei para isso.
Esse jogo não levou nada mais, nada E, o povo era como os patetas,
comandados pela empresa Walt Disney
menos do que oito anos para ser posto em do governo brasileiro, subornados por
uma falsa invasão comunista que iria
prática, mas o que ninguém sabia era que destroçar a grande nação brasileira,
promovendo a agitação de operários e
Getúlio o fez baseado na carta que havia estudantes, a liberdade de presos
políticos, o incêndio de casas e
em sua manga. prédios públicos. O plano perfeito
para nos mantermos no poder.
A Intentona comunista jogava todas as
suas cartas na mesa, enquanto Getúlio
mantinha-se centrado, as tentativas de
ganhar esse jogo chegaram ao fim, então
se chega a hora da carta escondida, a
lei.
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ROMANCE HISTÓRIO-SOCIAL
O livro Capitães de Areia é um romance escrito por Jorge Amando ao qual
pertence a segunda geração modernista, também conhecida como romance de
1930. Possui narrador onisciente na terceira pessoa. A história do livro
ocorre na cidade de Salvador, Bahia, e fala sobre um grupo com mais de 100
crianças moradoras de rua que se abrigavam em um galpão abandonado, o
trapiche, com péssimas condições de residência, no cais do porto e
realizavam furtos para garantir sua sobrevivência.
Esta narrativa é protagonizada por Pedro Bala, menino de 14 anos, líder do
grupo. Na sequência vem os demais personagens, que também compunham o grupo
dos capitães. São eles, professor, único integrante alfabetizado, João
Grande, Dora, única menina do grupo, Sem-Pernas, Boa-Vida, Pirulito, Volta-
Seca, O gato, Barandão. Há personagens adultos como Padre José Pedro, figura
importante para a história das crianças no reformatório e de identificação
com as crianças pobres. Além disso temos também Querido-de-Deus, João Adão,
amigo do falecido pai de Pedro Bala, Alberto, Don’Aninha, Delegado/diretor
do reformatório que representa a opressão aos capitães de areia e, por fim,
Dalva.
Além disso, o livro inclui em sua história a epidemia de varíola,
realidade vigente na época, que era chamada pelos capitães de bexiga.
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Propondo-se a, por meio de uma Esta parte do livro também é marcada por
narrativa fictícia, descrever a crise um importante acontecimento, a ida forçada
social vigorante nos anos de 1937, traz de Dora para o convento e Pedro Bala para
histórias paralelas que envolvem o reformatório. O autor faz questão de
embates sociais dos capitães com abordar a tortura sofrida por Pedro Bala
representantes da lei como policiais, no reformatório, torturas físicas,
estratégias desenvolvidas e operadas em psicológicas que alcançavam dimensões
grupo para garantir o sucesso dos avassaladoras e era uma realidade sofrida
furtos, tanto a residências, como na pelas crianças que vivam lá.
rua.
O estabelecimento era comando por um
A primeira parte do livro, “Sob a diretor cruel que deliciava-se com a
lua, num velho trapiche abandonado”, angústia e sofrimento das crianças e estas
envolve o leitor em uma trama estavam retidas a seus mandos e desmandos,
energizante. Os capítulos que a compõe pois na cidade acreditava-se que aquele
mostram esses meninos em ação nas ruas era um local cujo propósito era amparar,
roubando, fumando, bebendo fazendo sexo assistir e reeducar os menores
e esta sequência nos reflete uma imagem delinquentes, vistos como vilões sociais.
completamente diferente da realidade Pedro Bala consegue fugir do reformatório,
dos fatos e é possível concluirmos as resgata Dora do convento e ambos seguem
disparidades quando o autor implementa para o trapiche. Dora, muito doente,
o momento em que dois dos meninos, que consuma sua união com Pedro e na manhã
trabalhavam em um carrossel durante o seguinte amanhece morta.
dia, chamam os demais, durante a noite,
com o espaço já vazio, para brincar. A terceira parte chama-se “Canção da
velha Bahia, canção da liberdade” e esta
Nesse momento, nós, leitores, mostra a dissolução do grupo capitães de
entendemos que se trata de crianças areia. Sem-Pernas suicida-se no elevador
que, naquela circunstância, puderam se Lacerda em uma perseguição policial por
permitir a pureza e a leveza da temer a volta ao reformatório e reviver as
infância, adjetivos que geralmente não séries de tortura e maus-tratos.
lhes cabiam por causa da crueldade do
mundo. A parte que se segue é “Noite da Esse fato mostra o descaso das
grande paz, da grande paz dos teus autoridades públicas para com o problema
olhos”, marcada pelo surgimento de da população e a falta de ética daqueles
Dora, única figura feminina do grupo e que deveriam sanar a carência social das
ela desempenha um pouco a função de crianças de rua, as quais precisam passar
mãe, conselheira, irmã e auxilia os um processo saudável, ameno, pacífico e
capitães em alguns furtos. respeitoso de reeducação e
restabelecimento sem qualquer prática
abusiva, humilhante ou opressora.
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O professor pega um cartão antigo Possui também caráter jornalístico,
dado por um homem que o viu pintando já que, o livro inicia-se com uma
nas ruas e vai para o Rio de Janeiro matéria do Jornal da Tarde cujo tema
pintar a vida dos meninos de rua, ou era a relação dos cidadãos da cidade
seja, um artista social. Pirulito, que baiana com a atuação dos capitães de
sempre teve vocação religiosa, torna- areia comento furtos frequentes na
se frade. Volta-seca sai em busca do cidade e em residências em bairros
lampião para integrar o cangaço. Mata nobres. Além disso, ao jornal são
diversos policiais, mas também será enviadas cartas publicadas do juiz de
morto. Pedro Bala converte-se em uma menores, chefe da polícia, Padre José
espécie de líder sindical, muda-se de Pedro, uma costureira, mãe de um dos
cidade e organiza grupos de meninos meninos do reformatório e diretor do
que contribuirão com as greves. reformatório.
O livro capitães de areia aborda A imprensa também tem papel relevante
uma visão neorrealista, ou seja, busca nesta história, pois acusa os capitães
mostrar ao povo os problemas sociais e defende a elite social, o que os
do Nordeste utilizando a cidade de torna duplamente órfãos, porque não
Salvador como cenário crítico para possuem família e não recebem qualquer
fome, mazela social como a realidade apoio ou ajuda do Estado. Todas as
dos meninos de rua, desigualdade, instituições que deveriam lhes amparar,
entre outros. Jorge Amado aplica nessa lhes oprimem.
narrativa uma visão de esquerda, uma
vez que, liga a história do personagem Os capitães são retratados como
Pedro Bala ao partido comunista já que meninos homens, bandidos heróis.
seu pai era líder do partido e foi milhante ou opressora. Tinham 8, 9, 11,
morto. mas bebiam, fumavam, roubavam. Jorge
Amado justifica a marginalidade desses
A história possui uma vertente meninos pelo cenário social. Mostra sua
romântica e sensual. O autor mescla as carência de saúde, moradia, afeto,
cenas de sexo, bebida dos meninos na alimento. Portanto, são bandidos com
rua, com o romantismo vivido por Dora causa, bandidos heróis.
e Pedro, juntamente a amizade
desenvolvida entre os membros do O livro traz uma visão maniqueísta,
grupo. A linguagem é a estilização da ou seja, a dualidade entre bem e mal,
linguagem popular e comunica-se bem oprimido versus opressor. Há uma
com o público. analogia sobre quem estaria do lado do
mal, a camada rica da sociedade e sobre
quem estaria do lado bem, a camada
pobre. Por fim, falamos sobre a tomada
da consciência de classe. Pedro Bala
assume este papel e torna-se uma
espécie de líder grevista. Os
invisíveis perante os olhos da
sociedade passariam a ser vistos.
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Carta ao Leitor
Caro leitor,
Viemos perante esta carta a fim de abordar- lhe sobre a atual situação
da arte, não a arte visual protagonizada pelo mundo artístico, mas sim a
arte da construção verbal conhecida como literatura. Tempos difíceis
marcam o mundo, a mente humana molda novas percepções para adaptar-se às
mudanças, e consequentemente questionar parâmetros. A vivência da
segunda fase do modernismo nos trouxe a um processo de maturação, onde a
concretização e afirmação de novos valores modernos são tão inevitáveis
quanto naturais.
Revoltas e guerras são evidenciadas na escrita. Não diretamente, o
realismo pincela nossas mentes com o evolucionismo, a denúncia social e
a exibição de falhas de caráter de maneira direta, o que o torna
antítese ao romantismo, dessa forma as pessoas precisam abrir os olhos
para a realidade e não viver como se estivessem em contos fantasiosos
sobre o amor. Por isso, caro leitor, que escrevemos, escrevemos o que
sentimos e o que vivemos, o que queremos ao nosso futuro está marcado
pelo tinteiro, as amarras que nos prendia foi rompida pela Semana da
Arte Moderna e por isso agora procuramos o que é nosso, o que será
nosso, a identidade da nossa arte, a identidade brasileira.
Imersos em um período de incertezas e instabilidades sociais e
econômicas, o nosso povo pede ajuda. Até chegarmos ao governo vigente, a
população tornou-se vítima de um golpe.Grande parte de nós se deixou
levar pela lavagem cerebral impregnadas nas propagandas eleitorais. Esse
período originou um controle demasiado de todas as mais singelas
atitudes. Durante esses 10 anos que acompanharam a década atual, o
governo foi capaz de criar departamentos como, por exemplo, o de
imprensa e propaganda, mais conhecido por DIP, que originou- se com a
necessidade de controle do Presidente Getúlio Vargas para com as
informações entregues à população. A repressão foi instaurada sobre
nossas mentes preocupadas e a alienação do povo foi disfarçada, com boas
atitudes dos políticos. Além da represália contra a oposição de opiniões
por meio de protestos, peças teatrais, filmes, propagandas e músicas, a
televisão também teve seus programas censurados. Caros leitores, somos
obrigados a concordar que, apesar do alto custo e da pouca aceitação, a
televisão é uma imensa evolução tecnológica, a qual também é considerada
um meio de comunicação. E eu lhes pergunto: como um elemento de
telecomunicação pode viver censurado?
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Por fim, mas não menos importante: a
música popular brasileira, a mais
conhecida "Época do Ouro". Uma
renomada criação trazida pelo samba e
pela marchinha, com um forte
crescimento da música caipira, da
influência da música nordestina e do
surgimento de um grande número de
artistas talentosos que dão um novo
olhar à música, incluindo
compositores, cantores e
músicos.Dentre os compositores, Ari
Barroso, Dorival Caymmi, Ataulfo
Alves, Wilson Batista, Mário Lago,
Geraldo Pereira, David Násser,
Herivelto Martins, Lupicínio Rodrigues
e Haroldo Lobo, são dentre muitos
Assim como a TV, o teatro brasileiro outros os mais conhecidos. Destacaram-
evoluiu muito nos últimos anos após
diversas peças marcantes, as quais se como cantores Mário Reis, Francisco
geraram distintas ideologias, dando
destaque para Juraci Camargo, que veio Alves, Sílvio Caldas, Orlando Silva,
do Teatro de Brinquedo em 1932, no
qual estreou sua peça "Deus lhe Ciro Monteiro e Carlos Galhardo. Entre
pague". A obra teve um bom resultado,
tendo em vista que retratou a grande as cantoras, além de Cármen e sua irmã
crise mundial que acabou por gerar uma
inquietação política. Outro momento de Aurora Miranda, Araci Cortes, Emilinha
ênfase foi em 1933, quando o teatro
brasileiro foi marcado por uma Borba, Araci de Almeida, Dircinha
transformação com a peça “O Rei da
Vela” de Oswald de Andrade. Batista, Linda e Marília Batista
A peça representava o retrato das também são nomes que tiveram grande
ideias preconceituosas em relação à
cultura e à sociedade brasileira que prestígio.
era bastante presente nessa época.
Este mesmo autor também criou as peças Uma turma que está super em ascensão
“O Homem e o Cavalo” e “A Morta”, com
as mesmas ideias. Contudo, nos últimos é a chamada Turma do Estácio, formada
anos, com o começo da ditadura, o
teatro passou a ser censurado, e mesmo por: Ismael Silva, Nílton Bastos, os
assim a ideologia populista luta para
que ele não seja extinto, ou seja, irmãos Alcebíades (Bide) e Rubem
deixe de existir.
Barcelos, João Mina e Marçal. Eles
criam um samba diferente do
tradicional, que era mais parecido com
o maxixe, utilizam o surdo, inventado
por Bide, e a cuíca, criada por João
Mina. Ainda falando sobre o samba, não
podemos esquecer o responsável por
alguns clássicos da música brasileira,
como “Com Que Roupa?”, “Último
Desejo”, “Conversa de Botequim”,
“Feitiço da Vila”, “Tarzan — o Filho
do Alfaiate”, “Três Apitos” e “Feitio
de Oração”.
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Noel Rosa é mesmo um grande sambista
desses primeiros anos do governo Vargas,
mas não é o único, pois Ataulfo Alves,
Dorival Caymmi, Herivelto Martins,
Lupicínio Rodrigues, Geraldo Pereira,
Mário Lago, Wilson Batista e tantos
outros, merecem seu prestígio social.
Como já percebemos, nosso querido
Presidente valoriza e enaltece muito a
figura do trabalhador, já a figura do
malandro, antes tido como um herói esperto
e exaltado em tantas composições, passa a
ser criticada pela música e reprimida pela
polícia. Wilson Batista e Noel Rosa
levaram essa mudança para suas canções. As
marchinhas já tinham um enredo diferente,
exaltavam a mulher e faziam a crônica do
cotidiano, superando os sambas na
preferência dos carnavalescos. Alguns
compositores do gênero são: Assis Valente,
Nássara, Lamartine Babo e Braguinha
(Carlos Alberto Ferreira Braga, também
chamado de João de Barro). Dentre os
sucessos, destacam-se “A. E. I. O. U.”
(Noel e Braguinha), “Formosa” (Nássara e
J. Rui), “Good Bye, Boy” (Assis Valente),
“Moreninha da Praia” (Braguinha), “Pirata”
(Braguinha e Alberto Ribeiro), “Pierrô
Apaixonado” (Noel e Heitor dos Prazeres),
“Mamãe, Eu Quero” (Vicente Paiva e
Jararaca), “Pastorinhas” (Noel e
Braguinha) e “Yes, Nós Temos Bananas”
(Braguinha e Alberto Ribeiro). “Aquarela
do Brasil”, de Ari Barroso, que exalta
nossas belezas e a grandeza do Brasil, foi
o primeiro dos chamados samba-exaltação,
que logo vai se tornar bastante popular e
com certeza agradará enormemente as
autoridades do Estado.
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