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Published by equipeafinada, 2016-04-11 14:08:26

20160411_proposta_natura

20160411_proposta_natura

MUSICOLABORE

Oficinas Musicais


Musicolabore - Oficinas Musicais

Atividades Reflexão e Ação
As atividades são sempre associadas
As atividades musicais incluem a trabalhos individuais e em grupo
para uma reflexão e avaliação
canto coral, jogos e exercícios constante sobre as vivências,
ajudando cada um a compreender
para aprimorar a audição, melhor sua própria natureza e os
processos do dia a dia da empresa.
trabalho rítmico motor,

improvisações com instrumentos

especialmente concebidos para

estas atividades.


Por que utilizar atividades musicais?

A música exige que você aja Inovadora e eficaz
de forma consciente e criativa. Ela é uma forma inovadora e eficaz
porque faz com que processos do dia-
A música nos ajuda a desenvolver a-dia do trabalho possam ser
vivenciados de uma forma artística,
a sensibilidade para perceber o com alegria e bom humor, permitindo
que questões complexas sejam trazidas
outro, para nos afinar com os à tona e sejam tratadas de forma leve
mas profunda.
outros e nos estimula a agir

consciente e criativamente.


Alternativas de Atividades Musicais

Atividade 1 Coro e Orquestra

• Conduzidos pelo facilitador todos aprendem uma canção de melodia simples e
poucos versos (p.ex.: Peixinhos do mar, Casa de Farinha, Marinheiro Só, trecho de
música indígena, música em outro idioma)

• São formados grupos que trabalharão com instrumentos diversos: gongos,
tubofones, percussão

• Cada grupo tem a tarefa de criar um arranjo para a canção com seus
instrumentos

• Os grupos são livres para encontrar seu ritmo próprio e modo de utilizar os
instrumentos

• Os grupos retornam e cada um apresenta sua criação aos outros
• Um regente geral reorganiza os grupos, integrando-os em um “coro e orquestra".
• Pode ser realizada uma apresentação para outros colaboradores ou funcionários

do local do evento


Atividade 2 Imagens Musicais

• Os participantes são divididos em grupos
• Cada grupo recebe um cartão com uma parte de um quadro ou

desenho
• Cada grupo faz uma criação musical com os instrumentos,

inspirados pela sua parte da pintura
• Quando a sua parte da pintura é projetada no telão, o grupo

apresenta a sua criação musical
• As partes são projetas sucessivamente e depois em ordem

aleatória, cada vez que sua parte é projetada, o grupo deve
tocar sua criação musical
• No final o quadro todo será projetado no telão e todos os grupos
tocam a sua criação ao mesmo tempo,
• Os facilitadores organizam o grupo todo para que as criações se
harmonizem


Atividade 3 História Musical

• É apresentado aos participantes um grande e variado número de
instrumentos.

• Cada um explora livremente as sonoridades e possibilidades
musicais de cada instrumento.

• Cada um escolhe um instrumento e passa um tempo observando e
buscando diferentes possibilidades de tocá-lo

• Cada um apresenta seu instrumento e suas descobertas, contando
“quem” é este instrumento, como se estivesse descrevendo uma
pessoa (sexo, tipo físico, características, hábitos, filosofia de vida
etc), criando assim uma personagem

• Formam-se grupos (3 a 6 participantes)
• Os grupos tem a tarefa de criar uma pequena história musical com

seus instrumentos (uma narrativa sonora com começo, meio e fim),
envolvendo as personagens criadas
• Devem considerar as qualidades de cada instrumento e aproveitar o
potencial de cada um na criação
• Os grupos apresentam suas criações.


Atividade 4 Escultura Sonora • Os participantes são divididos em grupos
• Cada grupo recebe alguns objetos da

natureza (sementes, galhos, frutos secos,
folhas secas, pedaços de madeira)
• Os grupos criam e ensaiam algumas frases
musicais (pequenos trechos de música
com os instrumentos disponíveis),
procurando representar as características
de cada objeto e os sentimentos que ele
provoca
• Cada grupo apresenta suas frases
musicais e seus objetos
• É feita uma escultura: os grupos vão se
revezando, empilhando um objeto de
cada vez, de modo que eles se equilibrem
e formem uma escultura.
• Se a pilha de objetos cair, os grupos
recomeça a construção
• Enquanto um objeto é colocado, o grupo
toca a sua frase musical
• Ao final, todos os grupos tocam juntos,
representando a escultura produzida


Atividades de aquecimento, integração e descontração
• Antes de iniciar as atividades, são realizados exercícios rítmicos, de
canto e de movimento para desinibição, integração e revitalização do
grupo

Experimentação dos instrumentos

• Antes da atividade principal, os facilitadores apresentam cada grupo
de instrumentos e os participantes podem experimentar e aprender as
técnicas e cuidados básicos com cada instrumento

Debriefing

• Após a atividade principal pode ser realizada uma conversa em duplas
ou pequenos grupos para reflexão e aprendizagem e uma plenária de
apresentação

• O debriefing pode trazer relações simples da atividade com o dia a dia
individual ou do ambiente de trabalho:
o Trabalho em equipe,
o Criatividade
o Planejamento do trabalho
o Escuta
o Reconhecimento de capacidades e limitações


Local
Ideal: sala ampla suficiente para formação de uma roda com todos os
participantes e três locais para subgrupos (pode ser área externa, como
varandas, jardins e quiosques).

Reunião preliminar com liderança
Antes de cada oficina é realizada uma reunião de cerca de 30 minutos por
telefone ou VOIP com ponto focal da empresa para detalhamento das
atividades e perguntas de avaliação.

Custo da oficina
R$ 5.000,00

Inclui os honorários, impostos e aluguel de instrumentos musicais. Transporte e
alimentação de três consultores, aluguel de espaço para o evento, coffee break e
projetor para computador são responsabilidade do cliente.


Nosso propósito é
apoiar o desenvolvimento integral de indivíduos e organizações por meio do fazer, sentir e
pensar musicais, visando a construção de uma sociedade mais consciente e realizada.

Buscamos em nosso trabalho
• Ouvir e dar respostas coerentes às necessidades que do mundo chegam até nós.
• Transparência e ética nas relações.
• Objetividade na organização dos processos.
• Aprendizado constante e ampliação do conhecimento.
• Dedicação e beleza. Liberdade e criatividade nas ações.

Nossa ação se desdobra nas seguintes vertentes
• Apoio direto ao processo de desenvolvimento de indivíduos e organizações por meio de
experiências musicais.
• Capacitação de profissionais e estudantes da área musical para atuarem em prol do ser
humano: com a música enquanto arte, educação, terapia e desenvolvimento social.
• Pesquisa, criação, documentação e publicação de conceitos e ferramentas práticas
para o trabalho com a música em suas várias aplicações.

www.ouvirativo.com.br

Tel. 12.3308.7429 | ouvir@ouvirativo.com.br


Coordenação

MARCELO S. PETRAGLIA

Marcelo S. Petraglia é músico formado pela ECA-USP, doutor pela Universidade de São
Paulo e mestre em Biologia pela UNESP-Botucatu. Além de ser docente em diversas
instituições e projetos educacionais no Brasil, dedica-se ao estudo dos fenômenos
musicais, sonoros e vibratórios e sua relação com o ser humano e o meio ambiente. A
mais de dez anos conduz vivências musicais em projetos de desenvolvimento

Facilitadores

MÔNICA MAFFEI

Musicista, bacharel em flauta transversal (FAP-Artes e Conservatório de Tatuí), mestre
em Pedagogia Musical (Universidade de Frankfurt-Alemanha) com especialização em
Pedagogia Waldorf (Escola Waldorf de Frankfurt-Alemanha). Com formação para
facilitadores pela Adigo, trabalha em parceria com o Instituto OuvirAtivo, com
Aprendix, Avanti, Ação criativa, entre outras. Ministra aulas de música em escolas e
cursos. Conduz oficinas e vivências de sensibilização e criação musical em empresas e
para grupos.

JOSÉ VICENTE VIEIRA

Engenheiro Agrônomo (ESALQ-USP) e Mestre em Educação (Universidade Estadual
do Arizona-EUA). Atua desde 1992 no desenvolvimento de processos e materiais
educacionais para empresas e organizações governamentais e não governamentais
utilizando diferentes expressões artísticas, principalmente a música. É co-autor dos
livros “Manual de Elaboração de Projetos para Unidades de Conservação” (2014),
Retrato Falado da Pedagogia da Alternância” (2000) e “Educação Ambiental na
Chapada dos Veadeiros” (2000).


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