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Diretiva de Planeamento USHE DRAFT 20220314

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Published by dl.marquesdossantos, 2022-03-14 19:47:09

Diretiva de Planeamento USHE DRAFT 20220314

Diretiva de Planeamento USHE DRAFT 20220314

DIRETIVA DE PLANEAMENTO

2022

UNIDADE DE SEGURANÇA E HONRAS DE ESTADO

FICHA TÉCNICA

TÍTULO
DIRETIVA DE PLANEAMENTO DA UNIDADE DE SEGURANÇA E HONRAS DE ESTADO

DIREÇÃO
Pedro Manuel Sequeira Estrela Moleirinho | Brigadeiro-general | Comandante de Unidade

COORDENAÇÃO E REDAÇÃO
José Miguel da Silva Fernandes e Tavares Duarte | Coronel

CONCEÇÃO
Grupo de Trabalho XXX

DIRETIVA DE PLANEAMENTO

2022

Caros Comandantes e Chefes,

A Estratégia da Guarda 2025 (EG2025), uma estratégia centrada nas pessoas, é resultado de um trabalho colaborativo
desenvolvido pelo Comando da Guarda Nacional Republicana

(GNR), pelos Órgãos Superiores de Comando e Direção (OSCD) e pelas Unidades. Consubstanciando um valioso instru-
mento que, na sua essência, contém as orientações do Exmo. Tenente-General Comandante-Geral, favorece a congrega-
ção dos esforços, orienta as prioridades e visa contribuir para tornar a GNR única pela excelência do serviço e pela cons-
tância de uma postura Humana, Próxima e de Confiança.

Para finalização do processo estratégico é necessário um conjunto de documentos interdependentes que densifiquem a
forma de materialização da estratégia , identificando e afetando recursos para cumprimento dos objetivos definidos.

Deste modo, alinhada e decorrente da EG2025 , do Plano Estratégico da Guarda, dos Planos Sectoriais, e da Diretiva de
Planeamento para o Biénio 2020-2022, surge a Diretiva de Planeamento da Unidade, desdobrando em cascata os objeti-
vos estratégicos e operacionais e definindo, para os diferentes níveis de execução, tarefas, ações e mecanismos de con-
trolo dos resultados, de forma a efetuar os ajustes e balanceamentos necessários à eficiência e eficácia estratégicas.

A Estratégia da Guarda 2025 (EG2025), uma estratégia centrada nas pessoas, é resultado de um trabalho colaborativo
desenvolvido pelo Comando da Guarda Nacional Republicana

(GNR), pelos Órgãos Superiores de Comando e Direção (OSCD) e pelas Unidades. Consubstanciando um valioso instru-
mento que, na sua essência, contém as orientações do Exmo. Tenente-General Comandante-Geral, favorece a congrega-
ção dos esforços, orienta as prioridades e visa contribuir para tornar a GNR única pela excelência do serviço e pela cons-
tância de uma postura Humana, Próxima e de Confiança.

Para finalização do processo estratégico é necessário um conjunto de documentos interdependentes que densifiquem a
forma de materialização da estratégia , identificando e afetando recursos para cumprimento dos objetivos definidos.

Deste modo, alinhada e decorrente da EG2025 , do Plano Estratégico da Guarda, dos Planos Sectoriais, e da Diretiva de
Planeamento para o Biénio 2020-2022, surge a Diretiva de Planeamento da Unidade, desdobrando em cascata os objeti-
vos estratégicos e operacionais e definindo, para os diferentes níveis de execução, tarefas, ações e mecanismos de con-
trolo dos resultados, de forma a efetuar os ajustes e balanceamentos necessários à eficiência e eficácia estratégicas.



ÍNDICE

I. NOTA INTRODUTÓRIA II. CARACTERIZAÇÃO DA USHE III. IDENTIDADE
Origens Missão
Definição Visão
Enquadramento Legal Valores
Organização Estado final desejado
Áreas de Intervenção
Cooperação Internacional

IV. AVALIAÇÃO DO DESEMPENHO V. MATRIZ DE SINCRONIZAÇÃO DE VI. MONITORIZAÇÃO
Quadro Orgânico VS Existências OBJETIVOS

Estratégia da Guarda 2025
Plano de Gestão Estratégico da Guarda
2025

Planos Complementares de Execução
Diretivas de Planeamento



I. NOTA
INTRODUTÓRIA





II. CARACTERIZAÇÃO
DA USHE



ORIGENS

1801
Criação da Guarda Real de Polícia
de Lisboa

1834 - 1837
Extinção da Guarda Real de Polícia
e criação da Guarda Municipal
(Lisboa e Porto)

1910
Com a República, é extinta a Guar-
da Municipal e criada transitoria-
mente a Guarda Republicana

1911
A Guarda Republicana passa a
Guarda Nacional Republicana
1922
Criação do Regimento de Cavalaria
2009
Restruturação, extinção do Regi-
mento de Cavalaria e criação da
Unidade de Segurança e Honras de
Estado



1922 | RC

1E | Carmo
2E | Cabeço de Bola
3E | Braço de Prata
4E | Telheiras
5E | Campolide

1926 | RC

2E | Cabeço de Bola
3E | Braço de Prata
4E | Ajuda

2009 | USHE

Grupo de Honras de Estado
Grupo de Segurança
Esquadrão Presidencial
Banda de Música





ORGANIZAÇÃO

A Lei n.º 63/2007, de 6 de
novembro, que aprovou a
nova Orgânica da GNR, de-
terminou uma profunda alte-
ração estrutural substituindo
o Estado-Maior do Comando-
Geral por três Comandos
Funcionais e reformulando
as unidades, alicerçando a
transformação em critérios
de especialização.

Nesse sentido, foram criados
os Comandos Territoriais, as
Unidades Especializadas
(UNT, UAF e UCC), a Unida-
de de Representação
(USHE), a Unidade de Inter-
venção e Reserva (UI) e o
Estabelecimento de Ensino
(Escola da Guarda).



ESTRUTURA DE COMANDO

Lei n.º 63/2007 SUBUNIDADES

Artigo 43.º

1 - A USHE é uma unidade
de representação responsá-
vel pela proteção e seguran-
ça às instalações dos órgãos
de soberania e de outras en-
tidades que lhe sejam confi-
adas e pela prestação de
honras de Estado.
2 - A USHE articula-se em
Esquadrão Presidencial,
subunidade de honras de Es-
tado e subunidade de segu-
rança.
3 - Integram, ainda, a USHE
a Charanga a Cavalo e a
Banda da Guarda.



SUBUNIDADES ESQUADRÃO PRESIDENCIAL

GRUPO DE HONRAS DE ESTADO

GRUPO DE SEGURANÇA Garante a segurança permanente
da Residência Oficial de Sua Exce-
lência o Presidente da República;

Presta Honras de Estado a Sua Ex-
celência o Presidente da Repúbli-
ca e outras entidades;

Executa escoltas de segurança a
valores da Presidência da República;

Assegura o serviço de estafetas da
Presidência da República;

Prepara, coordenar e executar o Ren-
der Solene da Guarda ao PNB

TROCAR TODAS AS FOTOS

BANDA DE MÚSICA

CENTRO DE ENSINO E DESBASTE ESQUADRÃO DE COMANDO
DE SOLIPEDES E SERVIÇOS



ÁREAS DE INTERVENÇÃO

ÁREAS DE INTERVENÇÃO

POLICIAL

As missões de caráter policial são cumpridas,
essencialmente, através do patrulhamento in-
tensivo na cidade de Lisboa e nos Comandos
Territoriais limítrofes, sendo exercidas, prioritá-
ria e quotidianamente, de forma preventiva,
pela vigilância, fiscalização e presença, bem
como, eventualmente, pela atuação corretiva
como exigência do cumprimento da lei.

GENÉRICA

ÁREAS DE INTERVENÇÃO

RESTABELECIMENTO E MANUTENÇÃO
DA ORDEM PÚBLICA

TOURIST SUPPORT PATROL

ÁREAS DE INTERVENÇÃO ESPECÍFICA

HONORÍFICA E DE REPRESENTAÇÃO

SEGURANÇA A ORGÃOS DE SOBERANIA

ÁREAS DE INTERVENÇÃO

ESTAFETA MOTO

BATEDOR MOTO
As missões do batedor moto, materializadas através das es-
coltas, dos desembaraçamento de trânsito e da abertura de
itinerários, são conceptualizadas como uma ação móvel efe-
tuada ao longo de um itinerário, tendente a proporcionar
fluidez de tráfego e segurança durante o deslocamento.

ESPECÍFICA

REAÇÃO RÁPIDA MOTO

As missões da força de reação rápida decorrem da neces-
sidade de atender a um crescente número de solicita-
ções, num intervalo de tempo cada vez mais curto, onde
as prioridades de emprego assentam na complementari-
dade e subsidiariedade de esforços, desenvolvendo um
policiamento sistemático, orientado e de apoio ao primei-
ro nível de emprego operacional.

INTERVENÇÃO MOTO

As missões da força de intervenção moto têm por base as
exigências de uma orientação
estratégica bem definida e conduzida de modo coerente
num contexto volátil e imprevisível, onde as ameaças e os
riscos à segurança são cada vez mais globais, diversifica-
dos, complexos e sofisticados.

COMPETÊNCIAS DISTINTIVAS

BANDA DE MÚSICA

CHARANGA A CAVALO
CHARANGA A CAVALO



COOPERAÇÃO
INTERNACIONAL



COOPERAÇÃO INTERNACIONAL



III. IDENTIDADE

MISSÃO VALORES

É uma Unidade de Representa-
ção, de escalão Brigada, que
para além da Missão Geral da
Guarda, é responsável pela Pro-
teção e Segurança às instala-
ções dos Órgãos de Soberania e
de outras entidades que lhe se-
jam confiadas, e pela prestação
de Honras de Estado.

VISÃO UNIÃO SEGURANÇA

A Visão do Comandante para a Unida- Traduz-se na relação Constitui um padrão de com-
de tem como referência a Missão e de compromisso portamento equilibrado e
constrói-se sobre os Valores, tradu- entre os membros e a pró- consciente que permite atuar
zindo-se na expressão: pria Instituição. sem hesitações e com firmeza
XXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXX A união entre os membros perante as adversidades
permitirá ultrapassar as
dificuldades no cumpri-
mento da missão.

USHE

HONRA EMPENHO

Consubstancia-se na conduta irrepreensível, Revela-se no excecional interesse, pronti-
no zelo extremo e nos rígidos padrões morais dão e dedicação pelo serviço mesmo com
que a missão impõe, exigindo retidão, firmeza sacrifícios
de carácter e nobreza de espírito. Pessoais, evidenciando-se ainda a consci-
ência da responsabilidade e o alto espírito
de missão.

ESTADO FINAL DESEJADO

(Adicionar texto)

MISSÃO

VISÃO VALORES





IV. AVALIAÇÃO DO
DESEMPENHO






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