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Rei Arthur e Os Cavaleiros da Távola Redonda (1)

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Published by bjonesreis, 2021-10-19 10:49:35

Rei Arthur e Os Cavaleiros da Távola Redonda (1)

Rei Arthur e Os Cavaleiros da Távola Redonda (1)

pescoço, pelo diadema de ouro em seus cabelos e pelo aspecto altivo e nobre
que deve ser filho de rei.

Então o Rei Arthur disse para Sir Gawaine:

– Senhor, está disposto a cumprir o juramento que fiz a essa velha
mulher?

Ao que Sir Gawaine respondeu:

– Sim, senhor, o que requisitar de mim, farei.

E Sir Gawaine foi até a anciã, tomou-lhe a mão e beijou-a, enquanto
ninguém que estava lá conseguiu sequer dar um sorriso. Então se viraram e
voltaram para o castelo do Rei, muito quietos e cabisbaixos, pois esse era um
verdadeiro contratempo que tinha acontecido naquela Corte.

Pois bem, assim que voltaram para a Corte, escolheram aposentos para a
velha mulher e vestiram-na com roupas ricas como de uma rainha e deram-
lhe um séquito digno de uma rainha e todos do seu séquito achavam que,
naquelas ricas vestes que usava, ela parecia dez vezes mais feia do que antes.
Então, depois que onze dias se passaram, Sir Gawaine casou-se com a anciã
na capela da Corte do Rei com grande pompa e circunstância, e todos os que
lá estavam sentiam-se tão tristes e desanimados como se tivesse chegado a
hora de Sir Gawaine morrer.

Depois que se casaram, Sir Gawaine e a velha mulher foram para a casa
de Sir Gawaine e lá ele se isolou do mundo todo e não deixou que ninguém
se aproximasse. O fato é que ele era orgulhoso demais, e nessa grande
humilhação tinha sofrido mais do que era possível expressar em palavras.
Portanto isolou-se do mundo para que ninguém pudesse ver sua tristeza e sua
vergonha.

E durante o resto daquele dia ele ficou andando de um lado para o outro
em seu quarto, pois estava tão desesperado que chegou a passar por sua
cabeça se matar, já que lhe parecia impossível aguentar tanta vergonha como
aquela que estava passando. Então, quando, depois de um tempo, veio o
início da noite e começou a escurecer, Sir Gawaine sentiu que um pouco de
sua força lhe voltava, e ele disse:

– É uma pena que eu tenha que me comportar assim, pois já que me casei
com essa dama ela é minha legítima esposa e não a estou tratando com a
consideração à qual ela tem direito.

Então saiu e procurou os aposentos da anciã que era agora sua esposa.

Dali a pouco estava completamente escuro. Mas quando Sir Gawaine chegou
onde ela estava, a velha ralhou com ele:

– Então, senhor! Me tratou muito mal no dia do nosso casamento, pois
passou toda a tarde longe de mim e só veio agora quando já é noite fechada.

E Sir Gawaine disse:
– Senhora, não pude evitar pois estava consumido por muitas
preocupações. Mas se a desprezei hoje, peço-lhe perdão, e desejo fazer tudo o
que puder para compensá-la da indiferença com que a tratei.
Então a dama disse:
– Senhor, está muito escuro aqui, vamos providenciar um lume.
– Como queira – disse Sir Gawaine –, e eu próprio irei trazer-lhe um.
Então Sir Gawaine saiu dali e trouxe duas velas de cera, uma em cada
mão, e colocou-as em castiçais de ouro pois queria mostrar todo respeito que
pudesse àquela velha. E quando ele entrou no quarto, notou que ela estava na
outra extremidade do aposento. Então ele andou até lá, e ela se levantou e
ficou em pé na sua frente.
Mas quando o círculo de luz iluminou a velha, e quando Sir Gawaine
olhou-a ali na sua frente, viu algo maravilhoso que o fez soltar uma
exclamação de susto. Acontece que em vez da velha que tinha deixado, ele
encontrou uma dama de extraordinária beleza e na flor da idade. E viu que
seus cabelos eram longos e brilhantes e muito negros, e seus olhos eram
também como se fossem joias negras, e seus lábios eram como coral, e seus
dentes como pérolas. Assim, ficou sem conseguir falar durante algum tempo,
até que exclamou:
– Senhora! Quem é a senhora?
Então a dama sorriu para Sir Gawaine com uma doçura amorosa que o
deixou confuso, parecendo um anjo que tinha saído do Paraíso direto para ali.
Portanto ele ficou na frente dela parado muito tempo sem conseguir achar
outras palavras para dizer, e ela continuou sorrindo para ele do mesmo jeito
gentil. Então, passado algum tempo, Sir Gawaine disse:
– Senhora, onde está a dama que é minha esposa?
E a dama respondeu:
– Sir Gawaine, ela sou eu.
– Não é possível – exclamou Sir Gawaine –, pois ela era velha e feia, mas

acho a senhora mais linda do que qualquer dama que jamais vi.
E a dama disse:
– No entanto eu sou ela porque o senhor me tomou como esposa por sua

própria vontade e com grande gentileza, de modo que retirou uma parte do
encanto que me fora lançado. Agora poderei aparecer para o senhor com
minha aparência verdadeira. Embora há pouco tempo o senhor tenha me visto
tão feia e desagradável, agora serei como me vê, por metade do dia, e na
outra metade serei tão feia quanto antes.

Então Sir Gawaine não conseguia nem falar de tanta alegria. E com aquela
alegria veio-lhe um amor apaixonado por aquela dama. Então exclamou
várias vezes:

– Esta é com certeza a coisa mais maravilhosa que jamais aconteceu a um
homem – e caiu de joelhos, tomou as mãos da dama nas suas e beijou-as
apaixonadamente, enquanto ela sorria para ele do mesmo modo como de
início.

Então ela disse novamente:
– Venha, sente-se aqui ao meu lado e vamos decidir em que parte do dia
ficarei de um jeito e em que parte do dia ficarei do outro. Pois posso ter uma
aparência durante o dia e outra durante a noite.
Então Sir Gawaine disse:
– Quero que fique assim durante a noite, pois é então que estamos juntos
recolhidos. E contanto que tenha essa aparência, não me importo como os
outros a verão.
Com isso, a dama começou a falar muito exaltada, dizendo:
– Não, senhor, não quero fazer assim, pois toda mulher valoriza a opinião
dos outros e eu adoraria exibir minha beleza para todos, e não ter que
aguentar a chacota e o desprezo de homens e mulheres.
Ao que Sir Gawaine disse:
– Senhora, prefiro do outro jeito.
E ela disse:
– Não, será do meu modo.
Então Sir Gawaine disse:
– Assim seja. Pois, já que a tomei por esposa, devo respeitá-la em tudo.
Portanto será como quer, nisso e em tudo o mais.

Então a dama desfez-se em risos e disse:

– Senhor, eu estava apenas testando-o uma última vez, pois minha
aparência de agora será a de sempre.

Com isso Sir Gawaine não conseguia se conter de tanta alegria.

Então ficaram bastante tempo sentados de mãos dadas. Dali a pouco, Sir
Gawaine disse:

– Quem é a senhora?

Ao que ela respondeu;

– Sou uma das Damas do Lago, mas por sua causa tornei-me mortal como
as outras mulheres e saí daquela casa linda onde outrora vivia. Tenho-o
guardado no coração já há algum tempo, pois eu não estava muito distante
naquela ocasião em que o vi despedir-se de Sir Pellias, na margem do lago.
Lá vi como chorou e se lamentou quando ele foi embora, portanto meu
coração se encheu de pena por si. Assim, depois de algum tempo, parti do
lago e tornei-me mortal por sua causa. Só que, quando vi o aperto em que o
Rei Arthur se encontrava, tramei para que ele me trouxesse até o senhor, para
que eu pudesse testar quão grande era a sua nobreza de cavaleiro. E, veja!,
descobri que não poderia ser maior. Porque embora eu parecesse tão idosa,
tão feia, tão desagradável, o senhor me tratou com tanta consideração, que
não creio que teria sido mais cortês se eu fosse a filha de um rei. Portanto
tenho agora tanto prazer em tê-lo como meu cavaleiro e meu verdadeiro
esposo, que nem consigo dizer-lhe o tamanho de minha alegria.

Então Sir Gawaine disse:

– Senhora, não pode ser maior que a minha em tê-la – e aproximou-se
dela, colocou a mão sobre seu ombro e beijou-a nos lábios.

Então, depois disso, ele saiu e chamou bem alto pela casa, e a gente da
casa veio correndo de todos os cantos. E ele pediu que trouxessem luzes,
bebida e comida, e trouxeram luzes. Quando trouxeram as luzes e viram a
linda dama no lugar da anciã, encheram-se de enorme surpresa e alegria,
gritando e batendo palmas e fazendo grande algazarra. E prepararam um
grande banquete para Sir Gawaine e sua dama e no lugar da tristeza e da
escuridão de antes, havia alegria e luz, música e canto. Portanto, os que
estavam na Corte do Rei, vendo tudo isso à distância, disseram:

– É muito estranho que Sir Gawaine esteja tão alegre de ter se casado com
uma anciã.

Mas quando veio a manhã seguinte, a dama se vestiu toda com roupas de
seda amarela, e pendurou no pescoço muitos colares de pedras preciosas de
várias cores, e colocou uma coroa dourada na cabeça. E Sir Gawaine mandou
que trouxessem seu cavalo e também um palafrém branco como a neve para a
dama, e em seguida saíram dali a cavalo e foram até a Corte do Rei Arthur.
Mas quando o Rei e a Rainha e todos da Corte viram aquela dama, encheram-
se de uma tal perplexidade que não sabiam o que dizer de puro espanto. E
quando ouviram tudo o que tinha acontecido, começaram a comemorar e a se
alegrar, de modo que todo o luto se transformou em festejo. E, de fato, não
havia um só cavaleiro em toda a Corte que não tivesse dado metade de sua
vida para ter a sorte que Sir Gawaine, filho do Rei Lot de Orkney, teve
naquele caso.

ESTA É A HISTÓRIA de Sir Gawaine, e dela tiro o seguinte sentido: da mesma
forma como a pobre e feia anciã apareceu diante dos olhos de Sir Gawaine,
também o dever de um homem às vezes lhe aparece como feio e muito
diferente do que ele quer. Mas quando ele esposa esse dever, de modo a
torná-lo parte de si, como o noivo faz com a sua noiva, então, de repente, esse
dever passa a parecer muito belo, a ele e aos outros.

Assim espero que aconteça com vocês: que assumam para si o dever que
se apresentar não importa o quanto lhes desagrade cumpri-lo. Pois
dificilmente um homem terá reais prazeres na vida se seu desejo não casar
com seu dever, envolvendo-o como um marido envolve a esposa. Pois
quando o desejo está assim unido com o dever, a alma se alegra consigo
mesma como se tivesse havido um casamento entre um noivo e uma noiva no
seu templo.

Também vocês, quando estiverem inteiramente casados com seu dever,
serão tão dignos quanto aquele bom cavaleiro e homem, Sir Gawaine. Não é
preciso que um homem use armadura para ser um verdadeiro cavaleiro, mas
somente que se empenhe ao máximo, com toda paciência e humildade, em
cumprir o que se espera dele. Portanto, quando chegar a vez de vocês
cumprirem seu dever, mostrando assim como são cavaleiros, espero que
vocês também demonstrem ser tão dignos quanto Sir Gawaine demonstrou
nesta história que lhes contei e que está escrita acima.

CONCLUSÃO

ASSIM ACABA este livro onde foi contada, com todo detalhe de narração, a
história de Três Homens Notáveis que eram da Corte do Rei Arthur.
E agora, se Deus me der essa graça, daqui a algum tempo, mas não muito,
escreverei o resto da história de vários outros cavaleiros notáveis de quem
ainda não falei.

E um dos primeiros será Sir Lancelot, que o mundo todo sabe que foi o
maior cavaleiro em proeza de armas de todos os que existiram, exceto Sir
Galahad, que era seu filho. E lhes contarei a história de Sir Ewaine e Sir
Geraint, e de Sir Percival e de vários outros.

Mas isso em outro momento. Por ora, com muito pesar, despeço-me de
vocês e encerro esta história.

Que Deus permita que nos encontremos novamente com alegria e
prosperidade o bastante para que, com o coração livre e despreocupado,
vocês possam se divertir com a história dos fantásticos homens excelentes
sobre quem lhes contarei. Amém.

Copyright da tradução © 2013, Vivien Kogut Lessa de Sá

Copyright desta edição © 2015:
Jorge Zahar Editor Ltda.
rua Marquês de S. Vicente 99 – 1º | 22451-041 Rio de Janeiro, RJ
tel (21) 2529-4750 | fax (21) 2529-4787
[email protected] | www.zahar.com.br

Todos os direitos reservados.
A reprodução não autorizada desta publicação, no todo
ou em parte, constitui violação de direitos autorais. (Lei 9.610/98)

Grafia atualizada respeitando o novo
Acordo Ortográfico da Língua Portuguesa

Capa: Rafael Nobre/Babilonia Cultura Editorial
Produção do arquivo ePub: Simplíssimo Livros

Edição digital: março 2015
ISBN: 978-85-378-1418-5



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eleição de Donald Trump se tornou possível. Para isso comparam o
caso de Trump com exemplos históricos de rompimento da
democracia nos últimos cem anos: da ascensão de Hitler e Mussolini
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passando pelas ditaduras militares da América Latina dos anos 1970.
E alertam: a democracia atualmente não termina com uma ruptura
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a escalada do autoritarismo se dá com o enfraquecimento lento e
constante de instituições críticas – como o judiciário e a imprensa – e
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público e de crítica nos Estados Unidos e na Europa, esta é uma obra
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boa parte do mundo e um guia indispensável para manter e recuperar
democracias ameaçadas. *** "Talvez o livro mais valioso para a
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Essencial para entender a política atual, e alerta os brasileiros sobre
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Book Review "Livraço ... A melhor análise até agora sobre o risco que
a eleição de Donald Trump representa para a democracia norte-
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Paulo "Levitsky e Ziblatt mostram como as democracias podem entrar
em colapso em qualquer lugar – não apenas por meio de golpes
violentos, mas, de modo mais comum (e insidioso), através de um
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